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Motorista de caminhão é detido por embriaguez após atropelamento que matou menino de 12 anos

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Motorista de caminhão é detido por embriaguez após atropelamento que matou menino de 12 anos

Por Silmara Santos

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O motorista do caminhão envolvido no atropelamento que resultou na morte de um menino de 12 anos foi detido na noite deste domingo (7), em Cascavel, após ser submetido ao teste do etilômetro.

O acidente aconteceu no cruzamento das ruas Serra da Borborema e Serra do Vento, no Jardim Ipanema, e causou grande comoção entre moradores da região. A criança morreu ainda no local devido à gravidade dos ferimentos.

Após os procedimentos iniciais da ocorrência, o condutor realizou o teste do bafômetro, que apontou 0,67 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido. O resultado está acima do limite previsto na legislação e caracteriza o crime de embriaguez ao volante.

Diante da constatação, o motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhado à 10ª Central Regional de Flagrantes, onde ficou à disposição da autoridade policial.

Durante o atendimento da ocorrência, agentes da Guarda Civil Patrimonial permaneceram no local acompanhando o motorista, já que familiares e moradores estavam bastante abalados e revoltados com a tragédia.

A Polícia Científica realizou a perícia na cena do acidente, enquanto a Polícia Civil ficará responsável pela investigação para esclarecer todas as circunstâncias do atropelamento.

A morte do menino gerou forte comoção no Jardim Ipanema e deve repercutir amplamente nos próximos dias. O caso segue sob investigação.

Resumo do que aconteceu

Menino de 12 anos morre atropelado em Cascavel: o que aconteceu?
R: No fim da tarde de domingo, 7 de junho de 2026, Carlos Eduardo Camargo dos Santos, de 12 anos, foi atropelado e morto por um caminhão no cruzamento das ruas Serra da Borborema e Serra do Vento, no Jardim Ipanema, em Cascavel.
Como foi o acidente que tirou a vida de Carlos Eduardo?
R: Carlos Eduardo brincava com uma bola de futebol quando correu para recuperá-la. Nesse momento, um caminhão Scania R124 fazia uma conversão à direita e o atropelou. O menino morreu ainda no local devido à gravidade dos ferimentos.
Quem era Carlos Eduardo Camargo dos Santos?
R: Carlos Eduardo Camargo dos Santos era um menino de 12 anos, aluno do 7º ano D do Colégio Estadual Marcos Cláudio Schuster, descrito como educado, prestativo, querido por todos, apaixonado por futebol e que gostava de ajudar a avó na cozinha e cuidar dos irmãos mais novos.
O motorista do caminhão estava embriagado?
R: Sim. O motorista foi submetido ao teste do etilômetro, que apontou 0,67 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido, índice que configura crime de embriaguez ao volante.
O motorista foi preso após o acidente?
R: Sim. O motorista foi preso em flagrante por embriaguez ao volante com resultado morte e encaminhado à 10ª Central Regional de Flagrantes.
Como o motorista se defendeu sobre o atropelamento?
R: O motorista alegou em depoimento que não percebeu o momento do atropelamento, afirmou que só soube do acidente após ser avisado por populares e confirmou ter ingerido cinco cervejas no almoço, mas disse que descansou antes de dirigir.
O motorista continua preso?
R: Não. Em 8 de junho de 2026, a Justiça concedeu liberdade provisória ao motorista, que agora usa tornozeleira eletrônica e deve cumprir restrições como não frequentar bares e não sair da comarca sem autorização.
Qual foi a reação dos moradores após o acidente?
R: Moradores e familiares ficaram revoltados com a tragédia, depredaram o caminhão envolvido no acidente e precisaram ser contidos por equipes da Guarda Civil Patrimonial e Polícia Militar para garantir a segurança do motorista.
A família pôde se despedir de Carlos Eduardo?
R: Não. Segundo a família, não foi possível velar o corpo de Carlos Eduardo adequadamente nem olhar seu rosto pela última vez, o que aumentou ainda mais a dor dos parentes.
A família está pedindo ajuda? Como contribuir?
R: Sim. A família faz um apelo para arrecadar recursos para comprar o lote e construir uma lápide digna para Carlos Eduardo. Doações podem ser feitas via Pix para (45) 98820-2122, em nome de Milena Vitoria Pereira, tia do menino.
Por que o caso chocou tanto a comunidade?
R: A morte precoce de uma criança querida, as circunstâncias envolvendo álcool, a revolta popular e a comoção no colégio e nas redes sociais fizeram o caso repercutir fortemente em Cascavel.
O que dizem as autoridades sobre o acidente?
R: A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros lamentaram a tragédia e reforçaram os riscos da combinação de álcool e direção, especialmente em áreas residenciais. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Testemunhas e câmeras confirmam a versão do motorista?
R: Imagens de câmeras de segurança mostram Carlos brincando com a bola e sendo atropelado durante a conversão do caminhão. Testemunhas divergem quanto à posição exata do menino, mas a dinâmica do acidente foi registrada.
O motorista tentou fugir do local?
R: O motorista alegou que não percebeu o atropelamento e só parou cerca de 150 metros depois, ao ser avisado por populares. Ele retornou ao local e foi protegido da revolta dos moradores pelas autoridades.
Como está a investigação do caso?
R: O inquérito está em andamento na Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente, incluindo laudos periciais, depoimentos e imagens. O Ministério Público deve se manifestar nos autos.
Houve outros desdobramentos após o acidente?
R: Além da prisão e soltura do motorista, o caminhão foi depredado, o colégio emitiu nota de pesar, e a família iniciou campanha para arrecadação de recursos para a sepultura.
Quais as medidas impostas ao motorista após a liberdade provisória?
R: O motorista deve usar tornozeleira eletrônica, comparecer a todos os atos do processo, não frequentar bares ou locais com venda de álcool, e não sair da comarca sem autorização judicial.
Como a mãe de Carlos Eduardo reagiu à tragédia?
R: Renata Pereira Garcia dos Santos, mãe do menino, está devastada, pediu justiça e relatou que perdeu metade do coração com a morte do filho, reforçando que Carlos era inocente e muito amado.
O local do acidente já era considerado perigoso?
R: Sim. Moradores afirmaram que o cruzamento é movimentado e que muitas crianças passam e brincam ali, ressaltando os riscos para quem circula na região.
O caso pode mudar a fiscalização de motoristas alcoolizados em Cascavel?
R: O acidente reacendeu o debate sobre os perigos da mistura de álcool e direção, com autoridades reforçando a importância das operações de Lei Seca e da fiscalização rigorosa para evitar novas tragédias.

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