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Imagem referente a Polícia Científica esclarece demora e confirma liberação do corpo de Janaina Teixeira Fogaça
Reprodução: Redes Sociais

Polícia Científica esclarece demora e confirma liberação do corpo de Janaina Teixeira Fogaça

Diante da repercussão, a Polícia Científica do Paraná se manifestou oficialmente e esclareceu os procedimentos adotados em casos de mortes violentas. Segundo o órgão, todas as...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Polícia Científica esclarece demora e confirma liberação do corpo de Janaina Teixeira Fogaça
Reprodução: Redes Sociais

A morte de Janaina Teixeira Fogaça, de 28 anos, vítima de disparos de arma de fogo na madrugada deste sábado (21), no Bairro Interlagos, em Cascavel, segue gerando comoção e desdobramentos. Além do avanço das investigações, a demora na liberação do corpo levantou questionamentos por parte dos familiares, que relataram falta de informações ao longo do dia.

Diante da repercussão, a Polícia Científica do Paraná se manifestou oficialmente e esclareceu os procedimentos adotados em casos de mortes violentas. Segundo o órgão, todas as Unidades de Execução Técnico-Científicas (UETCs) funcionam em sistema ininterrupto, garantindo o atendimento contínuo das ocorrências.

Sobre a realização da necropsia, a instituição destacou que o procedimento segue o que determina o artigo 162 do Código de Processo Penal, o qual estabelece que o exame deve ser realizado após um intervalo mínimo de seis horas do óbito, por questões legais e de biossegurança. A análise é fundamental para esclarecer as circunstâncias da morte e fornecer elementos técnicos que auxiliem na investigação criminal.

A Polícia Científica também explicou que, em muitos casos, são necessários exames complementares, como radiologia, toxicologia, patologia e análise de DNA, o que pode demandar mais tempo para a conclusão dos trabalhos. Além disso, antes da liberação, o corpo passa obrigatoriamente por um processo formal de identificação, que pode incluir papiloscopia, análise odontológica ou genética.

Outro ponto ressaltado é a existência de etapas burocráticas previstas em legislações municipais, estaduais e federais, que precisam ser cumpridas para a correta emissão de documentos, como a certidão de óbito, além de garantir segurança jurídica em situações como seguros e heranças.

A instituição também rebateu a informação de que não havia perito disponível no momento. Segundo a Polícia Científica, a informação não procede, e o corpo de Janaina já foi devidamente liberado para a família.

Paralelamente, a Delegacia de Homicídios (DH) segue investigando o caso. Informações preliminares apontam que o crime teria ocorrido após uma confusão em um bar, quando um suspeito deixou o local, retornou armado e efetuou diversos disparos contra um grupo de pessoas.

Três mulheres com possível envolvimento no crime foram localizadas pela Delegacia de Homicídios (DH). Elas haviam recebido atendimento em uma unidade hospitalar e, após receberem alta médica, foram encaminhadas à delegacia para prestar esclarecimentos.

Janaina foi atingida na cabeça, socorrida por populares e levada à UPA Brasília, mas não resistiu aos ferimentos. O caso continua sob investigação para identificação e responsabilização de todos os envolvidos.

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