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Acusados da morte de Amanda Amorim dizem que batida não foi intencional

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Foto: Reprodução/CGN

Por Mariana Lioto

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Os acusados da morte de Amanda Amorim, Roberto Carlos de Freitas e Fábio de Freitas foram ouvidos nesta tarde pela Delegacia de Homicídios de Cascavel.

Segundo a advogada de defesa, Dayane Signori, eles estão colaborando para o esclarecimento dos fatos e responderam todas as perguntas relacionadas ao acidente.

A versão dos irmãos, que têm 24 e 22 anos, conflita com a da vítima sobrevivente e testemunhas. Eles dizem que o que ocorreu foi um acidente e que não havia intenção de atingir a moto.

A defesa preferiu não dar detalhes sobre a versão dos dois sobre o ocorreu antes da batida. Eles estariam seguindo para casa.

“Eles ajudaram a levantar o carro para o resgate da vítima que sobreviveu e depois disso deixaram o local do acidente por medo”, diz a advogada.

A versão da vítima sobrevivente é que elas seguiam de moto para o Bairro Sanga Funda e ao passar pelo Bairro Canadá foram perseguidas pelo veículo Kadet. O acidente ocorreu na madrugada de sexta-feira (12). Amanda morreu na hora e o corpo ficou preso embaixo do veículo. O caso gerou grande comoção.

Se for considerado que houve dolo (intenção de causar o acidente) eles podem ir a júri popular por homicídio. Se for considerado que o acidente for culposo (sem intenção) o caso não vai a júri e as penas tentem a ser mais brandas.

Imagens mostram o veículo muito próximo à moto, mas não há registro do momento do acidente. A ordem da prisão foi dada e os acusados foram encontrados ontem na área rural de Cascavel. Ainda segunda a defesa eles tinham intenção de se apresentar, mas por medo de haver mandado de prisão em vigor não o fizeram.

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