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Passageiro ofende equipe do Siate a caminho da UPA e vai "boquejar" na delegacia de Cascavel

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Passageiro ofende equipe do Siate a caminho da UPA e vai “boquejar” na delegacia de Cascavel

Por Diego Kruger

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Dois homens ficaram feridos em um acidente de trânsito em Cascavel e precisaram de atendimento socorrista do Corpo de Bombeiros. A ocorrência envolveu o condutor da motocicleta, de 29 anos, e o passageiro, de 27 anos, que receberam os primeiros socorros no local da colisão. O acidente aconteceu no cruzamento da Avenida Brasil com a JK, no centro da cidade.

Após a estabilização das vítimas, ele foram colocadas na ambulância para encaminhamento à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Tancredo Neves. No entanto, durante o deslocamento até a unidade hospitalar, o passageiro da motocicleta, de 27 anos, teria desacatado e ofendido a guarnição do Siate dentro da viatura de socorro.

A equipe então parou a viatura, acionou a Polícia Militar que foi até o local e encaminhou o passageiro exaltado para a Delegacia de Cascavel.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu no acidente que mobilizou bombeiros e policiais em Cascavel?
R: Na noite de 28 de outubro de 2026, ocorreu uma colisão entre um automóvel e uma motocicleta no cruzamento da Avenida Brasil com a Rua Presidente Juscelino Kubitschek, no centro de Cascavel, deixando os dois ocupantes da motocicleta feridos.
Quem são os envolvidos no acidente e quais foram seus ferimentos?
R: Os envolvidos são o condutor da motocicleta, de 29 anos, e o passageiro, de 27 anos. Ambos sofreram ferimentos leves e receberam atendimento do Corpo de Bombeiros (Siate) no local.
Como ocorreu o atendimento às vítimas e o que motivou o acionamento da Polícia Militar?
R: Após o atendimento inicial, as vítimas foram colocadas em uma ambulância para serem encaminhadas à UPA Tancredo Neves. Durante o deslocamento, o passageiro da motocicleta apresentou comportamento agressivo, desacatou e ameaçou os bombeiros, o que levou a equipe a parar a ambulância e acionar a Polícia Militar para registrar a ocorrência.
Quais ameaças foram feitas contra os socorristas durante o atendimento?
R: O passageiro da motocicleta reclamou da qualidade do atendimento e fez declarações interpretadas como ameaças graves, incluindo dizer que a equipe de bombeiros não chegaria ao final da vida, o que foi considerado uma ameaça de morte pelos socorristas.
Que providências foram tomadas após as ameaças ao Corpo de Bombeiros?
R: A ambulância foi parada para garantir a segurança da equipe. A Polícia Militar foi acionada, compareceu ao local e lavrou um Termo Circunstanciado por ameaça contra o passageiro da motocicleta, que deverá comparecer a uma audiência judicial para que o juiz aplique a sanção cabível.
O condutor da motocicleta estava sob efeito de álcool?
R: O condutor da motocicleta se recusou a realizar o teste do bafômetro, mas como não apresentava sinais de embriaguez, não foi enquadrado em crime. Apenas uma notificação de trânsito foi lavrada, com penalidade de R$ 2.934 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
Onde e quando o acidente aconteceu?
R: O acidente ocorreu na noite de 28 de outubro de 2026, no cruzamento da Avenida Brasil com a Rua Presidente Juscelino Kubitschek, região central de Cascavel.
Por que o caso teve grande repercussão entre os profissionais de emergência?
R: O caso ganhou destaque porque, segundo o sargento Édson Klein, foi a primeira vez em 16 anos de carreira que ele foi ameaçado dentro de uma ambulância durante o atendimento a vítimas, ressaltando o risco e o desrespeito enfrentados por profissionais que atuam no salvamento de vidas.
Quais foram os desdobramentos para o passageiro da motocicleta após as ameaças?
R: O passageiro, de 27 anos, foi encaminhado à Delegacia de Cascavel, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado por ameaça. Ele se comprometeu a comparecer a uma audiência, onde o juiz decidirá a sanção adequada.
Como as autoridades e os envolvidos reagiram ao episódio dentro da ambulância?
R: A equipe do Corpo de Bombeiros ficou assustada e priorizou a própria segurança, parando o atendimento para acionar a Polícia Militar. O sargento Édson Klein destacou a importância de tomar providências diante de ameaças e defendeu a integridade dos profissionais de emergência.

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