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Dirlei Rodrigues da Silva, de 52 anos, é morta a facadas em Cascavel

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Dirlei Rodrigues da Silva, de 52 anos, é morta a facadas em Cascavel

Por Isabella Chiaradia

Atualizado em

Dirlei Rodrigues da Silva, de 52 anos, foi encontrada morta na tarde desta terça-feira (20 de outubro), dentro de uma residência na Rua Altemar Dutra, no Bairro Floresta, região Norte de Cascavel. A mulher foi vítima de um homicídio e, segundo a Polícia Civil, apresentava um ferimento de faca no pescoço.

O corpo estava no quarto da residência, que fica anexa a um brechó. Dirlei era proprietária do estabelecimento e também de kitnets localizadas no imóvel onde vivia e trabalhava.

Conforme o relato de uma vizinha à CGN, o filho da vítima foi quem encontrou a mãe e saiu em busca de ajuda. A moradora contou que o rapaz estava desesperado ao perceber o que havia acontecido.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área. A Delegacia de Homicídios e a Polícia Científica também estiveram no endereço para os primeiros levantamentos.

Polícia investiga morte de Dirlei Rodrigues da Silva

O delegado Ian Leão, responsável pela Delegacia de Homicídios, explicou que a Polícia Civil foi acionada após a Polícia Militar localizar a mulher morta na residência.

Durante os procedimentos iniciais, os investigadores constataram que Dirlei apresentava lesões, incluindo o ferimento provocado por faca.

“Nesse levantamento do local de crime foi verificado que a mulher estava em óbito e também tinha algumas lesões no sentido de agressão”, declarou o delegado.

Segundo Ian Leão, a investigação busca esclarecer as circunstâncias do homicídio, identificar possíveis envolvidos e descobrir o que motivou o crime.

Após a perícia, o corpo de Dirlei foi recolhido pela Polícia Científica e encaminhado ao necrotério para exames complementares.

Vizinhos relatam comoção após o crime no Bairro Floresta

A morte de Dirlei surpreendeu moradores da região. Uma vizinha, que preferiu não se identificar, contou que a mulher era conhecida por manter um bom relacionamento com as pessoas do bairro.

“Era bem de boa, era bem tranquila, ela sempre vinha pra cá, falava com nós, bem tranquila, muito boa”, relatou a moradora.

A testemunha também descreveu o momento em que o filho da vítima teria saído à procura de ajuda após encontrar a mãe.

Até as últimas informações divulgadas, a Polícia Civil não havia informado a identificação de suspeitos nem a motivação do homicídio.

A Delegacia de Homicídios segue investigando o caso. Informações que possam auxiliar no esclarecimento do crime podem ser repassadas pelos telefones 197, da Polícia Civil, 190, da Polícia Militar, e 153, da Guarda Municipal.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu com Dirlei Rodrigues da Silva em Cascavel?
R: Dirlei Rodrigues da Silva, de 52 anos, foi encontrada morta na tarde de 20 de outubro de 2026 em sua residência na Rua Altemar Dutra, no Bairro Floresta, região Norte de Cascavel. Ela foi vítima de homicídio, apresentando um ferimento de faca no pescoço enquanto estava em seu quarto, anexo ao brechó que administrava.
Como e onde o corpo de Dirlei foi encontrado?
R: O corpo de Dirlei Rodrigues da Silva foi encontrado deitado de costas na cama, em decúbito dorsal, no quarto de sua residência, que fica anexa ao brechó de sua propriedade, na Rua Altemar Dutra, Bairro Floresta, Cascavel.
Quem encontrou Dirlei Rodrigues da Silva morta?
R: O filho de Dirlei Rodrigues da Silva foi quem encontrou o corpo da mãe, por volta do horário do almoço, e saiu em busca de ajuda devido ao desespero.
Quais foram os primeiros procedimentos realizados pelas autoridades?
R: Após o acionamento da Polícia Militar, o local foi isolado e a Polícia Científica realizou o levantamento do local do crime. O corpo foi recolhido e encaminhado ao necrotério para exames complementares. A Delegacia de Homicídios iniciou as diligências para identificar suspeitos, circunstâncias e motivação do homicídio.
Há informações sobre suspeitos ou motivação do crime?
R: Até o momento, não há informações confirmadas sobre suspeitos ou a motivação do crime. Todas as linhas de investigação estão sendo consideradas pela Polícia Civil, incluindo a possibilidade de envolvimento de um antigo companheiro da vítima, mas nenhuma hipótese foi descartada ou confirmada.
A arma do crime foi localizada?
R: Não. Até o momento, a arma utilizada no homicídio de Dirlei Rodrigues da Silva não foi localizada pela polícia.
O caso está sendo tratado como feminicídio?
R: Ainda não. Segundo o delegado Ian Leão, as diligências iniciais irão direcionar a investigação para eventual verificação de feminicídio ou homicídio comum, mas até agora não é possível confirmar essa tipificação.
Quais evidências estão sendo analisadas pela polícia?
R: A equipe de investigação está analisando imagens de câmeras de monitoramento da região, além de buscar informações sobre registros anteriores de ameaças ou perseguição, que ainda estão sendo apuradas.
Quem era Dirlei Rodrigues da Silva e qual sua relação com a comunidade?
R: Dirlei Rodrigues da Silva era proprietária de um brechó e de quitinetes no imóvel onde morava e trabalhava. Morava com um dos três filhos e era conhecida por sua postura tranquila e bom relacionamento com os vizinhos do Bairro Floresta.
Como a morte de Dirlei impactou os moradores do bairro?
R: A morte de Dirlei Rodrigues da Silva chocou e surpreendeu os moradores do Bairro Floresta, que a descreviam como uma pessoa tranquila, de bom relacionamento e muito querida na comunidade.
O local do crime já foi liberado?
R: Sim. Após a conclusão do trabalho pericial da Polícia Científica, o local do crime foi liberado para os residentes.
Quais são as próximas etapas da investigação?
R: A Polícia Civil segue realizando diligências para esclarecer as circunstâncias do homicídio, identificar a autoria e a motivação, além de analisar imagens de câmeras e colher informações da comunidade. Novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.
Como a população pode colaborar com as investigações?
R: A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa ajudar na investigação seja repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181, pelo telefone 197 (Polícia Civil), 153 (Guarda Municipal) ou 190 (Polícia Militar).

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