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Polícia Civil emite nota de pesar pela morte do agente João Ezequiel Baptista Pereira em Cascavel

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Foto: Reprodução/CGN

Por Diego Cavalcante

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A PCPR (Polícia Civil do Paraná), por meio da 15ª Subdivisão Policial de Cascavel, divulgou na manhã desta segunda-feira (29) uma nota de pesar pelo falecimento do agente de Polícia Judiciária João Ezequiel Baptista Pereira, de 52 anos. O policial morreu na noite de domingo (28), após ser baleado durante uma discussão em frente a uma residência no bairro Brasmadeira, em Cascavel.

João Ezequiel era lotado na delegacia de Santa Tereza do Oeste e atuava como agente de Polícia Judiciária. O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica dos fatos e a motivação da ocorrência.

Na manifestação oficial, a Polícia Civil prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho do servidor.

Confira a nota divulgada pela corporação:

É com profundo pesar que a Polícia Civil do Paraná, por meio da 15ª Subdivisão Policial de Cascavel, comunica o falecimento do Agente de Polícia Judiciária João Ezequiel Baptista Pereira, aos 52 anos.

Lotado na Delegacia de Polícia de Santa Tereza do Oeste, João Ezequiel desempenhava suas funções com dedicação, profissionalismo e elevado compromisso com a segurança pública, deixando um legado de respeito, ética e dedicação ao serviço policial.

Neste momento de imensa tristeza, a Polícia Civil do Paraná manifesta sua solidariedade e as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando que encontrem conforto e força para enfrentar esta irreparável perda.

João Ezequiel Baptista Pereira será lembrado pelo exemplo de servidor público, pela dedicação à Polícia Civil e pelo compromisso com a missão de servir e proteger a sociedade.”

O policial foi atingido por disparos de arma de fogo durante um desentendimento em frente a uma residência. O suspeito, que é advogado, foi preso em flagrante pela PMPR (Polícia Militar do Paraná) logo após o ocorrido. A PCPR (Polícia Civil do Paraná) instaurou inquérito para apurar todas as circunstâncias do caso.

Resumo do que aconteceu

Quem era João Ezequiel Pereira e por que sua morte chocou Cascavel?
R: João Ezequiel Pereira era um policial civil de 52 anos, lotado na delegacia de Santa Tereza do Oeste, reconhecido pelo profissionalismo e dedicação à segurança pública. Sua morte a tiros durante uma discussão em Cascavel, no dia 28 de junho de 2026, causou grande comoção entre colegas, familiares e amigos.
Como aconteceu o assassinato do policial civil João Ezequiel Pereira?
R: João Ezequiel Pereira foi baleado na noite de 28 de junho de 2026, durante uma discussão em frente a uma residência no bairro Brasmadeira, em Cascavel, após ir ao local buscar sua esposa. O desentendimento com o advogado Jean Oliver José Garcia terminou com três disparos fatais contra o policial.
Quem é o principal suspeito do crime e qual sua situação?
R: O principal suspeito é Jean Oliver José Garcia, advogado de 45 anos e proprietário do imóvel onde ocorreu o crime. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após os disparos e permanece custodiado aguardando audiência de custódia.
O que motivou a discussão que resultou na morte do policial?
R: Segundo a investigação, a discussão começou por um motivo considerado banal: o interfone da casa estava quebrado e havia um aviso para bater no portão. João teria chegado chutando o portão, o que gerou o desentendimento, agravado pelo consumo de bebida alcoólica entre os presentes.
Como foi a dinâmica do crime segundo a polícia?
R: João Ezequiel chegou ao local, atravessou seu carro em frente ao imóvel e iniciou uma discussão com o advogado. Durante o desentendimento, o advogado efetuou um disparo para o alto e outros três tiros que atingiram o policial na cabeça, face e dorso, levando-o à morte instantânea. A perícia encontrou quatro estojos de munição compatíveis com a arma do suspeito.
João Ezequiel estava armado? Ele chegou a atirar?
R: Sim, João Ezequiel estava armado, mas a perícia constatou que ele não efetuou nenhum disparo durante o ocorrido.
Havia outras pessoas presentes no momento do crime?
R: Sim, no carro de João Ezequiel estavam uma mulher e uma criança, e na residência do advogado também havia uma mulher e uma criança. Nenhuma delas ficou ferida.
O advogado alegou legítima defesa?
R: Sim, o advogado alegou ter agido em legítima defesa, dizendo que temia ser baleado pelo policial. No entanto, a investigação aponta que a quantidade de disparos não condiz com legítima defesa.
O que a Polícia Civil diz sobre a motivação do crime?
R: A Polícia Civil trabalha com a hipótese de homicídio qualificado por motivo fútil, considerando que a discussão teve origem em um desentendimento banal e não justificaria a reação violenta.
Há imagens que podem ajudar a esclarecer o crime?
R: Sim, o imóvel possui câmeras de monitoramento com áudio, cujas gravações foram autorizadas pelo proprietário e serão analisadas para esclarecer a dinâmica dos fatos.
Como foi a repercussão do crime entre policiais e familiares?
R: A morte de João Ezequiel causou grande comoção entre colegas de profissão, familiares e amigos, que destacaram sua alegria, bom humor e dedicação ao serviço público. O velório contou com a presença de muitos policiais e homenagens emocionadas.
Quando e onde ocorreram o velório e o sepultamento de João Ezequiel?
R: O velório começou na noite de 29 de junho de 2026, na Capela Master da ACESC, e o sepultamento foi realizado na manhã de 30 de junho de 2026, no Cemitério Cristo Redentor, em Cascavel.
Quais medidas foram tomadas pelas autoridades logo após o crime?
R: A Polícia Militar prendeu o suspeito em flagrante, as armas foram apreendidas, testemunhas foram encaminhadas para depoimento e a Polícia Científica realizou perícia no local.
O que diz a nota oficial da Polícia Civil sobre o caso?
R: A Polícia Civil do Paraná emitiu nota de pesar lamentando a morte de João Ezequiel, destacando seu legado de respeito, ética e dedicação ao serviço policial, e prestando solidariedade aos familiares e colegas.
O caso já foi totalmente esclarecido?
R: Não, o caso segue sob investigação para esclarecer todos os detalhes, incluindo a motivação, a dinâmica dos fatos e as versões divergentes apresentadas pelas testemunhas.
Quais elementos pesam contra a versão de legítima defesa apresentada pelo advogado?
R: A quantidade de disparos feitos contra a vítima e o fato de João Ezequiel não ter efetuado nenhum tiro, apesar de estar armado, são elementos que enfraquecem a alegação de legítima defesa.
Que informações novas podem surgir nos próximos dias?
R: A polícia aguarda a análise das imagens das câmeras de segurança e os laudos periciais, que podem trazer novos detalhes sobre o crime.
Qual a acusação formal contra o advogado suspeito?
R: O advogado foi indiciado por homicídio qualificado, especialmente por motivo fútil.

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