
“Ela não viu a necessidade de intervir” diz advogada de segurança feminina
A funcionária foi ouvida como testemunha e esteve acompanhada da advogada, Manoela Borges, que conversou com a imprensa dando mais detalhes sobre a versão da sua...
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Na tarde desta sexta-feira (02) a segurança feminina, que aparece nas imagens que mostram Daiane de Jesus Oliveira sendo agredida e atropelada em frente a casa noturna Moonligh localizada na Rua Paraná, prestou depoimento na Delegacia de Homicídios.
A funcionária foi ouvida como testemunha e esteve acompanhada da advogada, Manoela Borges, que conversou com a imprensa dando mais detalhes sobre a versão da sua cliente. Segundo a defensora, a segurança alegou não ter presenciado as primeiras agressões contra Daiane.
Além disso, relatou que a orientação da diretoria da casa noturna, é que qualquer problema seja resolvido no interior da boate e não na calçada, por isso, ela não teria tentado intervir na situação entre a vítima e os dois seguranças.
A advogada ainda disse que a funcionária também não teria visto a necessidade de entrar no meio da confusão, pois acreditava que os dois homens conseguiriam resolver a questão e apenas cumpriu com a orientação repassada pelos superiores, isto é, não se interpor em situações fora do ambiente da balada.
A cliente de Manoela foi a primeira que teve contato com Daiane no momento em que ela chegou na porta da Moonlight. A funcionária barrou a entrada da vítima, pois ela estava seminua.
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