CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

Advogada denunciada pelo Ministério Público do Paraná em Marmeleiro por coação no curso de processo é presa por descumprimento de medidas judiciais

A denúncia resultou na condenação da acusada, que estava obrigada a cumprir medidas cautelares, dentre elas, a suspensão do exercício da advocacia, pelo “receio de sua......

Publicado em

Por Ministério Público do Paraná

Publicidade

Uma advogada denunciada pelo Ministério Público do Paraná por coação no curso de um processo foi presa em Marmeleiro, no Sudoeste do estado, após descumprir medidas judiciais. Ela havia sido denunciada pela Promotoria de Justiça da comarca após ameaçar a testemunha de um processo, exigindo que ela mentisse num depoimento para favorecer um cliente da advogada.

A denúncia resultou na condenação da acusada, que estava obrigada a cumprir medidas cautelares, dentre elas, a suspensão do exercício da advocacia, pelo “receio de sua utilização para a prática de novas infrações penais”, conforme a decisão judicial. Entretanto, constatou-se que a ré, mesmo após ter a inscrição suspensa pela Ordem dos Advogados do Brasil, continuou a exercer a advocacia, razão pela qual o MPPR requereu a revogação das medidas cautelares e a decretação da prisão preventiva da acusada, que foi então detida nesta quinta-feira, 29 de janeiro.

De acordo com a decisão que decretou a prisão, “As informações encaminhadas pela autoridade policial, corroboradas por boletins de ocorrência e declarações de vítimas, revelam que a ré continuou a se apresentar como advogada, intermediando negociações em cartórios e instituições financeiras, conduzindo clientes sob o pretexto de regularizar pendências judiciais e bloqueios de contas. Tais condutas, além de configurarem o descumprimento da medida cautelar, indicam a prática, em tese, de estelionato (art. 171, CP) e exercício ilegal de profissão, mediante indução de clientes em erro para apropriação de valores e obtenção de vantagens indevidas”.

Além disso, a autoridade policial teve notícia de novos fatos criminosos, o que gerou a instauração de outro inquérito policial para apurar a possível confecção de documento falso, com juntada em processo judicial, simulando quitação de dívida alimentar vultosa mediante utilização indevida da assinatura de vítima colhida sob falso pretexto.

As atitudes, alega a decisão judicial, evidenciam “a reiteração criminosa e o desprezo pela autoridade da decisão judicial. O modus operandi da acusada, conforme relatório da autoridade policial, revela que, mesmo após condenação por coação de testemunha e proibição de exercer atividade de natureza econômica (advocacia), continuou atuando de fato em assessoria como advogada, além de fabricar recibo falso para beneficiar clientes, demonstrando que sua liberdade é utilizada como instrumento para a prática de crimes”.

Processo 0000562-90.2024.8.16.0181

[email protected]

Fonte: MPPR

Notícias Relacionadas:

Em Palmital, MPPR oferece denúncia criminal e pede o afastamento das funções de escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas ao longo de 15 anos
Em Palmital, MPPR oferece denúncia criminal e pede o afastamento das funções de escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas ao longo de 15 anos
Homem é condenado a 36 anos por feminicídio em São Mateus do Sul
Homem é condenado a 36 anos por feminicídio em São Mateus do Sul
Clínicas são alvo do Gaeco por suposta fraude em cursos para faturar com atendimento a crianças com TEA
Clínicas são alvo do Gaeco por suposta fraude em cursos para faturar com atendimento a crianças com TEA
Pai espanca bebê de 3 meses porque ele chorava e pega 22 anos de cadeia
Pai espanca bebê de 3 meses porque ele chorava e pega 22 anos de cadeia
Ministério Público aciona Município de Curitiba para que regularize a situação de Unidade de Acolhimento Institucional para adolescentes do sexo feminino
Ministério Público aciona Município de Curitiba para que regularize a situação de Unidade de Acolhimento Institucional para adolescentes do sexo feminino
Tribunal do Júri condena a 16 anos e 7 meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por homicídio praticado em frente a bicicletaria em Curitiba
Tribunal do Júri condena a 16 anos e 7 meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por homicídio praticado em frente a bicicletaria em Curitiba
Em Loanda, homem denunciado pelo MPPR por estupro de vulnerável praticado de forma reiterada por 19 anos contra duas netas é condenado a 83 anos de prisão
Em Loanda, homem denunciado pelo MPPR por estupro de vulnerável praticado de forma reiterada por 19 anos contra duas netas é condenado a 83 anos de prisão
Tribunal do Júri de Reserva condena homem denunciado pelo MPPR a 14 anos e 6 meses de reclusão por crime cometido em via pública na véspera de Natal
Tribunal do Júri de Reserva condena homem denunciado pelo MPPR a 14 anos e 6 meses de reclusão por crime cometido em via pública na véspera de Natal
MPPR denuncia pelo crime de estupro homem que abordou mulher em via pública e a arrastou para matagal no bairro Pinheirinho no dia 19 de abril
MPPR denuncia pelo crime de estupro homem que abordou mulher em via pública e a arrastou para matagal no bairro Pinheirinho no dia 19 de abril
Tribunal do Júri de Toledo condena a 19 anos e 6 meses de prisão jovem que matou outro com 19 tiros em pista de corrida de automóveis
Tribunal do Júri de Toledo condena a 19 anos e 6 meses de prisão jovem que matou outro com 19 tiros em pista de corrida de automóveis
Gaeco deflagra a Operação Rede Interposta, com cumprimento de mandados contra organização criminosa voltada ao tráfico de drogas em Paranaguá
Gaeco deflagra a Operação Rede Interposta, com cumprimento de mandados contra organização criminosa voltada ao tráfico de drogas em Paranaguá
Integrantes de organização criminosa denunciados pelo MPPR em Paranaguá são condenados por tráfico de drogas e outros crimes
Integrantes de organização criminosa denunciados pelo MPPR em Paranaguá são condenados por tráfico de drogas e outros crimes
Atendendo a pedido do MPPR, Tribunal de Justiça aumenta pena de homem condenado em Paranaguá por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Atendendo a pedido do MPPR, Tribunal de Justiça aumenta pena de homem condenado em Paranaguá por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Atendendo a pedido do MPPR, 6ª Câmara Criminal do TJPR aumenta pena de homem condenado por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Atendendo a pedido do MPPR, 6ª Câmara Criminal do TJPR aumenta pena de homem condenado por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso na Ilha dos Valadares
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso na Ilha dos Valadares
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso à vítima
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso à vítima
Em Paranaguá, Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Em Paranaguá, Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Em Paranaguá, o Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Em Paranaguá, o Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Gaeco deflagra a Operação Chimera e cumpre mandados em apuração sobre possíveis crimes de peculato e fraudes a licitações do Município de Altônia
Gaeco deflagra a Operação Chimera e cumpre mandados em apuração sobre possíveis crimes de peculato e fraudes a licitações do Município de Altônia
Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil
Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil
Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN