
MPRJ dá início a encontros que abordam a igualdade de gênero e refletem sobre o feminino
A aula inaugural teve como tema “Mulher, autocuidado e Literatura. Um caminho para mudanças”. Fragmentos do livro ‘Niketche: uma história de poligamia’, de autoria da escritora......
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Tiveram início, nesta quarta-feira (23/03), as rodas de releituras “Por um novo feminino”. Através da análise de ¿diferentes obras literárias, o¿s encontro¿s, na modalidade virtual, ¿têm como objetivo propor a membras, servidoras, terceirizadas da instituição e convidadas uma reflexão sobre gênero, estereótipos, situações de violência muitas vezes naturalizadas, identificação de comportamentos abusivos, casos de violência psicológica, familiar e doméstica. Os encontros acontecem em ambiente seguro, ¿uma vez ao mês, de 23 março a 21 de setembro, das 10h às 12h, somente para inscritas através do site do IERBB.
A aula inaugural teve como tema “Mulher, autocuidado e Literatura. Um caminho para mudanças”. Fragmentos do livro ‘Niketche: uma história de poligamia’, de autoria da escritora moçambicana Paulina Chiziane, vencedora do Prêmio Camões 2021 . A partir de fragmentos do texto marcado pelo fluxo de consciência da personagem Rami, que analisa seu lugar como mulher na sociedade moçambicana do período pós-guerra civil, as integrantes da roda de conversa puderam compartilhar suas experiências e reflexões sobre questões que permeiam o universo feminino.
O encontro é mais uma iniciativa do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (CAOVD/MPRJ) e da Coordenadoria-geral de Promoção da Dignidade Humana do MPRJ, com apoio do Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ).
“Com esta iniciativa pretendemos demonstrar a importância do debate sobre a questão de gênero e sobre o que significa ser mulher em nossa sociedade. É necessário refletir sobre a necessidade de fomentar a implementação de diversas políticas públicas que assegurem a igualdade de gênero, dentre outros direitos à mulher”, afirmou Patricia Carvão, coordenadora-geral de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana.
Por MPRJ
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