
“112 casos; 90 deles eram patinetes”, diz Transitar sobre acidentes com autopropelidos elétricos em Cascavel
A transitar considera “propelidos” os veículos do tipo motonetas elétricas, que vêm se multiplicando pelas ruas das cidades brasileiras, sem regulamentação eficaz até agora....
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Por Luiz Haab

Em entrevista à CGN, a coordenadora de Educação no Trânsito da Transitar, Luciane de Moura, revelou a preocupação com o número de acidentes envolvendo patinetes e scooters elétricas na cidade. “Até agosto deste anos, levantamos 112 sinistros com veículos autopropelidos. Desses 112, 90 eram patinetes.”
A transitar considera “propelidos” os veículos do tipo motonetas elétricas, que vêm se multiplicando pelas ruas das cidades brasileiras, sem regulamentação eficaz até agora.
“O que nós estamos pensando hoje é que famílias não precisem chorar, que pessoas não precisam perder membros e pessoas não precisem ficar na cama, porque é que nós estamos vendo”, conta.
A coordenadora falou sobre o projeto que será enviado à Câmara de Vereadores para regulamentar por meio de lei municipal a situação dos patinetes e scooters elétricas com velocidade de até 32km/h. “A resolução 996 do Contran traz pontos determinantes para os ciclomotores [veículos que trafegam acima dessa velocidade]. A partir de 1º de janeiro, todos esses precisarão ser emplacados. Mas precisamos pensar nesses patinetes e outros veículos chamados de ‘autopropelidos’. Por isso, estamos escrevendo um projeto de lei municipal para determinar quem pode, quem não pode, onde pode e como fazer”.
Pela proposta da Transitar, os pais serão cobrados pelas atitudes de menores de idade. “Os pais serão chamados a responder”, reforça.
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