Empresário estima prejuízo de até R$ 7 mil após onda de arrombamentos em galeria no Coqueiral

Publicado em

Relacionadas:

Por Diego Cavalcante

Atualizado em: 03/06/2026 às 11:05

https://cdn.cgn.inf.br/fotos-cgn/2026/06/03110516/2026-06-03-110227-audio.mp3

A manhã desta quarta-feira (3) começou com prejuízo e indignação para comerciantes de uma galeria localizada na esquina das ruas Francisco Bartinik e Recife, no Bairro Coqueiral, em Cascavel. Um dos empresários vítimas dos arrombamentos, Clodoaldo Barroso, conversou com a CGN e relatou os danos causados pela ação criminosa.

Segundo ele, o furto foi percebido após a análise das imagens das câmeras de segurança do estabelecimento. O suspeito invadiu a loja durante a madrugada e permaneceu no local por vários minutos, revirando mercadorias e levando diversos produtos.

“Bom, a gente teve a surpresa nessa madrugada. A gente viu nas câmeras, por volta das 5h15, 5h25 da manhã, o pessoal entrou aqui e fizeram a limpa, como você pode ver aí na loja. Roubaram bastante coisa e não entraram só na minha, entraram em mais três ou quatro lojas aqui pra frente também”, relatou.

De acordo com o empresário, o sistema de monitoramento registrou toda a movimentação do suspeito, inclusive imagens do rosto dele. Clodoaldo afirmou que o ladrão ficou entre 10 e 15 minutos dentro de sua loja, enquanto em outro estabelecimento da galeria teria permanecido por cerca de 40 minutos.

“A gente tem um sistema de alarme, conseguiu pegar o rosto dele, o que ele fez e o que ele roubou aqui. Conseguiu filmar tudo”, explicou.

O comerciante também lamentou a falta de uma resposta durante o período em que o criminoso permaneceu nos estabelecimentos. Segundo ele, mesmo contando com um serviço particular de monitoramento, ninguém apareceu para verificar a situação.

“Rapaz, pois é. A gente até paga um serviço de monitoramento de moto e tal, mas pelo jeito o pessoal não viu nada também. A gente acabou cancelando também”, desabafou.

Entre os itens levados estão blusas de frio, perfumes, calçados e outros produtos comercializados pela loja. O prejuízo ainda está sendo contabilizado, mas a estimativa inicial varia entre R$ 5 mil e R$ 7 mil.

“Levaram blusas de frio, levaram perfumaria, levaram calçados, levaram bastante coisinha aí, bastante produto”, contou.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. Imagens das câmeras de monitoramento devem auxiliar na identificação do suspeito e na recuperação dos objetos furtados. A Polícia Científica também foi acionada para realizar a coleta de vestígios que possam contribuir com as investigações.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu na galeria do Bairro Coqueiral, em Cascavel, na madrugada do dia 3 de junho de 2026?
R: Na madrugada de 3 de junho de 2026, um ladrão arrombou e furtou pelo menos quatro empresas localizadas em uma galeria na esquina das ruas Francisco Bartinik e Recife, no Bairro Coqueiral, em Cascavel, causando grande prejuízo aos comerciantes.
Quantas lojas foram invadidas e o que foi levado?
R: Quatro lojas foram invadidas e diversos produtos foram levados, incluindo blusas de frio, perfumes, calçados, acessórios e outros itens comercializados pelos estabelecimentos.
Qual foi o prejuízo estimado pelos empresários após o arrastão?
R: O prejuízo estimado por um dos empresários, Clodoaldo Barroso, varia entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, mas o valor total ainda está sendo contabilizado.
Como o crime foi descoberto pelos comerciantes?
R: Os comerciantes descobriram o crime ao chegarem para trabalhar pela manhã e ao analisarem as imagens das câmeras de segurança, que flagraram toda a ação do criminoso.
O rosto do suspeito foi registrado pelas câmeras de segurança?
R: Sim, o sistema de monitoramento registrou imagens do rosto do suspeito, além de toda a movimentação durante o furto.
Por quanto tempo o ladrão ficou dentro das lojas?
R: O ladrão permaneceu entre 10 e 15 minutos em uma das lojas e cerca de 40 minutos em outro estabelecimento da galeria.
Havia algum serviço de monitoramento ou alarme nos estabelecimentos?
R: Sim, havia serviço particular de monitoramento e sistema de alarme, mas, segundo o empresário, ninguém apareceu para verificar a situação durante o crime.
Quais órgãos policiais foram acionados após o crime?
R: A Polícia Militar foi acionada para registrar a ocorrência e a Polícia Civil iniciou investigações, recolhendo imagens das câmeras de monitoramento. A Polícia Científica também foi chamada para coletar evidências.
Como a polícia pretende identificar o suspeito?
R: A polícia pretende utilizar as imagens das câmeras de segurança e os vestígios coletados pela Polícia Científica para identificar o suspeito e tentar recuperar os objetos furtados.
O crime teve repercussão entre os comerciantes da galeria?
R: Sim, os comerciantes ficaram indignados com o prejuízo e com a falta de resposta rápida do serviço de monitoramento contratado.
É possível denunciar informações sobre o crime?
R: Sim, denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 da Guarda Municipal, 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.
Por que esse caso chamou tanta atenção na cidade?
R: O caso chamou atenção pelo arrastão em série em quatro empresas, o prejuízo significativo causado aos comerciantes e a sensação de insegurança na região.

Veja também

Notícias Mais Acessadas Agora

Notícias Mais Lidas

X