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Suspeito de matar Rafael Barreto também é suspeito de executar Fábio Guilhermino, cúmplice do primeiro crime

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Imagem referente a Suspeito de matar Rafael Barreto também é suspeito de executar Fábio Guilhermino, cúmplice do primeiro crime
Foto: Reprodução/CGN

Por Diego Cavalcante

Atualizado em

Novos desdobramentos apontam que o suspeito pela morte de Rafael Lustosa Barreto, também teria assassinado Fábio Henrique Guilhermino, cúmplice do primeiro crime. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o homem investigado pela prática do crime de duplo homicídio, ocorridos no sábado (6) e domingo (7). A captura aconteceu nesta quarta-feira (10), em Cascavel, no Oeste do Estado.

Conforme a delegada da PCPR Muriel Cunha, o primeiro homicídio ocorreu no sábado (6), em um estabelecimento comercial em Cascavel. A vítima foi Rafael Nostosa Barreto, proprietário do local. 

Imagens divulgadas pela mídia mostram uma discussão iniciada dentro do estabelecimento e que continuou na área externa, envolvendo diversas pessoas. Nas gravações, é possível identificar o autor trajando camiseta azul e, entre os envolvidos, Fábio Henrique Guilhermino, que vestia camiseta vermelha e aparece sendo agredido.

Após o crime, o autor e Fábio Henrique Guilhermino deixaram o local juntos e seguiram para Altamira do Paraná, onde a segunda vítima possuía um sítio. Durante o trajeto, Fábio teria orientado o autor a se apresentar à polícia.

A investigação aponta que o medo de ser denunciado e a recusa em se entregar motivaram o segundo homicídio, ocorrido no domingo (7). Segundo apurado, o autor efetuou disparos contra Fábio enquanto ele dormia e fugiu em seguida utilizando o veículo da vítima, que posteriormente se envolveu em um acidente de trânsito.

“Imagens de câmeras de segurança também registraram o segundo crime, permitindo a identificação do mesmo autor nos dois homicídios. Testemunhas foram ouvidas e diligências foram realizadas, incluindo análises periciais no local dos fatos e no veículo utilizado na fuga”, explica. 

O investigado foi preso e encaminhado ao sistema penitenciário, permanecendo à disposição do Poder Judiciário. O inquérito segue em andamento, aguardando laudos, e será encaminhado à Justiça.

Resumo do que aconteceu

Quem era Rafael Lustosa Barreto e por que sua morte chocou Cascavel?
R: Rafael Lustosa Barreto, de 42 anos, era carteiro do CDD Cascavel e atleta de rugby e futebol americano, com mais de 20 anos dedicados ao esporte local. Ele foi morto a tiros na madrugada de 7 de dezembro de 2025, ao tentar apartar uma briga em frente ao bar do qual era sócio, no Centro de Cascavel. Sua morte gerou grande comoção entre familiares, amigos, colegas de trabalho e a comunidade esportiva.
Como aconteceu o assassinato de Rafael Lustosa Barreto?
R: Rafael Lustosa Barreto foi morto na madrugada de 7 de dezembro de 2025, após tentar separar uma briga que começou dentro de um bar e se estendeu para a área externa. Um dos envolvidos buscou uma arma de fogo em um carro e disparou cerca de 12 vezes, atingindo Rafael, que morreu no local antes de receber socorro.
Quem são os suspeitos envolvidos no crime e qual foi a motivação?
R: Dois homens estão diretamente envolvidos: o autor dos disparos, que foi preso, e o dono do carro que forneceu a arma, também preso. O crime teria sido motivado por uma discussão relacionada a um camarote dentro do bar. Rafael foi baleado enquanto tentava apartar a confusão.
Como a polícia identificou e prendeu os envolvidos?
R: Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas ajudaram a identificar os envolvidos. O dono do carro foi preso em flagrante no mesmo dia, e o autor dos tiros se apresentou à polícia com uma advogada, entregando a arma usada no crime. Ambos tinham histórico criminal.
O que aconteceu após o assassinato de Rafael Lustosa Barreto?
R: Após o crime, o atirador e um cúmplice, Fábio Henrique Guilhermino, fugiram para um sítio em Altamira do Paraná. Lá, o atirador matou Fábio por temer ser delatado à polícia. O autor dos dois homicídios foi preso em Cascavel em 10 de dezembro de 2025.
Por que Fábio Henrique Guilhermino foi assassinado após o crime em Cascavel?
R: Segundo a delegada Muriel Cunha, Fábio foi morto porque orientou o autor dos disparos a se entregar à polícia, e o atirador temia ser denunciado por ele. O homicídio de Fábio ocorreu no sítio dele em Altamira do Paraná, horas depois do primeiro crime.
Como as câmeras de segurança ajudaram na investigação dos crimes?
R: As câmeras registraram tanto a confusão e o assassinato de Rafael no bar quanto a chegada, permanência e fuga do atirador no sítio onde Fábio foi morto. Os vídeos permitiram identificar o autor dos dois homicídios e reconstruir a dinâmica dos crimes.
Qual o histórico criminal dos envolvidos?
R: Os principais envolvidos já tinham extensa ficha criminal, incluindo condenações por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. O dono do carro, por exemplo, estava em regime semiaberto, sem tornozeleira eletrônica, no momento do crime.
Como a cidade de Cascavel reagiu à morte de Rafael Lustosa Barreto?
R: A morte de Rafael causou forte comoção em Cascavel, com manifestações de pesar da Secretaria de Esporte e Lazer, sindicatos, equipes esportivas e ampla repercussão na imprensa e redes sociais. Familiares, amigos e a comunidade cobram justiça.
Quando e onde será realizada a missa de 7º dia em memória de Rafael Lustosa Barreto?
R: A missa de 7º dia será celebrada no sábado, 13 de dezembro de 2025, às 19h, na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada na Rua Pio XII, bairro Neva, em Cascavel.
Qual foi o papel da jovem que acompanhou os suspeitos após o crime?
R: A jovem estava no bar durante o homicídio de Rafael e acompanhou os suspeitos na fuga até o sítio em Altamira do Paraná. Ela foi ouvida pela polícia, alegou ter sido vítima de estupro e constrangimento ilegal pelo autor dos crimes, e foi liberada após depoimento.
Quais foram os desdobramentos policiais após os homicídios?
R: Após os homicídios, a polícia realizou prisões, apreendeu a arma do crime, analisou imagens de segurança e ouviu testemunhas. O autor dos dois homicídios foi preso preventivamente e encaminhado ao sistema penitenciário, enquanto o inquérito segue em andamento.
O que motivou a briga que resultou na morte de Rafael Lustosa Barreto?
R: A briga teria começado por causa de um camarote dentro do bar, envolvendo homens e mulheres. Rafael tentou intervir para apartar o conflito e acabou sendo morto ao tentar evitar que a situação se agravasse.
Como foi a dinâmica dos crimes segundo as investigações?
R: Após a discussão, o dono do carro orientou o atirador a buscar uma arma. O atirador retornou armado, disparou contra o grupo e matou Rafael. Depois, fugiu com Fábio para Altamira do Paraná, onde matou o cúmplice enquanto ele dormia.
O que disseram as autoridades sobre a gravidade dos crimes?
R: Delegados destacaram a frieza do atirador, que disparou cerca de 12 vezes contra Rafael e, em seguida, matou Fábio para garantir o silêncio. Ambos os crimes foram considerados execuções e mobilizaram grande aparato policial.
Quais homenagens foram prestadas a Rafael Lustosa Barreto?
R: Além da missa de 7º dia, Rafael recebeu homenagens do sindicato dos Correios, das equipes esportivas Cascavel Rugby e Olympians, e da Secretaria de Esporte e Lazer, que destacaram seu legado e dedicação ao esporte local.
O que aconteceu com o veículo usado na fuga após o segundo homicídio?
R: O atirador fugiu usando o carro de Fábio Henrique Guilhermino, que posteriormente se envolveu em um acidente de trânsito. A polícia recolheu o veículo para perícia.
Como está a situação judicial dos envolvidos?
R: O autor dos homicídios está preso preventivamente e à disposição da Justiça. O dono do carro também está detido. O inquérito segue em andamento, aguardando laudos e será encaminhado ao Judiciário.
Como a imprensa local cobriu o caso?
R: O caso teve ampla cobertura, com divulgação de imagens das brigas, dos crimes e das investigações, além de coletivas de imprensa da Polícia Civil e repercussão nas redes sociais.
O que a população pode fazer para colaborar com as investigações?
R: Denúncias podem ser feitas pelos números 181 (Polícia Civil) ou 190 (Polícia Militar), ajudando a polícia a reunir mais informações sobre os crimes e os envolvidos.

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