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Imagem referente a Sequestro e cárcere privado: Mandado de prisão contra venezuelano foi expedido pelo 2° Juizado de Cascavel

Sequestro e cárcere privado: Mandado de prisão contra venezuelano foi expedido pelo 2° Juizado de Cascavel

O indivíduo possui em seu desfavor um mandado de prisão temporária pelo crime ocorrido no dia 29 de setembro deste ano. ...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Sequestro e cárcere privado: Mandado de prisão contra venezuelano foi expedido pelo 2° Juizado de Cascavel

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) tornou pública, nesta quinta-feira (2), a fotografia de DIMAS MANUEL CARDOZO OROZCO, venezuelano, pode estar usando nome falso de EDUARDO DIAZ, de 37 anos, investigado pelo crime de sequestro e cárcere privado ocorrido em Cascavel, no Oeste do Estado.

O indivíduo é alvo de um mandado de prisão temporária, expedido pelo 2° Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Vara de Crimes contra Criança, Adolescentes e Idosos, relativo ao crime registrado no dia 29 de setembro deste ano.

Segundo informações repassadas pela PCPR, o crime aconteceu por volta das 6h15, quando a vítima, uma adolescente, seguia pela Rua Sevilha a caminho da escola. Um veículo Ford Fiesta preto parou ao lado da jovem. O condutor, descrito como homem moreno e de origem estrangeira, desceu armado com um revólver prateado e, utilizando a arma, desferiu coronhadas na cabeça da vítima, ameaçando matá-la caso não obedecesse à ordem de entrar no carro.

Em depoimento, a vítima relatou o momento da abordagem: “Estava indo para a escola, aí ele parou o carro e me chamou para dentro do carro, aí ele me mostrou a arma de fogo e eu acabei entrando, mas daí eu consegui escapar e sair correndo e gritar.” A adolescente destacou ainda o sotaque do suspeito: “Ele era venezuelano, eu tinha sotaque de venezuelano pelo menos, brasileiro ele não era.”

A jovem contou que foi agredida ao tentar pedir socorro: “Sim, porque eu comecei a gritar dentro do carro, daí ele acabou ficando nervoso e começou a me coronhada na minha cabeça. Aí eu consegui fugir.” O impacto da violência foi ressaltado pela vítima, que afirmou estar com medo de sair de casa: “Sim. Agora vou ter que cuidar bastante.”

A Polícia Civil segue em diligências para localizar o investigado e solicita a colaboração da população com informações que possam auxiliar na localização do foragido. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 197, da PCPR, ou pelo número (45) 3326-4909, diretamente à equipe de investigação.

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