
“Dois pesos e duas medidas?”, após um ano e meio da morte do vigilante Tato família também pede justiça
Os familiares compararam casos mais recentes que já estão indo à Júri Popular ...
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Por Fábio Wronski
A busca por justiça marcou o sábado (23) no Calçadão de Cascavel. Familiares de Edson Aparecido de Oliveira, vigilante morto após um grave acidente de trânsito em novembro de 2024, realizaram uma manifestação pedindo respostas das autoridades.
Conforme a família, o caso, registrado por câmeras de monitoramento, segue sem punição para o motorista envolvido, que fugiu do local e permanece em liberdade.
O acidente aconteceu em 25 de novembro de 2024, na junção das ruas Padre Carlos Nitzco e Pedro Carlos Neppel. As imagens mostram o momento em que a caminhonete atinge a moto pilotada por Edson. Após o impacto, o motorista da caminhonete atropela a vítima e foge sem prestar socorro.
Em entrevista à CGN, a mãe de Edson, Lorena de Oliveira, desabafou sobre a falta de respostas: “Meu filho foi assassinado. Ele atropelou, passou em cima, arrastou meu filho e fugiu. E ele não foi preso. Quem atropelou um policial já foi preso e vai a júri popular. Por que o caso do meu filho está parado? Nós queremos justiça para que outras mães não passem por isso.”
Lorena relatou ainda que os três filhos de Edson, de 15, 13 e 10 anos, estão sob cuidados da família e enfrentam dificuldades emocionais desde a perda do pai.
A irmã de Edson também cobrou agilidade das autoridades. Para ela, o caso é tratado com menos rigor do que outros semelhantes: “Meu irmão estava trabalhando, cuidando da cidade, e foi abandonado lá. A família está destruída. Queremos saber por que até agora nada foi feito, enquanto outros casos avançam rápido.”
Segundo a família, o motorista foi identificado e chegou a prestar depoimento na delegacia, mas saiu em liberdade e não foi preso. O documento com as imagens do acidente, acessado pela reportagem, reforça o pedido de justiça feito pelos familiares.
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