AMP

MPRJ e Polícias Civil e Militar prendem dois traficantes que torturaram moradores da comunidade do Barroso, em Teresópolis

As investigações com relação aos episódios de tortura foram iniciadas em dezembro de 2021, quando chegou ao conhecimento da Delegacia de Teresópolis a existência de dois......

Publicado em

Por Ministério Público de Rio de Janeiro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Teresópolis, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e em parceria com as Polícias Civil e Militar, prendeu nesta quinta-feira (17/02) dois traficantes de drogas da comunidade do Barroso, em Teresópolis, acusados de tortura. De acordo com as investigações, Gustavo Batista de Araújo, vulgo Macaquinho, e Lorrana Ribeiro de Amorim, agrediram e torturaram, com pedaço de pau e barra de ferro, dois moradores da comunidade acusados de furto. Outro traficante que participou das sessões de tortura, Julio Cesar de Araújo, vulgo JC, encontra-se foragido.

As investigações com relação aos episódios de tortura foram iniciadas em dezembro de 2021, quando chegou ao conhecimento da Delegacia de Teresópolis a existência de dois vídeos em que traficantes da comunidade do Barroso aparecem torturando dois moradores com pedaço de pau, barra de ferro e um capacete. Durante as investigações, os três réus foram identificados como participantes das sessões de tortura.

As torturas ocorreram porque Lorrana acusou as vítimas de furtarem fios elétricos da casa de seu companheiro, Jean Carlos dos Santos Andrade, que atualmente encontra-se preso e que tem seis anotações criminais pela prática de tráfico de drogas.

JC tem várias anotações por tráfico de drogas e é o chefe do comércio ilegal de entorpecentes na comunidade. Macaquinho tem anotações pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas, enquanto Lorrana também tem anotações criminais por tráfico de drogas, além de ameaça. Os dois traficantes presos e JC irão responder pelo crime de tortura, cuja pena prevê reclusão de dois a oito anos.

Por MPRJ

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X