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Imagem referente a Dupla vai a júri por espancamento que matou idoso em posto de combustíveis

Dupla vai a júri por espancamento que matou idoso em posto de combustíveis

Ambos permanecem detidos e aguardam julgamento sem direito a recorrer em liberdade....

Publicado em

Por Redação CGN

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Imagem referente a Dupla vai a júri por espancamento que matou idoso em posto de combustíveis

Dois homens foram pronunciados pela Justiça e irão a julgamento pelo Tribunal do Júri de Cascavel, após serem acusados de matar um idoso a socos e chutes em um posto de combustíveis, às margens da BR-277, no distrito de São João do Oeste. O crime ocorreu na noite de 13 de outubro de 2025.

Segundo consta no boletim de ocorrência registrado no mesmo dia, a vítima — que não portava documentos e não foi identificada no local — foi agredida até a morte por dois indivíduos em situação de rua. Testemunhas afirmaram que os envolvidos passaram o dia consumindo bebida alcoólica no posto.

Prisão rápida e confissão

A polícia foi acionada por um funcionário do posto após ouvir relatos de uma testemunha ocular. Durante as buscas, os policiais localizaram dois homens com as características repassadas, a cerca de 1 km do local do crime, já caminhando pela rodovia. Um deles tinha cabelo azul e sangue visível nos pés e no chinelo. Ambos confessaram verbalmente o crime no momento da abordagem, mas se recusaram a explicar o motivo.

Com um dos suspeitos foi apreendido um celular, no qual ele teria acabado de relatar o ocorrido a alguém pelo WhatsApp.

Justiça aceita denúncia

De acordo com a sentença proferida pela 1ª Vara Criminal de Cascavel, os réus foram pronunciados por homicídio qualificado, com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. A juíza entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade para que ambos sejam julgados por um conselho de sentença.

A qualificadora de motivo fútil foi retirada por falta de comprovação em juízo.

Réus seguem presos

A prisão preventiva dos dois acusados, decretada logo após o crime, foi mantida pela Justiça com base na gravidade do caso e na periculosidade demonstrada. Ambos permanecem detidos e aguardam julgamento sem direito a recorrer em liberdade.

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