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Lamentável: Câmera flagra ladrão fazendo a limpa em loja de roupas de Cascavel

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Lamentável: Câmera flagra ladrão fazendo a limpa em loja de roupas de Cascavel

Por Isabella Chiaradia

Atualizado em

Uma câmera de segurança registrou imagens da ação de um ladrão em uma loja de roupas localizada na Rua Francisco Bartinik, no Bairro Coqueiral, em Cascavel, durante a madrugada desta quarta-feira (3).

No vídeo, o indivíduo é visto revirando o estabelecimento e saindo do local com diversos produtos furtados.

De acordo com as vítimas, o ladrão levou peças de roupas, acessórios e perfumes. O total do prejuízo ainda não foi quantificado.

Além da loja de roupas, o mesmo indivíduo também invadiu outros estabelecimentos localizados na galeria.

Uma equipe da Polícia Militar esteve no local para registrar a ocorrência. O caso é investigado e diligências serão realizadas na tentativa de localizar o suspeito.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 da Guarda Municipal, 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu na madrugada do dia 3 de junho de 2026 na galeria do Bairro Coqueiral em Cascavel?
R: Na madrugada de 3 de junho de 2026, um ladrão invadiu e arrombou quatro lojas de uma galeria localizada na esquina das ruas Francisco Bartinik e Recife, no Bairro Coqueiral, em Cascavel, promovendo um arrastão e furtando diversos produtos.
Quantas lojas foram invadidas pelo criminoso durante a ação?
R: Quatro lojas da galeria foram arrombadas e tiveram produtos furtados pelo mesmo criminoso.
Quanto tempo o ladrão permaneceu dentro dos estabelecimentos?
R: O ladrão chegou a ficar cerca de 50 minutos em uma das lojas, circulando livremente entre os estabelecimentos sem ser interrompido.
Quais itens foram levados pelo criminoso durante o arrastão?
R: Foram furtados joias, perfumes, peças de roupas, acessórios, blusas de frio, calçados e outros produtos comercializados pelas lojas.
Qual foi o prejuízo estimado pelos comerciantes após o crime?
R: O prejuízo estimado em uma das lojas foi de aproximadamente R$ 800, enquanto outro empresário calculou perdas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. O total do prejuízo ainda está sendo contabilizado.
Como os comerciantes descobriram o furto?
R: Os comerciantes perceberam o furto ao chegarem para trabalhar na manhã do dia 3 de junho e ao analisarem as imagens das câmeras de segurança.
O que mais revoltou os comerciantes sobre o crime?
R: Os comerciantes ficaram indignados com o tempo que o criminoso permaneceu agindo na galeria sem ser interrompido e com a falta de resposta dos serviços de monitoramento e vigilância.
Havia algum sistema de segurança ou vigilância na galeria?
R: Sim, havia câmeras de monitoramento, um serviço particular de monitoramento e uma pessoa responsável pela vigilância noturna, mas ninguém percebeu a movimentação suspeita durante o crime.
O rosto do suspeito foi registrado pelas câmeras?
R: Sim, as câmeras de segurança conseguiram registrar imagens do rosto do suspeito, o que pode ajudar na identificação.
Como a polícia está investigando o caso?
R: A Polícia Militar registrou a ocorrência, a Polícia Civil está investigando o caso com apoio das imagens de monitoramento e a Polícia Científica foi acionada para coletar vestígios e realizar trabalhos de papiloscopia no local.
Já há suspeitos identificados ou presos pelo crime?
R: Até o momento, o suspeito segue sendo procurado e as investigações continuam para identificá-lo e recuperar os objetos furtados.
Como a população pode colaborar com as investigações?
R: Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 da Guarda Municipal, 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.
Qual o horário aproximado do início dos arrombamentos?
R: O crime teria começado por volta das 2h30 a 3h da madrugada do dia 3 de junho de 2026.
Qual foi a reação dos comerciantes ao descobrirem o crime?
R: Os comerciantes relataram indignação, sensação de insegurança e revolta ao perceberem que o criminoso agiu por muito tempo sem ser interrompido.
O serviço de monitoramento foi considerado eficiente pelos comerciantes?
R: Não, os comerciantes lamentaram a falta de resposta do serviço de monitoramento, chegando a cancelar o serviço após o ocorrido.
Houve registro de violência física durante o crime?
R: Não há informações sobre violência física; o crime foi caracterizado por arrombamento e furto de mercadorias.
O crime teve cobertura por câmeras de segurança?
R: Sim, as câmeras de segurança da galeria registraram toda a movimentação do suspeito, inclusive imagens do rosto dele.

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