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Imagem referente a Com espaço exclusivo, Hospital do Trabalhador garante atendimento humanizado às mães e bebês
Anexo da Mulher do CHT garante parto humanizado e atendimento às gestantes e recém-nascidos no ParanáFoto: Danilo Avanci/SESA

Com espaço exclusivo, Hospital do Trabalhador garante atendimento humanizado às mães e bebês

Referência em todo o Paraná, a área materno-infantil do CHT oferece pronto atendimento para emergências ginecológicas, obstétricas e atenção especializada para gestações de alto risco e......

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Por CGN

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Anexo da Mulher do CHT garante parto humanizado e atendimento às gestantes e recém-nascidos no ParanáFoto: Danilo Avanci/SESA

Garantir assistência e acolhimento às mulheres na gestação, parto e puerpério é um dos compromissos do Governo do Estado na área da saúde. O Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), de Curitiba, pertencente à Secretaria estadual da Saúde, é integralmente alinhado a este objetivo. No espaço Anexo da Mulher, as equipes multiprofissionais atuam para proporcionar bem-estar e atendimento individualizado e humanizado à gestante e cuidado especializado aos bebês. O espaço é exclusivo para atendimento à mulher, com foco na assistência integral a elas.

Referência em todo o Paraná, a área materno-infantil do CHT oferece pronto atendimento para emergências ginecológicas, obstétricas e atenção especializada para gestações de alto risco e cuidados aos bebês prematuros extremos, nascidos com menos de um quilo. Cerca de 1.800 mulheres são atendidas ao mês no pronto atendimento, encaminhadas pelas Unidades de Saúde (UBSs) de Curitiba e outros municípios do Estado.

O anexo da mulher realiza, ainda, cerca de 50 cirurgias ginecológicas ao mês, disponibilizando 10 leitos UTI, exclusivos para as mulheres, com atendimento multidisciplinar.

Atualmente, são realizados entre 350 a 370 partos ao mês, sendo que 12% desses nascimentos, em média, são partos prematuros. Para atender esses bebês, o local possui 10 leitos de Unidades Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e 10 leitos de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin). 

De acordo com o coordenador da maternidade e chefe do setor de ginecologia, Luiz Felipe Malat, todo o trabalho das equipes é focado em melhorar o bem-estar dessas pacientes, que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS). “Uma ala inteira é dedicada à mulher e grande parte desse atendimento está no pré-natal e nascimento. Temos ainda as cirurgias ginecológicas. Damos todo o suporte de que elas necessitam”, enfatiza o coordenador.

Antes de 2018, a maternidade estava dentro das instalações do Hospital do Trabalhador. Com a construção e o funcionamento pleno do anexo, houve a liberação de 35 leitos enfermaria e 10 leitos UTI para os atendimentos a pacientes do trauma. O ambulatório do hospital também ganhou mais espaço para os pacientes que necessitam de retorno.

ACOMPANHAMENTO CONSTANTE – Tifany Morília é uma das pacientes da unidade e frequentemente passa pelo ambulatório de pré-natal de alto risco. Grávida de 24 semanas, ela espera o nascimento das gêmeas, previsto para junho. “Duas meninas estão a caminho, uma surpresa pra mim, pois está sendo muito complicado, por ser uma gravidez de risco. Venho sempre aqui, sou atendida, faço as ecografias necessárias e o pré-natal. Tenho esse acompanhamento constante. Será assim também com o nascimento”, explicou Tifany.       

Na ação de parte humanizado estão incluídos a assistência emocional à futura mamãe e a opção em utilizar ou não farmacológicos de alívio para a dor, além de outros procedimentos para proporcionar uma experiência mais segura e acolhedora.

Alex Eduardo nasceu no dia 6 de março, com 38,6 semanas. Ele não vai precisar ficar na UTI, mas já fez todos os testes essenciais para os recém-nascidos, como o teste do pezinho, da orelhinha, do coraçãozinho e recebeu alta hospitalar. “É o meu quarto filho. Três deles nasceram aqui e sempre tive todo o acompanhamento e apoio dos médicos e enfermeiros. Fiz cesárea e correu tudo bem. Estou feliz por sair daqui com meu filho nos braços”, disse Tailaine Rocha, mãe do Alex.

“O Hospital do Trabalhador é referência nos atendimentos de trauma e centro materno-infantil. O espaço passou por um processo de transformação e, no final do ano passado, finalizamos as reformas para o banco de leite. As mulheres aqui são atendidas de forma integral e acolhedora, por profissionais experientes e treinados”, enfatiza o secretário estadual da Saúde, César Neves. 

BANCO DE LEITE – O Banco de Leite Humano fica no subsolo do Anexo da Mulher. Os principais objetivos são ampliar a prática da amamentação, reduzir os riscos da saúde dos recém-nascidos, incentivar a doação do leite humano, além de fazer o processamento, armazenamento, preparo e distribuição para os bebês das UTI e de cuidados intermediários. O banco começou a funcionar efetivamente no início deste mês de março e a expectativa é coletar até 80 litros de leite humano ao mês, beneficiando cerca de 50 lactantes.

AÇÕES DE MELHORIAS – Os investimentos e assistência no cuidado materno-infantil no Paraná vêm recebendo cada vez mais destaque nas políticas públicas do Estado. Desde 2019, as equipes de saúde desenvolveram ações voltadas às gestantes e puérperas. Cerca de duas mil pessoas entre profissionais da Atenção Primária, Ambulatorial e Hospitalar das quatro macrorregionais foram capacitadas para enfrentamento de situações que influenciam na mortalidade materna, infantil e fetal, garantindo melhores resultados.

Em março de 2022, a Sesa lançou a 8ª edição da Linha de Cuidado Materno-Infantil. Ela consiste em nortear e oferecer um trabalho multidisciplinar integrado para os cuidados relativos à futura mãe e ao seu filho com ações de gestão assistenciais.

Nos últimos anos, a Rede de Atenção Materno-Infantil da Saúde pública do Paraná foi contemplada com mais de R$ 36 milhões para aquisição de equipamentos de última geração e para aquisição de aparelhos de ultrassom para unidades básicas de saúde várias outras unidades voltadas a este tipo de assistência. Houve, ainda, aumento no repasse para parto de risco habitual (de R$ 200,00 para R$ 400,00 por parto), partos de risco intermediário (de R$ 320,00 para R$ 640,00 por parto), e partos de alto risco (de R$ 100 mil/mês para R$ 120 ou R$ 130 mil/mês para cada hospital).

Fonte: AEN

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