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Após denúncia de suposto assédio, pais cobram respostas da direção do Colégio Estadual Jardim Consolata

Os alunos, que relataram dificuldades em denunciar o caso, acionaram a Polícia Militar e a equipe de reportagem. Segundo eles, o funcionário em questão estaria passando...

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Por Fábio Wronski

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Após denúncia de suposto assédio, pais cobram respostas da direção do Colégio Estadual Jardim Consolata

Na manhã desta sexta-feira (10), a equipe da CGN recebeu uma denúncia alarmante sobre um suposto caso de abuso sexual no Colégio Estadual Jardim Consolata, localizado na Região Norte de Cascavel. A denúncia, feita por alunas da instituição, acusa um funcionário da portaria de aliciar e assediar estudantes.

Os alunos, que relataram dificuldades em denunciar o caso, acionaram a Polícia Militar e a equipe de reportagem. Segundo eles, o funcionário em questão estaria passando a mão nas estudantes e iniciando conversas inapropriadas.

Bruno William da Costa, pai de uma das vítimas, criticou duramente a instituição. Segundo ele, a instituição já enfrenta diversas dificuldades, como falta de professores e aulas canceladas, e agora se vê diante deste grave problema. Costa expressou indignação com a situação e questionou a segurança e a supervisão dentro da escola.

“A gente tá um pouco indignado aqui na situação do colégio, porque… Observem bem a situação. Essa escola aqui já é uma escola que já tem dificuldade. Os alunos estão saindo mais cedo. Todo direto mensagem no grupo dos alunos que não tem aula, não temos professor de história, aparece na escola, professores com atestado. E infelizmente tem uma pessoa aí dentro da escola, que agora tá tentando abusar das crianças. Diz que tem menina de sétimo ano que tá sendo abusada, violentada, porque isso daí é um assédio, na verdade, né?”

Outro pai também expressou sua indignação ao descobrir a situação. Ele afirmou que acreditava que seu filho estaria seguro no colégio e pediu que o responsável fosse severamente punido.

“Eu soube agora o que tá acontecendo aí, né? E eu acho que tem que punir, e severamente, né? Uma pessoa dessa, né? Quando é o criança, né? A gente pensa que o filho da gente tá bem no colégio e acontece um negócio desse. E se acontecer o mesmo, tem que punir severamente, né? Essa é a minha opinião.”

Um boletim de ocorrência foi registrado e o Núcleo Regional de Educação já está acompanhando o caso. O funcionário acusado havia deixado a instituição minutos antes da chegada da Polícia Militar.

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