
Dez dias de mistério: assassino do jovem João Vitor Mariano ainda não foi identificado em Cascavel
O crime ocorreu em 1º de março, na madrugada de sábado para domingo, em um bar localizado no bairro 14 de Novembro. Por volta das 4h,...
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Por Luiz Haab

Passados dez dias desde o brutal assassinato do jovem João Vitor Mariano, de 18 anos, a investigação conduzida pela Polícia Civil ainda tenta identificar e localizar o responsável pelos disparos que terminaram em morte e deixaram outro jovem gravemente ferido em Cascavel, no oeste do Paraná.
O crime ocorreu em 1º de março, na madrugada de sábado para domingo, em um bar localizado no bairro 14 de Novembro. Por volta das 4h, uma discussão entre frequentadores do estabelecimento se transformou em briga generalizada. Testemunhas relataram que a situação evoluiu rapidamente para agressões físicas.
Minutos depois, um dos envolvidos teria deixado o local e retornado armado. Foi nesse momento que vários disparos foram efetuados. Vídeos feitos por populares instantes após os tiros mostram o desespero antes do acionamento das equipes de socorro.
João Vitor Mariano morreu ainda no local. Outro jovem, também de 18 anos, foi socorrido em estado grave por equipes de emergência. Ele foi encaminhado ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná, onde recebeu atendimento médico e sobreviveu.
Desde então, o caso mobiliza investigadores da Delegacia de Homicídios de Cascavel. Conforme a Polícia Civil, testemunhas foram ouvidas e diligências continuam sendo realizadas para identificar o autor dos tiros e esclarecer a dinâmica completa do crime, que permanece sob mistério, visto que, apesar do avanço na coleta de informações, o suspeito ainda não foi encontrado.
A polícia não descarta a possibilidade de que o autor tenha fugido da cidade logo após o crime. Em nota, a Polícia Civil informou que o caso permanece sob investigação e que novas diligências estão em andamento.
Enquanto isso, familiares e amigos de João Vitor Mariano aguardam por respostas.
Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais de denúncia: 190 (Polícia Militar), 197 (Polícia Civil) e 153 (Guarda Municipal).
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