
Exclusivo: CGN conversa com 10 alunas que relatam casos de abuso sexual no Colégio Consolata
Com dificuldades de denunciarem o caso, as estudantes relataram que passaram o caso à direção, porém, nenhuma medida teria sido tomada, assim, acionaram por conta própria...
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Por Fábio Wronski

A equipe da CGN conversou, de forma exclusiva, com as alunas que teriam sido abusadas no Colégio Estadual Jardim Consolata, na Região Norte de Cascavel.
Com dificuldades de denunciarem o caso, as estudantes relataram que passaram o caso à direção, porém, nenhuma medida teria sido tomada, assim, acionaram por conta própria a Polícia Militar e a reportagem.
Os relatos são de que o colaborador que fica na portaria da instituição de ensino estaria passando a mão nas estudantes, iniciando conversas aliciadoras e tentando levar algumas crianças para lugares mais afastados. Veja a denúncia:
Outra estudante relatou que o funcionário em questão, o qual, conforme a denúncia, estaria chamando as alunas de ‘gostosas’, teria sido acobertado pela direção, por isto, elas temem que nada seja feito.
Uma terceira aluna falou sobre a decepção das alunas não estarem sendo amparadas pela responsável pela instituição, a qual, segundo ela, teria auxiliado o denunciado a sair do Colégio antes da chegada da Polícia Militar.
As denúncias ficam cada vez mais sérias, já que outra estudante também relatou que o denunciado teria lhe aliciado no meio da rua. O mesmo, na instituição, estaria passando a mão nas coxas das meninas.
A quinta estudante relatou que já faz tempo que o caso estaria ocorrendo e, não somente, na instituição do Consolata, mas também em outro colégio do Bairro. Ela também reclamou da falta de apoio e do problema psicológico que está sendo criado, do suposto assédio e da falta de apoio.
Outra aluna deu detalhes das conversas que estavam sendo realizadas pelo homem, sendo que ele, além de passar a mão nas meninas, teria realizado perguntas aliciadoras.
Em relação ao segundo denunciado, o homem que trabalha em outro setor, teria abordado uma estudante e falado que, caso ela quisesse, cuidaria dela, enquanto teria passado a mão no corpo da aluna.
A Polícia Militar coletou o depoimento das estudantes que teriam sido vítimas dos assédios e iniciou as diligências para localizar os dois homens, os quais teriam saído da instituição de ensino.
O Núcleo Regional de Educação já havia sido comunicado sobre o fato e divulgará uma nota referente às medidas que deverão ser tomadas, a partir do recebimento das denúncias.
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