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Idosa atropelada não resiste e morre dentro de ambulância na entrada do HUOP em Cascavel

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Idosa atropelada não resiste e morre dentro de ambulância na entrada do HUOP em Cascavel

Por Diego Cavalcante

Atualizado em

A tentativa de salvar a vida da idosa atropelada na Rua Glauber Rocha, no Bairro Brasília, em Cascavel, terminou de forma trágica nesta quarta-feira (7). A vítima identificada como Luzia Soares dos Reis morreu dentro da ambulância, na porta da entrada de emergência do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP).

A mulher, de 74 anos, havia sido atingida por uma caminhonete enquanto atravessava a via. Inicialmente, ela estava consciente e orientada, mas o quadro se agravou durante o atendimento do Corpo de Bombeiros.

Segundo o Aspirante Rafael Trevisan, a vítima passou a apresentar rebaixamento do nível de consciência e, posteriormente, entrou em parada cardiorrespiratória. As equipes realizaram aproximadamente 30 minutos de massagem cardíaca e administraram medicamentos, incluindo adrenalina.

Os procedimentos conseguiram fazer com que os batimentos cardíacos e a respiração retornassem espontaneamente. A mulher também precisou ser intubada para receber ventilação mecânica e foi encaminhada com vida ao hospital.

A esperança, porém, durou pouco. Já na chegada ao HUOP, enquanto a ambulância estava na porta da entrada de emergência, a Luzia sofreu uma nova piora e morreu antes de conseguir ser retirada do veículo.

O atropelamento, que havia começado com uma ocorrência inicialmente considerada estável, terminou depois de uma sequência de complicações e de uma longa tentativa de reanimação. A vítima não resistiu aos ferimentos e ao grave quadro clínico.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu com a idosa atropelada em Cascavel?
R: No início da tarde de 7 de outubro de 2026, uma idosa de 74 anos foi atropelada por uma caminhonete enquanto atravessava a Rua Glauber Rocha, no Bairro Brasília, em Cascavel. O acidente resultou em graves complicações de saúde para a vítima.
Como ocorreu o atropelamento e quem estava envolvido?
R: O atropelamento aconteceu quando a caminhonete realizava uma conversão à esquerda e atingiu a idosa, que atravessava a via. O motorista relatou que não viu a mulher no momento do impacto. A Guarda Civil Patrimonial passava pelo local e prestou os primeiros socorros.
Qual foi o estado inicial da vítima após o acidente?
R: Inicialmente, a idosa estava consciente e apresentava uma fratura exposta na perna, mas rapidamente teve rebaixamento do nível de consciência e ficou inconsciente antes da chegada dos socorristas do Corpo de Bombeiros.
Quais procedimentos de emergência foram realizados no local?
R: A equipe do Corpo de Bombeiros realizou manobras de reanimação após a idosa entrar em parada cardiorrespiratória. Foram administrados medicamentos, incluindo adrenalina, e realizada intubação para ventilação mecânica. Após cerca de 20 a 30 minutos de manobras, foi possível recuperar a circulação e respiração da vítima.
Como evoluiu o quadro clínico da idosa durante o atendimento?
R: Apesar de ter sido reanimada e estabilizada inicialmente, a idosa passou por sucessivas paradas cardiorrespiratórias durante o transporte para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), exigindo novas tentativas de reanimação na ambulância.
Quando e onde a vítima faleceu?
R: A idosa faleceu na chegada ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná, dentro da ambulância, na porta da entrada de emergência, após uma nova piora e parada cardíaca prolongada, no dia 7 de outubro de 2026.
O que pode ter causado a sequência de paradas cardíacas na vítima?
R: Segundo o médico Clederson Bitencourt, do Corpo de Bombeiros, ainda não é possível afirmar a causa exata das paradas cardíacas. Embora o atropelamento tenha motivado o chamado, condições pré-existentes, como alteração cardíaca (infarto) ou tromboembolismo pulmonar, também são consideradas hipóteses. A causa definitiva depende de exames do Instituto Médico-Legal.
Por que o caso é considerado relevante?
R: O caso chama atenção por ter começado como um atropelamento aparentemente de baixa gravidade, mas evoluiu rapidamente para uma situação crítica e fatal, mesmo com múltiplas tentativas de reanimação e atendimento médico intensivo.
Quais órgãos e equipes participaram do atendimento à vítima?
R: A Guarda Civil Patrimonial prestou os primeiros socorros e sinalizou o trânsito. O Corpo de Bombeiros realizou o atendimento de emergência e reanimação. A Polícia Militar também foi acionada para auxiliar na ocorrência, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná.
Quais serão os próximos passos para esclarecer a causa da morte?
R: A causa da morte deverá ser esclarecida após procedimentos de investigação e exames realizados pelo Instituto Médico-Legal, caso o corpo seja encaminhado ao órgão.

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