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MPRJ disponibiliza o ônibus da Ouvidoria Itinerante para atender à população de Petrópolis

"Nossa intenção é prestar o máximo de informações possíveis aos familiares de pessoas que ainda estão desaparecidas. Vamos informar também o protocolo adotado pelo IML para......

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Por Ministério Público de Rio de Janeiro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Coordenadoria de Promoção da Dignidade da Pessoa Humana (COGEPDPH/MPRJ) e da Coordenadoria de Direitos Humanos e Minorias do MPRJ (CDHM/MPRJ), reuniu-se, neste domingo (20/02), com a coordenação da Polícia Técnica Civil Instituto Médico Legal de Petrópolis para debater sugestões sobre o aperfeiçoamento do serviço prestado pelo órgão à população vítima do desastre causado pelas fortes chuvas que atingiram a cidade no último dia 15. Ficou acordado que o ônibus da Ouvidoria Itinerante do MPRJ ficará estacionado no local, já a partir desta segunda (21/02), por tempo indeterminado, com a equipe do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID/MPRJ), para prestar atendimento aos cidadãos que buscam por familiares e amigos.

“Nossa intenção é prestar o máximo de informações possíveis aos familiares de pessoas que ainda estão desaparecidas. Vamos informar também o protocolo adotado pelo IML para reconhecimento desses corpos”, informou a procuradora de Justiça Patrícia Carvão, coordenadora do COGEPDPH/MPRJ. Também participaram do encontro deste domingo (20/02) uma psicóloga e uma assistente social da equipe técnica do MPRJ para colher dados sobre o fluxo de atendimento aos cidadãos.

De acordo com a coordenação do IML serão adotados métodos de reconhecimento técnico utilizados pela Interpol, que consistem na avaliação médico-legal do corpo e coleta de informações das vítimas, como cor dos olhos, altura, cor da pele e presença de tatuagens. Em seguida, o corpo será submetido a uma análise de digitais, considerada pelo protocolo a fase mais importante, com grande porcentagem de sucesso na identificação. Por fim, será feita a avaliação odontológica e a genética forense do cadáver, que permitem constatar semelhanças de DNA com o familiar, caso as outras etapas não tenham obtido êxito. Todas essas informações são baseadas em um banco nacional de pessoas não identificadas, alimentado pela Polícia Civil.

Desde a manhã de 16/02, dia seguinte ao desastre, o MPRJ comunicou, via mídias sociais e informes nos veículos de comunicação, que o PLID/MPRJ estaria mobilizado em sua central de atendimento para receber informações sobre pessoas desaparecidas. Até a tarde de sábado (19/02), o programa havia recebido cerca de 1.050 e-mails (atendimento.plid@mprj.mp.br) com dados sobre desaparecidos na tragédia, além de solicitações de informações sobre a localização de pessoas. Neste mesmo período, manteve canal aberto de comunicação com a sociedade através do telefone (21) 2262-1049.

Por MPRJ

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