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Delegada da Polícia Civil fala sobre o caso Sônia Toguti

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Publicado em

Por Deyvid Alan

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A Delegada da Polícia Civil de Cascavel, Anna Karine Palodetto, falou com a imprensa na tarde desta quinta-feira (13) sobre as investigações do assassinato de Sônia Toguti.

Nesta semana, a CGN já havia publicado que a 1ª Promotoria de Justiça de Cascavel ofereceu denúncia em face do verdadeiro autor e pediu a prisão preventiva. Também divulgamos ontem (12) o vídeo do depoimento do acusado que confessou o crime.

Hoje, a delegada relembrou o caso e apresentou os detalhes da investigação do assassinato que aconteceu no dia 26 de fevereiro de 2019 em um apartamento localizado na rua Marechal Cândido Rondon no Bairro Cancelli.

A delegada disse que vários crimes similares, mas sem o desfecho trágico como o de Sônia, foram realizados pelo suspeito. Ele agia em furtos a apartamentos e deixou prejuízo material a várias vítimas.

Sobre o caso

Sônia foi encontrada morta do banheiro do imóvel que foi incendiado, motivo pelo qual os bombeiros foram mobilizados e localizaram o corpo. Na época, tudo indicava que a vítima teria sido morta e o bandido teria incendiado o imóvel para dificultar a investigação.

Durante o depoimento ele relatou que estava com uma faca em mãos para “raspar” a pedra de crack, e depois de ter sido agredido pela vítima e por conta da “brisa” da droga, a esfaqueou. Na sequência, Sônia teria corrido e se trancado no banheiro.

O homem relatou que depois de aproximadamente três minutos que esperou “passar a brisa”, chamou Sônia por algumas vezes, mas ela não respondia. Ele arrombou a porta do banheiro e encontrou ela caída e não responsiva. Com medo de acionar a Polícia Militar, ele decidiu colocar fogo em um colchão e saiu do prédio pela porta da frente.

A Delegada também questionou ele o motivo de ter negado que cometeu o crime no primeiro depoimento e o acusado disse que não tinha evidências suficientes contra ele, já que uma outra pessoa teria assumido.

Segundo a delegada, a partir de agora o caso passa para a responsabilidade do Poder Judiciário, Ministério Público e do advogado de defesa.

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