"Graças a Deus deu tempo": Mãe reencontra filho de 4 anos após menino ser esquecido dentro de van escolar
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Por Diego Cavalcante
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O reencontro entre a mãe e o menino que foi esquecido dentro de uma van escolar terminou com alívio na tarde desta terça-feira (25), em Cascavel. Após ser localizado e retirado do veículo pelo Corpo de Bombeiros, Natan voltou para os braços da mãe, Viviane.
Em entrevista à CGN, Viviane contou que conhece o responsável pelo transporte escolar da família há cerca de 15 anos e afirmou não ter queixas sobre o trabalho realizado por ele.
“Ele é um menino excelente, ele presta serviço para nossa família há 15 anos”, relatou a mãe.
Viviane explicou que o motorista já havia transportado seu filho mais velho, atualmente com 17 anos, durante 12 anos. Há cerca de três anos, ele passou a levar Natan para a escola.
“Eu tenho um menino de 17 anos, ele levou ele 12 anos na escola. Agora faz três anos que ele leva o Natan. Eu não tenho queixa nenhuma dele”, contou.
Segundo a mãe, Natan é uma criança que costuma dormir durante os deslocamentos, e ela acredita que o episódio tenha ocorrido de forma acidental.
“Eu acredito que foi uma fatalidade que aconteceu. Ele é uma criança dormioca, acontece”, afirmou Viviane.
O menino havia adormecido dentro da van após o término da rota escolar e não foi percebido pelo responsável. O veículo permaneceu estacionado na Rua La Salle, no Bairro São Cristóvão, por mais de uma hora, até que Natan acenou pela janela e foi visto por pessoas que passavam pelo local.
Os populares acionaram o Corpo de Bombeiros, que rapidamente chegou e retirou a criança do veículo. O menino recebeu atendimento de uma equipe do SIATE e passou pelos cuidados necessários.
Ao falar sobre o reencontro com o filho, Viviane não escondeu o alívio e agradeceu pelo desfecho positivo.
“Aliviada. Graças a Deus. Deus foi bom, Deus foi bom comigo. Ele acordou ele e deu tempo. Graças a Deus deu tempo”, declarou.
Apesar do susto, a mãe destacou a confiança que mantém no profissional responsável pelo transporte e classificou o episódio como uma fatalidade.