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Velório e sepultamento do agente da Polícia Civil João Ezequiel Batista Pereira são definidos

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Foto: Reprodução/CGN

Por Isabella Chiaradia

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Foram divulgadas as informações sobre o velório e o sepultamento do agente de Polícia Judiciária João Ezequiel Batista Pereira, que morreu na noite de domingo (28), em Cascavel.

João Ezequiel foi vítima de um ataque a tiros no Bairro Brasmadeira. O agente foi atingido por disparos de arma de fogo e, apesar do atendimento prestado, não resistiu aos ferimentos.

De acordo com comunicado da 15ª Subdivisão Policial de Cascavel, o velório será realizado a partir das 20h, na Capela Master da ACESC.

O sepultamento está marcado para as 10h30 desta terça-feira (30) no Cemitério Cristo Redentor.

A morte do policial causou grande comoção entre colegas de profissão, familiares e amigos. O caso segue sendo investigado pelas autoridades, que trabalham para esclarecer as circunstâncias do crime.

Resumo do que aconteceu

Policial civil é morto a tiros após discussão em Cascavel: como tudo aconteceu?
R: Na noite de domingo, 28 de junho de 2026, o agente da Polícia Civil João Ezequiel Baptista Pereira, de 52 anos, foi baleado e morto após uma discussão em frente a uma residência na Rua Fernando Antonio Marassi, bairro Brasmadeira, em Cascavel.
Quem são os envolvidos na tragédia que chocou Cascavel?
R: A vítima é João Ezequiel Baptista Pereira, policial civil lotado em Santa Tereza do Oeste. O suspeito do crime é um advogado de 45 anos, proprietário da residência onde ocorreu a discussão.
Qual foi o motivo da discussão que terminou em morte?
R: Segundo a investigação, a discussão começou por um motivo considerado banal: o interfone da casa estava quebrado e havia um aviso para bater no portão. João teria chegado chutando o portão, o que gerou o desentendimento.
Como foi a dinâmica do crime segundo a polícia?
R: João Ezequiel foi até a casa buscar a esposa, que estava lá desde o meio-dia. Os presentes consumiam bebida alcoólica antes da confusão. Após a discussão, o advogado efetuou quatro disparos, sendo três contra João, atingindo-o no crânio, face e região dorsal. João estava armado, mas não disparou.
O advogado confessou o crime?
R: Sim, o advogado confessou à polícia que efetuou os disparos. Ele alegou legítima defesa, mas a investigação aponta que a quantidade de tiros não condiz com essa versão.
O que dizem as testemunhas e as imagens de segurança?
R: Uma testemunha afirmou que o advogado sabia que era João quem estava no portão, contrariando a versão inicial do suspeito. Imagens das câmeras de segurança da residência, que possuem áudio, foram entregues à polícia e serão analisadas para esclarecer a dinâmica dos fatos.
Havia outras pessoas no local durante o crime?
R: Sim, no carro do policial estavam uma mulher e uma criança, e na casa do advogado também havia uma mulher e uma criança. Nenhuma delas ficou ferida.
Qual a situação atual do advogado suspeito?
R: O advogado foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após o crime e permanece custodiado na cadeia pública, aguardando audiência de custódia. Ele foi indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil.
O que diz a Polícia Civil sobre a perda do agente João Ezequiel?
R: A Polícia Civil do Paraná emitiu nota de pesar, destacando a dedicação, profissionalismo e compromisso de João Ezequiel com a segurança pública, e manifestando solidariedade aos familiares, amigos e colegas.
Quando e onde serão realizados o velório e o sepultamento do policial civil João Ezequiel?
R: O velório será realizado a partir das 20h do dia 29 de junho de 2026, na Capela Master da ACESC. O sepultamento está marcado para as 10h30 do dia 30 de junho, no Cemitério Cristo Redentor, em Cascavel.
Como o caso está sendo investigado pelas autoridades?
R: O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Cascavel. A polícia aguarda laudos periciais e análise das imagens de monitoramento para esclarecer a motivação e a dinâmica dos fatos.
Por que esse crime ganhou tanta repercussão em Cascavel?
R: A morte de um policial civil em serviço, durante uma discussão aparentemente banal, causou grande comoção entre colegas, familiares e a sociedade, levantando debates sobre violência e segurança.

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