Em Cascavel, tem ladrão agindo com tranquilidade por mais de 1 hora sem ninguém perceber

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Por Isabella Chiaradia

Atualizado em: 03/06/2026 às 18:38

Na manhã desta quarta-feira (3) a CGN entrevistou dois empresários que foram vítimas de um ladrão durante a madrugada. O indivíduo entrou em vários estabelecimentos localizados em uma galeria na Rua Francisco Bartinik, no Bairro Coqueiral, em Cascavel e furtou uma grande quantidade de produtos, deixando um rastro de prejuízo e frustração com a falta de segurança.

A CGN obteve acesso às imagens da parte externa dos estabelecimentos que mostram a ação completa do ladrão no local.

No vídeo é possível notar que o criminoso chegou às 4h20 e permaneceu “fazendo a festa” por cerca de uma hora, quando deixou a galeria por volta das 5h23, após muitas “idas e vindas” entre os arrombamentos e a subtração dos produtos.

Diante da sequência de furtos e da facilidade com que o ladrão agiu durante a madrugada, a população pede por mais segurança e reforço no policiamento, especialmente em áreas comerciais. Empresários relatam sensação de insegurança e cobram medidas que possam inibir a ação de criminosos e garantir maior proteção aos trabalhadores e clientes.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu na madrugada do dia 3 de junho de 2026 na galeria do Bairro Coqueiral em Cascavel?
R: Na madrugada de 3 de junho de 2026, um ladrão invadiu e arrombou quatro lojas de uma galeria localizada na esquina das ruas Francisco Bartinik e Recife, no Bairro Coqueiral, em Cascavel, promovendo um arrastão e furtando diversos produtos.
Quantas lojas foram invadidas pelo criminoso durante a ação?
R: Quatro lojas da galeria foram arrombadas e tiveram produtos furtados pelo mesmo criminoso.
Quanto tempo o ladrão permaneceu dentro dos estabelecimentos?
R: O ladrão chegou a ficar cerca de 50 minutos em uma das lojas, circulando livremente entre os estabelecimentos sem ser interrompido.
Quais itens foram levados pelo criminoso durante o arrastão?
R: Foram furtados joias, perfumes, peças de roupas, acessórios, blusas de frio, calçados e outros produtos comercializados pelas lojas.
Qual foi o prejuízo estimado pelos comerciantes após o crime?
R: O prejuízo estimado em uma das lojas foi de aproximadamente R$ 800, enquanto outro empresário calculou perdas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. O total do prejuízo ainda está sendo contabilizado.
Como os comerciantes descobriram o furto?
R: Os comerciantes perceberam o furto ao chegarem para trabalhar na manhã do dia 3 de junho e ao analisarem as imagens das câmeras de segurança.
O que mais revoltou os comerciantes sobre o crime?
R: Os comerciantes ficaram indignados com o tempo que o criminoso permaneceu agindo na galeria sem ser interrompido e com a falta de resposta dos serviços de monitoramento e vigilância.
Havia algum sistema de segurança ou vigilância na galeria?
R: Sim, havia câmeras de monitoramento, um serviço particular de monitoramento e uma pessoa responsável pela vigilância noturna, mas ninguém percebeu a movimentação suspeita durante o crime.
O rosto do suspeito foi registrado pelas câmeras?
R: Sim, as câmeras de segurança conseguiram registrar imagens do rosto do suspeito, o que pode ajudar na identificação.
Como a polícia está investigando o caso?
R: A Polícia Militar registrou a ocorrência, a Polícia Civil está investigando o caso com apoio das imagens de monitoramento e a Polícia Científica foi acionada para coletar vestígios e realizar trabalhos de papiloscopia no local.
Já há suspeitos identificados ou presos pelo crime?
R: Até o momento, o suspeito segue sendo procurado e as investigações continuam para identificá-lo e recuperar os objetos furtados.
Como a população pode colaborar com as investigações?
R: Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 da Guarda Municipal, 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.
Qual o horário aproximado do início dos arrombamentos?
R: O crime teria começado por volta das 2h30 a 3h da madrugada do dia 3 de junho de 2026.
Qual foi a reação dos comerciantes ao descobrirem o crime?
R: Os comerciantes relataram indignação, sensação de insegurança e revolta ao perceberem que o criminoso agiu por muito tempo sem ser interrompido.
O serviço de monitoramento foi considerado eficiente pelos comerciantes?
R: Não, os comerciantes lamentaram a falta de resposta do serviço de monitoramento, chegando a cancelar o serviço após o ocorrido.
Houve registro de violência física durante o crime?
R: Não há informações sobre violência física; o crime foi caracterizado por arrombamento e furto de mercadorias.
O crime teve cobertura por câmeras de segurança?
R: Sim, as câmeras de segurança da galeria registraram toda a movimentação do suspeito, inclusive imagens do rosto dele.

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