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“A dor é irreparável e a gente pede que a Justiça seja feita”, afirmam familiares de Leomar Cristani e João Carlos Botelho

Iniciou na manhã desta quinta-feira (12), o julgamento dos três homens acusados de matar as vítimas no Santa Felicidade ...

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Por Fábio Wronski

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“A dor é irreparável e a gente pede que a Justiça seja feita”, afirmam familiares de Leomar Cristani e João Carlos Botelho

Na manhã desta quinta-feira (26), iniciou o julgamento dos três homens acusados dos homicídios de Leomar Cristani e João Carlos Botelho. Os crimes ocorreram em março deste ano na Rua Sargento José Bernardo Rosa, no Bairro Santa Felicidade, onde as vítimas foram baleadas e não resistiram aos ferimentos.

Segundo informações da Delegacia de Homicídios, houve uma desavença entre os acusados e uma das vítimas. No dia do crime, os suspeitos foram até a residência das vítimas com a intenção de cometer o homicídio. Uma das vítimas foi atingida na cabeça ao tentar sair de casa, enquanto a outra foi atingida no olho ao tentar impedir a entrada dos suspeitos.

Após a divulgação de imagens dos autores, prisões e finalização do inquérito, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário, resultando no Júri Popular que ocorre hoje.

Familiares e amigos das vítimas se reuniram em frente ao Fórum para acompanhar o julgamento e pedir por justiça. Lucenir Cristani, irmã mais velha de Leomar Cristani, e Tatiane Botelho, filha de João Botelho, expressaram a dor da perda e a expectativa de uma condenação rigorosa para os acusados.

“A dor da gente é tão grande que a gente, sabe, perde a noção de tudo. Por exemplo, o tempo. A gente acha que o tempo vai voltar, mas ele não voltará nunca mais. E hoje, com a condenação deles, a gente espera que a justiça seja feita e que eles peguem a pena mais pesada que tiver”, afirmou Lucenir Cristani.

O julgamento, que iniciou às 09h, deve se estender por todo o dia. A defesa e o Ministério Público apresentarão os fatos para que o Conselho de Sentença decida sobre a absolvição ou condenação dos réus.

“É uma pena rígida pra eles, pra que eles não possam fazer isso com outras famílias também. Porque o meio que eles utilizaram naquele dia lá foi um meio cruel e fútil. Foi covardemente que eles foram lá na minha casa e ceifaram a vida do meu pai e do Leomar. Então a gente quer uma pena rígida pra eles”, finalizou Tatiane Botelho.

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