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	<title>Internacional - CGN</title>
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	<description>Notícias de Cascavel, Paraná e Brasil</description>
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	<title>Internacional - CGN</title>
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	<item>
		<title>Irã cita que &#8216;imprensa hostil&#8217; pode se tornar alvo militar potencial</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179516/ira-cita-que-imprensa-hostil-pode-se-tornar-alvo-militar-potencial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O porta-voz sênior das Forças Armadas iranianas, Abolfazl Shekarchi, afirmou que a Iran International, a BBC e a Radio Farda poderiam ser incluídas no &#8220;banco de alvos militares&#8221; do Irã, informou a agência de notícias semioficial Mehr. &#8220;Não vemos essas organizações de notícias como mídia&#8221;, disse Shekarchi. &#8220;A mídia hostil são peões sionistas e americanos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2179516/ira-cita-que-imprensa-hostil-pode-se-tornar-alvo-militar-potencial">Irã cita que &#8216;imprensa hostil&#8217; pode se tornar alvo militar potencial</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz sênior das Forças Armadas iranianas, Abolfazl Shekarchi, afirmou que a <i>Iran International</i>, a <i>BBC</i> e a <i>Radio Farda </i>poderiam ser incluídas no &#8220;banco de alvos militares&#8221; do Irã, informou a agência de notícias semioficial <i>Mehr</i>.</p>
<p>&#8220;Não vemos essas organizações de notícias como mídia&#8221;, disse Shekarchi. &#8220;A mídia hostil são peões sionistas e americanos e estão incluídos na nossa lista de alvos militares&#8221;, disse Shekarchi, segundo a <i>Mehr</i>.</p>
<p>Ele acusou a <i>Iran International</i>, a <i>BBC</i> e a <i>Radio Farda</i> de estarem diretamente conectadas à agência de inteligência israelense Mossad, à CIA, dos EUA, e a outros serviços de inteligência e de receberem orientação e apoio delas. Shekarchi não apresentou nenhuma evidência para as alegações.</p>
<p>Shekarchi também acusou os veículos de promoverem violência e disse que a mídia iraniana deveria ampliar os esforços para alcançar públicos além dos falantes de persa. </p>
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		<title>Candidato à Presidência da França sugere calote da dívida do país</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179487/candidato-a-presidencia-da-franca-sugere-calote-da-divida-do-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder do partido França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, um dos favoritos nas pesquisas para as eleições para a presidência francesa em 2027, lançou uma polêmica ao citar em uma proposta de campanha para &#8220;jogar no fogo&#8221; 600 bilhões de euros de dívida do país. Segundo o seu argumento, neste caso, &#8220;tudo o que temos a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do partido França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, um dos favoritos nas pesquisas para as eleições para a presidência francesa em 2027, lançou uma polêmica ao citar em uma proposta de campanha para &#8220;jogar no fogo&#8221; 600 bilhões de euros de dívida do país. Segundo o seu argumento, neste caso, &#8220;tudo o que temos a fazer é pegar os 18% detidos pelo Banco da França&#8221;, o que gerou uma série de críticas pela medida ser vista como uma forma de possível calote.</p>
<p>&#8220;Isso é uma fraude em estado puro. Quando você toma emprestados 100 euros e decide não devolvê-los, você não criou 100 euros. Você tirou 100 euros daquele que lhos emprestou. Neste caso, os juros da dívida detida pelo Banco de França e recebidos por este são transferidos para o Tesouro Público sob a forma de dividendos. Em outras palavras, o que você propõe não gera nada&#8221;, afirmou o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, em uma postagem na rede social X. &#8220;Por outro lado, isso destruiria o ativo mais importante do nosso país: a confiança&#8221;, disse.</p>
<p>Líder do partido Reagrupamento Nacional, que conta com Marine Le Pen com candidata às eleições do próximo ano, Jordan Bardella usou a mesma rede social para questionar Mélenchon. &#8220;Tal anulação poderia preocupar os investidores, que poderiam temer que o Estado se sentisse tentado a fazer o mesmo com os credores privados. Eles então exigiriam taxas de juros mais elevadas para financiar a dívida francesa&#8221;, afirmou.</p>
<p>O banqueiro de investimentos de orientação esquerdista Matthieu Pigasse manifestou apoio a Mélenchon. Na conferência França Insubmissa, realizada no último fim de semana, Pigasse afirmou que os títulos mantidos no Banco da França poderiam ser cancelados &#8220;sem qualquer impacto econômico ou financeiro&#8221;. Seus comentários desencadearam uma discussão acalorada na rede social X com o ex-economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, que classificou o debate como &#8220;idiota&#8221;.</p>
<p>Segundo a mais recente pesquisa da Toluna-Harris Interactive para a <i>M6</i> e a <i>RTL</i>, Mélenchon se classificaria para o segundo turno em três dos cinco cenários testados. O candidato registra atualmente mais de 16% das intenções de voto, um aumento em relação aos 12% apontados na pesquisa anterior do instituto, realizada em abril. Potencialmente assim, Mélenchon enfrentaria Le Pen em um eventual segundo turno. </p>
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		<title>Guerra, tarifas e menos imposto a ricos geram dívida recorde nos EUA</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179478/guerra-tarifas-e-menos-imposto-a-ricos-geram-divida-recorde-nos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dívida pública recorde nos Estados Unidos (EUA), que ultrapassou os US$ 40 trilhões pela primeira vez na história, foi motivada, principalmente, pela redução de impostos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>A dívida pública recorde nos Estados Unidos (EUA), que ultrapassou os US$ 40 trilhões pela primeira vez na história, foi motivada, principalmente, pela redução de impostos para os ricos, pela inflação causada pela guerra no Oriente Médio – que pressionou o preço dos combustíveis –, e pelas tarifas à importação do governo de Donald Trump. </p>
<p>A avaliação é de economistas consultados pela Agência Brasil, que acrescentam como fatores para a dívida recorde: a manutenção dos elevados gastos militares, próximo a US$ 1 trilhão, e o aumento dos gastos com juros da dívida, que chegou a US$ 1,1 trilhão, montante que é mais que o dobro de 2021, quando os juros consumiram US$ 419 bilhões dos contribuintes.  </p>
<p>Entre as razões para o aumento dos juros, estaria a inflação causada pela guerra e o “risco Trump” motivado pela política agressiva da Casa Branca, que causa incertezas no mercado, como no caso do conflito tarifário com o Canadá. Os especialistas sustentam que essa política pressiona os juros cobrados pelos títulos do Tesouro estadunidense.</p>
<p>Apesar do número impressionante de US$ 40 trilhões, que dobrou desde 2017, os economistas rejeitam que os EUA estejam em risco de insolvência, quando não se consegue pagar o que se deve. Além disso, alertam que a situação fiscal da potência econômica tende a pressionar o Brasil a manter as taxas de juros em nível elevado.</p>
<p>“Um governo assim não quebra contra a vontade. Se o mercado não quiser esses títulos ao preço corrente, o FED [Federal Reserve, o Banco Central dos EUA] pode comprá-los. Foi o que fez em 2020, quando expandiu o balanço em quase US$ 3 trilhões em três meses. E foi o que fez entre 1942 e 1951, quando travou o juro dos títulos longos em 2,5%”, explicou.</p>
<p>Após o anúncio da dívida pública recorde, a Secretaria de Tesouro dos EUA se apressou em comunicar o aumento das operações para compra de títulos no mercado, que deve dobrar de US$ 2 bilhões para US$ 4 bilhões a partir de 9 de setembro.</p>
<p><h6 class="meta">Economista e doutor em história Pedro Faria &#8211; Pedro Faria/ Arquivo Pessoal<br />
</h6>
<p>O economista e doutor em história Pedro Faria ponderou à Agência Brasil que o valor de US$ 40 trilhões, em si, “não diz muita coisa” sobre a capacidade de pagamento dos EUA.</p>
<p>“A gente sempre compara com o tamanho do país e com a realidade econômica ao redor. É uma realidade das principais economias desenvolvidas estarem em déficit desde 2008”, comentou Faria, que é associado ao Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p><h2>Juros dos títulos sobem  </h2>
<p>Desde o final da 2ª Guerra Mundial, os títulos do Tesouro dos EUA são considerados o ativo “mais seguro” no mundo. Segundo o professor Pedro Bastos, ainda não há desconfiança no mercado em relação a capacidade de pagamento da dívida pelos EUA.</p>
<p>“Os estrangeiros continuam comprando. O que subiu foi o preço cobrado, não a recusa em comprar”, pontuou, acrescentando que dois terços da dívida no mercado estão em mãos domésticas nos EUA e US$ 4,5 trilhões estão no próprio FED, o que reduz riscos de insolvência.</p>
<p>Além disso, US$ 8 trilhões da dívida estão nas mãos do próprio governo, com US$ 32 trilhões no mercado: “O mercado detém cerca de 100% do PIB em dívida, similar ao recorde de 106% de 1946, ao fim da 2ª guerra”, acrescentou o especialista da Unicamp.</p>
<p>
“O único risco ligado à dívida hoje é o de juros longos mais altos. Mas a causa imediata não é o tamanho da dívida. É a inflação, puxada pelo petróleo do conflito no Oriente Médio e pelas tarifas”, explicou.</p>
<p>Em apenas cinco meses, a dívida cresceu US$ 1 trilhão, superando as expectativas de analistas. O Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO) calculava chegar aos US$ 40 trilhões apenas em 2027.</p>
<p><h2>Corte de imposto no topo</h2>
<p>A política econômica focada no corte de impostos para os ricos, adotada nos dois mandatos de Trump, motivou parte do aumento do endividamento ao reduzir a arrecadação, explicou o economista Pedro Faria.  </p>
<p>“O Trump aposta nessa política característica dos republicanos, que é tirar a tributação dos ricos sob a justificativa de tentar expandir a economia. O que se vê é um aumento do endividamento dos EUA no governo Trump 2 por conta dessa abordagem de política econômica”, explicou.</p>
<p>Em 2025, o governo Trump aprovou projeto com mais corte de impostos para ricos que aumentaram a previsão do déficit dos EUA em US$ 4,7 trilhões em 10 anos, ao mesmo tempo que cortou US$ 1 trilhão da saúde pública nesse período.</p>
<p>O professor da Unicamp Pedro Bastos acrescentou que a menor tributação dos ricos nos EUA tem contribuído ainda para concentrar a renda do país, sendo a dívida recorde um sintoma do conflito pela distribuição dessa riqueza dentro dos EUA.</p>
<p>
“A receita do imposto sobre lucros caiu 23% neste ano fiscal. Já os juros vão para quem tem títulos: fundos, bancos e as famílias mais ricas. O 1% mais rico detém metade das ações do país”, comentou Bastos.</p>
<p>O especialista da Unicamp argumentou que os EUA não gastam demais, mas arrecadam de menos. A carga tributária nos EUA é de cerca de 25% do PIB, contra 34% na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que reúne países entre os mais desenvolvidos do mundo).</p>
<p><h2>Risco Trump</h2>
<p>Para o especialista Pedro Faria, do Instituto Economias, o que pode preocupar o Tesouro dos EUA é a tendência, observada entre governos, Estados e empresas em todo o mundo, de reduzir o uso de títulos dos EUA como opção para manter a liquidez da economia.</p>
<p>“Diversos governos têm reduzido o estoque de títulos dos EUA, como Brasil e China. Isso porque veem a política econômica da Casa Branca como errática e não muito racional. Os agentes econômicos têm medo de se expor a sanções ou ter os ativos congelados, como ocorreu diversas vezes”, comentou.</p>
<p>Para o economista da Unicamp Pedro Bastos, os juros mais altos cobrados pelos títulos dos EUA é a resposta do mercado aos ataques do governo Trump aos pilares que dão confiança a esses papéis: um FED autônomo, tribunais judiciais independentes e aliados sendo tratados como aliados.</p>
<p>“Por exemplo, o uso do acesso ao mercado americano como chantagem [tarifaços]. Os bancos centrais compram ouro em ritmo recorde desde 2022 por isso, não pelo tamanho da dívida. Se a dívida um dia virar problema, não será por chegar a US$ 40 trilhões ou US$ 50 trilhões. Será porque a política destruiu o que a tornava desejada”, completou.</p>
<p>Para o especialista, é o “risco Trump” que pressiona o rendimento dos títulos públicos de 30 anos dos EUA, que alcançaram 5,33% em 18 de agosto, o maior nível desde 2007. Esse nível de juros dos títulos longos é o que pressiona os gastos com a dívida do país norte-americano.  </p>
<p>Apesar dos juros mais altos cobrados pelos títulos de longo prazo do Tesouro dos EUA, Bastos avalia que o mercado segue investindo nos papéis do Estado do país norte-americano.</p>
<p>“A China reduziu o estoque de títulos dos EUA de US$ 1,3 trilhão, em 2013, para US$ 700 bilhões, e nada aconteceu. O dólar ainda responde por 57% das reservas mundiais, o euro por 20% e o yuan por 2%”, ponderou.</p>
<p> </p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>EUA acusam hackers ligados à China de invadir agências federais, Fed e Senado</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179470/eua-acusam-hackers-ligados-a-china-de-invadir-agencias-federais-fed-e-senado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estados Unidos acusam um grupo de hackers chineses de invadir diversas agências federais norte-americanas, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e o Senado, em comunicado divulgado pelo Departamento de Justiça (DoJ, no sigla em inglês) e FBI. As autoridades norte-americanas afirmam que conseguiram interromper os sistemas utilizados para atingir a infraestrutura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos acusam um grupo de hackers chineses de invadir diversas agências federais norte-americanas, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e o Senado, em comunicado divulgado pelo Departamento de Justiça (DoJ, no sigla em inglês) e FBI. As autoridades norte-americanas afirmam que conseguiram interromper os sistemas utilizados para atingir a infraestrutura crítica de Washington e outras redes sensíveis.</p>
<p>Em nota, os EUA afirmam que o grupo &#8220;QTFY&#8221;, apoiado pelo governo da China, empregou as plataformas &#8220;Qscan&#8221; e &#8220;QTRouter&#8221;, da empresa  de tecnologia Nanjing Xinjiuwei, para as atividades de invasão e ciberataque.</p>
<p>Entre as agências federais atingidas pela operação estão: Nasa, Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês), Departamento de Saúde e Serviços Humanos, Institutos Nacionais de Saúde e o próprio DoJ.</p>
<p>&#8220;Hackers maliciosos financiados pelo Estado alvejando infraestrutura crítica americana serão parados e processados&#8221;, afirmou o procurador-geral Todd Blanche. &#8220;Investigamos e desativamos softwares maliciosos da República Popular da China, em uma série de operações técnicas para desmantelar as atividades patrocinadas pelo Estado.&#8221; </p>
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		<item>
		<title>Ao menos 95 morrem em inundações no Nepal; pelo menos 384 turistas estão desaparecidos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179440/ao-menos-95-morrem-em-inundacoes-no-nepal-pelo-menos-384-turistas-estao-desaparecidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos 95 pessoas morreram nesta quarta-feira, 26, em inundações no Nepal, depois que uma enchente devastadora atingiu uma região na fronteira com o Tibete, informou um porta-voz da polícia à agência AFP. As imagens divulgadas pela polícia do Nepal mostram um rio transbordando e arrastando várias casas em seu percurso no distrito de Rasuwa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 95 pessoas morreram nesta quarta-feira, 26, em inundações no Nepal, depois que uma enchente devastadora atingiu uma região na fronteira com o Tibete, informou um porta-voz da polícia à agência <i>AFP</i>.</p>
<p>As imagens divulgadas pela polícia do Nepal mostram um rio transbordando e arrastando várias casas em seu percurso no distrito de Rasuwa, que foi um dos mais afetados.</p>
<p>&#8220;Até o momento, 95 mortes foram confirmadas&#8221;, declarou o porta-voz da polícia do Nepal, Abi Narayan Kafle. Ele acrescentou que 28 policiais também estão desaparecidos. As operações de resgate continuam na região.</p>
<p>A inundação atingiu Syabrubesi, ponto de partida da popular rota de &#8220;trekking&#8221; de Langtang, assim como outras áreas usadas por viajantes na peregrinação hindu até Kailash Mansarovar.</p>
<p>O Exército do país, situado na cordilheira do Himalaia, anunciou a mobilização de 14 helicópteros e equipes de resgate para apoiar os trabalhos.</p>
<p>&#8220;As inundações são grandes e podem ter afetado muitas áreas habitadas&#8221;, declarou Kafle à <i>AFP</i>. Os danos ainda estão sendo avaliados, acrescentou.</p>
<p><b>Turistas desaparecidos</b></p>
<p>Mais de 380 turistas, em sua maioria estrangeiros, ficaram incomunicáveis nesta quarta-feira no Nepal, após uma grande inundação atingir a região de fronteira com o Tibete.</p>
<p>&#8220;Um registro preliminar, compilado a partir de informações de empresas de turismo e viagens, identificou 384 viajantes &#8211; incluindo 291 estrangeiros e 93 nepaleses &#8211; relatados como desaparecidos nas áreas afetadas&#8221;, informou o Conselho de Turismo do Nepal, acrescentando que as autoridades trabalhavam para verificar o paradeiro dessas pessoas. </p>
<p>As autoridades informaram que os turistas estrangeiros são de países como a Índia, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Malásia.</p>
<p><b>Avalanche de gelo</b></p>
<p>O primeiro-ministro Balendra Shah anunciou que convocou uma reunião urgente da agência responsável pela gestão de desastres. </p>
<p>&#8220;O trabalho já começou para adotar as medidas necessárias, em coordenação com as equipes médicas, de buscas e da Cruz Vermelha&#8221;, escreveu o governante em sua conta na rede social X.</p>
<p>A inundação pode ter sido provocada por uma avalanche de gelo &#8220;que caiu no rio Lhende, mas a causa exata ainda será determinada&#8221;, declarou Qianggong Zhang, cientista do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado da Montanha (ICIMOD), com sede em Katmandu.</p>
<p>No vizinho Tibete, do lado chinês da fronteira, um deslizamento de terra procedente do Nepal deixou &#8220;muitas vítimas e desaparecidos no Porto Gyirong&#8221;, informou o canal público chinês CCTV.</p>
<p>A agência estatal <i>Xinhua</i> acrescentou que o presidente Xi Jinping ordenou &#8220;mobilizar todos os recursos&#8221; para as operações de resgate, mas não divulgou um balanço de mortos ou feridos.</p>
<p>Xi afirmou que &#8220;a tarefa mais urgente é fazer todo o possível para encontrar e resgatar os desaparecidos&#8221;, assim como &#8220;atender rapidamente os feridos e reduzir ao mínimo o número de vítimas&#8221;, segundo a CCTV.  (Com agências internacionais). </p>
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		<item>
		<title>Fluxo de petróleo em Ormuz segue alto e medidas contra o Irá estão funcionando, diz Trump</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179397/fluxo-de-petroleo-em-ormuz-segue-alto-e-medidas-contra-o-ira-estao-funcionando-diz-trump</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2179397/fluxo-de-petroleo-em-ormuz-segue-alto-e-medidas-contra-o-ira-estao-funcionando-diz-trump</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (26) que o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz segue elevado e que as medidas americanas contra o Irã continuam funcionando. Em entrevista ao vivo ao programa de rádio The Glenn Beck Program, Trump disse que há grande fluxo de petróleo passando por Ormuz e que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (26) que o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz segue elevado e que as medidas americanas contra o Irã continuam funcionando.</p>
<p>Em entrevista ao vivo ao programa de rádio <i>The Glenn Beck Program</i>, Trump disse que há grande fluxo de petróleo passando por Ormuz e que os preços vêm caindo nos EUA, inclusive os de carne e combustível. Dados da inflação PCE, no entanto, vieram acima do esperado, segundo dados divulgados nesta manhã.</p>
<p>Trump também declarou que não acredita que o aiatolá Ali Khamenei tenha sido morto nos ataques de 28 de fevereiro.</p>
<p>Questionado sobre a guerra comercial com o Canadá, Trump afirmou que o país vizinho se beneficiou dos EUA por muito tempo. &#8220;Podemos nos virar sem o Canadá. Gosto dos canadenses, mas não de seu governo&#8221;, disse.</p>
<p>Na terça, 25, Ottawa anunciou tarifas de 15% a 50% sobre cerca de 700 bens americanos, estimados em US$ 27,6 bilhões. </p>
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		<title>ICE bate recorde de detenções de imigrantes em julho, com quase 50 mil prisões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) prendeu quase 50 mil pessoas em julho, o maior número de prisões em um único mês durante o segundo mandato do presidente americano, Donald Trump. O aumento das prisões relacionadas à imigração mostra que o governo continuou avançando com sua agenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) prendeu quase 50 mil pessoas em julho, o maior número de prisões em um único mês durante o segundo mandato do presidente americano, Donald Trump.</p>
<p>O aumento das prisões relacionadas à imigração mostra que o governo continuou avançando com sua agenda de deportações em massa, apesar de uma mudança de estratégia no início deste ano.</p>
<p>As operações de grande visibilidade em grandes cidades americanas, que provocaram forte reação pública, deram lugar a prisões que receberam menos atenção, mas que ainda assim causaram impactos.</p>
<p>Ao todo, foram realizadas 49.571 prisões em julho, um aumento de 15% em relação a junho, quando foram registradas 43.021 detenções, e de 70% ante fevereiro, quando foram realizadas 29.241 prisões, após o aumento das operações de fiscalização do governo no Estado de Minnesota.</p>
<p>Os dados foram fornecidos pelo ICE ao Deportation Data Project, sediado na Universidade da Califórnia em Berkeley e na Universidade da Califórnia em Los Angeles, e analisados pela <i>Associated Press</i>. As informações foram obtidas por meio de uma ação judicial com base na Lei de Liberdade de Informação.</p>
<p>O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês) praticamente deixou de divulgar dados sobre fiscalização migratória no início do segundo mandato de Trump, o que faz com que as informações do Deportation Data Project sejam uma das poucas fontes de dados sobre a atuação da agência.</p>
<p>Como parte do aumento no número de prisões nas últimas semanas, impulsionado também por uma onda de contratações, o ICE realizou detenções durante abordagens de trânsito.</p>
<p>A agência passou a depender cada vez mais de parceiros das forças de segurança estaduais e locais, que estão assumindo funções de fiscalização migratória. Agentes do ICE também começaram a prender pessoas do Haiti que perderam suas proteções contra a deportação.</p>
<p>O ativista Mark Krikorian, do Center for Immigration Studies, organização que defende restrições mais rígidas à imigração, afirmou que os novos números de prisões mostram que o governo &#8220;não interrompeu a fiscalização&#8221;. &#8220;Eles mudaram as táticas e, de certa forma, estão sendo ainda mais eficazes.&#8221;</p>
<p>Em dezembro de 2024, mês que antecedeu o retorno de Trump ao cargo, foram registradas pouco mais de 8 mil prisões relacionadas à imigração. O número era composto, em grande parte, por imigrantes transferidos de cadeias e prisões municipais ou estaduais e entregues ao ICE para serem retirados do país.</p>
<p>Ao longo de 2025, primeiro ano do segundo mandato de Trump, os números começaram a subir à medida que a administração flexibilizou as restrições sobre onde e quem o ICE poderia prender, ao mesmo tempo em que destinou bilhões de dólares à agência. Em dezembro, o número de prisões saltou para 40.177.</p>
<p>Após dois tiroteios fatais em Minnesota, em janeiro, que provocaram protestos e forte reação de parlamentares democratas, as prisões começaram a cair em fevereiro. Depois de permanecerem estagnados por meses, os números dispararam em junho e novamente em julho.</p>
<p>O número de prisões realizadas por departamentos de polícia estaduais e locais que mantêm parcerias com o ICE aumentou significativamente no último ano. Essas parcerias, ampliadas pelo ICE com a ajuda de incentivos financeiros às agências participantes, foram responsáveis por 6,5 mil prisões em julho &#8211; cerca de 13% do total. Um ano antes, elas representavam menos de 5% das prisões mensais do ICE.</p>
<p>Texas e Flórida responderam por quase 20 mil das prisões realizadas em julho, em um sinal da importância que esses Estados adquiriram para a agenda de deportações em massa do governo Trump. Ambos têm ampliado significativamente os acordos de cooperação com o ICE, que permitem que forças de segurança estaduais e locais atuem, na prática, como braços da fiscalização migratória federal.</p>
<p>Essa cooperação estreita tem resultado cada vez mais em prisões como a realizada na semana passada em Key West, na Flórida. O gerente do restaurante Half Shell Raw Bar, Bobby Kuchinsky, afirmou na terça-feira, 25, que um de seus funcionários &#8211; um imigrante haitiano de 36 anos que fugiu de seu país em 2017 após receber ameaças de morte e solicitou asilo nos EUA &#8211; foi preso pela polícia local e entregue ao ICE.</p>
<p>Kuchinsky disse que o homem trabalhava como cozinheiro e supervisor no restaurante e era o principal provedor de sua família. O gerente se recusou a informar a identidade do funcionário por preocupação com a segurança dele enquanto estiver sob custódia.</p>
<p>&#8220;Ele era um excelente funcionário, aprendia muito rápido, nunca teve problemas com a lei&#8221;, disse Kuchinsky, acrescentando que será difícil substituí-lo. &#8220;Era um rapaz legal, um homem de família.&#8221;</p>
<p><b>Secretário prometeu uma abordagem mais discreta</b></p>
<p>O secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin, prometeu, durante sua audiência de confirmação no início deste ano, que manteria o ICE longe dos holofotes, sugerindo que a ofensiva migratória do governo poderia adotar uma abordagem mais moderada. </p>
<p>Seu mandato, porém, foi marcado por uma série de tiroteios fatais envolvendo imigrantes em confrontos com agentes do ICE. Os números também mostram que Mullin não se afastou da estratégia de Trump para as deportações em massa.</p>
<p>Durante a gestão de sua antecessora, Kristi Noem, a fiscalização migratória era frequentemente marcada por operações de grande visibilidade que tinham como alvo cidades democratas específicas, como Chicago, Los Angeles e Minneapolis. </p>
<p>As operações, muitas vezes lideradas pelo ex-agente da Patrulha de Fronteira Greg Bovino, eram amplamente divulgadas em vídeos nas redes sociais que mostravam agentes saindo de vans em movimento para perseguir pessoas ou descendo de rapel de helicópteros sobre os telhados de prédios residenciais.</p>
<p>Para Krikorian, no entanto, essas táticas estavam &#8220;provocando muitas pessoas comuns, afastando-as mesmo que fossem favoráveis à ideia de que as leis de imigração deveriam ser cumpridas&#8221;.</p>
<p><b>Presos sem antecedentes criminais</b></p>
<p>O governo frequentemente afirma que suas operações de fiscalização migratória têm como alvo pessoas que cometeram crimes nos EUA e que as ações são uma forma de tornar o país mais seguro.</p>
<p>Mas os dados mostram que mais da metade dos presos em julho não havia sido condenada por nenhum crime nem respondia a acusações criminais. Menos de um quarto dos detidos havia sido condenado por algum crime.</p>
<p>Além disso, metade das prisões ocorreu fora do sistema prisional, o que significa que agentes do ICE prenderam cidadãos que estavam em liberdade, e não pessoas que já estavam atrás das grades ou sob custódia da polícia local.</p>
<p>A jornalista do Utahzolanos, Patricia Quiñonez, que cobre a comunidade de imigrantes venezuelanos em Utah, afirmou que as prisões relacionadas à imigração durante abordagens de trânsito aumentaram acentuadamente nos últimos meses.</p>
<p>&#8220;Eles param você por qualquer motivo &#8211; por exemplo, porque você não tem carteira de motorista, porque o registro do veículo está vencido ou porque os vidros são mais escuros do que o permitido. A partir daí, eles se aproveitam da situação e perguntam sobre a imigração.&#8221;</p>
<p>Segundo Patricia, pessoas com autorizações de trabalho válidas e pedidos de asilo em andamento estão entre as detidas. A jornalista acredita que elas estão sendo alvo de ações motivadas por questões raciais. (Com informações da Associated Press). </p>
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		<title>Irã e Omã fecham acordo sobre receitas de Ormuz; IRGC reafirma condições de reabertura aos EUA</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179338/ira-e-oma-fecham-acordo-sobre-receitas-de-ormuz-irgc-reafirma-condicoes-de-reabertura-aos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Irã afirmou nesta quarta-feira (26) que chegou a um acordo de compartilhamento de receitas com Omã no Estreito de Ormuz, enquanto os dois lados avançam em direção a um entendimento mais amplo sobre a gestão da via navegável. &#8220;Os acordos foram alcançados em relação à participação de cada país nas águas do estreito, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irã afirmou nesta quarta-feira (26) que chegou a um acordo de compartilhamento de receitas com Omã no Estreito de Ormuz, enquanto os dois lados avançam em direção a um entendimento mais amplo sobre a gestão da via navegável.</p>
<p>&#8220;Os acordos foram alcançados em relação à participação de cada país nas águas do estreito, bem como à participação do Irã e de Omã nas suas receitas&#8221;, disse o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) em publicação no Telegram.</p>
<p>Em paralelo, um porta-voz do IRGC disse à <i>Tasnim</i> que os Estados Unidos criaram obstáculos no processo, o que teria provocado atrasos, e afirmou que o Estreito &#8220;pertence ao Irã e ao Reino de Omã&#8221;.</p>
<p>Segundo ele, Ormuz está sob controle de Teerã e não há &#8220;nenhuma embarcação militar inimiga&#8221; presente no Golfo. &#8220;Nenhuma embarcação sem autorização e supervisão do Irã é capaz de atravessar. O estreito localizado próximo a Omã também está totalmente sob nosso controle&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O porta-voz também afirmou que, se Washington não aceitar as condições do regime islâmico, o Estreito de Ormuz não será reaberto. &#8220;Se os EUA deixarem de lado a obstrução e retornarem ao memorando de entendimento, poderemos reabrir Ormuz dentro da estrutura do acordo firmado. Portanto, nossas condições devem ser aceitas.&#8221; </p>
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		<item>
		<title>Pelo menos 14 bebês morrem em incêndio em hospital no Paquistão</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179299/pelo-menos-14-bebes-morrem-em-incendio-em-hospital-no-paquistao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Paquistão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O incêndio começou por volta das 7h (horário local) no Instituto de Ciências Médicas do Paquistão, no terceiro andar da ala de saúde materno-infantil, informou a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 14 bebês morreram em um incêndio em um hospital público na capital do Paquistão, Islamabad, nesta quarta-feira (26(, informou o primeiro-ministro, Shehbaz Sharif. O ministro da Saúde,  Mustafa Kamal, atribuiu a tragédia a uma explosão na ala de neonatologia.</p>
<p>O incêndio começou por volta das 7h (horário local) no Instituto de Ciências Médicas do Paquistão, no terceiro andar da ala de saúde materno-infantil, informou a emissora Geo TV, que estimou o número de mortos em cerca de 15.</p>
<p>
“O incêndio começou após explosão em um aparelho de ar-condicionado”, disse Kamal, à Geo TV, acrescentando que a grande quantidade de oxigênio na ala contribuiu para a propagação do fogo.</p>
<p>O incidente está entre os incêndios hospitalares mais mortais dos últimos anos no país, onde a assistência médica pública é subsidiada, mas as instalações carecem de recursos e estão sobrecarregadas. Órgãos de fiscalização têm criticado frequentemente as instalações estatais por má gestão.</p>
<p>Imagens de televisão mostraram uma ala destruída e enegrecida, com equipamentos espalhados e fumaça ainda subindo. Havia 16 recém-nascidos na ala quando o incêndio começou, um dos quais foi resgatado, acrescentou a Geo TV.</p>
<p>A ala foi posteriormente isolada, disse uma testemunha da Reuters.</p>
<p>As imagens mostravam mulheres devastadas pela dor, sentadas no chão do lado de fora do hospital. Uma delas era Javeria, que perdeu seu recém-nascido no incêndio.</p>
<p>“Era uma ala de ginecologia, não havia médico, nem enfermeira”, disse ela, acrescentando que os corpos das crianças foram levados “em caixas” e que as mulheres não puderam vê-los.</p>
<p>“Não é a vontade de Deus, eu não aceito isso”, afirmou.</p>
<p>Kamal negou as acusações de que não havia funcionários ou médicos presentes no momento do incêndio.</p>
<p>O primeiro-ministro Shehbaz Sharif suspendeu o secretário de Saúde por causa do incidente, informou seu gabinete, horas depois de ter determinado uma investigação.</p>
<p>O prédio que abrigava a enfermaria “não tinha segurança contra incêndio, nem saídas adequadas. Todas as portas estavam fechadas; apenas uma estava aberta para que pudéssemos visitar nossos filhos”, disse Mudasir, que também perdeu seu filho. Javeria e Mudasir forneceram apenas seus primeiros nomes.</p>
<p>O Instituto de Ciências Médicas do Paquistão, para onde o ex-primeiro-ministro Imran Khan foi levado brevemente para um exame médico na semana passada, está localizado no centro de Islamabad e é um dos principais hospitais públicos da cidade, que tem cerca de 1,1 milhão de habitantes.</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Inundações provocam 19 mortes no Nepal; pelo menos 384 turistas estão desaparecidos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179284/inundacoes-provocam-19-mortes-no-nepal-pelo-menos-384-turistas-estao-desaparecidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos dezenove pessoas morreram nesta quarta-feira, 26, em inundações no Nepal, enquanto no vizinho Tibete, no lado chinês, um deslizamento de terra também atingiu várias vítimas, informaram as autoridades e a imprensa oficial. O número exato não foi divulgado até o momento. As imagens divulgadas pela polícia do Nepal mostram um rio transbordando e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos dezenove pessoas morreram nesta quarta-feira, 26, em inundações no Nepal, enquanto no vizinho Tibete, no lado chinês, um deslizamento de terra também atingiu várias vítimas, informaram as autoridades e a imprensa oficial. O número exato não foi divulgado até o momento.</p>
<p>As imagens divulgadas pela polícia do Nepal mostram um rio transbordando e arrastando várias casas em seu percurso no distrito de Rasuwa, que foi um dos mais afetados.</p>
<p>&#8220;Dezenove corpos foram recuperados até o momento. Estamos coordenando intensamente os esforços de resgate e assistência. Muitos integrantes da nossa força policial também estão incomunicáveis&#8221;, disse o porta-voz Abi Narayan Kafle. As operações de resgate continuam na região.</p>
<p>O Exército do país, encravado na cordilheira do Himalaia, anunciou a mobilização de 14 helicópteros e equipes de resgate para apoiar os trabalhos.</p>
<p>&#8220;As inundações são grandes e podem ter afetado muitas áreas habitadas&#8221;, declarou Kafle à <i>AFP</i>. Os danos ainda estão sendo avaliados, acrescentou.</p>
<p><b>Turistas desaparecidos</b></p>
<p>Mais de 380 turistas, em sua maioria estrangeiros, ficaram incomunicáveis nesta quarta-feira no Nepal, após uma grande inundação atingir a região de fronteira com o Tibete.</p>
<p>&#8220;Um registro preliminar, compilado a partir de informações de empresas de turismo e viagens, identificou 384 viajantes &#8211; incluindo 291 estrangeiros e 93 nepaleses &#8211; relatados como desaparecidos nas áreas afetadas&#8221;, informou o Conselho de Turismo do Nepal, acrescentando que as autoridades trabalhavam para verificar o paradeiro dessas pessoas. </p>
<p>As autoridades informaram que os turistas estrangeiros são de países como a Índia, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Malásia.</p>
<p><b>Avalanche de gelo</b></p>
<p>O primeiro-ministro Balendra Shah anunciou que convocou uma reunião urgente da agência responsável pela gestão de desastres. </p>
<p>&#8220;O trabalho já começou para adotar as medidas necessárias, em coordenação com as equipes médicas, de buscas e da Cruz Vermelha&#8221;, escreveu o governante em sua conta na rede social X.</p>
<p>A inundação pode ter sido provocada por uma avalanche de gelo &#8220;que caiu no rio Lhende, mas a causa exata ainda será determinada&#8221;, declarou Qianggong Zhang, cientista do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado da Montanha (ICIMOD), com sede em Katmandu.</p>
<p>No vizinho Tibete, do lado chinês da fronteira, um deslizamento de terra procedente do Nepal deixou &#8220;muitas vítimas e desaparecidos no Porto Gyirong&#8221;, informou o canal público chinês <i>CCTV</i>.</p>
<p>A agência estatal <i>Xinhua</i> acrescentou que o presidente Xi Jinping ordenou &#8220;mobilizar todos os recursos&#8221; para as operações de resgate, mas não divulgou um balanço de mortos ou feridos.</p>
<p>Xi afirmou que &#8220;a tarefa mais urgente é fazer todo o possível para encontrar e resgatar os desaparecidos&#8221;, assim como &#8220;atender rapidamente os feridos e reduzir ao mínimo o número de vítimas&#8221;, segundo a <i>CCTV</i>. (Com agências internacionais) </p>
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		<title>Governo Trump diz &#8216;proteger americanos&#8217; ao manter &#8216;padrão rigoroso&#8217; para vistos nos EUA</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179224/governo-trump-diz-proteger-americanos-ao-manter-padrao-rigoroso-para-vistos-nos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 25, estar &#8220;protegendo o povo americano ao manter os mais altos padrões de triagem e verificação de solicitantes de visto&#8221;, segundo um porta-voz do Departamento de Estado do país. A declaração foi feita após o governo Trump suspender as entrevistas para concessão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 25, estar &#8220;protegendo o povo americano ao manter os mais altos padrões de triagem e verificação de solicitantes de visto&#8221;, segundo um porta-voz do Departamento de Estado do país.</p>
<p>A declaração foi feita após o governo Trump suspender as entrevistas para concessão de vistos de imigrantes em todo o mundo nesta terça, o que afeta os brasileiros. Quem tinha entrevista agendada terá de remarcar.</p>
<p>&#8220;Garantir a prosperidade americana significa assegurar que os solicitantes de visto não se tornem um &#8216;encargo público&#8217; &#8211; conforme definido pela legislação e pelos regulamentos dos EUA &#8211; nem dependentes de benefícios públicos americanos reservados a americanos elegíveis em situação de necessidade&#8221;, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado.</p>
<p>Segundo o representante do governo, a suspensão das entrevistas se dá devido a uma iniciativa de treinamento global em todas as embaixadas e consulados americanos ao redor do mundo, &#8220;para garantir que todos os oficiais consulares estejam plenamente capacitados a avaliar cada solicitante de visto de forma abrangente e consistente&#8221;. Para viabilizar esse &#8220;treinamento aprofundado&#8221;, os agendamentos para serviços de visto serão ajustados.</p>
<p>A medida ocorre enquanto o governo Trump mantém uma política de maior restrição à imigração nos Estados Unidos. As informações disponibilizadas até o momento não detalham por quanto tempo os agendamentos permanecerão suspensos nem quando as entrevistas voltarão a ser marcadas normalmente.</p>
<p>Também foi revelado nesta terça-feira que o Departamento de Estado deve anunciar nas próximas semanas a revogação de vistos de negócios e turismo de até 200 mil estrangeiros que solicitaram ou estão em processo de pedido de asilo no país.</p>
<p>Trump foi eleito com a imigração como um dos principais temas de campanha. Ele prometia erradicar a imigração ilegal e colocar mais restrições à imigração legal. O governo americano também tomou medidas para restringir o chamado &#8220;turismo de nascimento&#8221;, quando estrangeiras grávidas viajam para dar à luz nos EUA, de forma que os filhos tenham a cidadania americana. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2179224/governo-trump-diz-proteger-americanos-ao-manter-padrao-rigoroso-para-vistos-nos-eua">Governo Trump diz &#8216;proteger americanos&#8217; ao manter &#8216;padrão rigoroso&#8217; para vistos nos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<title>Incêndio em hospital no Paquistão deixa 14 bebês mortos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179219/incendio-em-hospital-no-paquistao-deixa-14-bebes-mortos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatorze bebês morreram após um incêndio atingir, na manhã desta quarta-feira, 26, o berçário de recém-nascidos do Instituto Pakistaní de Ciências Médicas (PIMS), um dos principais hospitais públicos de Islamabad, capital do Paquistão. Segundo funcionários do hospital, ao menos 15 bebês estavam na unidade quando o fogo começou. O ministro da Saúde Federal, Mustafa Kamal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatorze bebês morreram após um incêndio atingir, na manhã desta quarta-feira, 26, o berçário de recém-nascidos do Instituto Pakistaní de Ciências Médicas (PIMS), um dos principais hospitais públicos de Islamabad, capital do Paquistão. Segundo funcionários do hospital, ao menos 15 bebês estavam na unidade quando o fogo começou.</p>
<p>O ministro da Saúde Federal, Mustafa Kamal, confirmou a morte de 14 crianças. Pelo menos um bebê foi resgatado com vida, segundo as autoridades.</p>
<p>De acordo com equipes de resgate, o incêndio começou por volta das 6h45, após a explosão do compressor de uma unidade de ar-condicionado instalada dentro do berçário, localizado na ala de ginecologia do hospital.</p>
<p>Bombeiros foram acionados e conseguiram controlar as chamas. Em seguida, equipes de resgate iniciaram operações de resfriamento no local para evitar que o fogo voltasse a se espalhar, segundo a imprensa local.</p>
<p>O chefe da administração de Islamabad, Suhail Ashraf, informou posteriormente que o incêndio havia sido completamente extinto e que as autoridades trabalhavam para auxiliar as famílias.</p>
<p>Horas após o incidente, o magistrado distrital de Islamabad criou uma comissão de investigação formada por diferentes órgãos. O grupo terá 24 horas para apresentar um relatório sobre o caso.</p>
<p>A comissão deverá investigar a origem e a propagação das chamas, verificar se o hospital contava com medidas adequadas de segurança contra incêndios e avaliar a resposta das equipes de emergência.</p>
<p>O primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o ministro do Interior, Mohsin Naqvi, lamentaram as mortes e expressaram solidariedade às famílias das vítimas. (Com agências internacionais). </p>
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		<title>Rússia e Ucrânia discutem troca de prisioneiros em meio a novos ataques mútuos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179192/russia-e-ucrania-discutem-troca-de-prisioneiros-em-meio-a-novos-ataques-mutuos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rússia e a Ucrânia discutem a troca de prisioneiros de guerra, informou a agência russa Tass nesta quarta-feira, 26. Os dois países, porém, continuaram a trocar ataques. O Ministério da Defesa russo informou que 426 drones ucranianos foram interceptados sobre diversas regiões do país, segundo a agência Interfax. Um dos drones lançados por Kiev [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia e a Ucrânia discutem a troca de prisioneiros de guerra, informou a agência russa <i>Tass</i> nesta quarta-feira, 26. Os dois países, porém, continuaram a trocar ataques.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo informou que 426 drones ucranianos foram interceptados sobre diversas regiões do país, segundo a agência <i>Interfax</i>. Um dos drones lançados por Kiev atingiu o centro de logística da varejista virtual Wildberries em Kotovsk. O local pegou fogo. </p>
<p>As Forças Armadas da Rússia informaram ter lançado ataques contra centros de controle de drones na Ucrânia. </p>
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		<title>Serviço Secreto dos EUA confirma estar ciente de vídeo do Irã com ameaças à Barron Trump</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179049/servico-secreto-dos-eua-confirma-estar-ciente-de-video-do-ira-com-ameacas-a-barron-trump</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 01:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Serviço Secreto dos EUA confirmou que está ciente de que a mídia estatal iraniana exibiu um vídeo que parece ameaçar a vida de Barron Trump, filho mais novo do presidente Donald Trump. &#8220;O Serviço Secreto dos EUA está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser percebida como uma ameaça contra as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço Secreto dos EUA confirmou que está ciente de que a mídia estatal iraniana exibiu um vídeo que parece ameaçar a vida de Barron Trump, filho mais novo do presidente Donald Trump.</p>
<p>&#8220;O Serviço Secreto dos EUA está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser percebida como uma ameaça contra as pessoas sob nossa proteção&#8221;, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Nate Herring, em comunicado. &#8220;Por preocupação com a segurança operacional, não discutimos assuntos de inteligência de proteção.&#8221;</p>
<p>Desde o assassinato, pelos EUA, do aiatolá Ali Khamenei, a mídia iraniana tem, em várias ocasiões, divulgado conteúdo ameaçando o presidente e membros de sua família. O assassinato ocorreu no início da guerra no Irã, que Trump lançou em conjunto com Israel.</p>
<p>A CNN havia informado anteriormente que o Serviço Secreto tinha conhecimento da ameaça contra Barron Trump. Fonte: </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da <b>Broadcast</b></i> </p>
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		<title>EUA suspendem agendamento de entrevistas para vistos de imigrantes em todo o mundo</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179048/eua-suspendem-agendamento-de-entrevistas-para-vistos-de-imigrantes-em-todo-o-mundo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 01:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente Donald Trump suspendeu nesta terça-feira, 25, o agendamento de entrevistas para solicitantes de vistos de imigrantes em todo o mundo, em meio ao endurecimento da política migratória dos Estados Unidos durante o segundo mandato do republicano. Um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que a medida está relacionada a uma iniciativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do presidente Donald Trump suspendeu nesta terça-feira, 25, o agendamento de entrevistas para solicitantes de vistos de imigrantes em todo o mundo, em meio ao endurecimento da política migratória dos Estados Unidos durante o segundo mandato do republicano.</p>
<p>Um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que a medida está relacionada a uma iniciativa global de treinamento que será realizada nas embaixadas e nos consulados dos Estados Unidos, acrescentando que o governo Trump está &#8220;protegendo o povo americano ao manter os mais altos padrões de triagem e verificação dos requerentes de vistos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma America mais próspera significa garantir que os requerentes de visto não tenham probabilidade de se tornarem um encargo público, conforme definido pela legislação e regulamentação dos EUA, e que não tenham probabilidade de se tornarem dependentes de benefícios públicos dos EUA reservados a americanos qualificados em situação de necessidade&#8221;, informou.</p>
<p>De acordo com o representante do governo americano, os agendamentos dos serviços de vistos serão ajustados para permitir a realização do treinamento. A suspensão tem alcance global e, portanto, inclui as representações diplomáticas americanas no Brasil.</p>
<p>O porta-voz informou que, desde o início do ano, o Departamento de Estado atua na atualização das orientações e do treinamento sobre o conceito de &#8220;carga pública&#8221;, com o objetivo de preparar os funcionários consulares para avaliar os solicitantes de visto de maneira abrangente e consistente.</p>
<p>Ainda segundo o porta-voz, pessoas com entrevistas agendadas nas embaixadas e consulados dos EUA receberam e-mails informando sobre a suspensão dos agendamentos e afirmando que receberiam uma nova data e horário futuramente.</p>
<p>A medida ocorre enquanto o governo Trump mantém uma política de maior restrição à imigração nos Estados Unidos. As informações disponibilizadas até o momento não detalham por quanto tempo os agendamentos permanecerão suspensos nem quando as entrevistas voltarão a ser marcadas normalmente. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2179048/eua-suspendem-agendamento-de-entrevistas-para-vistos-de-imigrantes-em-todo-o-mundo">EUA suspendem agendamento de entrevistas para vistos de imigrantes em todo o mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>Argentina evita escalada diplomática com o Chile após polêmica sobre Estreito de Magalhães</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179032/argentina-evita-escalada-diplomatica-com-o-chile-apos-polemica-sobre-estreito-de-magalhaes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 01:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo argentino atuou nesta terça-feira, 25, para conter um atrito diplomático com o Chile após a repercussão, em Santiago, de declarações do chefe da Força Aérea da Argentina sobre soberania no Estreito de Magalhães. Em comunicado, a chancelaria argentina ressaltou a relevância da relação bilateral e lembrou que tratados em vigor definem as águas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo argentino atuou nesta terça-feira, 25, para conter um atrito diplomático com o Chile após a repercussão, em Santiago, de declarações do chefe da Força Aérea da Argentina sobre soberania no Estreito de Magalhães.</p>
<p>Em comunicado, a chancelaria argentina ressaltou a relevância da relação bilateral e lembrou que tratados em vigor definem as águas do estreito, no extremo sul do continente, como de jurisdição chilena.</p>
<p>No fim de semana, o chefe da Força Aérea, Gustavo Javier Valverde, afirmou em entrevista que &#8220;Magalhães, o sul, a passagem de Drake&#8221; seriam &#8220;soberania&#8221; e defendeu presença na região por considerá-la &#8220;chave bioceânica&#8221;. No mesmo programa, ele disse que a relação militar com o Chile era boa. O Estreito de Magalhães é a passagem marítima que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico no extremo sul da América do Sul.</p>
<p>Após a reação às falas, o chanceler chileno Francisco Pérez Mackenna declarou à imprensa local que fazia &#8220;um severo chamado&#8221; para que autoridades estrangeiras sejam responsáveis e &#8220;não confundam seus cidadãos&#8221;, acrescentando que o Estreito de Magalhães é &#8220;indiscutivelmente chileno&#8221;.</p>
<p>Para esfriar o episódio, a Argentina afirmou que sua posição é a fixada pelo Tratado de Limites de 1881 e pelo Tratado de Paz e Amizade de 1984. Segundo Buenos Aires, ambos reconhecem a soberania chilena sobre as águas do estreito e são considerados definitivos.</p>
<p>O presidente chileno, José Antonio Kast, avaliou positivamente a resposta do governo de Javier Milei. &#8220;Agradecemos as declarações do governo argentino, reconhecendo a soberania do Estreito de Magalhães, que é chilena&#8221;, disse à imprensa. Apesar disso, a chancelaria do Chile entregou hoje uma nota de protesto em Buenos Aires para registrar a insatisfação com os comentários.</p>
<p>Argentina e Chile já tiveram disputas em razão da extensa fronteira comum. No fim dos anos 1970, chegaram a ficar perto de um confronto armado por divergências sobre o Canal de Beagle, também no extremo sul, cuja soberania hoje é compartilhada. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast</i> </p>
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		<item>
		<title>China e Índia conversam sobre a fronteira e concordam em buscar acordo de delimitação</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2179019/china-e-india-conversam-sobre-a-fronteira-e-concordam-em-buscar-acordo-de-delimitacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 00:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índia e China informaram nesta terça-feira, 25, que avançaram nas discussões para delimitar trechos da fronteira que estão em disputa, após reunião em Pequim entre o conselheiro de Segurança Nacional indiano, Ajit Doval, e o chanceler chinês, Wang Yi. Em comunicado, a embaixada da Índia na capital chinesa afirmou que as delegações &#8220;discutiram formas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Índia e China informaram nesta terça-feira, 25, que avançaram nas discussões para delimitar trechos da fronteira que estão em disputa, após reunião em Pequim entre o conselheiro de Segurança Nacional indiano, Ajit Doval, e o chanceler chinês, Wang Yi.</p>
<p>Em comunicado, a embaixada da Índia na capital chinesa afirmou que as delegações &#8220;discutiram formas de ampliar ainda mais a cooperação bilateral, manter a estabilidade e assegurar paz e tranquilidade nas áreas de fronteira, além de avançar na delimitação fronteiriça&#8221;, mantendo em andamento o trabalho sobre cooperação transfronteiriça.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores da China também citou progressos, em nota separada, ao dizer que houve &#8220;discussões aprofundadas&#8221; sobre o avanço das negociações de delimitação, o reforço da gestão e do controle na fronteira, o aprimoramento de mecanismos e a promoção da cooperação transfronteiriça.</p>
<p>Segundo o comunicado chinês, os dois países concordaram em realizar a próxima rodada de conversas sobre a fronteira na Índia, em 2027. </p>
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		<item>
		<title>Guterres condena ataque de Israel a complexo da ONU</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178975/guterres-condena-ataque-de-israel-a-complexo-da-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou nesta terça-feira, 25, a tomada, por Israel, de um centro de treinamento administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa, na sigla em inglês) em Jerusalém Oriental. &#8220;O secretário-geral está profundamente alarmado com esse desdobramento, pois ele privará os jovens da educação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou nesta terça-feira, 25, a tomada, por Israel, de um centro de treinamento administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa, na sigla em inglês) em Jerusalém Oriental.</p>
<p>&#8220;O secretário-geral está profundamente alarmado com esse desdobramento, pois ele privará os jovens da educação profissional que estavam recebendo&#8221;, disse o porta-voz da Stéphane Dujarric em comunicado. Ele acrescentou que o centro de treinamento &#8220;e outras instalações da Unrwa são instalações das Nações Unidas invioláveis e imunes a qualquer forma de interferência&#8221;.</p>
<p>Cerca de 20 funcionários da Unrwa, que estavam presentes no centro no momento da entrada não autorizada, foram autorizados a sair, segundo o porta-voz.</p>
<p>Dujarric disse que o secretário-geral solicitou ao governo israelense que cesse imediatamente a interferência nas instalações da Unrwa, desocupe e devolva sem demora todas as unidades afetadas às Nações Unidas e proteja esses locais contra novas interferências ou danos.</p>
<p>As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) disseram nesta terça-feira que, no dia anterior, desmantelaram depósitos de armas do Hamas em uma série de ataques na Faixa de Gaza. O Hamas, por sua vez, criticou a decisão do governo israelense de atacar um complexo da ONU em Kafr Aqab, no norte de Jerusalém Oriental ocupada, e pediu uma reação da comunidade internacional. </p>
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		<item>
		<title>EUA: Juiz federal bloqueia requisito de prova de cidadania de Ohio para registro eleitoral</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178951/eua-juiz-federal-bloqueia-requisito-de-prova-de-cidadania-de-ohio-para-registro-eleitoral</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2178951/eua-juiz-federal-bloqueia-requisito-de-prova-de-cidadania-de-ohio-para-registro-eleitoral</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um juiz federal dos EUA bloqueou temporariamente nesta terça-feira, 25, a aplicação de um requisito de Ohio que exigia que os eleitores mostrassem prova de cidadania ao se registrarem para votar em um departamento de veículos motorizados, uma regra que entrou em vigor pela primeira vez este ano. O Secretário de Estado Frank LaRose, um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um juiz federal dos EUA bloqueou temporariamente nesta terça-feira, 25, a aplicação de um requisito de Ohio que exigia que os eleitores mostrassem prova de cidadania ao se registrarem para votar em um departamento de veículos motorizados, uma regra que entrou em vigor pela primeira vez este ano.</p>
<p>O Secretário de Estado Frank LaRose, um republicano, disse que apelaria imediatamente.</p>
<p>Em uma ação movida em nome da Ohio Alliance of Retired Americans e do grupo progressista Red Wine &amp; Blue pelo Elias Law Group, alinhado aos democratas, o juiz do Tribunal Distrital dos EUA Solomon Oliver Jr., em Cleveland, decidiu que o requisito parece conflitar com a Lei Nacional de Registro de Eleitores, que ele disse ter precedência.</p>
<p>Sua liminar suspende a prática de exigir tal documentação antes do prazo de registro de 5 de outubro para as eleições de meio de mandato deste outono.</p>
<p>Isso ocorre enquanto o presidente Donald Trump pressiona o Congresso americano a aprovar o SAFE Act &#8211; um projeto de lei que, entre outras mudanças eleitorais, exigiria prova documental de cidadania para se registrar para votar em todo o território federal.</p>
<p>Ohio está entre um punhado de estados com leis de prova de cidadania em vigor pela primeira vez este ano. Dakota do Sul, Utah e Wyoming também implementaram requisitos semelhantes para as eleições de meio de mandato deste ano. O Arizona já tinha uma em vigor para eleições estaduais e locais.</p>
<p>Em Dakota do Sul, nesta terça-feira, a Liga das Mulheres Eleitoras e um eleitor de Sioux Falls entraram com uma ação contra o novo requisito de prova de cidadania do estado para registro de eleitores. Entre seus pedidos está que um juiz force o estado a aceitar fotocópias de formulários de identificação elegíveis e também rescindir a orientação que exige que pessoas usando certos tipos de identificação se registrem pessoalmente.</p>
<p>O requisito de Ohio foi adicionado no ano passado à sua lei de registro de eleitores motorizados. Em sua decisão, Solomon escreveu que o requisito &#8220;é mais do que a declaração assinada de cidadania dos EUA que os outros métodos de registro de eleitores de Ohio aceitam. Portanto, (a disposição contestada) provavelmente conflita com a NVRA, porque é mais do que &#8216;a quantidade mínima de informações necessárias.'&#8221;</p>
<p>Ele também concluiu que o processo geral de registro de eleitores motorizados de Ohio tem ilegalmente limitado a opção de se inscrever para votar àqueles que obtêm com sucesso uma carteira de motorista, em vez de oferecê-la a todos que enviam uma solicitação, como exige a lei federal.</p>
<p>Ben Stafford, sócio da Elias Law, disse em um comunicado que os eleitores de Ohio agora poderiam se registrar no BMV sem a exigência de mostrar documentos de cidadania. Ele descreveu a regulamentação como &#8220;exatamente o tipo de barreira imposta pelo governo que a NVRA existe para prevenir.&#8221;</p>
<p>A ordem do juiz impede Ohio de exigir que qualquer solicitante de carteira de motorista apresente documentos de prova de cidadania antes de ter a chance de se registrar para votar, mesmo aqueles solicitantes rejeitados por falta de documentação adequada. Não cobre solicitantes que indicam não serem cidadãos dos EUA.</p>
<p>A decisão de Solomon alinhou-se com decisões judiciais em outros lugares. Em junho, um juiz federal proibiu permanentemente a administração Trump de implementar a maior parte da primeira ordem executiva do presidente sobre eleições, incluindo um requisito de que as pessoas mostrem prova documental de cidadania ao se registrarem para votar. A decisão da juíza do Tribunal Distrital dos EUA Denise Casper, em Boston, efetivamente converteu o que era uma liminar preliminar bloqueando grande parte da tentativa de revisão em uma permanente. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<title>Governo da Colômbia prepara reforma para declarar grupos armados como &#8216;terroristas&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178919/governo-da-colombia-prepara-reforma-para-declarar-grupos-armados-como-terroristas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, apresentou as diretrizes da estratégia abrangente de segurança e ordem pública de seu governo, estabelecendo uma nova postura em relação a grupos armados ilegais e organizações criminosas. Segundo comunicado divulgado pela Assessoria de Imprensa da Presidência, todos os grupos armados ilegais serão tratados como terroristas, independentemente do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, apresentou as diretrizes da estratégia abrangente de segurança e ordem pública de seu governo, estabelecendo uma nova postura em relação a grupos armados ilegais e organizações criminosas. Segundo comunicado divulgado pela Assessoria de Imprensa da Presidência, todos os grupos armados ilegais serão tratados como terroristas, independentemente do nome que utilizem para se identificar.</p>
<p>&#8220;Essa divisão acabou. Quando se trata de combater o crime, não há diferenças nem nas ações, nem na resposta do Estado&#8221;, afirmou o presidente. </p>
<p>O presidente também ordenou a reativação da Unidade de Informação e Análise Financeira (UIAF), como parte dos esforços para combater as finanças das organizações criminosas. Segundo informações divulgadas pela Presidência da República, a unidade e terá acesso a informações bancárias dos últimos quatro anos. Outro destaque é o combate à agiotagem no país, que o comunicado afirma ser uma &#8220;forma de escravidão moderna&#8221; que atinge 12 milhões de colombianos. </p>
<p>Em outro comunicado, De La Espriella descreveu a situação atual no departamento de Tolima como extremamente grave, observando que há indícios de que alguns incêndios florestais estão sendo provocados deliberadamente. Ele afirmou que não permitirá que o estado de emergência seja usado para semear o caos e o terror.</p>
<p>Diante desses acontecimentos, ele ordenou medidas decisivas e disse haver relatos indicando &#8220;repetidas denúncias das autoridades locais sobre homens em motocicletas que supostamente estão iniciando incêndios intencionalmente em Suárez, Coello e San Luis. Tudo isso deve ser rigorosamente investigado e os responsáveis processados&#8221;. </p>
<p>Na segunda-feira, o presidente ordenou iniciar esta semana operações coordenadas entre a autoridade migratória e a polícia para deportar migrantes que vivem em situação irregular no país. Segundo um vídeo vazado de um conselho de segurança, realizado no domingo em Barranquilla, o mandatário deu instruções pra identificar e deter em primeiro lugar os imigrantes que cometeram crimes, de acordo com a <i>AFP</i>. </p>
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		<title>EUA emitem alerta contra viagens para cidade no norte do México por &#8216;ameaça potencial&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178883/eua-emitem-alerta-contra-viagens-para-cidade-no-norte-do-mexico-por-ameaca-potencial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo dos EUA emitiu um alerta de viagem para norte-americanos planejando visitar Mexicali, no norte do México, e suspendeu temporariamente as atividades consulares na cidade fronteiriça devido a uma &#8220;ameaça potencial&#8221;, sem fornecer detalhes. O aviso, divulgado na noite de segunda-feira, informou que, devido a informações sobre &#8220;uma ameaça&#8221;, as atividades consulares e viagens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos EUA emitiu um alerta de viagem para norte-americanos planejando visitar Mexicali, no norte do México, e suspendeu temporariamente as atividades consulares na cidade fronteiriça devido a uma &#8220;ameaça potencial&#8221;, sem fornecer detalhes.</p>
<p>O aviso, divulgado na noite de segunda-feira, informou que, devido a informações sobre &#8220;uma ameaça&#8221;, as atividades consulares e viagens para a capital do estado da Baja California, do outro lado da fronteira com a cidade americana de Calexico, foram suspensas.</p>
<p>Os EUA não forneceram detalhes sobre a ameaça ou a quem ela era direcionada, apenas instaram seus cidadãos a evitarem prédios governamentais, buscarem abrigo em caso de incidente e permanecerem atentos ao seu entorno.</p>
<p>A presidente mexicana Claudia Sheinbaum disse na terça-feira que &#8220;houve um alerta sobre a possibilidade de um grupo criminoso&#8221; e acrescentou que o relatório foi baseado em informações de agências dos EUA.</p>
<p>&#8220;Não há mais informações sobre o que esse alerta pode envolver, mas simplesmente para permanecer alerta e manter a vigilância em Mexicali&#8221;, disse Sheinbaum em sua conferência de imprensa matinal regular.</p>
<p>A cidade permaneceu calma durante todo o dia de terça-feira. Mais tarde, o gabinete de segurança de Sheinbaum disse em um comunicado que as autoridades &#8220;não identificaram nenhum elemento que confirme um risco específico ou iminente para a população&#8221;, mas que as autoridades aumentaram a vigilância e as patrulhas em Mexicali como uma &#8220;medida preventiva&#8221;.</p>
<p>Por volta da meia-noite, a governadora da Baja California, Marina del Pilar Ávila, disse em uma mensagem em sua conta no X que as autoridades mexicanas permaneceram ativas e que as operações de segurança seriam reforçadas na capital do estado.</p>
<p>Mexicali, com mais de 1 milhão de habitantes, é uma das cidades mais populosas ao longo da fronteira mexicana e é estrategicamente importante devido aos seus laços comerciais e sociais próximos com Calexico. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Irã ironiza &#8216;Dia D econômico&#8217; e cobra que EUA cumpram promessas para reabrir Ormuz</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178856/ira-ironiza-dia-d-economico-e-cobra-que-eua-cumpram-promessas-para-reabrir-ormuz</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, ironizou as sanções do governo Trump contra o Teerã, apelidadas de &#8220;Dia D econômico&#8221;, e criticou Washington por exigir que aliados escolham entre seguir as políticas dos EUA ou enfrentar sanções. &#8220;Quando um &#8216;valentão&#8217; declara que todo banco, empresa, porto e governo deve escolher [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, ironizou as sanções do governo Trump contra o Teerã, apelidadas de &#8220;Dia D econômico&#8221;, e criticou Washington por exigir que aliados escolham entre seguir as políticas dos EUA ou enfrentar sanções.</p>
<p>&#8220;Quando um &#8216;valentão&#8217; declara que todo banco, empresa, porto e governo deve escolher entre obedecer aos caprichos de Washington ou enfrentar a vingança americana, isso já não é apenas sobre o Irã&#8221;, escreveu Baghaei no X, citando como exemplo a recente disputa comercial entre EUA e Canadá.</p>
<p>As críticas do porta-voz iraniano se aliam às declarações do vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, que afirmou hoje aos mediadores nas negociações com os EUA que os americanos precisam corrigir seus erros e voltar a cumprir seus compromissos se quiserem a reabertura do Estreito de Ormuz. </p>
<p>Segundo Gharibabadi, o acordo anunciado entre Irã e Omã nesta terça-feira &#8220;não significa abrir o Estreito de Ormuz&#8221;. No momento, os países acordaram em um corredor temporário e pretendem estabelecer uma rota permanente em Ormuz em 60 dias, segundo a agência <i>Tasnim</i>. </p>
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		<title>ONU e Cruz Vermelha apelam por regras internacionais sobre sistemas de armas &#8216;robôs assassinos&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178794/onu-e-cruz-vermelha-apelam-por-regras-internacionais-sobre-sistemas-de-armas-robos-assassinos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Nações Unidas (ONU) e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) intensificaram nesta terça-feira, 25, um apelo conjunto para que os países adotem proibições e restrições ao uso de sistemas de armas autônomas &#8211; frequentemente conhecidos como &#8220;robôs assassinos&#8221; &#8211; alertando que &#8220;os riscos se intensificaram&#8221;. Baseando-se em um apelo inicial feito há três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As Nações Unidas (ONU) e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) intensificaram nesta terça-feira, 25, um apelo conjunto para que os países adotem proibições e restrições ao uso de sistemas de armas autônomas &#8211; frequentemente conhecidos como &#8220;robôs assassinos&#8221; &#8211; alertando que &#8220;os riscos se intensificaram&#8221;.</p>
<p>Baseando-se em um apelo inicial feito há três anos e em conversas internacionais sobre o assunto, o apelo não chega a pedir uma proibição total, mas observa que tais sistemas de armas estão sendo desenvolvidos &#8211; embora a ONU e a Cruz Vermelha não tenham confirmado seu uso no campo de batalha.</p>
<p>As organizações disseram, no entanto, que os civis precisam ser protegidos para quando esse dia chegar.</p>
<p>&#8220;Estamos agora perigosamente perto de cruzar uma linha moral vermelha: A segmentação autônoma de humanos por máquinas&#8221;, disse a porta-voz da ONU em Genebra, Alessandra Vellucci, lendo uma declaração conjunta do secretário-geral da ONU, António Guterres, e da presidente do CICV, Mirjana Spoljaric. </p>
<p>As duas organizações internacionais dizem que o desenvolvimento da tecnologia de armas em &#8220;velocidade recorde&#8221; tem pressionado o sistema de regras internacionais e ampliado a lacuna entre capacidades tecnológicas e restrições regulatórias.</p>
<p>&#8220;Sistemas de armas autônomas não fazem parte de um futuro distante &#8211; uma corrida em direção a uma maior autonomia em sistemas de armas já está bem encaminhada&#8221;, dizia a declaração conjunta.</p>
<p>O apelo ocorre enquanto negociadores se preparam para se reunir em Genebra em novembro para discutir maneiras de fortalecer a Convenção sobre Armas Convencionais existente, com a ONU e o CICV dizendo que a conferência &#8220;oferece o caminho mais claro disponível&#8221; para avançar em direção a regras legais vinculativas sobre o uso de tais sistemas autônomos.</p>
<p>Veículos robóticos terrestres têm sido usados agora no campo de batalha ucraniano principalmente para transportar suprimentos para a infantaria e realizar evacuações, devido à necessidade da Ucrânia de preservar mão de obra em meio à crescente prevalência de drones. Kiev busca ampliar sistemas robóticos armados para reduzir a pressão sobre a infantaria cada vez mais superada em número, equipando-os com poder de fogo, mas esses esforços têm sido limitados até agora.</p>
<p>&#8220;Cientistas e engenheiros que desenvolvem esses sistemas levantaram eles próprios o alarme&#8221;, disseram as organizações. &#8220;Quando os arquitetos dessa tecnologia estão pedindo limites, os estados não podem se dar ao luxo de permanecer passivos&#8221;.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<title>Juiz rejeita alegações de &#8216;erro judiciário&#8217; de Ghislaine Maxwell e seu pedido de libertação</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178757/juiz-rejeita-alegacoes-de-erro-judiciario-de-ghislaine-maxwell-e-seu-pedido-de-libertacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação por tráfico sexual e ser libertada da prisão foi rejeitado por um juiz federal nesta terça-feira, 25, que afirmou que as alegações da ex-namorada e associada de longa data de Jeffrey Epstein de que novas evidências haviam surgido eram &#8220;demonstradamente sem mérito&#8221;. Em dezembro passado, Maxwell [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação por tráfico sexual e ser libertada da prisão foi rejeitado por um juiz federal nesta terça-feira, 25, que afirmou que as alegações da ex-namorada e associada de longa data de Jeffrey Epstein de que novas evidências haviam surgido eram &#8220;demonstradamente sem mérito&#8221;.</p>
<p>Em dezembro passado, Maxwell entrou com um pedido de habeas corpus buscando anular sua condenação e se livrar de uma sentença de 20 anos de prisão, alegando que informações que a inocentariam foram omitidas e que falsos testemunhos foram apresentados em seu julgamento, resultando em um &#8220;completo erro judiciário&#8221;.</p>
<p>O juiz Paul A. Engelmayer rejeitou seus argumentos, afirmando em sua decisão por escrito que eles &#8220;todos ou quase todos são frívolos&#8221; e que ela não apresentou nada que pudesse alterar o resultado de seu julgamento.</p>
<p>&#8220;Quase todas as suas alegações são processualmente inadmissíveis; as esmagadoras provas testemunhais e documentais apresentadas no julgamento estabeleceram conclusivamente a sua culpa; e as alegações da sua petição são comprovadamente sem mérito e, em geral, baseadas em especulação, distorções e/ou falsidades flagrantes&#8221;, escreveu Engelmayer. </p>
<p>Um pedido de comentário foi enviado pela <i>Associated Press</i> aos advogados que representaram Maxwell no passado.</p>
<p>Os pedidos de habeas corpus são frequentemente apresentados como último recurso e para proteger contra a prisão ilegal após o esgotamento dos recursos, como aconteceu após a condenação e sentença de Maxwell. </p>
<p>Epstein, um financista milionário, foi preso em julho de 2019 sob acusações de tráfico sexual. Com a prisão preventiva decretada até o julgamento, ele foi encontrado morto em sua cela em uma prisão federal de Nova York em agosto de 2019, e sua morte foi considerada suicídio.</p>
<p>Maxwell, uma socialite britânica, foi presa um ano depois e condenada por tráfico sexual em dezembro de 2021. Ela foi transferida de uma prisão na Flórida para um presídio no Texas no ano passado, pouco depois de ser entrevistada por Todd Blanche, então segundo em comando do Departamento de Justiça, ex-advogado de defesa criminal do presidente Donald Trump e atual procurador-geral dos EUA. </p>
<p>O juiz observou que muitas das alegações de Maxwell sobre &#8220;novas provas&#8221; derivam de documentos divulgados ao abrigo da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein .</p>
<p>Como resultado dessa lei, o Departamento de Justiça divulgou, nos últimos oito meses, 18 categorias de materiais investigativos coletados na investigação massiva sobre tráfico sexual, incluindo mandados de busca, registros financeiros, anotações de entrevistas com vítimas e dados de dispositivos eletrônicos.</p>
<p>Engelmayer afirmou que esse material é &#8220;em grande parte irrelevante para as acusações contra Maxwell e não corrobora suas alegações de erro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pelo contrário, na medida em que seja relevante, longe de a eximir de culpa, incrimina-a ou reforça a correção das decisões judiciais que Maxwell contesta&#8221;, escreveu ele.</p>
<p>O juiz também rejeitou a alegação de Maxwell de que ela foi processada seletivamente e transformada em &#8220;bode expiatório&#8221; quando o Departamento de Justiça não indiciou quatro cúmplices mencionados em um documento do governo, nem 25 homens que fizeram acordos com as vítimas.</p>
<p>Engelmayer disse que ela poderia ter apresentado essa alegação em recurso após o julgamento, mas ele a considerou, mesmo assim, infundada.</p>
<p>Entre os documentos do Departamento de Justiça divulgados recentemente, &#8220;ela não cita nenhum que revele a existência de um cúmplice não acusado, muito menos um tão fundamental quanto ela para facilitar os crimes horríveis de Epstein&#8221;, disse o juiz. </p>
<p><i>*Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2178757/juiz-rejeita-alegacoes-de-erro-judiciario-de-ghislaine-maxwell-e-seu-pedido-de-libertacao">Juiz rejeita alegações de &#8216;erro judiciário&#8217; de Ghislaine Maxwell e seu pedido de libertação</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<title>Hamas cobra resposta da comunidade internacional após ataque de Israel a complexo da ONU</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178741/hamas-cobra-resposta-da-comunidade-internacional-apos-ataque-de-israel-a-complexo-da-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hamas criticou a decisão do governo de Israel de atacar um complexo da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa, na sigla em inglês) em Kafr Aqab, no norte da Jerusalém ocupada, e instou a comunidade internacional a responder ao episódio. Para o grupo islâmico, a atitude do governo israelense [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hamas criticou a decisão do governo de Israel de atacar um complexo da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa, na sigla em inglês) em Kafr Aqab, no norte da Jerusalém ocupada, e instou a comunidade internacional a responder ao episódio.</p>
<p>Para o grupo islâmico, a atitude do governo israelense constitui uma continuação da agressão sistemática contra o povo palestino, um ataque flagrante a uma agência da ONU e um desrespeito flagrante às resoluções da ONU e às convenções internacionais. </p>
<p>&#8220;A inação contínua da comunidade internacional e da ONU, bem como a falta de uma resposta genuína a essas repetidas medidas sionistas &#8211; que demonstram desprezo pelo sistema da ONU &#8211; encorajam a entidade sionista a prosseguir com sua agressão e a impor uma política de fato pela força, fornecendo-lhe uma cobertura para continuar violando as convenções e normas internacionais&#8221;, disse o Hamas em publicação no Telegram nesta segunda-feira.</p>
<p>&#8220;Apelamos à comunidade internacional e à ONU para que tomem medidas imediatas a fim de pôr fim a estas violações&#8221;, disse o Hamas.</p>
<p>Israel informou que desmantelou na segunda-feira, 24, locais de armazenamento de armas do Hamas dentro de mesquitas e ao lado de infraestrutura humanitária. </p>
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		<title>Merz afirma que Alemanha está sob &#8216;ameaça&#8217; após descoberta de drones no aeroporto de Leipzig</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178691/merz-afirma-que-alemanha-esta-sob-ameaca-apos-descoberta-de-drones-no-aeroporto-de-leipzig</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou que o país está sob &#8220;ameaça&#8221; ao comentar nesta terça-feira, 25, a investigação em andamento sobre os drones explosivos encontrados no aeroporto de Leipzig, no início deste mês. Segundo ele, o ataque mostra &#8220;ameaças reais&#8221; e que a Alemanha está cada vez mais na mira de &#8220;atacantes híbridos&#8221;, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou que o país está sob &#8220;ameaça&#8221; ao comentar nesta terça-feira, 25, a investigação em andamento sobre os drones explosivos encontrados no aeroporto de Leipzig, no início deste mês. Segundo ele, o ataque mostra &#8220;ameaças reais&#8221; e que a Alemanha está cada vez mais na mira de &#8220;atacantes híbridos&#8221;, dispostos a tomar riscos e provocar danos pesados, incluindo feridos e mortos. </p>
<p>Os comentários foram realizados a repórteres antes de um encontro do gabinete de Merz, em Neuhardenberg, e após uma reportagem do jornal <i>Süddeutsche Zeitung</i> e veículos parceiros revelar a descoberta de um segundo drone próximo de Leipzig, no dia 14 de agosto. </p>
<p>Investigações já estavam em andamento sobre o primeiro drone desde 5 de agosto, depois que o dispositivo foi encontrado perto de um avião com munições que seriam enviadas à Ucrânia. Conforme o <i>Politico</i>, aparentemente o detonador do explosivo carregado pelo primeiro drone falhou. </p>
<p>Para além da Alemanha, o aeroporto de Leipzig é considerado uma importante base logística para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). </p>
<p>De acordo com o jornal <i>Bild</i>, Merz teria dito a membros do seu partido que o governo tem &#8220;evidências circunstanciais apontando para aqueles que perpetraram o crime&#8221;, durante uma reunião privada na segunda-feira.</p>
<p>&#8220;Estamos trabalhando intensamente com as autoridades na investigação e explicaremos a situação em breve&#8221;, prometeu o chanceler, em seus comentários a repórteres.</p>
<p>Na ocasião, Merz falou brevemente sobre a atividade econômica alemã e disse querer &#8220;deixar para trás&#8221; a fraqueza da economia, dando maior impulso para o emprego e melhorando a competitividade global do país. &#8220;Estou convencido de que temos a capacidade e um ótimo potencial em nossas mãos, não há razão para menosprezá-los&#8221;, disse. &#8220;O Estado só precisa criar as condições necessárias, queremos usar todas as nossas forças&#8221;. </p>
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		<title>Trump diz que retirou minas de Ormuz e alertou Irã contra reposição: &#8216;tolerância será zero&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178614/trump-diz-que-retirou-minas-de-ormuz-e-alertou-ira-contra-reposicao-tolerancia-sera-zero</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que todas as minas localizadas em águas internacionais do Estreito de Ormuz foram removidas ou detonadas, segundo informações da Marinha americana. &#8220;O Irã foi notificado de que qualquer navio ou barco colocando novas minas será imediatamente e sistematicamente destruído&#8221;, escreveu ele na Truth Social. &#8220;Uma política de tolerância [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que todas as minas localizadas em águas internacionais do Estreito de Ormuz foram removidas ou detonadas, segundo informações da Marinha americana. &#8220;O Irã foi notificado de que qualquer navio ou barco colocando novas minas será imediatamente e sistematicamente destruído&#8221;, escreveu ele na Truth Social. &#8220;Uma política de tolerância zero estará em completo vigor&#8221;.</p>
<p>Trump também afirmou que está monitorando &#8220;cada centímetro&#8221; do estreito por meio das forças espaciais americanas, assim como a região da Montanha Pickaxe &#8211; um complexo subterrâneo fortificado no Irã &#8211; e outras três usinas nucleares &#8220;já destruídas&#8221;. </p>
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		<item>
		<title>Desaprovação de Trump chega a 65% e bate recorde, aponta pesquisa</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178599/desaprovacao-de-trump-chega-a-65-e-bate-recorde-aponta-pesquisa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 65%, segundo pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira, 24. É a maior taxa de desaprovação já registrada pelo levantamento em qualquer um dos mandatos do republicano. Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de agosto, a reprovação de Trump era de 64%, o maior índice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 65%, segundo pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira, 24. É a maior taxa de desaprovação já registrada pelo levantamento em qualquer um dos mandatos do republicano. </p>
<p>Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de agosto, a reprovação de Trump era de 64%, o maior índice até então. O percentual também havia sido registrado em 22 de junho e 27 de abril.</p>
<p>A aprovação, por sua vez, ficou em 33%, mesmo percentual registrado na última pesquisa. O número igualou o pior resultado do primeiro mandato de Trump, registrado em 12 de dezembro de 2017.</p>
<p>O levantamento ouviu 1.215 adultos entre os dias 21 e 24 de agosto em todo os EUA e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<p>Questionados sobre a maneira como Trump está lidando com a economia, apenas 26% dos americanos afirmaram aprovar sua atuação. Na última pesquisa, esse índice era de 29%.</p>
<p>O levantamento também apontou que apenas 31% dos americanos aprovam a guerra com o Irã, menor nível registrado desde os primeiros dias do conflito, em fevereiro. Em março, a aprovação era de 37% e, no início do mês, de 34%.</p>
<p>A Reuters/Ipsos apontou que a queda está relacionada à redução no número de republicanos que apoiam o conflito, que passou de 77% em março para 69% na pesquisa mais recente. </p>
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		<item>
		<title>China promete defender interesses próprios após EUA anunciarem novas sanções contra Irã</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178519/china-promete-defender-interesses-proprios-apos-eua-anunciarem-novas-sancoes-contra-ira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A China afirmou nesta terça-feira (25) que defenderá seus interesses após os Estados Unidos anunciarem novas sanções contra entidades que comercializam com o Irã, em uma tentativa de ampliar a pressão econômica sobre o país. &#8220;A cooperação entre a China e o Irã sempre foi realizada dentro do marco do direito internacional e não deve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A China afirmou nesta terça-feira (25) que defenderá seus interesses após os Estados Unidos anunciarem novas sanções contra entidades que comercializam com o Irã, em uma tentativa de ampliar a pressão econômica sobre o país.</p>
<p>&#8220;A cooperação entre a China e o Irã sempre foi realizada dentro do marco do direito internacional e não deve ser objeto de interferências ou perturbações&#8221;, declarou Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, durante coletiva de imprensa.</p>
<p>Segundo Lin, Pequim se opõe &#8220;firmemente às sanções unilaterais ilegais&#8221; e adotará &#8220;todas as medidas necessárias&#8221; para proteger seus direitos e interesses. </p>
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		<title>Rússia: Putin emite decreto que abre caminho para controle estatal de infraestrutura crítica</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178513/russia-putin-emite-decreto-que-abre-caminho-para-controle-estatal-de-infraestrutura-critica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto permitindo que o governo assuma temporariamente o controle de infraestrutura crítica se os proprietários privados não conseguirem protegê-la de ataques de drones ucranianos ou reconstruí-la após os ataques. A Rússia está enfrentando pressão econômica e política devido a meses de ataques ucranianos crescentes. Kiev tem usado drones [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto permitindo que o governo assuma temporariamente o controle de infraestrutura crítica se os proprietários privados não conseguirem protegê-la de ataques de drones ucranianos ou reconstruí-la após os ataques.</p>
<p>A Rússia está enfrentando pressão econômica e política devido a meses de ataques ucranianos crescentes. Kiev tem usado drones de longo alcance desenvolvidos internamente para atingir instalações vitais de petróleo, desencadeando escassez de combustível e grandes centros comerciais.</p>
<p>As intenções do Kremlin com o decreto de Putin, anunciado na noite de segunda-feira, 24, não estão claras. No entanto, ele se aplica a vários setores, incluindo infraestrutura de energia e combustível, instalações industriais, de comunicações, transporte e logística.</p>
<p>O vice-primeiro-ministro Denis Manturov disse em um comunicado que o decreto não implica nacionalização de empresas ou mudança de propriedade &#8211; apenas &#8220;envolvimento do estado na gestão de uma empresa para resolver problemas específicos de segurança&#8221;.</p>
<p>O analista político russo Abbas Gallyamov afirma que a medida pode ser um passo &#8220;tático&#8221; projetado para fazer com que os proprietários de refinarias danificadas realizem reparos que, de outra forma, poderiam evitar.</p>
<p>&#8220;Dado o fato de que a mesma refinaria já foi atingida de três a cinco vezes, é seguro supor que os proprietários agora estão relutantes em investir na restauração do que foi destruído&#8221;, explicou ele no aplicativo de mensagens Telegram.</p>
<p>O governo está dando um ultimato às empresas, enfatiza Gallyamov: &#8220;Se você não financiar a restauração das refinarias, nós as tiraremos de você&#8221;. Fonte: Associated Press.</p>
<p>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do <i>Broadcast</i>, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. </p>
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		<item>
		<title>Irã promete resistir à ampliação das sanções dos Estados Unidos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178505/ira-promete-resistir-a-ampliacao-das-sancoes-dos-estados-unidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Bessent]]></category>
		<category><![CDATA[Secretário do Tesouro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Irã prometeu reagir à ampliação das sanções dos Estados Unidos (EUA) destinadas a isolar sua economia, expressando confiança de que os principais parceiros comerciais resistirão...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O Irã prometeu reagir à ampliação das sanções dos Estados Unidos (EUA) destinadas a isolar sua economia, expressando confiança de que os principais parceiros comerciais resistirão à campanha de pressão e afirmando que Washington está interessada em retomar as negociações.</p>
<p>Quase seis meses após o início de um conflito que os EUA têm dificuldade em resolver, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, divulgou as medidas nessa segunda-feira (24), mas evitou impor as sanções mais severas.</p>
<p>Embora tenha afirmado que os países que continuassem a negociar com o Irã corriam o risco de serem excluídos do sistema financeiro baseado no dólar, ele se recusou a fornecer um prazo ou identificar quais países poderiam ser alvo das medidas, dizendo que lhes daria tempo para cumprir a nova diretiva.</p>
<p>Abbas Golroo, chefe da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento iraniano, disse que o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, entregou uma mensagem dos EUA ao Irã.</p>
<p>Não houve comentário imediato da Casa Branca ou do Departamento de Estado.</p>
<p>O Departamento do Tesouro anunciou novas sanções contra 60 pessoas físicas, entidades e embarcações, mas a lista não incluía nenhuma das instituições financeiras chinesas suspeitas de facilitar o comércio de petróleo do Irã.</p>
<p>
“Queremos deixar claro que ninguém está acima do alcance das sanções dos EUA”, declarou Bessent em resposta a uma pergunta sobre bancos chineses.</p>
<p>A China tem sido a maior compradora de petróleo iraniano há vários anos, embora o bloqueio dos portos iranianos pelos EUA tenha reduzido o fluxo de petróleo iraniano para a China desde que Washington o renovou em meados de julho.</p>
<p>Especialistas afirmam que Washington teme uma retaliação chinesa por quaisquer sanções contra seus bancos, antes das negociações previstas para o próximo mês entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping, sendo que quaisquer restrições sobre exportações chinesas de minerais essenciais são especialmente delicadas.</p>
<p>A China afirmou nesta terça-feira que sua cooperação com o Irã é conduzida dentro da estrutura do direito internacional e não deve ser interferida nem interrompida.</p>
<p>Os preços do petróleo caíram pelo segundo dia consecutivo, à medida que os operadores ignoraram o impacto das sanções, embora os participantes do mercado continuassem cautelosos quanto à capacidade contínua do Irã de interromper o transporte marítimo.</p>
<p><h2>Petroleiro atingido</h2>
<p>Um petroleiro foi atingido hoje por um projétil não identificado e ficou inoperante a cerca de 17 km a nordeste de Ash Shishah, em Omã, local que fica na entrada do Estreito de Ormuz, informou a Agência de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido.</p>
<p>Antes da notícia das últimas sanções, o Irã ameaçou tanto com uma possível resposta militar quanto com uma redução ainda maior nas exportações de petróleo do Golfo, em retaliação a quaisquer medidas econômicas dos EUA.</p>
<p>Irã e Estados Unidos assinaram um acordo provisório em junho, com o objetivo de pôr fim à guerra que começou com ataques dos EUA e de Israel ao Irã em fevereiro. O acordo rapidamente fracassou e o Irã retomou os ataques, que bloquearam a maior parte das exportações de energia do Golfo.</p>
<p>O Paquistão, atuando como mediador, fez &#8220;progressos significativos&#8221; nas negociações mais recentes com Teerã, as quais se concentraram em evitar uma nova escalada e na reabertura do Estreito de Ormuz, informaram as Forças Armadas paquistanesas.</p>
<p>&#8220;Tivemos uma troca de ideias muito construtiva&#8221;, afirmou na rede social X o ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, que acompanhou Munir a Teerã.</p>
<p>* (Reportagem adicional de Rick Noack, Menna Alaa El Din e Nafisa Eltahir)</p>
<p>* É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>EUA preparam maior revogação de vistos da história, que pode atingir até 200 mil estrangeiros</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178424/eua-preparam-maior-revogacao-de-vistos-da-historia-que-pode-atingir-ate-200-mil-estrangeiros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos se prepara para revogar os vistos de negócios e turismo de até 200 mil estrangeiros que solicitaram ou estão em processo de pedido de asilo no país. Caso a medida seja adotada, será a maior revogação em massa de vistos de uma só vez da história dos EUA e deve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos se prepara para revogar os vistos de negócios e turismo de até 200 mil estrangeiros que solicitaram ou estão em processo de pedido de asilo no país. Caso a medida seja adotada, será a maior revogação em massa de vistos de uma só vez da história dos EUA e deve enfrentar contestações judiciais.</p>
<p>O Departamento de Estado deve anunciar nas próximas semanas a revogação dos chamados vistos B1 e B2 emitidos entre 2016 e 2026. Os afetados serão aqueles que solicitaram asilo ou estão em processo de solicitação, segundo documentos da pasta obtidos pela <i>Associated Press</i> e informações de dois funcionários do governo americano, ouvidos pela agência sob condição de anonimato.</p>
<p>Os vistos B1 são geralmente emitidos para viagens de negócios, enquanto os vistos B2 são normalmente concedidos para turismo, visitas familiares ou tratamento médico. Não ficou imediatamente claro, a partir dos documentos ou das declarações das autoridades, quantos desses titulares de visto estão buscando ou já solicitaram asilo nos EUA e podem ser afetados pelas revogações.</p>
<p>A medida será tomada em coordenação com o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês).</p>
<p>&#8220;Estamos coordenando com o DHS para identificar e revogar os vistos de não imigrante de estrangeiros que vieram aos EUA alegando ser visitantes de curto prazo, mas depois solicitaram asilo para permanecer no país permanentemente&#8221;, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.</p>
<p>Pigott se recusou a comentar o número de vistos que poderão ser revogados, afirmando que &#8220;como o processo será contínuo, o número de revogações permanece dinâmico e será realizado de forma gradual&#8221;.</p>
<p>Segundo os funcionários ouvidos pela <i>AP</i>, as revogações não significam que os estrangeiros serão imediatamente deportados. A maioria das pessoas com pedidos de asilo pendentes deverá ter o status migratório alterado, mas perderá a condição de viajante de negócios ou turista.</p>
<p>Desde que Donald Trump assumiu o segundo mandato como presidente dos EUA, no ano passado, o governo americano tem ampliado gradualmente as restrições para solicitantes de visto. Entre as novas medidas estão a exigência de mais informações sobre o histórico do solicitante nas redes sociais, a cobrança de depósitos elevados para o processamento dos vistos e a proibição da emissão de vistos para cidadãos de determinados países.</p>
<p>Em uma publicação nas redes sociais na segunda-feira, 24, o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, criticou pessoas que, segundo ele, tentam usar vistos de turismo e negócios para entrar nos EUA e depois solicitar asilo.</p>
<p>&#8220;As pessoas nos EUA e em todo o mundo estão cansadas de pedidos de asilo fraudulentos&#8221;, escreveu Landau no X. &#8220;O asilo não deveria ser uma brecha para contornar a legislação de imigração.&#8221; Landau citou o caso de um cidadão colombiano que entrou nos EUA em 2015 com um visto de turismo e depois solicitou asilo.</p>
<p>Os atuais solicitantes de vistos B1 e B2 são orientados a declarar que não solicitarão asilo nos EUA e a comprovar que pretendem retornar a seus países de origem.</p>
<p>Nos últimos 18 meses, o Departamento de Estado revogou cerca de 175 mil vistos de pessoas que foram condenadas ou acusadas de crimes que vão desde dirigir embriagado até estupro e roubo, além de pessoas que se manifestaram publicamente contra políticas dos EUA, especialmente no Oriente Médio.</p>
<p>O governo americano também adotou medidas para combater o chamado turismo de nascimento, prática que, segundo a gestão federal, é utilizada por mulheres estrangeiras grávidas para viajar aos EUA a fim de dar à luz, de modo que seus filhos sejam beneficiados pela cidadania por direito de nascimento. Trump tentou várias vezes acabar com a cidadania por nascimento, mas essas iniciativas foram rejeitadas pelos tribunais, incluindo a Suprema Corte.</p>
<p>Os documentos do Departamento de Estado obtidos pela AP indicam que a análise dos atuais titulares de vistos B1 e B2 começou depois que a pasta recebeu informações sobre pedidos de asilo do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês). Com informações da Associated Press. </p>
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		<item>
		<title>EUA: Suprema Corte decide a favor do governo Trump sobre restrições ao voto por correio</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178418/eua-suprema-corte-decide-a-favor-do-governo-trump-sobre-restricoes-ao-voto-por-correio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos abriu caminho para a possível validação da ordem executiva do presidente Donald Trump que restringe o voto por correio, embora ainda não esteja claro o que poderá ser efetivamente implementado antes das eleições parlamentares de novembro. A decisão abre margem para novas contestações judiciais que poderiam retardar ainda mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos abriu caminho para a possível validação da ordem executiva do presidente Donald Trump que restringe o voto por correio, embora ainda não esteja claro o que poderá ser efetivamente implementado antes das eleições parlamentares de novembro.</p>
<p>A decisão abre margem para novas contestações judiciais que poderiam retardar ainda mais a ordem de Trump. O Serviço Postal dos Estados Unidos detalhou na semana passada como pode adotar a medida, mas o tempo é escasso para a imposição de grandes mudanças. A Carolina do Norte começará a enviar cédulas para eleitores no exterior e militares no dia 4, e outros Estados seguirão o exemplo em poucas semanas.</p>
<p>A maioria conservadora da Suprema Corte não se pronunciou sobre a legalidade da ordem de Trump e, em vez disso, decidiu que os Estados que moveram a ação não tinham legitimidade jurídica para contestá-la.</p>
<p>Embora a decisão em caráter de urgência não seja definitiva, ela tem potencial para gerar caos no processo de votação em todo o país, em um cenário no qual Trump frequentemente questiona a integridade das eleições e a mais alta corte da nação se vê, mais uma vez, como possível árbitra de uma controvérsia política. Fonte: Associated Press.</p>
<p>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do <i>Broadcast</i>, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. </p>
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		<title>Paquistão e Irã discutem retomada de acordo para encerrar a guerra, diz ministro</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178398/paquistao-e-ira-discutem-retomada-de-acordo-para-encerrar-a-guerra-diz-ministro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, afirmou nesta terça-feira (25) que teve uma reunião &#8220;muito positiva e produtiva&#8221; com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e que a conversa se concentrou no conflito entre o país persa e os Estados Unidos, nas tensões no Oriente Médio e nos passos necessários para a restauração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, afirmou nesta terça-feira (25) que teve uma reunião &#8220;muito positiva e produtiva&#8221; com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e que a conversa se concentrou no conflito entre o país persa e os Estados Unidos, nas tensões no Oriente Médio e nos passos necessários para a restauração do acordo assinado em junho, em Islamabad, para encerrar a guerra.</p>
<p>&#8220;O presidente iraniano compartilhou de forma franca a perspectiva e as preocupações de seu governo, e tivemos um intercâmbio muito construtivo sobre as questões envolvidas&#8221;, disse Naqvi, em publicação no X.</p>
<p>Segundo o ministro paquistanês, &#8220;progresso significativo foi alcançado&#8221;, e a reunião terminou em uma &#8220;nota altamente positiva&#8221;. &#8220;Permanecemos esperançosos de que esse ímpeto ajude a abrir o caminho para mais avanços e paz duradoura na região.&#8221; </p>
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		<title>Hegseth não descarta uso de força militar contra o Irã e reafirma controle de Estreito de Ormuz</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178203/hegseth-nao-descarta-uso-de-forca-militar-contra-o-ira-e-reafirma-controle-de-estreito-de-ormuz</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira, 24, que o governo do presidente norte-americano Donald Trump não descarta o uso da força militar contra o Irã. Em entrevista a jornalistas, ele apontou que &#8220;de forma alguma estamos descartando o uso de ataques cinéticos em qualquer lugar no Estreito de Ormuz ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou  nesta segunda-feira, 24, que o governo do presidente norte-americano Donald Trump não descarta o uso da força militar contra o Irã. Em entrevista a jornalistas, ele apontou que &#8220;de forma alguma estamos descartando o uso de ataques cinéticos em qualquer lugar no Estreito de Ormuz ou nas proximidades do Irã&#8221;.</p>
<p>O secretário ponderou, contudo, que Teerã não conseguirá suportar a pressão econômica que está sofrendo.</p>
<p>&#8220;Os iranianos sabem que controlamos o Estreito de Ormuz. Eles fizeram uma grande aposta controlando isso, mas não podem. Há grande danos militares à sua marinha. Eles ainda tem algumas capacidades, mas não é nada perto do que era antes. Conseguimos controlar a navegação pelo Estreito permitindo que o petróleo seja escoado&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Buscamos garantir que a única opção para o Irã seja vir à mesa e fale sobre seu programa nuclear, que é o que o presidente está pedindo&#8221;, concluiu. </p>
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		<title>Autoridades iranianas reagem com ceticismo a anúncio de sanções dos EUA a parceiros comerciais</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178185/autoridades-iranianas-reagem-com-ceticismo-a-anuncio-de-sancoes-dos-eua-a-parceiros-comerciais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro de Assuntos Econômicos e Finanças do Irã, Seyed Ali Madanizadeh, afirmou que o país está totalmente preparado para as sanções dos EUA. Em entrevista à mídia estatal Irna, o ministro disse: &#8220;eles não podem cortar as artérias financeiras&#8221;, completando que o &#8220;inimigo americano tentou questionar a existência da República Islâmica do Irã por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Assuntos Econômicos e Finanças do Irã, Seyed Ali Madanizadeh, afirmou que o país está totalmente preparado para as sanções dos EUA. Em entrevista à mídia estatal <i>Irna</i>, o ministro disse: &#8220;eles não podem cortar as artérias financeiras&#8221;, completando que o &#8220;inimigo americano tentou questionar a existência da República Islâmica do Irã por meio de medidas militares&#8221;. </p>
<p>&#8220;O governo tem um plano bienal para os assuntos econômicos do país, e todas as questões foram contempladas nesse plano&#8221;, disse. &#8220;Eles tentaram fazer isso no período de cálculo anterior, mas não conseguiram. Compreendemos perfeitamente o sofrimento da população, entendemos o que significam a inflação, a pressão cambial e a escassez, mas todo o esforço do governo foi para impedir as ações desesperadas do inimigo, que buscava interromper o fluxo financeiro e econômico do país&#8221;. afirmou.</p>
<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que os EUA precisam rever seu tom e abordagem em relação ao Irã, pois intimidação e coerção só irão complicar o processo. A paz e a segurança duradouras na região, bem como uma cooperação mais forte entre os países islâmicos, são essenciais, apontou. Segundo a <i>Press TV</i>, o líder afirmou que o Irã está pronto para cooperar com os países islâmicos e seus vizinhos nas áreas econômica, política e de segurança. &#8220;Esperamos que os esforços diplomáticos do Paquistão contribuam para trazer maior progresso, dignidade e prosperidade à região e ao mundo muçulmano&#8221;, concluiu. </p>
<p>O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, afirmou que &#8220;os americanos sabem que ninguém acredita nas suas fanfarronices, os Estados Unidos não estão em uma situação econômica que lhes permita restringir ainda mais suas relações com outros países&#8221;. Em postagem na rede social X, ele indicou que &#8220;os parceiros comerciais do Irã, tanto na mídia quanto por meio de mensagens enviadas a nós, declararam que não levam essas declarações em consideração em lugar nenhum&#8221;.</p>
<p>O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Brigadeiro-General Mohebbi, prometeu desferir duros golpes contra os interesses vitais dos Estados Unidos e os pontos de estrangulamento energético caso a infraestrutura do Irã seja ameaçada, segundo a <i>PressTV</i>. </p>
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		<title>Governo Trump prende pai de militar que está há nove meses em porta-aviões no Oriente Médio</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178140/governo-trump-prende-pai-de-militar-que-esta-ha-nove-meses-em-porta-avioes-no-oriente-medio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um militar da Marinha dos Estados Unidos, a caminho do território americano após uma longa missão a bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln em apoio à guerra contra o Irã, disse que seu pai havia sido detido pelas autoridades de imigração norte-americanas. &#8220;Estou em missão há mais de nove meses, no mar, no Oriente Médio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um militar da Marinha dos Estados Unidos, a caminho do território americano após uma longa missão a bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln em apoio à guerra contra o Irã, disse que seu pai havia sido detido pelas autoridades de imigração norte-americanas.</p>
<p>&#8220;Estou em missão há mais de nove meses, no mar, no Oriente Médio, a bordo do USS Abraham Lincoln, lutando por um país que me deu tudo&#8221;, escreveu o marinheiro Joshua Aviles no Facebook no último sábado, 22. Ele disse que seu pai, Luis Manuel Aviles, de 48 anos, possuía carteira de motorista, cartão do Seguro Social e permissão para trabalhar nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Fizemos tudo o que era necessário junto ao serviço de imigração para que seu green card fosse aprovado, e agora estamos apenas aguardando&#8221;, escreveu Aviles.</p>
<p>A postagem gerou ampla repercussão, em parte devido a relatos recentes sobre as más condições a bordo do porta-aviões, causadas por dificuldades de abastecimento após a destruição, pelo Irã, de uma base da Marinha dos EUA no Bahrein. Na quinta-feira, 20, o porta-aviões, que se encontrava em situação difícil e havia sido mobilizado para apoiar a guerra no Irã, iniciou sua viagem de volta para San Diego, no estado americano da Califórnia, uma travessia de cerca de 20,9 mil quilômetros.</p>
<p>&#8220;Isso é muito doloroso para mim&#8221;, acrescentou Joshua Aviles. &#8220;Não sei como vou conseguir, mentalmente, continuar trabalhando mais de 12 horas por dia sabendo que meu pai está em algum lugar, possivelmente sendo tratado como um criminoso. O único &#8216;crime&#8217; do meu pai foi vir para este país para dar a mim e aos meus irmãos uma vida melhor.&#8221;</p>
<p>O Departamento de Segurança Interna informou em um comunicado nesta segunda-feira, 24, que agentes da Patrulha de Fronteira prenderam Luis Manuel Aviles Roa no sábado, durante uma abordagem de veículo em Key West, na Flórida. O comunicado afirmou que a agência não sabia quando nem por onde ele havia entrado nos Estados Unidos, mas indicou que ele estava no país ilegalmente.</p>
<p>&#8220;Ele permanecerá sob custódia do ICE enquanto aguarda o processo de deportação&#8221;, dizia o comunicado.</p>
<p>Em sua postagem no Facebook, Joshua Aviles disse que foi notificado no sábado de que seu pai havia sido detido. &#8220;Pai, não sei onde você está agora, mas saiba que estou fazendo tudo o que posso para trazê-lo de volta para casa&#8221;, escreveu ele. &#8220;Eu te amo de todo o coração. Por favor, mantenha-se forte. Estou voltando para casa, pai.&#8221;</p>
<p>A mãe do marinheiro, Argelia Aviles, disse à agência de notícias <i>Associated Press (AP)</i> que o pai de Joshua, um faz-tudo, foi preso depois de sair de casa para levar o carro ao mecânico. Ele mora nos Estados Unidos há 19 anos. &#8220;Ele se dedica exclusivamente ao trabalho para poder colocar comida na mesa em casa. É um bom pai. Ama seus filhos de todo o coração&#8221;, disse Argelia, de 47 anos.</p>
<p>Katherine Delgado, de 28 anos, irmã de Joshua Aviles, disse que Joshua se alistou nas Forças Armadas em parte porque achava que isso aumentaria as chances de seu pai obter a cidadania e para que ele &#8220;não vivesse mais com medo de ser preso&#8221;.</p>
<p>Ela disse que ficar longe de Joshua, a quem ela chama de seu &#8220;melhor amigo&#8221; e seu &#8220;companheiro de todas as horas&#8221;, tem sido devastador.</p>
<p>&#8220;Passei semanas sem saber onde ele estava&#8221;, disse Delgado. Assim que teve notícias dele e soube que ele não estava recebendo comida suficiente, ela contou que gastou centenas de dólares para enviar pacotes com alimentos e produtos de higiene &#8211; alguns dos quais nunca chegaram.</p>
<p>Joshua &#8220;deveria voltar para casa em breve&#8221;, disse Delgado, referindo-se à notícia de que o navio em que seu irmão está será retirado de serviço em breve no Oriente Médio. &#8220;E ele vai voltar para casa sem o pai.&#8221;</p>
<p>A longa missão do filho tem sido um desafio para Luis Aviles, segundo sua esposa Argelia. Ele disse a ela que estava ansioso para que a missão finalmente chegasse ao fim. Quando seis meses se passaram e seu filho não voltou, Aviles ficou desesperado, disse ela. &#8220;Ele estava animado&#8221;, disse Argelia. &#8220;Ele queria abraçar o filho, já que não o via há nove meses.&#8221;</p>
<p><b>EUA têm programa de imigração para pais e cônjuges de militares</b></p>
<p>O comunicado do Departamento de Segurança Interna afirmou que o serviço militar prestado por um parente próximo &#8220;não concede automaticamente liberdade condicional, status legal ou imunidade contra medidas de imigração&#8221;.</p>
<p>Um dos benefícios de imigração mais divulgados pelas Forças Armadas é o &#8220;Parole in Place&#8221;, que permite que cônjuges, filhos e pais de militares na ativa e veteranos obtenham status legal de imigração dentro dos EUA. </p>
<p>Nem todos se qualificam: aqueles que excederam o prazo de validade do visto ou que já solicitaram status legal na fronteira, por exemplo. O programa oferece um caminho acelerado para a residência permanente e os militares devem se inscrever para serem incluídos no programa.</p>
<p>O segundo mandato de Donald Trump tem sido marcado por uma repressão aos imigrantes sem documentos. Uma investigação da AP realizada neste mês revelou que mais de 50 pais e cônjuges de militares na ativa foram detidos durante o segundo mandato de Trump. </p>
<p>Pelo menos seis foram deportados e um se auto-deportou, segundo a reportagem. Uma esposa de um soldado americano que passou mais de um mês em detenção federal de imigração foi retirada de um voo de deportação para o Brasil após a reportagem da <i>AP</i>.</p>
<p>No início deste ano, um juiz de imigração encerrou um processo de deportação contra um pai sem documentos de três fuzileiros navais dos EUA. </p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i></p>
<p><i>*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.</i> </p>
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		<title>Lula e Edorgan combinam criação de conselho entre Brasil e Turquia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178130/lula-e-edorgan-combinam-criacao-de-conselho-entre-brasil-e-turquia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento Indústria Comércio e Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio do Planalto]]></category>
		<category><![CDATA[Turquia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma chamada telefônica nesta segunda-feira (24), o presidente da República brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, combinou, com o presidente da Turquia, Recep Erdogan, a criação...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Em uma chamada telefônica nesta segunda-feira (24), o presidente da República brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, combinou, com o presidente da Turquia, Recep Erdogan, a criação de um Conselho Estratégico, em nível vice-presidencial, para aprofundar as relações entre os dois países.</p>
<p>“O Presidente Lula afirmou que o Brasil tenciona ampliar investimentos na área de defesa e expressou interesse em fomentar parcerias entre empresas brasileiras e turcas nesse setor”, informou, em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).</p>
<p>O Palácio do Planalto afirmou que foi acordado o envio à Turquia de delegação brasileira chefiada pelos ministros da Defesa, José Mucio Monteiro; e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, para tratar do tema.</p>
<p>“Ambos celebraram a recente ratificação, pelos Parlamentos dos dois países, do Acordo de Cooperação em Indústria de Defesa”, acrescentou a nota oficial do Planalto.</p>
<p>Os presidentes Lula e Erdogan também discutiram os conflitos bélicos ao redor do mundo, lamentando a persistências das guerras em curso, “e enfatizaram a importância de intensificar o diálogo para encontrar caminhos para a paz na Ucrânia e no Oriente Médio”.</p>
<p>O presidente turco ainda convidou o presidente Lula a participar da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31), a ser realizada em Antália, cidade do Sul da Turquia, no mês de novembro. “Lula agradeceu e aceitou o convite, expressando expectativa de encontrá-lo em breve”, completou a nota.</p>
<p><h2>Turquia comenta</h2>
<p>Em comunicado, o governo turco afirmou ser um prazer ver o desenvolvimento das relações entre os dois países, destacando que esse aprofundamento bilateral beneficiará o Brasil e a Turquia, em especial, nas áreas de investimento, comércio e indústria de defesa.</p>
<p>“O presidente Erdoğan afirmou acreditar que os dois países poderiam implementar um modelo de cooperação econômica que aumentaria a prosperidade de seus povos, mesmo diante das tendências protecionistas”, afirmou o comunicado do governo da Turquia.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Trump afirma que Xi Jinping visitará a Casa Branca e terá boa recepção</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2178106/trump-afirma-que-xi-jinping-visitara-a-casa-branca-e-tera-boa-recepcao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o presidente da China, Xi Jinping, terá uma &#8220;boa recepção&#8221; durante sua visita à Casa Branca em setembro, daqui a aproximadamente &#8220;duas semanas&#8221;. Apesar do comentário do republicano, a visita oficial de Xi está prevista para a semana de 24 de setembro, daqui a cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o presidente da China, Xi Jinping, terá uma &#8220;boa recepção&#8221; durante sua visita à Casa Branca em setembro, daqui a aproximadamente &#8220;duas semanas&#8221;. Apesar do comentário do republicano, a visita oficial de Xi está prevista para a semana de 24 de setembro, daqui a cerca de um mês.</p>
<p>Os comentários aconteceram a repórteres no período tarde desta segunda-feira, em evento no Rose Garden da Casa Branca. </p>
<p>Na ocasião, Trump comemorou a continuidade das obras no Salão de Baile que, segundo ele, o permitirão receber o líder chinês com a mesma &#8220;grandiosidade&#8221; em que foi recepcionado em Pequim na sua visita em maio.</p>
<p>Durante o evento, o presidente norte-americano criticou políticas de inclusão para pessoas transgênero na educação dos EUA e defendeu reformas realizadas por seu governo no setor, incluindo o desmantelamento do Departamento da Educação norte-americano. </p>
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		<title>Tesouro dos EUA sanciona cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com suspostas ligações com Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou nesta segunda-feira, 24, cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com supostas ligações com o regime iraniano. Entre os indivíduos, a maioria é iraniana e chinesa; já a maior parte das empresas sancionadas está em Hong [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou nesta segunda-feira, 24, cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com supostas ligações com o regime iraniano. Entre os indivíduos, a maioria é iraniana e chinesa; já a maior parte das empresas sancionadas está em Hong Kong, nos Emirados Árabes Unidos e na China continental.</p>
<p>O Tesouro impôs penalidades a qualquer pessoa que opere nos setores de aviação, ativos digitais, ouro, transporte e tecnologia da economia iraniana. Os EUA deram prazo até 8 de setembro para que empresas ou pessoas encerrem negócios com o Irã que haviam sido autorizados no passado. </p>
<p>Além disso, a partir desta segunda e por prazo indefinido, Washington suspendeu certas licenças gerais que envolvem remessas pessoais não comerciais para ou do Irã e atividades educacionais por pessoas dos EUA em países terceiros não autorizados.</p>
<p>Segundo o OFAC, foram removidas também licenças que permitiam laços de países com o Irã em áreas como esporte, educação e eventos. A concessão de bolsas de estudo a estudantes matriculados em universidades iranianas e acordos de intercâmbio também foram suspensos.</p>
<p>Em paralelo, o Departamento do Tesouro também removeu a designação da Síria como &#8220;Estado Patrocinador do Terrorismo&#8221;. </p>
<p>Consequentemente, a Síria não está mais sujeita às proibições sob os regulamentos de sanções de governos da Lista de Terrorismo. Em linha, os EUA revogaram a designação da Frente al-Nusrah como organização terrorista. </p>
<p>O grupo jihadista sunita, fundado em 2012 como filial da Al-Qaeda, foi ativo na guerra civil síria. &#8220;O Tesouro está cumprindo a promessa do presidente Trump de dar ao povo sírio uma chance de grandeza&#8221;, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em comunicado. </p>
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		<title>EUA retiram Síria da lista de países que promovem o terrorismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estados Unidos retiraram nesta segunda-feira, 24, a Síria da lista de países que apoiam o terrorismo internacional, revogando uma classificação de longa data que havia prejudicado severamente os investimentos. O processo começou em julho deste ano, quando o governo notificou o Congresso americano sobre a intenção. Os parlamentares tiveram 45 dias para analisar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos retiraram nesta segunda-feira, 24, a Síria da lista de países que apoiam o terrorismo internacional, revogando uma classificação de longa data que havia prejudicado severamente os investimentos.</p>
<p>O processo começou em julho deste ano, quando o governo notificou o Congresso americano sobre a intenção. Os parlamentares tiveram 45 dias para analisar a revisão da decisão. </p>
<p>O Departamento de Estado dos EUA também revogou a classificação da Frente al-Nusra como organização terrorista global especialmente designada, com o Departamento do Tesouro procedendo ao alívio das sanções.</p>
<p>&#8220;A medida de hoje ajudará a fomentar investimentos adicionais na Síria para promover a estabilidade política e econômica&#8221;, afirmou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em um comunicado.</p>
<p>A Síria estava na lista desde 1979, há mais tempo do que qualquer outra nação. Durante o período, o país foi governado por Hafez Al-Assad e Bashar Al-Assad, pai e filho, até que a ditadura familiar foi derrubada em 2024 após 13 anos de guerra civil no país.</p>
<p>A Síria é atualmente comandada por Ahmed Al-Sharaa, que assumiu o cargo de presidente em dezembro de 2024. Al-Sharaa já fez parte de grupos fundamentalistas islâmicos filiados à Al-Qaeda, mas, desde a vitória na guerra civil, tem tentado demonstrar moderação, prega que a Síria seja um país inclusivo e recebeu apoio de países ocidentais e da Turquia.</p>
<p>Em julho deste ano, Donald Trump teve uma reunião bilateral com Al-Sharaa durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Turquia, da qual o sírio participou como convidado. Após o encontro, Trump fez elogios ao aliado e afirmou que pediria a retirada da Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo.</p>
<p>&#8220;Ele fez um ótimo trabalho. Talvez ele tivesse mencionado isso. É uma boa pergunta. Sim, há algum problema nisso? Acho que devemos (retirar a Síria da lista). Sim, eu vou (retirar). Ele fez um trabalho realmente fantástico como presidente. Ele unificou o país em um período muito curto. Estamos orgulhosos do trabalho que ele está fazendo&#8221;, afirmou Trump, ao descrever Al-Sharaa como uma &#8220;pessoa forte&#8221; que é &#8220;respeitada por todos&#8221;. </p>
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		<title>Bessent diz que Trump ligará pessoalmente para pedir a líderes globais que cortem laços com Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, ligará pessoalmente para pedir a líderes globais que cortem laços econômicos e políticos com o Irã, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira, 24, para anunciar a operação &#8220;Economic Outcast&#8221; &#8211; ou &#8220;Pária Econômico&#8221;, em português. Bessent observou que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, ligará pessoalmente para pedir a líderes globais que cortem laços econômicos e políticos com o Irã, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira, 24, para anunciar a operação &#8220;Economic Outcast&#8221; &#8211; ou &#8220;Pária Econômico&#8221;, em português.</p>
<p>Bessent observou que o republicano já teria começado a fazer algumas ligações no fim de semana e continuará a entrar em contato com países mapeados pelo Tesouro dos EUA por suas &#8220;conexões de apoio&#8221; a Teerã. </p>
<p>&#8220;Os países terceiros não poderão mais dizer que apoiam o Irã sem saber&#8221;, disse, acrescentando que, a partir de agora, os laços econômicos aumentam o risco de sanções secundárias. &#8220;O Irã terá duas escolhas: isolar-se completamente ou voltar à normalidade&#8221;.</p>
<p>A campanha liderada por Bessent busca pressionar Teerã a encerrar rapidamente a guerra no Oriente Médio. &#8220;Queremos asfixiar o regime. Vocês verão uma onda de sanções quando saírem daqui, e o ritmo deve aumentar ainda mais nas próximas semanas&#8221;, afirmou o secretário a repórteres, alegando que já foram dadas &#8220;muitas oportunidades&#8221; para que os iranianos remediassem seu comportamento.</p>
<p>Em paralelo à coletiva, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, em inglês) do Tesouro dos EUA emitiu sanções contra cerca de 50 empresas e 30 indivíduos, além de eliminar permissões para negociações com o Irã em setores como esportes e educação e de ampliar sanções a indivíduos ligados a negociações de ouro, ativos digitais, entre outros. </p>
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		<title>Lula conversou com Erdogan sobre &#8216;temas bilaterais e assuntos globais&#8217;, afirma Secom</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177976/lula-conversou-com-erdogan-sobre-temas-bilaterais-e-assuntos-globais-afirma-secom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou nesta segunda-feira, 24, com o presidente da Turquia, Recep Erdogan, informou o governo brasileiro. Segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) no início da tarde desta segunda-feira, 24, a conversa foi sobre &#8220;temas bilaterais e assuntos globais&#8221;. &#8220;Os dois presidentes acordaram a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou nesta segunda-feira, 24, com o presidente da Turquia, Recep Erdogan, informou o governo brasileiro.</p>
<p>Segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) no início da tarde desta segunda-feira, 24, a conversa foi sobre &#8220;temas bilaterais e assuntos globais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os dois presidentes acordaram a criação de um Conselho Estratégico, em nível de vice-presidentes, para elaborar um mapa do caminho para o aprofundamento das relações bilaterais. Ambos celebraram a recente ratificação, pelos Parlamentos dos dois países, do Acordo de Cooperação em Indústria de Defesa&#8221;, informou a Secom.</p>
<p>O governo brasileiro também afirmou que Lula disse a Erdogan que o Brasil &#8220;tenciona ampliar investimentos na área de defesa e expressou interesse em fomentar parcerias entre empresas brasileiras e turcas nesse setor&#8221;. O petista tem falado cada vez mais em seus discursos públicos sobre sua vontade de ampliar os investimentos nas áreas de defesa.</p>
<p>Lula e Erdogan concordaram com o envio à Turquia de uma delegação brasileira chefiada pelos ministros da Defesa, José Múcio, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, para discutir o assunto.</p>
<p>Os dois presidentes também conversaram sobre os conflitos ao redor do mundo, em especial as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Erdogan ainda convidou Lula para participar da COP 31, em novembro, na Turquia. O petista aceitou o convite.</p>
<p>Diferente de comunicados de outros telefonemas de Lula com chefes de Estado, a Secom não informou quanto tempo durou a ligação entre os dois. Na semana passada, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Lula conversou por cerca de uma hora e 20 minutos. </p>
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		<item>
		<title>Irã anuncia descoberta de mais de 212 bilhões de metros cúbicos de gás</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177964/ira-anuncia-descoberta-de-mais-de-212-bilhoes-de-metros-cubicos-de-gas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Irã descobriu mais de 7,5 trilhões de pés cúbicos (212,4 bilhões de metros cúbicos) de gás em um campo no sul da província de Fars,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O Irã descobriu mais de 7,5 trilhões de pés cúbicos (212,4 bilhões de metros cúbicos) de gás em um campo no sul da província de Fars, segundo o ministro do Petróleo, Mohsen Paknejad, citado pela mídia estatal nesse domingo (23).</p>
<p>Considerando uma taxa de recuperação estimada, Paknejad afirmou que seria possível extrair cerca de 5,7 bilhões de pés cúbicos de gás desse campo.</p>
<p>O Irã estimou sua produção pré-guerra em cerca de 650 milhões de metros cúbicos (mcm) por dia, o que equivale a cerca de 8,4 trilhões de pés cúbicos por ano.</p>
<p>Teerã, que vem realizando reparos em sua infraestrutura energética danificada durante a guerra com Israel e os Estados Unidos, enfrenta agora sanções planejadas pelo governo norte-americano que podem sobrecarregar ainda mais sua economia.</p>
<p>Em julho, uma alta autoridade do governo afirmou que o Irã esperava restaurar cerca de 100 mcm por dia de capacidade de produção de gás natural “nos próximos meses”, depois que greves reduziram a produção em cerca de 230 mcm por dia desde o início da guerra, no final de fevereiro.</p>
<p>Paknejad afirmou que o gás descoberto é “doce”, o que significava que reduziria tanto os custos de desenvolvimento quanto os de operação.</p>
<p>* É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Arábia Saudita confirma ataque dos houthis a navio saudita no Mar Vermelho</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177960/arabia-saudita-confirma-ataque-dos-houthis-a-navio-saudita-no-mar-vermelho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O navio saudita Amzan foi atacado no Mar Vermelho nesta segunda-feira, 24, confirmou a Companhia Nacional Saudita de Transporte Marítimo Bahri, em um comunicado. A empresa acrescentou que todos os membros da tripulação estavam seguros e não houve relatos de feridos. &#8220;A Bahri mantém contato constante com o navio e a coordenação com as autoridades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O navio saudita Amzan foi atacado no Mar Vermelho nesta segunda-feira, 24, confirmou a Companhia Nacional Saudita de Transporte Marítimo Bahri, em um comunicado. A empresa acrescentou que todos os membros da tripulação estavam seguros e não houve relatos de feridos.</p>
<p>&#8220;A Bahri mantém contato constante com o navio e a coordenação com as autoridades competentes e as partes envolvidas no setor marítimo, acompanhando de perto a evolução da situação&#8221;, afirmou o comunicado, que reiterou que as operações da frota operam de acordo com os &#8220;mais altos padrões de segurança e confiabilidade&#8221;.</p>
<p>A confirmação vem após os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, alegarem autoria de um ataque a um navio próximo à cidade portuária de Yanbu, na Arábia Saudita. </p>
<p>Mais cedo, a agência Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, em inglês) informou que um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido a oeste de Yanbu. </p>
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		<item>
		<title>Premiê britânico visita Ucrânia com plano para apoiar a produção de mísseis</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177947/premie-britanico-visita-ucrania-com-plano-para-apoiar-a-producao-de-misseis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, visita a Ucrânia nesta segunda-feira, 24, em sua primeira viagem ao exterior desde que assumiu o cargo. O premiê deve anunciar um plano para Kiev aprimorar a produção nacional de mísseis de longo alcance. Burnham vai presidir em Kiev sua primeira reunião da coalizão dos dispostos, grupo de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, visita a Ucrânia nesta segunda-feira, 24, em sua primeira viagem ao exterior desde que assumiu o cargo. O premiê deve anunciar um plano para Kiev aprimorar a produção nacional de mísseis de longo alcance. </p>
<p>Burnham vai presidir em Kiev sua primeira reunião da coalizão dos dispostos, grupo de países que apoia a Ucrânia. O primeiro-ministro vai receber uma premiação pelo apoio do Reino Unido.</p>
<p>A visita do primeiro-ministro britânico ocorre algumas semanas depois de receber o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, no Reino Unido em julho, como seu primeiro convidado internacional. </p>
<p>Em visita ao país no Dia da Independência, Burnham dirá ao povo ucraniano que o Reino Unido apoia incondicionalmente a independência da Ucrânia e que as ameaças da Rússia apenas reforçam a determinação do Reino Unido.</p>
<p>O primeiro-ministro deverá anunciar que o governo britânico concordou que a empresa de defesa MBDA compartilhará informações confidenciais sobre componentes britânicos para o míssil de longo alcance SCALP.</p>
<p>O míssil é a versão francesa do Storm Shadow britânico, sendo que ambos utilizam tecnologia franco-britânica em comum.</p>
<p>A medida surge na sequência do Reino Unido ter sido o primeiro país a doar armas de ataque de longo alcance para fins defensivos à Ucrânia em 2023 e permitirá que franceses e ucranianos avancem com a montagem do míssil na Ucrânia.</p>
<p>&#8220;No 35º aniversário da independência da Ucrânia, o povo ucraniano não deve ter dúvidas: o Reino Unido está ao seu lado hoje e pelo tempo que for necessário. Tenho orgulho da contribuição que nosso país deu à Ucrânia e quero que o povo ucraniano ouça diretamente de mim que nosso apoio não vacilará. Afinal, a segurança da Ucrânia é a nossa segurança&#8221;, diz Burnham ao site oficial do governo britânico. </p>
<p>Durante sua estadia em Kiev, o primeiro-ministro participará das comemorações do Dia da Independência e copresidirá sua primeira reunião da Coalizão dos Dispostos para discutir como o Reino Unido pode continuar apoiando a Ucrânia contra a invasão da Rússia. </p>
<p>O Reino Unido tem sido um dos principais parceiros da Ucrânia desde o início da invasão em grande escala da Rússia, fornecendo uma série de apoios militares, econômicos e diplomáticos, alicerçados na Parceria de 100 Anos entre o Reino Unido e a Ucrânia.</p>
<p>Isso inclui liderar os esforços para garantir a segurança de longo prazo da Ucrânia ao lado da França, como copresidentes da Coalizão dos Dispostos, e comprometer-se com um financiamento de 25 bilhões de libras, incluindo 16 bilhões de libras em assistência militar e 5,6 bilhões de libras em apoio não militar.</p>
<p><b>Ataques de drones da Ucrânia</b></p>
<p>O anúncio do apoio militar do Reino Unido ocorre no dia em que quatro centros logísticos da Ozon, segunda maior varejista online da Rússia, no sul do país, foram alvo de ataques de drones ucranianos.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo informou nesta segunda-feira que suas forças interceptaram e destruíram 351 drones ucranianos durante a noite em diversas regiões. </p>
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		<title>Trump diz que Irã &#8216;está em colapso&#8217; horas antes de anúncio de sanções econômicas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177944/trump-diz-que-ira-esta-em-colapso-horas-antes-de-anuncio-de-sancoes-economicas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O IRÃ ESTÁ TOTALMENTE EM COLAPSO!!!&#8221;, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social nesta segunda-feira, 24. Também nesta segunda, o rial, moeda iraniana, caiu para 2,02 milhões por dólar americano &#8211; mínima recorde &#8211; na abertura do mercado cambial. A taxa oficial do Banco Central do Irã estava em torno de 1,5 milhão de riais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O IRÃ ESTÁ TOTALMENTE EM COLAPSO!!!&#8221;, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social nesta segunda-feira, 24. Também nesta segunda, o rial, moeda iraniana, caiu para 2,02 milhões por dólar americano &#8211; mínima recorde &#8211; na abertura do mercado cambial. A taxa oficial do Banco Central do Irã estava em torno de 1,5 milhão de riais por dólar, mas a taxa de mercado é a que a maioria dos iranianos paga.</p>
<p>A moeda já estava sob pressão antes do ataque dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro , visto que o Irã enfrentava inflação de dois dígitos e crescimento negativo, mas atingiu repetidamente novas mínimas à medida que quase seis meses de guerra cobraram um preço ainda maior.</p>
<p>Os iranianos consideram os produtos básicos do dia a dia cada vez mais caros. Desde o início da guerra, o preço do arroz subiu cerca de 60% e o da carne bovina, mais de 150%. O Fundo Monetário Internacional prevê uma contração do PIB superior a 5%.</p>
<p>Ainda assim, a pressão econômica ainda não se traduziu em pressão política. O Irã mantém uma importante vantagem estratégica : seus ataques e ameaças a navios no Estreito de Ormuz praticamente paralisaram o tráfego nessa via navegável vital, prejudicando a economia mundial e aumentando a pressão sobre o presidente dos EUA, Donald Trump, às vésperas das eleições para o Congresso.</p>
<p>Como resultado, a guerra degenerou em uma disputa pelo controle do estreito, por onde transitava um quinto do petróleo comercializado no mundo antes do conflito. O Irã agora se recusa a reabri-lo completamente, a menos que possa cobrar dos navios.</p>
<p>O Irã e Omã, que fica do outro lado do estreito, estão, segundo relatos, na fase final de um acordo para a gestão conjunta da hidrovia. O ministro das Relações Exteriores de Omã deve visitar o Irã na terça-feira.</p>
<p>Na tentativa de romper o impasse, o governo Trump prometeu que sanções ainda mais severas do que as já em vigor seriam anunciadas na segunda-feira, incluindo sanções secundárias contra países que continuam a fazer negócios com o Irã.</p>
<p>&#8220;O presidente Trump devastou a economia do Irã a tal ponto que o rial nunca esteve tão fraco e a inflação raramente esteve tão alta&#8221;, escreveu o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em um artigo de opinião publicado no domingo no Financial Times. &#8220;O último refúgio do regime agora reside na autoilusão de nações temerosas que ainda acreditam que a conivência com a agressão pode garantir uma paz duradoura.&#8221;</p>
<p>Já na semana passada, os Emirados Árabes Unidos anunciaram a suspensão de todas as relações comerciais com o Irã. Os Emirados Árabes Unidos são há muito tempo um dos maiores parceiros comerciais do Irã e sua principal fonte de importações.</p>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, disse a repórteres em Teerã, na segunda-feira, que &#8220;qualquer escalada dessa situação certamente trará consequências&#8221;. &#8220;Não estamos de mãos atadas&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Paquistão, que desempenhou um papel fundamental na intermediação de um cessar-fogo de 60 dias em junho, enviou uma delegação de alto nível ao Irã na segunda-feira para discutir o fim da guerra, informou o exército.</p>
<p>No centro de Teerã, Sadegh Mahmoudi, de 73 anos, não tinha esperança de uma solução. Ele se juntou a uma fila de cerca de doze pessoas para comprar dólares americanos com suas economias restantes, a fim de se proteger contra novas quedas. &#8220;Não há esperança de um acordo e de paz&#8221;, disse ele. (Com agências internacionais). </p>
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		<title>Legisladores do Japão visitam China para reparar laços após comentário de Takaichi sobre Taiwan</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177941/legisladores-do-japao-visitam-china-para-reparar-lacos-apos-comentario-de-takaichi-sobre-taiwan</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo multipartidário de legisladores japoneses foi a Pequim nesta segunda-feira (24) buscando reparar laços tensos após o comentário da primeira-ministra Sanae Takaichi sobre Taiwan que irritou a China e levou a tensões que se espalharam para a economia. O grupo, que inclui Gaku Hashimoto, um legislador do governante Partido Liberal Democrata (PLD) de Takaichi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo multipartidário de legisladores japoneses foi a Pequim nesta segunda-feira (24) buscando reparar laços tensos após o comentário da primeira-ministra Sanae Takaichi sobre Taiwan que irritou a China e levou a tensões que se espalharam para a economia.</p>
<p>O grupo, que inclui Gaku Hashimoto, um legislador do governante Partido Liberal Democrata (PLD) de Takaichi e ex-vice-ministro da saúde e bem-estar, e um legislador de cada um dos partidos de oposição Komeito e Aliança de Reforma Centrista, se reunirá com oficiais do Partido Comunista Chinês (PCC) durante uma visita até quinta-feira.</p>
<p>&#8220;A comunicação foi cortada em todas as áreas e estamos começando a ver seu impacto&#8221;, disse Shinichi Isa, porta-voz do partido CRA, a repórteres antes de deixar o aeroporto Haneda de Tóquio. &#8220;Espero que possamos de alguma forma encontrar uma pista para reiniciar um diálogo&#8221;.</p>
<p>Logo após assumir o cargo, Takaichi disse que um ataque chinês a Taiwan poderia constituir &#8220;uma situação ameaçadora à sobrevivência&#8221; para o Japão que justificaria o uso da força, enfurecendo Pequim.</p>
<p>Isa, que atuou como diplomata na Embaixada do Japão na China, escreveu no X no início deste mês que os laços bilaterais afundaram para seu pior nível desde a normalização das relações em 1972. Ele escreveu que os oficiais sempre mantiveram comunicação mesmo durante baixas anteriores: &#8220;Agora todos os canais entre oficiais e ministérios foram cortados&#8221;.</p>
<p>A situação não está no interesse nacional de nenhum dos lados, disse Isa na época, e o lado chinês aceitou um pedido de legisladores japoneses por uma &#8220;janela para diálogo&#8221;.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores da China na última sexta-feira observou que &#8220;algumas pessoas de visão dos partidos governantes e de oposição do Japão&#8221; estão preocupadas com o estado das relações China-Japão e esperam fazer esforços para colocá-las de volta nos trilhos. &#8220;Instamos aqueles que dirigem o governo japonês a levarem essas vozes a sério e tomarem ações concretas para criar as condições necessárias para trocas normais entre os dois países&#8221;.</p>
<p>O comentário de Takaichi cruzou o que a China considera uma linha vermelha em suas relações com outros países sobre Taiwan, que é uma ilha autônoma que Pequim reivindica como seu território.</p>
<p>Takaichi não retirou seu comentário, mas ao marcar a rendição do Japão na Segunda Guerra Mundial em 15 de agosto, ela orou remotamente em vez de visitar o controverso Santuário Yasukuni, visto pela China e pela Coreia do Sul como uma falta de remorso pelo militarismo e atrocidades do Japão durante a guerra. Fonte: Associated Press.</p>
<p>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do <i>Broadcast</i>, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. </p>
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		<title>Indonésia: número de mortos no terremoto chega a 100</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177903/indonesia-numero-de-mortos-no-terremoto-chega-a-100</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 14:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos no terremoto que atingiu o leste da Indonésia no último dia 15 chegou a 100 nesta segunda-feira (24), informou o chefe da Agência de Gestão...</p>
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<p>O número de mortos no terremoto que atingiu o leste da Indonésia no último dia 15 chegou a 100 nesta segunda-feira (24), informou o chefe da Agência de Gestão de Desastres, enquanto as operações de socorro continuam pelo décimo dia consecutivo.</p>
<p>O terremoto de magnitude 7,7 sacudiu a província de Nusa Tenggara Oriental, seguido por milhares de réplicas, danificando mais de 73 mil casas e forçando a retirada de cerca de 180 mil pessoas.</p>
<p>O número de mortos chegou a 100 à medida que mais pessoas em tratamento não resistiram aos ferimentos, disse o chefe da agência de desastres, Suharyanto, em entrevista coletiva, acrescentando que mais de 1.600 pessoas ficaram feridas.</p>
<p>As autoridades distribuem ajuda humanitária por meio de helicópteros, caminhões e motos, de acordo com Suharyanto.</p>
<p>O terremoto foi o mais mortal da Indonésia desde 2022, quando outro, de magnitude 5,6, matou centenas de pessoas em Java Ocidental.</p>
<p>A Indonésia, um arquipélago com 290 milhões de habitantes, está localizada no “Anel de Fogo do Pacífico”, uma área sismicamente ativa onde as placas tectônicas se encontram e terremotos e erupções vulcânicas são frequentes.</p>
<p>* É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>Indonésia: número de mortos no terremoto chega a 100 mil</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177831/indonesia-numero-de-mortos-no-terremoto-chega-a-100-mil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos no terremoto que atingiu o leste da Indonésia no último dia 15 chegou a 100 nesta segunda-feira (24), informou o chefe da Agência de Gestão...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O número de mortos no terremoto que atingiu o leste da Indonésia no último dia 15 chegou a 100 nesta segunda-feira (24), informou o chefe da Agência de Gestão de Desastres, enquanto as operações de socorro continuam pelo décimo dia consecutivo.</p>
<p>O terremoto de magnitude 7,7 sacudiu a província de Nusa Tenggara Oriental, seguido por milhares de réplicas, danificando mais de 73 mil casas e forçando a retirada de cerca de 180 mil pessoas.</p>
<p>O número de mortos chegou a 100 à medida que mais pessoas em tratamento não resistiram aos ferimentos, disse o chefe da agência de desastres, Suharyanto, em entrevista coletiva, acrescentando que mais de 1.600 pessoas ficaram feridas.</p>
<p>As autoridades distribuem ajuda humanitária por meio de helicópteros, caminhões e motos, de acordo com Suharyanto.</p>
<p>O terremoto foi o mais mortal da Indonésia desde 2022, quando outro, de magnitude 5,6, matou centenas de pessoas em Java Ocidental.</p>
<p>A Indonésia, um arquipélago com 290 milhões de habitantes, está localizada no “Anel de Fogo do Pacífico”, uma área sismicamente ativa onde as placas tectônicas se encontram e terremotos e erupções vulcânicas são frequentes.</p>
<p>* É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177831/indonesia-numero-de-mortos-no-terremoto-chega-a-100-mil">Indonésia: número de mortos no terremoto chega a 100 mil</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ataque americano contra suposta embarcação de drogas no Pacífico deixa dois mortos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177800/ataque-americano-contra-suposta-embarcacao-de-drogas-no-pacifico-deixa-dois-mortos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Exército dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira, 24, que atacou uma suposta embarcação utilizada para tráfico de drogas no Oceano Pacífico. Duas pessoas foram mortas na ação militar. O Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) afirmou em uma publicação no X que o ataque, executado no domingo, 23, teve como alvo uma embarcação &#8220;que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira, 24, que atacou uma suposta embarcação utilizada para tráfico de drogas no Oceano Pacífico. Duas pessoas foram mortas na ação militar. </p>
<p>O Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) afirmou em uma publicação no X que o ataque, executado no domingo, 23, teve como alvo uma embarcação &#8220;que operava ao longo de rotas de narcotráfico estabelecidas no Pacífico oriental&#8221;.</p>
<p>&#8220;Informações de inteligência confirmadas revelaram a participação ativa da embarcação no narcotráfico&#8221;, acrescenta a nota. </p>
<p>&#8220;Esta operação é uma recordação clara e contundente de que o SOUTHCOM está levando a luta diretamente aos cartéis&#8221;, completou o Comando Sul.</p>
<p>As imagens em preto e branco que acompanham a publicação mostram uma embarcação avançando no mar antes de uma grande explosão. De acordo com um levantamento da agência de notícias <i>AFP</i>, mais de 200 pessoas morreram em ataques no Pacífico Oriental e no Mar do Caribe desde o início da operação.</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que Washington está, na prática, em guerra contra os cartéis de drogas que operam a partir da América Latina.</p>
<p>O governo Trump não apresentou provas conclusivas de que as embarcações atacadas têm envolvimento com o tráfico de drogas. Analistas jurídicos e organizações de direitos humanos afirmam que os ataques podem constituir execuções extrajudiciais.</p>
<p>&#8220;Deixem-me ser claro, não permitiremos que narcoterroristas operem com impunidade no Hemisfério Ocidental, nem permitiremos que seu veneno mortal alcance as comunidades americanas. Esta operação é uma poderosa demonstração de nossa precisão letal, capacidade esmagadora e resolução absoluta para proteger a pátria dos EUA,&#8221; disse o General Francis L. Donovan, comandante do Comando Sul dos Estados Unidos. </p>
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		<item>
		<title>Irã adverte contra cooperação de países com os EUA e promete combater sanções econômicas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177724/ira-adverte-contra-cooperacao-de-paises-com-os-eua-e-promete-combater-sancoes-economicas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou nesta segunda-feira (24) que &#8220;qualquer cumplicidade&#8221; em ajudar os Estados Unidos a executar seu bloqueio econômico contra a República Islâmica &#8220;certamente terá consequências&#8221;, e enfatizou que a campanha de pressão econômica de Washington fracassará. Em coletiva de imprensa, Baghaei disse que Teerã atacará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou nesta segunda-feira (24) que &#8220;qualquer cumplicidade&#8221; em ajudar os Estados Unidos a executar seu bloqueio econômico contra a República Islâmica &#8220;certamente terá consequências&#8221;, e enfatizou que a campanha de pressão econômica de Washington fracassará.</p>
<p>Em coletiva de imprensa, Baghaei disse que Teerã atacará bases americanas em países europeus caso a União Europeia participe de agressões contra o Irã. Ele também afirmou que a visita do ministro das Relações Exteriores de Omã ao país não está relacionada à do chefe do Exército do Paquistão, ressaltando que as duas agendas apenas coincidiram no tempo.</p>
<p>As ameaças de retaliação ocorrem no momento em que o governo Trump se prepara para anunciar novas sanções que, segundo autoridades americanas, serão um &#8220;Dia D econômico&#8221;.</p>
<p><b>Moeda desvaloriza</b></p>
<p>A moeda do Irã renovou a mínima recorde nesta segunda-feira, enquanto Washington se prepara para anunciar novas sanções que, segundo autoridades americanas, serão um &#8220;Dia D econômico&#8221; e devem ampliar a pressão sobre uma economia já castigada por medidas anteriores e por um bloqueio naval dos EUA.</p>
<p>O rial caiu para 2,02 milhões por dólar na abertura das negociações em mercados informais de câmbio. A cotação oficial do Banco Central do Irã estava em cerca de 1,5 milhão de riais por dólar, mas é a taxa informal que a maioria dos iranianos paga.</p>
<p>A moeda já vinha sob pressão antes do ataque de EUA e Israel ao Irã, em 28 de fevereiro, em um cenário de inflação de dois dígitos e crescimento negativo. Desde então, vem renovando sucessivas mínimas históricas, à medida que quase seis meses de guerra cobram um custo ainda maior.</p>
<p>Apesar disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, não conseguiu obter concessões do Irã, que mantém forte controle sobre a navegação no Estreito de Ormuz, a via estratégica por onde, antes do início da guerra, transitava livremente um quinto do petróleo negociado no mundo. Durante o conflito, ataques e ameaças iranianas têm prejudicado severamente esse fluxo.</p>
<p>Irã e Omã, país do outro lado do estreito, estariam nas etapas finais de um acordo para um plano de gestão conjunta da hidrovia. Segundo autoridades regionais, a proposta incluiria a entrada de navios no Golfo Pérsico por uma rota sob controle iraniano e a saída por uma rota controlada por Omã.</p>
<p>Trump tem sido duro com Omã, aliado dos EUA, e chegou a ameaçar bombardear o país se ele &#8220;atrapalhar&#8221;.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores de Omã deverá visitar o Irã na terça-feira para novas conversas.</p>
<p>Na tentativa de romper o impasse com o Irã, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, prometeu anunciar sanções ainda mais duras do que as já em vigor, incluindo sanções secundárias contra países que continuem a fazer negócios com o Irã.</p>
<p>&#8220;O presidente Trump devastou a economia do Irã a um ponto em que o rial nunca esteve tão fraco e a inflação raramente foi tão alta&#8221;, escreveu Bessent no domingo, em artigo de opinião no <i>Financial Times</i>. &#8220;O último refúgio do regime agora está no autoengano de nações temerosas que ainda acreditam que acomodar a agressão pode garantir uma paz duradoura.&#8221;</p>
<p>Na semana passada, os Emirados Árabes Unidos anunciaram que vão suspender todo o comércio com o Irã. Trump havia telefonado para o líder do país, o xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan, no dia anterior ao anúncio.</p>
<p>Os Emirados são, há muito, um dos maiores parceiros comerciais do Irã e sua principal fonte de importações, além de um importante centro de reexportação e financeiro para empresas iranianas.</p>
<p>Após as declarações de Bessent, Mohsen Rezaei, líder linha-dura do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, disse, em publicação no X, que o apoio de qualquer país a novas medidas econômicas americanas seria visto como um &#8220;ato de guerra&#8221;. Fonte: Associated Press.</p>
<p>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do <i>Broadcast</i>, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177724/ira-adverte-contra-cooperacao-de-paises-com-os-eua-e-promete-combater-sancoes-economicas">Irã adverte contra cooperação de países com os EUA e promete combater sanções econômicas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministro de Omã visitará o Irã na terça-feira, 25, para discutir &#8216;questões regionais&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177627/ministro-de-oma-visitara-o-ira-na-terca-feira-25-para-discutir-questoes-regionais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2177627/ministro-de-oma-visitara-o-ira-na-terca-feira-25-para-discutir-questoes-regionais</guid>

					<description><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou nesta segunda-feira (24) que o ministro das Relações Exteriores de Omã, Sayyid Badr bin Hamad Al-Busaidi, visitará Teerã na terça-feira, 25, para &#8220;discutir questões bilaterais e regionais&#8221; com o chanceler iraniano, Abbas Araghchi. A visita deve ter como pauta principal a navegação no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177627/ministro-de-oma-visitara-o-ira-na-terca-feira-25-para-discutir-questoes-regionais">Ministro de Omã visitará o Irã na terça-feira, 25, para discutir &#8216;questões regionais&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou nesta segunda-feira (24) que o ministro das Relações Exteriores de Omã, Sayyid Badr bin Hamad Al-Busaidi, visitará Teerã na terça-feira, 25, para &#8220;discutir questões bilaterais e regionais&#8221; com o chanceler iraniano, Abbas Araghchi. A visita deve ter como pauta principal a navegação no Estreito de Ormuz, em meio às negociações entre os países vizinhos em torno de um acordo sobre a passagem marítima. No fim de semana, Araghchi e Al-Busaidi conversaram por telefone sobre o assunto. </p>
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		<title>Autoridade iraniana afirma que apoiar novas sanções dos EUA contra o Irã seria &#8216;ato de guerra&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177529/autoridade-iraniana-afirma-que-apoiar-novas-sancoes-dos-eua-contra-o-ira-seria-ato-de-guerra</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou neste domingo, 23, que Teerã consideraria o apoio de qualquer país às novas medidas econômicas dos Estados Unidos contra o Irã um &#8220;ato de guerra&#8221;, em uma advertência divulgada pela mídia estatal iraniana. A declaração ocorre antes do anúncio, previsto para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou neste domingo, 23, que Teerã consideraria o apoio de qualquer país às novas medidas econômicas dos Estados Unidos contra o Irã um &#8220;ato de guerra&#8221;, em uma advertência divulgada pela mídia estatal iraniana. A declaração ocorre antes do anúncio, previsto para a segunda-feira, 24, de novas sanções por parte do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, após Washington prometer impor um nível &#8220;sem precedentes&#8221; de guerra econômica e isolamento ao país, que vive sob sanções há décadas.</p>
<p>Um dia antes, Rezaei havia ampliado publicamente o tom das ameaças em entrevista à televisão estatal, exibida no fim da noite de sábado. &#8220;Se Trump quiser fazer alguma coisa, responderemos com força sísmica&#8221;, disse, acrescentando que o Irã atacaria outras rotas de transporte de petróleo que saem do Golfo Pérsico, alternativas ao Estreito de Ormuz. </p>
<p>Mais cedo no domingo, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, havia defedindo o memorando de entendimento assinado em meados de junho com os Estados Unidos, dizendo que o documento seria a melhor forma de o país sair da situação de &#8220;nem guerra nem paz&#8221;. </p>
<p>Em discurso transmitido pela agência estatal <i>IRNA</i>, ele afirmou que &#8220;não há uma única cláusula neste acordo que represente uma capitulação&#8221; e disse que &#8220;o Líder Supremo define as políticas e nós seguiremos esse caminho&#8221;. </p>
<p>Segundo Pezeshkian, Teerã não conseguiu atrair investimentos quase seis meses após o início do conflito. O acordo provisório abriu um período de 60 dias para negociações com o objetivo de encerrar o conflito e chegar a um entendimento sobre o programa nuclear iraniano, mas o prazo terminou na semana passada sem sinal de compromisso ou prorrogação.</p>
<p>No Estreito de Ormuz, uma coalizão multinacional supervisionada pela Marinha dos EUA informou que não houve ataques confirmados nas últimas 48 horas e que o tráfego marítimo permaneceu em níveis reduzidos. Os militares norte-americanos disseram que o bloqueio a portos iranianos desviou 70 embarcações comerciais e impediu a atracação de três até domingo. </p>
<p>Já a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico, recentemente estabelecida pelo Irã e sancionada pelos Estados Unidos, divulgou uma lista com dezenas de navios que, segundo ela, violaram acordos para transitar pela região e poderão enfrentar restrições futuras, como multas ou apreensões. </p>
<p>O texto afirma que o estreito era uma rota marítima internacional crucial antes dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro e acrescenta que Irã e Omã estão discutindo a gestão da passagem, o que provavelmente incluirá a cobrança de pedágio para navios.</p>
<p>Também para a segunda-feira está prevista a visita a Teerã do chefe do exército paquistanês, marechal de campo Asim Munir, que liderará uma delegação oficial, segundo a televisão estatal iraniana, citando o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei. </p>
<p>De acordo com dois funcionários regionais, a viagem integra esforços de Islamabad para reduzir as tensões entre EUA e Irã e incentivar os dois países a retomar as negociações. Fonte: <i>Associated Press.</i></p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Israel faz novo bombardeio em Gaza e ameaça Hamas de intensificar ofensiva</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177506/israel-faz-novo-bombardeio-em-gaza-e-ameaca-hamas-de-intensificar-ofensiva</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 23:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao menos três pessoas morreram neste domingo, 23, em bombardeios de Israel em Gaza, incluindo uma criança de quatro anos, afirmou a Defesa Civil palestina após o ataque. O governo israelense ainda advertiu o grupo terrorista Hamas que vai intensificar a ofensiva caso continuem com lançamentos de drones, pipas balões contra seu território. O exército [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao menos três pessoas morreram neste domingo, 23, em bombardeios de Israel em Gaza, incluindo uma criança de quatro anos, afirmou a Defesa Civil palestina após o ataque. O governo israelense ainda advertiu o grupo terrorista Hamas que vai intensificar a ofensiva caso continuem com lançamentos de drones, pipas balões contra seu território. O exército de Israel afirmou à agência de notícias <i>AFP</i> que o alvo do ataque era um &#8220;terrorista&#8221;. </p>
<p>Os meios de comunicação israelenses informaram que no sábado, 22, foram encontradas quatro pipas em comunidades próximas à fronteira com Gaza e que o exército derrubou uma no domingo, o que eleva o número total recuperado nos últimos dias para dez. </p>
<p>Segundo os relatórios, o exército israelense acredita que o Hamas está por trás dos lançamentos, que não carregavam explosivos, e que talvez esteja testando Israel. O movimento palestino negou estar envolvido.</p>
<p>Bassem Naim, membro do escritório político do Hamas, afirmou em comunicado que as pipas foram &#8220;lançadas de Gaza por crianças que buscam sua infância inocente entre os escombros&#8221;. </p>
<p>Em outro comunicado, o grupo acusou Israel de usar as pipas como &#8220;pretexto&#8221; para os ataques aéreos deste domingo. </p>
<p>O cessar-fogo que vigora desde outubro reduziu a violência e as mortes em Gaza, mas sem que haja uma interrupção definitiva das hostilidades. </p>
<p>Desde o início da trégua, as operações israelenses em Gaza provocaram a morte de 1.286 pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, que também opera sob a autoridade do Hamas e cujas cifras são consideradas confiáveis pela Organização das Nações Unidas (ONU). </p>
<p>Por sua vez, o exército israelense relatou cinco soldados e um prestador de serviços civil mortos neste mesmo período. </p>
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		<title>Presidente do Irã defende memorando dos EUA como melhor saída para impasse da guerra</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177287/presidente-do-ira-defende-memorando-dos-eua-como-melhor-saida-para-impasse-da-guerra</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 17:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, defendeu o memorando de entendimento com os Estados Unidos como a melhor saída para o impasse da guerra. Em discurso publicado pela agência estatal Irna neste domingo, 23, o presidente disse que membros do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã acreditavam que o memorando representava o melhor acordo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, defendeu o memorando de entendimento com os Estados Unidos como a melhor saída para o impasse da guerra. Em discurso publicado pela agência estatal Irna neste domingo, 23, o presidente disse que membros do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã acreditavam que o memorando representava o melhor acordo possível, com base no que descreveu como &#8220;dignidade, sabedoria e interesse nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não há uma única cláusula neste acordo que equivalha a capitulação&#8221;, disse Pezeshkian. &#8220;O líder supremo define as políticas, e nós seguiremos esse caminho.&#8221;</p>
<p>O acordo conhecido como Memorando de Entendimento, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou em junho, estabeleceu um prazo de 60 dias para encerrar a guerra com o Irã e chegar a um entendimento sobre o programa nuclear do país. Esse período terminou na semana passada, mas os dois lados continuam muito distantes, sem sinais de compromisso na questão crucial da reabertura do Estreito de Hormuz, vital para o transporte marítimo global.</p>
<p>Embora tenha enfatizado que Teerã não pretendia recuar diante de seus adversários, Pezeshkian também vinculou o acordo às perspectivas econômicas do Irã, dizendo que o país não consegue atrair investimentos nesta fase de estagnação.</p>
<p>&#8220;Capital e dinheiro são extremamente sensíveis ao risco&#8221;, afirmou. &#8220;Precisamos remover esse risco do país.&#8221;</p>
<p>Quase seis meses após o início da guerra com os Estados Unidos e Israel, a economia iraniana está sofrendo com as sanções e o bloqueio naval.</p>
<p><b>Sanções econômicas</b></p>
<p>Por outro lado, o novo chefe linha-dura do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã alertou os vizinhos de Teerã contra a adesão ao novo esforço dos EUA para prejudicar a economia iraniana.</p>
<p>&#8220;Se (Trump) quiser fazer alguma coisa, retaliaremos de forma devastadora&#8221;, disse Mohsen Rezaei em entrevista à emissora estatal que foi ao ar no sábado.</p>
<p>Rezaei foi nomeado este mês como parte de uma série de nomeações de alto escalão amplamente vistas como um endurecimento da postura política e militar de Teerã. Sua entrevista à IRIB é sua declaração pública mais extensa desde então.</p>
<p>Ele afirmou que o Irã atacaria as rotas de transporte de petróleo que saem do Golfo Pérsico &#8211; alternativas ao Estreito de Ormuz &#8211; caso os países vizinhos se juntassem ao que ele descreveu como a guerra econômica contra o Irã.</p>
<p>Na última semana, Trump prometeu aumentar o sofrimento do Irã impondo um nível &#8220;sem precedentes&#8221; de guerra econômica e isolamento. O país vive sob sanções há anos. </p>
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		<title>Japão é atingido por terremoto que deixa ao menos dez pessoas feridas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177270/japao-e-atingido-por-terremoto-que-deixa-ao-menos-dez-pessoas-feridas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 16:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um forte terremoto atingiu o Japão na madrugada de domingo (23), com epicentro ao norte de Tóquio, de acordo com a NHK, organização de mídia pública...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Um forte terremoto atingiu o Japão na madrugada de domingo (23), com epicentro ao norte de Tóquio, de acordo com a NHK, organização de mídia pública do Japão. A agência informa ainda que o tremor teria deixado ao menos dez pessoas feridas. </p>
<p>Segundo a Agência de Meteorologia do Japão (JMA), não há ameaça de tsunami. O terremoto de magnitude 5,9 teve seu epicentro no sul da província de Ibaraki.</p>
<p>O tremor, conforme a NHK, teve intensidade de 5 fraco na escala japonesa de 0 a 7 nas províncias de Ibaraki, Saitama e Chiba, bem como na capital Tóquio, com foco estimado a 68 quilômetros de profundidade.  </p>
<p>A JMA informou que, durante o terremoto, foram registradas ondas sísmicas que poderiam causar oscilações em prédios altos na região de Tóquio.  </p>
<p>Operadores da usina nuclear Tokai No.2 na província de Ibaraki, e da usina nuclear de Fukushima 1, declararam que não há relatos de anomalias em suas instalações. Eles informam que os níveis de radiação ao redor das usinas permanecem inalterados.</p>
<p> </p>
<p>*Com informações da NHK </p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>Comediante é investigado por alterar canção na China</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177205/comediante-e-investigado-por-alterar-cancao-na-china</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 10:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos comediantes mais conhecidos da China, Guo Degang, está sendo investigado e teve espetáculos cancelados após alterar a letra de uma canção revolucionária numa apresentação. Esse é mais um passo no endurecimento da censura sobre setores de entretenimento e artes no país. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos comediantes mais conhecidos da China, Guo Degang, está sendo investigado e teve espetáculos cancelados após alterar a letra de uma canção revolucionária numa apresentação. </p>
<p>Esse é mais um passo no endurecimento da censura sobre setores de entretenimento e artes no país.</p>
<p> As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b> </p>
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		<item>
		<title>Pentágono demite jornalistas por críticas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177193/pentagono-demite-jornalistas-por-criticas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 10:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pentágono demitiu na sexta-feira o editor-chefe e uma repórter do Stars and Stripes por insubordinação, após os dois se manifestarem contra qualquer interferência do Departamento de Defesa no veículo jornalístico voltado às Forças Armadas e de longa tradição de independência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177193/pentagono-demite-jornalistas-por-criticas">Pentágono demite jornalistas por críticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pentágono demitiu na sexta-feira o editor-chefe e uma repórter do <i>Stars and Stripes</i> por insubordinação, após os dois se manifestarem contra qualquer interferência do Departamento de Defesa no veículo jornalístico voltado às Forças Armadas e de longa tradição de independência.</p>
<p> As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b> </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177193/pentagono-demite-jornalistas-por-criticas">Pentágono demite jornalistas por críticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>Presidente do Irã diz que país precisa decidir sair de situação de &#8216;nem guerra, nem paz&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177130/presidente-do-ira-diz-que-pais-precisa-decidir-sair-de-situacao-de-nem-guerra-nem-paz</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 00:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2177130/presidente-do-ira-diz-que-pais-precisa-decidir-sair-de-situacao-de-nem-guerra-nem-paz</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse neste sábado, 22, que o país precisa decidir se salvar de uma situação de nem &#8220;guerra nem paz&#8221;. &#8220;Nós assinamos o memorando de entendimento porque acreditamos que não podemos alcançar nada por meio da guerra&#8221;, afirmou em um discurso para marcar o Dia dos Médicos, segundo a agência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse neste sábado, 22, que o país precisa decidir se salvar de uma situação de nem &#8220;guerra nem paz&#8221;. &#8220;Nós assinamos o memorando de entendimento porque acreditamos que não podemos alcançar nada por meio da guerra&#8221;, afirmou em um discurso para marcar o Dia dos Médicos, segundo a agência de notícias <i>IRNA</i>.</p>
<p>E acrescentou: &#8220;Não vamos baixar a cabeça e ceder ao inimigo. Podemos resolver nossos problemas com força, mas com lógica.&#8221;</p>
<p>&#8220;No Conselho de Segurança, todos aqueles que tinham participação no tema acreditavam que este era o melhor memorando de entendimento e, com base nisso, todos nós o assinamos&#8221;, disse ele. &#8220;Não há uma única cláusula do memorando em que tenhamos cedido.&#8221;</p>
<p>Pezeshkian pediu unidade e coesão internas e afirmou que o falecido líder supremo Ali Khamenei havia &#8220;aceitado que precisamos seguir este caminho para escapar desta situação&#8221;. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177130/presidente-do-ira-diz-que-pais-precisa-decidir-sair-de-situacao-de-nem-guerra-nem-paz">Presidente do Irã diz que país precisa decidir sair de situação de &#8216;nem guerra, nem paz&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>República Centro-Africana fecha mina de ouro após desabamento matar mais de 100 pessoas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2177083/republica-centro-africana-fecha-mina-de-ouro-apos-desabamento-matar-mais-de-100-pessoas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 23:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2177083/republica-centro-africana-fecha-mina-de-ouro-apos-desabamento-matar-mais-de-100-pessoas</guid>

					<description><![CDATA[<p>O governo da República Centro-Africana fechou neste sábado, 22, uma mina de ouro que matou mais de 100 pessoas em um desabamento no início desta semana, alegando descumprimento de procedimentos regulatórios. O ministro de Minas e Geologia, Ruffin Benam Beltoungou, anunciou o fechamento da mina de Zamboye, na região oeste do país. Ele citou o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2177083/republica-centro-africana-fecha-mina-de-ouro-apos-desabamento-matar-mais-de-100-pessoas">República Centro-Africana fecha mina de ouro após desabamento matar mais de 100 pessoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da República Centro-Africana fechou neste sábado, 22, uma mina de ouro que matou mais de 100 pessoas em um desabamento no início desta semana, alegando descumprimento de procedimentos regulatórios.</p>
<p>O ministro de Minas e Geologia, Ruffin Benam Beltoungou, anunciou o fechamento da mina de Zamboye, na região oeste do país. </p>
<p>Ele citou o &#8220;descumprimento das normas de mineração e das diretrizes administrativas&#8221;, enquanto a investigação sobre o desabamento da mina de ouro continua. Fonte: <i>Associated Press</i> </p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zelenski diz que acertou com Macron aceleração de entrega de mísseis franceses</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176952/zelenski-diz-que-acertou-com-macron-aceleracao-de-entrega-de-misseis-franceses</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 20:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou neste sábado, 22, que acertou, em ligação, com o líder francês Emmanuel Macron a aceleração de entrega dos mais recentes equipamentos e mísseis franceses ao país. &#8220;Tive uma conversa muito boa com @EmmanuelMacron, o Presidente da França. Falamos por quase duas horas hoje sobre todas as questões mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou neste sábado, 22, que acertou, em ligação, com o líder francês Emmanuel Macron a aceleração de entrega dos mais recentes equipamentos e mísseis franceses ao país. &#8220;Tive uma conversa muito boa com @EmmanuelMacron, o Presidente da França. Falamos por quase duas horas hoje sobre todas as questões mais importantes. E isso diz respeito, antes de tudo, à necessidade de defesa aérea&#8221;, afirmou o presidente ucraniano no X neste sábado.</p>
<p>Zelenski também disse que os dois líderes conversaram sobre o estado do trabalho diplomático com parceiros e a comunicação com a equipe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. &#8220;Concordamos sobre medidas que poderiam abrir oportunidades diplomáticas adicionais. Também discutimos a necessidade de financiamento para custear nossa defesa neste ano e no próximo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ao comentar sobre a conversa, Macron disse que o ataque russo em plena luz do dia contra um centro comercial em Kryvyi Rih, que causou um grande número de vítimas civis, indica fraqueza dos russos.</p>
<p>&#8220;Ao visar sistematicamente civis, e ao fazer a escolha da intimidação e da escalada, a Rússia provavelmente busca projetar força, mas assina sobretudo um reconhecimento de fraqueza&#8221;, afirmou Macron no X.</p>
<p>Para o dirigente francês, é crucial, neste contexto, fornecer à Ucrânia todos os meios necessários para defender seu céu e frustrar essa agressão. &#8220;Eu anunciei ao Presidente Zelenski o reforço do nosso apoio, com o envio de interceptores e a continuação da nossa cooperação&#8221;, disse Macron, que citou ainda que a Coalizão dos Voluntários terá uma reunião na segunda-feira.</p>
<p>A coalizão de voluntários, também chamada de coalizão dos dispostos, é uma parceria internacional formada por cerca de 35 países, liderada por França, Reino Unido e Alemanha, com o objetivo de fornecer apoio à Ucrânia. </p>
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		<item>
		<title>Terremoto de magnitude 5,9 sacode leste do Japão; não há alerta de tsunami</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176922/terremoto-de-magnitude-59-sacode-leste-do-japao-nao-ha-alerta-de-tsunami</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 19:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um terremoto moderado, com magnitude preliminar de 5,9, sacudiu o leste do Japão, incluindo a região de Tóquio, no início da manhã de domingo (pelo horário local), mas não havia risco de tsunami. Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o tremor ocorreu no sul da província de Ibaraki, a uma profundidade de 70 quilômetros. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um terremoto moderado, com magnitude preliminar de 5,9, sacudiu o leste do Japão, incluindo a região de Tóquio, no início da manhã de domingo (pelo horário local), mas não havia risco de tsunami. Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o tremor ocorreu no sul da província de Ibaraki, a uma profundidade de 70 quilômetros. O Serviço Geológico dos Estados Unidos registrou magnitude preliminar de 5,8.</p>
<p>Não houve relatos de danos ou feridos. </p>
<p>O terremoto também atingiu a região de Tóquio, mas a TV pública NHK mostrou o tráfego nas estradas em cidades próximas, incluindo Mito e Saitama, aparentemente normal.</p>
<p>O Japão é uma das áreas mais propensas a terremotos no mundo.</p>
<p>No mês passado, um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a região de Kumamoto, na ilha mais ao sul do Japão, Kyushu, matando 38 pessoas e ferindo 364. Ele também destruiu mais de 1.500 edifícios e danificou quase outros 20.000. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Irã avalia que sanções dos EUA representam declaração de guerra a todos os países da ONU</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176912/ira-avalia-que-sancoes-dos-eua-representam-declaracao-de-guerra-a-todos-os-paises-da-onu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 18:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao anunciar novas sanções econômicas contra o Irã, os Estados Unidos não somente declararam uma guerra econômica contra o país persa, mas também a todas as nações independentes que fazem parte da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou neste sábado, 22, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei. &#8220;Trata-se de uma afirmação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao anunciar novas sanções econômicas contra o Irã, os Estados Unidos não somente declararam uma guerra econômica contra o país persa, mas também a todas as nações independentes que fazem parte da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou neste sábado, 22, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma afirmação de soberania extraterritorial sobre todos os Estados-membros independentes das Nações Unidas&#8221;, declarou Baghaei em sua conta no X. </p>
<p>Segundo o porta-voz, nenhum Estado pode, de forma legal, obrigar bancos, empresas ou aeroportos estrangeiros &#8211; cada um sujeito à jurisdição exclusiva de seu próprio país &#8211; a renunciar ao comércio lícito com um terceiro Estado.</p>
<p>As sanções secundárias, continua a autoridade iraniana, não têm base no direito internacional, ao violarem o princípio da igualdade soberana da Carta da ONU. &#8220;A coerção econômica destinada a forçar um Estado soberano a alterar escolhas de política lícitas constitui um ato internacionalmente ilícito inequívoco&#8221;, criticou.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, quando combinadas a um bloqueio naval equivalente a &#8220;agressão militar&#8221;, as exigências dos EUA diminuem a soberania de todos os demais Estados a &#8220;algo provisório, condicionado e revogável ao sabor da vontade de outra potência&#8221;. O resultado final das medidas restritivas, em sua visão, seria &#8220;a completa erosão da soberania como base fundamental do sistema interestatal ancorado na ONU &#8211; e uma receita para um retorno abissal ao colonialismo clássico em escala total&#8221;.</p>
<p>Também neste sábado, o primeiro vice-presidente iraniano, Mohammad Reza Aref, declarou no X que o governo do Irã não permitirá que &#8220;o terrorismo econômico&#8221; dos EUA mire na estabilidade econômica e o sustento do povo iraniano. &#8220;A experiência da Revolução Islâmica demonstrou que a pressão econômica não é capaz de alterar a determinação da nação iraniana e, na verdade, produz o efeito oposto&#8221;, comentou Aref. </p>
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		<item>
		<title>Egito tenta reativar negociações entre Irã e os Estados Unidos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176879/egito-tenta-reativar-negociacoes-entre-ira-e-os-estados-unidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 17:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Egito tenta reativar um canal de negociações entre Irã e Estados Unidos para encerrar a guerra e reduzir a tensão no Estreito de Ormuz, segundo o Ministério das Relações Exteriores egípcio após o Irã reivindicar vitória na manhã deste sábado, 22. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, conversou com o ministro egípcio Badr Abdelatty sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Egito tenta reativar um canal de negociações entre Irã e Estados Unidos para encerrar a guerra e reduzir a tensão no Estreito de Ormuz, segundo o Ministério das Relações Exteriores egípcio após o Irã reivindicar vitória na manhã deste sábado, 22. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, conversou com o ministro egípcio Badr Abdelatty sobre esforços para recolocar Teerã e Washington à mesa e também sobre tratativas entre Irã e Omã relacionadas à gestão do estreito; o governo iraniano não comentou de imediato.</p>
<p>Mais cedo, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse que o conflito com os EUA deve terminar porque, segundo ele, a comunidade internacional teria reconhecido a vitória do Irã. &#8220;O mundo inteiro aprovou nossa vitória e os EUA são odiados&#8221;, afirmou, de acordo com a agência estatal iraniana <i>IRNA</i>. </p>
<p>Do lado norte-americano, o presidente Donald Trump voltou a prometer uma escalada de pressão econômica e isolamento contra Teerã para forçar recuos no programa nuclear e a reabertura plena da navegação em Ormuz.</p>
<p>Na frente militar, a agência estatal síria <i>SANA</i> informou que um drone israelense atingiu um veículo na aldeia de Beit Jin, no sudoeste da Síria, ferindo ao menos uma pessoa; Damasco disse que civis ficaram feridos e denunciou violação de soberania. As Forças Armadas de Israel afirmaram ter atacado um &#8220;terrorista&#8221; que estaria na fase final de preparação de atentados, sem detalhar. </p>
<p>Separadamente, declarações do embaixador dos EUA na Turquia, Tom Barrack, indicando que Israel ainda ocupa as Colinas de Golã em desacordo com resoluções da ONU, foram criticadas pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, por supostamente contradizerem a posição de Trump, que em 2019 reconheceu a soberania israelense sobre o território.</p>
<p><b>Estreito de Ormuz</b></p>
<p>Em paralelo, o presidente francês Emmanuel Macron e o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman devem discutir, em Paris, rotas alternativas ao Estreito de Ormuz, incluindo expansão de oleodutos e uso ampliado de portos fora do Golfo, segundo autoridades francesas. Em Gaza, autoridades de saúde do hospital Al-Aqsa Martyrs disseram que um ataque israelense no centro do território matou um palestino e feriu outro. </p>
<p>O Exército israelense afirmou ter alvejado Sharif al-Hasanat, descrito como comandante do Hamas. Fonte: <i>Associated Press</i> </p>
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		<item>
		<title>Agente de trânsito fica pendurado no capô de carro em Kanpur, na Índia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176870/agente-de-transito-fica-pendurado-no-capo-de-carro-em-kanpur-na-india</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 17:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeo mostra o veículo seguindo pelas ruas com o agente na parte dianteira após uma fiscalização; circunstâncias ainda não foram totalmente esclarecidas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um agente de trânsito ficou agarrado ao capô de um carro em movimento durante uma fiscalização em Kanpur, no estado de Uttar Pradesh, na Índia, nesta sexta-feira (21). A situação foi registrada em vídeo.</p>



<p>Segundo as informações disponíveis, o episódio começou depois que o veículo foi parado durante uma fiscalização de trânsito. O agente teria se preparado para aplicar uma autuação, mas o motorista teria se recusado a permanecer no local.</p>



<p>Na sequência, o carro entrou em movimento com o agente sobre a parte dianteira do veículo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-video-mostra-agente-agarrado-ao-capo">Vídeo mostra agente agarrado ao capô</h3>



<p>As imagens mostram o automóvel seguindo pelas ruas de Kanpur enquanto o agente permanece agarrado ao capô.</p>



<p>O registro chama atenção pelo risco da situação, já que o veículo continua em movimento enquanto o servidor permanece na parte externa do carro.</p>



<p>Até o momento, não há informações confirmadas sobre eventual ferimento sofrido pelo agente, a identidade do motorista ou as medidas adotadas pelas autoridades após o episódio.</p>



<p>Também não foram divulgados detalhes oficiais sobre as circunstâncias que antecederam a movimentação do veículo.</p>
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		<item>
		<title>Juíza revoga política de Trump que barrava vistos de imigração de 75 países</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176814/juiza-revoga-politica-de-trump-que-barrava-vistos-de-imigracao-de-75-paises</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 15:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juíza federal Jeannette Vargas, dos Estados Unidos, anulou na última sexta-feira, 21, a decisão do governo Donald Trump que havia suspendido o processamento e a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países desde 21 de janeiro deste ano, entre eles Brasil, Rússia e Irã. A decisão foi proferida no Tribunal Distrital [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A juíza federal Jeannette Vargas, dos Estados Unidos, anulou na última sexta-feira, 21, a decisão do governo Donald Trump que havia suspendido o processamento e a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países desde 21 de janeiro deste ano, entre eles Brasil, Rússia e Irã. A decisão foi proferida no Tribunal Distrital do Sul de Nova York, em ação movida por entidades e por solicitantes de vistos afetados pela medida.</p>
<p>O Departamento de Estado justificou o congelamento sob o argumento de que imigrantes dessas nacionalidades representariam &#8220;alto risco&#8221; de recorrer a programas de assistência social e de se tornarem um peso para as finanças públicas. A orientação, transmitida por meio de comunicado e de um texto assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, determinava que funcionários consulares recusassem vistos com base na nacionalidade do solicitante, mesmo quando a análise individual apontasse que o candidato atendia aos demais requisitos.</p>
<p>Na sentença, Vargas afirmou que a política é &#8220;contrária à lei&#8221; e foi editada além da &#8220;autoridade legal&#8221; do secretário. A magistrada escreveu que o ato &#8220;proíbe categoricamente a emissão de vistos de imigração com base na nacionalidade do requerente&#8221; e, com isso, &#8220;dirige que funcionários consulares recusem requerentes elegíveis&#8221;.</p>
<p>Além de invalidar a política, a decisão revoga recusas de visto que tenham se baseado exclusivamente nessa orientação e determina o reenvio desses casos para nova análise, sem o uso do critério de nacionalidade. Contudo, o governo ainda pode recorrer. </p>
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		<item>
		<title>Número de mortos em ataques com drones e mísseis na Ucrânia e Rússia sobe para 9</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176746/numero-de-mortos-em-ataques-com-drones-e-misseis-na-ucrania-e-russia-sobe-para-9</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 12:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2176746/numero-de-mortos-em-ataques-com-drones-e-misseis-na-ucrania-e-russia-sobe-para-9</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ataques com drones e mísseis russos mataram pelo menos nove pessoas na Ucrânia, informaram autoridades. Os ataques ocorrem em meio a uma intensificação das ofensivas de Moscou, que têm explorado a escassez de interceptores de defesa aérea Patriot na Ucrânia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, relatou que mísseis balísticos atingiram a infraestrutura ferroviária de Kiev. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ataques com drones e mísseis russos mataram pelo menos nove pessoas na Ucrânia, informaram autoridades. Os ataques ocorrem em meio a uma intensificação das ofensivas de Moscou, que têm explorado a escassez de interceptores de defesa aérea Patriot na Ucrânia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, relatou que mísseis balísticos atingiram a infraestrutura ferroviária de Kiev. </p>
<p>Até o início da manhã deste sábado (22), a <i>Associated Press</i> havia confirmado a morte de quatro pessoas devido aos ataques. O número de mortos confirmados agora é de nove, sendo sete pessoas na Ucrânia, e outras duas na Rússia, resultante de um ataque de drone ucraniano na região russa de Krasnodar. </p>
<p>Em Kiev, dois mortos foram confirmados após um ataque com míssil balístico russo. Em Zaporizhzhia, ataques de drones russos mataram uma pessoa durante a noite e outras quatro durante o dia, além de ferirem 15. Zelenskyy também informou que três pessoas ficaram feridas em um ataque a um micro-ônibus na capital regional.</p>
<p>Na Rússia, autoridades de Krasnodar relataram que um ataque de drone ucraniano matou duas crianças e feriu dois adultos. Zelenskyy descreveu o ataque a Kryvyi Rih como um &#8220;duplo golpe&#8221;, com uma segunda onda de drones atingindo a área durante as operações de resgate. O incêndio resultante, que se alastrou por 9.000 metros quadrados, foi extinto, e as operações de resgate continuam. Kryvyi Rih, cidade natal de Zelenskyy, tem sido alvo frequente durante o conflito.</p>
<p>A Ucrânia também intensificou suas ofensivas, atingindo uma refinaria de petróleo em Samara, na Rússia, a cerca de 1.000 quilômetros da linha de frente. O portal russo Astra informou que um drone ucraniano incendiou a refinaria de Novokuibyshevsk, causando danos em uma instalação industrial e em um centro de logística da Ozon. </p>
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		<item>
		<title>Canadá deve reagir a tarifas dos EUA com medidas &#8216;dólar por dólar&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176735/canada-deve-reagir-a-tarifas-dos-eua-com-medidas-dolar-por-dolar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2176735/canada-deve-reagir-a-tarifas-dos-eua-com-medidas-dolar-por-dolar</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou na noite de sexta-feira, 21, que suspendeu as negociações comerciais com os Estados Unidos após considerar &#8220;injustas&#8221; e &#8220;antieconômicas&#8221; as mudanças de última hora apresentadas por Washington, às vésperas da entrada em vigor de novas tarifas americanas sobre produtos do Canadá. Sobre isso, Carney assegurou que Ottawa responderá com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou na noite de sexta-feira, 21, que suspendeu as negociações comerciais com os Estados Unidos após considerar &#8220;injustas&#8221; e &#8220;antieconômicas&#8221; as mudanças de última hora apresentadas por Washington, às vésperas da entrada em vigor de novas tarifas americanas sobre produtos do Canadá. Sobre isso, Carney assegurou que Ottawa responderá com medidas equivalentes, &#8220;dólar por dólar&#8221;, para proteger trabalhadores e empresas.</p>
<p>A manifestação ocorre após os Estados Unidos imporem, a partir da madrugada deste sábado, 22, tarifas de 50% sobre cerca de US$ 20 bilhões em produtos canadenses.</p>
<p>O governo canadense prometeu anunciar nos próximos dias ações adicionais de apoio aos setores afetados, em complemento a quase US$ 25 bilhões em medidas adotadas nos últimos 18 meses. </p>
<p>O primeiro-ministro também destacou a estratégia de fortalecer a economia doméstica e diversificar parcerias externas, citando investimentos em infraestrutura e a ampliação de mercados para exportações fora dos EUA.</p>
<p>Em comunicado, Carney disse que o governo buscava preservar o acesso isento de tarifas ao mercado americano para a maioria das empresas canadenses, dar mais estabilidade à relação bilateral e reduzir de forma significativa as alíquotas sobre setores estratégicos, além de proteger pequenas e médias companhias e manter a soberania do país nas decisões econômicas.</p>
<p>Segundo o premiê, os EUA mudaram e passaram a reconfigurar relações comerciais ao impor tarifas inclusive a aliados, em uma postura de cobrança pelo acesso ao mercado americano. &#8220;Embora avanços recentes tenham melhorado a posição canadense, eles não foram suficientes para atender aos objetivos do país&#8221;, disse. </p>
<p>Carney informou ter ordenado o retorno dos negociadores a Ottawa e declarou que a ruptura ocorreu porque os novos termos colocaram em dúvida a confiabilidade de qualquer acordo. Segundo o ministro, o Canadá não aceitaria um entendimento a qualquer preço ou dentro de um prazo imposto. </p>
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		<title>Irã diz que o mundo aceitou sua vitória sobre EUA e promete resposta a novas ameaças</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176727/ira-diz-que-o-mundo-aceitou-sua-vitoria-sobre-eua-e-promete-resposta-a-novas-ameacas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o mundo aceitou a vitória iraniana sobre os Estados Unidos, em meio a tensões crescentes no Oriente Médio. &#8220;O mundo inteiro aprovou nossa vitória e os EUA são odiados&#8221;, declarou Pezeshkian, conforme reportado pela agência de notícias IRNA. As declarações ocorrem em meio à campanha de sanções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o mundo aceitou a vitória iraniana sobre os Estados Unidos, em meio a tensões crescentes no Oriente Médio. &#8220;O mundo inteiro aprovou nossa vitória e os EUA são odiados&#8221;, declarou Pezeshkian, conforme reportado pela agência de notícias IRNA. As declarações ocorrem em meio à campanha de sanções econômicas dos EUA, que prometem um &#8220;Dia D econômico&#8221; para o Irã.</p>
<p>O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que detalhará na próxima segunda-feira, 24, as medidas econômicas mais duras já impostas contra Teerã. O presidente Donald Trump já havia alertado sobre consequências econômicas para qualquer país que apoiasse financeiramente o Irã. Em resposta, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, major-general Ali Abdollahi, prometeu uma reação devastadora a novas ameaças dos EUA. &#8220;As Forças Armadas do Irã responderão com respostas esmagadoras, punitivas e devastadoras&#8221;, afirmou Abdollahi.</p>
<p>Em paralelo, o embaixador dos EUA na Turquia, Tom Barrack, e o enviado especial para a Síria fizeram declarações que parecem contradizer a posição oficial dos EUA sobre as Colinas de Golã. Barrack afirmou que Israel &#8220;ainda&#8221; ocupa o território, violando resoluções da ONU.</p>
<p>As declarações de Barrack geraram críticas, incluindo da ativista conservadora Laura Loomer, que pediu sua renúncia por &#8220;falta de compreensão da política externa dos EUA&#8221;. Israel capturou as Colinas de Golã da Síria em 1967 e as anexou em 1981, mas a ONU considera a anexação nula. Em 2019, Trump reconheceu a soberania israelense sobre o território, mas a medida não alterou seu status internacional.</p>
<p>O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que Washington concluiu que não conseguiria prevalecer em um confronto militar direto. </p>
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		<title>Ataques russos e ucranianos deixam mais 4 mortos nesta sexta-feira (21)</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176720/ataques-russos-e-ucranianos-deixam-mais-4-mortos-nesta-sexta-feira-21</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques com drones e mísseis da Rússia mataram pelo menos duas pessoas durante a noite da sexta, 21, para o sábado, 22, na Ucrânia, segundo autoridades locais, enquanto um ataque de drone ucraniano na região russa de Krasnodar deixou outras duas vítimas, no dia seguinte ao bombardeio russo contra um centro comercial em Kryvyi Rih, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ataques com drones e mísseis da Rússia mataram pelo menos duas pessoas durante a noite da sexta, 21, para o sábado, 22, na Ucrânia, segundo autoridades locais, enquanto um ataque de drone ucraniano na região russa de Krasnodar deixou outras duas vítimas, no dia seguinte ao bombardeio russo contra um centro comercial em Kryvyi Rih, que elevou para 16 o número de mortos.</p>
<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que uma pessoa morreu e outra ficou ferida após mísseis balísticos atingirem infraestrutura ferroviária em Kiev. O Ministério da Defesa da Rússia disse que suas forças atacaram um depósito de locomotivas. &#8220;Mísseis balísticos atingiram a infraestrutura ferroviária&#8221; na capital, disse Zelensky.</p>
<p>Na região ucraniana de Zaporizhzhia, um ataque com drones russos matou uma pessoa em uma vila, de acordo com autoridades, e Zelensky afirmou que outras três pessoas ficaram feridas após um ataque a um micro-ônibus na capital regional. Do lado russo, autoridades em Krasnodar informaram que duas crianças morreram e dois adultos ficaram feridos em um ataque de drone ucraniano.</p>
<p>Em Kryvyi Rih, cidade natal de Zelensky, drones russos atingiram um shopping na sexta-feira. O chefe regional de Dnipropetrovsk, Oleksandr Hanzha, disse que nove pessoas seguem desaparecidas e que cerca de 130 ficaram feridas. Zelensky descreveu o ataque como um &#8220;duplo golpe&#8221;, com uma segunda onda quando equipes de resgate já atuavam, e afirmou que o incêndio foi extinto e as operações de busca continuavam. </p>
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		<title>EUA impõem tarifa de 50% ao Canadá após fracasso de negociações</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176714/eua-impoem-tarifa-de-50-ao-canada-apos-fracasso-de-negociacoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estados Unidos devem impor, a partir da madrugada deste sábado, 22, tarifas de 50% sobre cerca de US$ 20 bilhões em produtos canadenses, depois que negociações de última hora fracassaram em resolver a mais recente crise comercial entre os dois aliados históricos. As novas tarifas devem atingir aproximadamente 5% das exportações anuais do Canadá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos devem impor, a partir da madrugada deste sábado, 22, tarifas de 50% sobre cerca de US$ 20 bilhões em produtos canadenses, depois que negociações de última hora fracassaram em resolver a mais recente crise comercial entre os dois aliados históricos.</p>
<p>As novas tarifas devem atingir aproximadamente 5% das exportações anuais do Canadá para os Estados Unidos. </p>
<p>&#8220;Esta noite, o Canadá recusou-se a finalizar o acordo comercial nos termos acordados no início desta semana&#8221;, afirmou o Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, em comunicado lido a jornalistas durante uma teleconferência pouco antes da meia-noite.</p>
<p>Segundo ele, Washington havia oferecido ao Canadá &#8220;o melhor tratamento possível&#8221; entre os principais exportadores para o mercado americano, mas novas exigências e a retirada de compromissos por Ottawa teriam desestabilizado o entendimento alcançado nos últimos dias.</p>
<p>O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, contestou a versão americana. &#8220;As mudanças de última hora nos termos propostos pelos EUA foram injustas, antieconômicas e colocaram em dúvida a confiabilidade de qualquer acordo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Carney disse ainda que o governo canadense anunciará, nos próximos dias, novas medidas de apoio a trabalhadores e empresas afetados pelas tarifas.</p>
<p>Greer classificou a proposta americana como &#8220;voltada para o futuro&#8221; e afirmou que ela previa &#8220;uma parceria histórica em matéria econômica e de segurança nacional&#8221;.</p>
<p>O impacto político da medida pode ser maior que suas consequências econômicas imediatas. Estados Unidos e Canadá movimentaram US$ 880 bilhões em bens e serviços no ano passado, em uma das relações comerciais mais integradas do mundo.</p>
<p>As tarifas deveriam entrar em vigor originalmente à 0h01 de quarta-feira. Trump, porém, adiou a aplicação por três dias para permitir a continuidade das negociações. O prazo terminou sem que os dois governos chegassem a um novo acordo.</p>
<p><b>Relação histórica sob pressão</b></p>
<p>Estados Unidos e Canadá mantêm disputas comerciais há décadas, especialmente em setores como madeira serrada e produtos lácteos. Apesar dos conflitos, os dois países preservaram uma relação marcada por cooperação econômica, militar e diplomática.</p>
<p>Soldados canadenses lutaram ao lado das forças americanas no Afeganistão após os ataques de 11 de setembro de 2001. A fronteira entre os dois países, de 8.894 quilômetros, não é submetida a vigilância contínua. Cerca de 330 mil pessoas e US$ 2 bilhões em mercadorias atravessam a fronteira diariamente. Aproximadamente 800 mil canadenses vivem nos Estados Unidos.</p>
<p>A política de Trump em relação ao Canadá representa uma ruptura com essa tradição de cooperação. Desde que voltou à Casa Branca, o presidente americano impôs tarifas sobre produtos canadenses, defendendo a transferência de atividades industriais para os Estados Unidos, e fez repetidas declarações sobre a possibilidade de transformar o Canadá no 51º Estado americano.</p>
<p>A retórica provocou forte reação no Canadá. Uma petição que pede a expulsão do embaixador americano no país, Pete Hoekstra, já havia reunido quase 248 mil assinaturas desde 21 de julho. O documento acusa o diplomata, aliado de Trump, de ter &#8220;normalizado&#8221; as declarações do presidente sobre a anexação do Canadá.</p>
<p>A dependência comercial canadense também aumenta a pressão sobre Ottawa. Quase 72% das exportações de bens do país tiveram os Estados Unidos como destino no ano passado.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Casa Branca pode enfrentar custos políticos ao ampliar as tarifas antes das eleições de meio de mandato, marcadas para novembro. As tarifas são pagas inicialmente pelos importadores americanos, que podem repassar parte dos custos aos consumidores por meio de preços mais altos. A medida ocorre enquanto os eleitores americanos demonstram preocupação com o custo de vida. </p>
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		<title>Dia do Coordenador Pedagógico: quem ajuda a escola a fazer tudo funcionar</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176662/dia-do-coordenador-pedagogico-quem-ajuda-a-escola-a-fazer-tudo-funcionar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 08:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a escola fosse uma orquestra, o coordenador pedagógico provavelmente seria aquele profissional tentando fazer todo mundo tocar no mesmo ritmo, sem deixar ninguém perder a partitura. O Dia do Coordenador Pedagógico é celebrado neste sábado (22), como uma forma de reconhecer o trabalho de quem atua diretamente na organização e no acompanhamento das práticas [&#8230;]</p>
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<p>Se a escola fosse uma orquestra, o coordenador pedagógico provavelmente seria aquele profissional tentando fazer todo mundo tocar no mesmo ritmo, sem deixar ninguém perder a partitura.</p>



<p>O Dia do Coordenador Pedagógico é celebrado neste sábado (22), como uma forma de reconhecer o trabalho de quem atua diretamente na organização e no acompanhamento das práticas pedagógicas dentro das escolas.</p>



<p>O coordenador acompanha professores, participa do planejamento, contribui para a construção das estratégias de ensino e ajuda a identificar caminhos para melhorar o processo de aprendizagem dos alunos.</p>



<p>É uma função que vai muito além de reuniões e planejamentos. No dia a dia, esse profissional também atua como elo entre professores, equipe escolar e comunidade, ajudando a transformar ideias em ações dentro da escola.</p>



<p>E, como quase tudo na educação envolve planejamento, adaptação e uma boa dose de jogo de cintura, o coordenador pedagógico acaba sendo uma dessas figuras que trabalham bastante nos bastidores para que o resultado apareça na frente da sala de aula.</p>



<p>Neste sábado, a data lembra justamente a importância desse trabalho para uma educação mais organizada, participativa e voltada ao aprendizado dos estudantes.</p>
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		<item>
		<title>Centcom diz ter redirecionado 68 navios em meio a bloqueio naval contra o Irã</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176589/centcom-diz-ter-redirecionado-68-navios-em-meio-a-bloqueio-naval-contra-o-ira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 01:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, em inglês) afirmou que suas forças redirecionaram 68 embarcações comerciais, desabilitaram três navios e embarcaram em outras dois para assegurar o compliance até 21 de agosto, como parte dos esforços para impor um bloqueio naval contra o Irã. Em publicação no X nesta sexta-feira, o Centcom informou que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, em inglês) afirmou que suas forças redirecionaram 68 embarcações comerciais, desabilitaram três navios e embarcaram em outras dois para assegurar o compliance até 21 de agosto, como parte dos esforços para impor um bloqueio naval contra o Irã. </p>
<p>Em publicação no X nesta sexta-feira, o Centcom informou que mais de 20 navios de guerra estão mobilizados para dar suporte à operação de bloqueio, intensificando a presença militar dos Estados Unidos na região.</p>
<p>A ação reforça a postura do presidente americano, Donald Trump, de pressionar economicamente o Irã, enquanto as negociações entre os dois países continuam travadas. </p>
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		<item>
		<title>Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176536/ministros-do-brasil-e-eua-vao-retomar-negociacao-comercial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[MDIC]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) deverão se reunir na próxima semana com...</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2176536/ministros-do-brasil-e-eua-vao-retomar-negociacao-comercial">Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) deverão se reunir na próxima semana com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para retomar as negociações comerciais entre os dois países.</p>
<p>A reunião ainda terá a data acertada pelas equipes dos dois governos. O Mdic confirmou ter recebido contato do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, depois da conversa telefônica desta sexta-feira (21) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente estadunidense, Donald Trump.</p>
<p>A retomada das tratativas abre um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.</p>
<p><h2>Ligação de Lula</h2>
<p>Lula telefonou para Trump na manhã desta sexta-feira. A conversa durou uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial.</p>
<p>O presidente brasileiro defendeu a retomada das negociações comerciais e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para a adoção das novas tarifas são infundadas.</p>
<p>Entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para fundamentar as medidas estão questões relacionadas a desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos associados a trabalho forçado.</p>
<p>Lula afirmou que as tarifas prejudicam tanto o Brasil quanto os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para preservar a relação comercial entre os dois países.</p>
<p>Trump concordou com a necessidade de manter os vínculos comerciais e sinalizou a retomada do contato entre as equipes dos dois governos.</p>
<p><h2>Novo canal</h2>
<p>A reunião deverá envolver Márcio Elias Rosa, integrantes do MRE e representantes do USTR.  Em nota conjunta, o Mdic e o MRE consideram que a sinalização dos dois presidentes cria uma nova oportunidade para a busca de uma solução negociada para o impasse comercial.</p>
<p><h2>Cooperação contra crime</h2>
<p>Além das tarifas, Lula e Trump discutiram segurança e cooperação no combate ao crime organizado.</p>
<p>O presidente brasileiro defendeu uma atuação conjunta dos dois países e afirmou que as organizações criminosas exercem pressão sobre populações vulneráveis, mas não devem ser equiparadas a organizações terroristas.</p>
<p>Lula também apresentou ações adotadas pelo Brasil para combater essas estruturas, incluindo medidas de asfixia financeira, que resultaram na apreensão de aproximadamente R$ 17 bilhões.</p>
<p>Entre as iniciativas citadas estão a Lei Antifacção e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus.</p>
<p>Trump, segundo o Planalto, manifestou disposição para ampliar a cooperação e afirmou que indicará integrantes de alto escalão para dar continuidade às tratativas.</p>
<p><h2>Conflitos internacionais</h2>
<p>Os presidentes também trataram das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.</p>
<p>O presidente brasileiro sugeriu a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.</p>
<p>Durante a conversa, Trump também abordou as perspectivas do governo norte-americano para o conflito com o Irã.</p>
<p>Ao defender a busca por soluções diplomáticas, Lula afirmou: “Os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos”.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Kallas anuncia lista de sanções mais abrangente contra Rússia desde início da guerra na Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176526/kallas-anuncia-lista-de-sancoes-mais-abrangente-contra-russia-desde-inicio-da-guerra-na-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2176526/kallas-anuncia-lista-de-sancoes-mais-abrangente-contra-russia-desde-inicio-da-guerra-na-ucrania</guid>

					<description><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, declarou que apresentou a lista de sanções contra a Rússia mais abrangente desde o início da guerra, com o propósito de intensificar a pressão para que Moscou ponha fim à guerra contra a Ucrânia. &#8220;Os ministros das Relações Exteriores e da Defesa da UE discutirão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, declarou que apresentou a lista de sanções contra a Rússia mais abrangente desde o início da guerra, com o propósito de intensificar a pressão para que Moscou ponha fim à guerra contra a Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Os ministros das Relações Exteriores e da Defesa da UE discutirão como expandir o nosso apoio à Ucrânia, incluindo defesa aérea e antimísseis, quando se reunirem em menos de duas semanas em Dublin&#8221;, disse a representante da UE em registro no X nesta sexta-feira.</p>
<p>A dirigente comentou que o ataque da Rússia contra um centro comercial em Kryvyi Rih. Para Kallas, a ação demonstra a depravação absoluta e total da guerra de Moscou.</p>
<p>O ataque com drones da Rússia matou pelo menos 14 pessoas e deixou mais de 100 feridos, incluindo 11 crianças, de acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>&#8220;Uma atrocidade russa absoluta. Eles são simplesmente monstros. Sem dúvida, vamos responder&#8221;, disse o presidente ucraniano no X. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trump: Irã adoraria fazer um acordo, mas, na minha opinião, não estão prontos para um correto</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176451/trump-ira-adoraria-fazer-um-acordo-mas-na-minha-opiniao-nao-estao-prontos-para-um-correto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 21, que o país tem total controle da região do Estreito de Ormuz, e que o Irã adoraria fazer um acordo, mas que, em sua opinião, a nação persa não está pronta para um acerto &#8220;correto&#8221;. Respondendo questionamentos de repórteres, o republicano reforçou dificuldades enfrentadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 21, que o país tem total controle da região do Estreito de Ormuz, e que o Irã adoraria fazer um acordo, mas que, em sua opinião, a nação persa não está pronta para um acerto &#8220;correto&#8221;. Respondendo questionamentos de repórteres, o republicano reforçou dificuldades enfrentadas pelos iranianos, como no caso da inflação, e disse que o país &#8220;não tem dinheiro, nenhuma marinha e nem força área&#8221;, e que não está pagando seus soldados ou a polícia.</p>
<p>Questionado sobre um acordo comercial com o Canadá, elogiou sua relação com o primeiro-ministro Mark Carney e afirmou que é necessário cuidar dos fazendeiros locais, mas disse que &#8220;devemos conseguir fechar acordo&#8221;. Segundo ele, também &#8220;começamos a negociar um novo acordo com o México, que será muito melhor para os Estados Unidos&#8221;. Concluindo, Trump afirmou: &#8220;eu só faço bons acordos&#8221;. </p>
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		<title>O que Lula e Trump conversaram, o que ficou de fora e qual estratégia do governo</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176429/o-que-lula-e-trump-conversaram-o-que-ficou-de-fora-e-qual-estrategia-do-governo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta sexta-feira, 21, como parte de uma estratégia do governo brasileiro que pode neutralizar adversários na administração americana. Lula buscou assuntos de convergência, fez elogios às interações prévias entre eles, agiu com cordialidade e conseguiu a reabertura do canal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta sexta-feira, 21, como parte de uma estratégia do governo brasileiro que pode neutralizar adversários na administração americana. Lula buscou assuntos de convergência, fez elogios às interações prévias entre eles, agiu com cordialidade e conseguiu a reabertura do canal direto em alto nível político. Nenhum desentendimento teria sido explicitado.</p>
<p>O foco era mesmo a relação bilateral, embora também tenham discutido as guerras e o papel das Nações Unidas, pano de fundo para telefonemas recentes aos presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin. Ao fim da chamada, Trump disse a Lula ter gostado do papo e afirmou que eles podem falar entre si sempre que acharem necessário, sem recorrer a intermediários ou percorrer caminhos burocráticos.</p>
<p>O petista lembrou da visita em maio a Washington, citada como momento &#8220;excelente&#8221;, disse que eles conseguiam fazer muitas coisas juntos e precisam retomar os contatos. Trump teria demonstrado apreço por Lula novamente &#8211; algo que fez em encontros anteriores, ao perguntar até sobre o período da prisão na Operação Lava Jato.</p>
<p>Para o governo Lula, esse é um efeito desejável, porque a experiência mostra que a interação com outros escalões do governo americano tem sido marcada, segundo integrantes do governo, por turbulências, hostilidade ideológica e mais atravessada pela interferência da oposição.</p>
<p>Um integrante do governo brasileiro avalia que o contato entre presidentes desarma a oposição e pode tornar &#8220;mais difícil&#8221; que o próprio Trump tome lado e se manifeste contra Lula no decorrer da campanha eleitoral. O mesmo não se pode dizer de outras figuras do governo dele.</p>
<p>O governo brasileiro vem deixando claro, de forma recorrente, que vê tentativas do Departamento de Estado de interferir na disputa em prol de Flávio Bolsonaro (PL), candidato de oposição que mais rivaliza com o petista. A estratégia do Palácio do Planalto é, por meio do contato direto entre os presidentes, contornar funcionários do governo americano mais hostis. </p>
<p>Os petistas se queixam que, quando desce do patamar de presidentes, a interação e os combinados entre Lula e Trump caem num &#8220;redemoinho&#8221;. O principal ator no primeiro escalão americano é o secretário de Estado, Marco Rubio, um interlocutor dos Bolsonaro e histórico adversário da esquerda latino-americana. O petista não chegou a reclamar de Rubio ao chefe dele, como fez comícios e palanques. Os termos mais comuns são &#8220;inimigo&#8221; e &#8220;latino-americano frustrado&#8221;.</p>
<p>Lula e Trump, segundo quem acompanhou a conversa, evitaram as recentes rusgas diplomáticas, geridas pela equipe de Rubio, que abriram uma crise sem precedentes. Os americanos reclamam da rejeição de vistos para três funcionários visitarem o Brasil, da falta de aprovação do embaixador trumpista Daniel Perez e reagiram com a revogação parcial do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti.</p>
<p>Houve temas de divergência no topo da agenda, como o tarifaço de Trump e a designação como terroristas das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). Mas eles foram explorados, segundo presentes, de forma construtiva. </p>
<p>Lula disse discordar das decisões de ambos. Embora Trump não tenha dado sinais de que recuaria, indicou que as equipes de governo devem voltar a se reunir em breve e que escalaria &#8220;altos funcionários&#8221; para a interação com o Brasil. Nenhuma data foi combinada ainda.</p>
<p>Os dois presidentes não deixaram encontro marcado para a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, mas novos contatos também entre eles seguem no radar. Foi lá que eles quebraram o gelo, em setembro do ano passado. O encontro foi precedido de reuniões secretas, reveladas pelo Estadão.</p>
<p>Apesar da boa disposição, integrantes do governo brasileiro não apostam em mudanças concretas no curto prazo, seja a regovação do tarifaço, seja a reversão das classificação de facções como terroristas.</p>
<p>Trump não discutiu a questão das facções e reagiu apenas de forma genérica, dizendo que concordava com algumas ponderações de Lula, a respeito da relação comercial e da necessidade de voltarem a negociar tarifas. O assunto é coordenado por Jamieson Greer, representante comercial dos EUA.</p>
<p>A Casa Branca não comentou o teor da conversa. Apenas o Palácio do Planalto listou temas citados. Lula conseguiu o telefonema exatas duas semanas após mencionar a intenção de conversar de novo com o presidente americano.</p>
<p>A Casa Branca confirmou na véspera o aceite para a chamada às 9h30 desta sexta-feira, dia 21. O contato durou uma hora e vinte minutos, o mais extenso entre eles, de forma remota. A intermediação ocorreu diretamente entre as presidências. </p>
<p>O lado brasileiro não sabe quem ouvia a chamada ao lado de Trump e se Marco Rubio estava presente. Não havia imagens, como de praxe. A embaixada americana no Brasil, braço do Departamento de Estado, foi surpreendida. </p>
<p>O petista estava no Palácio da Alvorada. Acompanhavam a conversa o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira; o chefe da Assessoria Especial, Celso Amorim, e seu adjunto, embaixador Audo Faleiro; e o secretário de Imprensa, Laércio Portela.</p>
<p>Logo na introdução, Trump perguntou sobre o andamento das eleições no País, de forma genérica e superficial. Lula respondeu que tudo corria bem, que havia muitos candidatos na disputa e fez questão de dizer que o sistema eleitoral brasileiro é &#8220;confiável&#8221;. </p>
<p>Trump não fez réplicas, não perguntou sobre as pesquisas de intenção de voto, nem manifestou preocupações, embora o assunto tenha entrado no radar do Departamento de Estado. Em recente declaração a jornalistas brasileiros, um funcionário da diplomacia dos EUA indicou que o resultado das urnas será respeitado, se a disputa for livre e justa, e que os governos se relacionam independentemente da ideologia.</p>
<p>A defesa feita por Lula ocorreu depois de uma reunião no Tribunal Superior Eleitoral com embaixadas, entre elas representantes americanos. </p>
<p>Mas integrantes da gestão Lula ainda enxergam riscos e identificam no Departamento de Estado um foco de ingerência. Para os petistas, existe instalado no órgão uma equipe disposta a ações com vistas a emplacar em Brasília um governo alinhado a Washington. E esse núcleo &#8220;MAGA&#8221; (referência ao slogan Make America Great Again) vai continuar em contato com a oposição bolsonarista e buscará brechas para interferir. </p>
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		<title>Reino Unido, Austrália e Canadá cobram Israel por ataque que matou agentes humanitários</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176356/reino-unido-australia-e-canada-cobram-israel-por-ataque-que-matou-agentes-humanitarios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reino Unido, Austrália e Canadá classificaram nesta sexta-feira, 21, como &#8220;vergonhosa&#8221; a decisão das Forças de Defesa de Israel (IDF) de não abrir uma investigação criminal sobre os ataques aéreos que mataram sete trabalhadores humanitários da World Central Kitchen (WCK) em Gaza, em abril de 2024. As informações são do jornal britânico The Guardian. Funcionários [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reino Unido, Austrália e Canadá classificaram nesta sexta-feira, 21, como &#8220;vergonhosa&#8221; a decisão das Forças de Defesa de Israel (IDF) de não abrir uma investigação criminal sobre os ataques aéreos que mataram sete trabalhadores humanitários da World Central Kitchen (WCK) em Gaza, em abril de 2024. As informações são do jornal britânico The Guardian.</p>
<p>Funcionários da organização dos três países estavam entre as vítimas. O episódio, que envolveu um comboio de veículos de ajuda humanitária, provocou indignação internacional na época.</p>
<p>&#8220;Essa decisão é insuficiente e tardia. As vítimas desse incidente e suas famílias merecem justiça e responsabilização, e continuaremos buscando respostas em nome delas&#8221;, afirmaram os três países em declaração conjunta. Segundo o comunicado, o ataque à WCK é um dos &#8220;inúmeros incidentes em Gaza nos quais não houve responsabilização&#8221;.</p>
<p>Os governos também chamaram a atenção para os riscos enfrentados por profissionais envolvidos na distribuição de ajuda humanitária no território. &#8220;Apesar do frágil cessar-fogo, Gaza continua sendo o lugar mais mortal para a entrega de ajuda humanitária, com 186 profissionais humanitários mortos em 2025&#8221;, afirmaram.</p>
<p>A reação à decisão israelense também ocorreu separadamente nos países de origem de algumas das vítimas. De acordo com o The Guardian, a Austrália manifestou &#8220;indignação&#8221; na quinta-feira, 20. Zomi Frankcom, uma das sete pessoas mortas no ataque, era australiana.</p>
<p>A família de Frankcom criticou a forma como o caso foi analisado pelas autoridades israelenses. Em manifestação citada pelo jornal britânico, os familiares disseram que ela merecia mais do que um &#8220;processo interno e opaco que termina com um breve comunicado das forças armadas israelenses absolvendo seus soldados de qualquer ato criminoso&#8221;. O embaixador de Israel na Austrália, Hillel Newman, por sua vez, defendeu a decisão.</p>
<p>A Polônia, que também teve um cidadão morto no ataque, cobrou a colaboração de Israel com a apuração conduzida pelo país. O governo polonês disse estar &#8220;muito decepcionado&#8221; com o desfecho anunciado pelas forças israelenses. Entre os trabalhadores humanitários mortos estava Damian Soból, voluntário de Przemysl.</p>
<p>No Reino Unido, a manifestação partiu do Ministério das Relações Exteriores. A pasta declarou estar &#8220;chocada e indignada&#8221; em nome dos familiares dos britânicos John Chapman, James Henderson e James Kirby, que também integravam a equipe atingida.</p>
<p><b>O que dizem a WCK e as forças israelenses</b></p>
<p>A World Central Kitchen sustenta que o deslocamento do comboio havia sido previamente coordenado com as forças militares. Conforme relatado pelo The Guardian, os veículos utilizados pela organização também carregavam no teto a identificação da WCK, de maneira que o símbolo pudesse ser reconhecido do ar.</p>
<p>A entidade rejeitou as conclusões apresentadas por Israel. &#8220;Nunca houve qualquer desculpa ou justificativa para os ataques, e não há nada neste relato que o faça. A decisão é inconsistente com a verdade completa e profundamente ofensiva&#8221;, declarou.</p>
<p>A versão apresentada pelas Forças de Defesa de Israel é de que pessoas que estavam nos veículos foram identificadas equivocadamente como integrantes armados do Hamas. As IDF também disseram que o comboio havia deixado o trajeto acertado anteriormente. Ainda assim, a avaliação militar foi de que &#8220;as decisões dos comandantes não suscitaram suspeita razoável de conduta criminosa&#8221;.</p>
<p>Na época do ataque, as consequências administrativas atingiram cinco oficiais: dois perderam seus cargos e três foram repreendidos. Segundo o The Guardian, um dos afastados teria assinado, meses antes, uma carta aberta que defendia impedir a entrada de ajuda humanitária em Gaza. Ao longo do conflito, Israel impôs restrições severas à entrada de ajuda humanitária em Gaza. Em agosto de 2025, especialistas declararam que o território enfrentava uma situação de fome.</p>
<p>A decisão sobre o comboio da WCK foi divulgada na mesma semana em que as forças israelenses anunciaram uma postura diferente diante de outros episódios ocorridos em Gaza. Na quarta-feira, 19, as IDF reconheceram que militares israelenses dispararam contra o veículo em que estava Hind Rajab, de 5 anos, junto com seis familiares, em 2024. Uma investigação criminal foi determinada para apurar essas mortes. Também será investigado o ataque a tiros que matou 15 paramédicos em 2025. </p>
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		<item>
		<title>Dezenas de imigrantes chegam de barco a praia da Espanha e surpreendem banhistas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176352/dezenas-de-imigrantes-chegam-de-barco-a-praia-da-espanha-e-surpreendem-banhistas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um barco com 62 pessoas chegou à praia de Cala del Barco, em Cartagena, na costa da Espanha, e surpreendeu os banhistas nesta quarta-feira, 19, informou a rádio espanhola Cadena SER. Segundo a emissora, o grupo era formado por 45 homens adultos, duas mulheres adultas e 15 menores do sexo masculino. Todos estavam em bom [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um barco com 62 pessoas chegou à praia de Cala del Barco, em Cartagena, na costa da Espanha, e surpreendeu os banhistas nesta quarta-feira, 19, informou a rádio espanhola Cadena SER. </p>
<p>Segundo a emissora, o grupo era formado por 45 homens adultos, duas mulheres adultas e 15 menores do sexo masculino. Todos estavam em bom estado de saúde. Eles foram atendidos pela Cruz Vermelha e depois encaminhados à Polícia Nacional. No vídeo gravado no local, é possível ver a embarcação se aproximando da praia e dezenas de imigrantes pulando no mar antes mesmo de chegar à areia.</p>
<p>De acordo com a Delegação do Governo, em conformidade com o protocolo estabelecido, os imigrantes estão recebendo assistência de administrações públicas e organizações não governamentais (ONGs). Os procedimentos de expulsão correspondentes também estão sendo processados, informou a Cadena SER.</p>
<p>O senador espanhol Francisco Bernabé, do Partido Popular (PP), publicou um vídeo nas redes sociais e questionou as autoridades sobre a chegada da embarcação. &#8220;Como é possível que uma embarcação desse porte não tenha sido detectada pelos radares de vigilância?&#8221;, escreveu. </p>
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		<item>
		<title>Líbano insiste que embaixador designado pelo Irã cumpra ordem de deixar o país</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176348/libano-insiste-que-embaixador-designado-pelo-ira-cumpra-ordem-de-deixar-o-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro das Relações Exteriores do Líbano, Youssef Rajji, disse nesta sexta-feira, 21, que o embaixador designado do Irã, Mohammad Reza Rauf Sheibani, deve deixar o país porque sua permanência contínua violaria uma decisão soberana libanesa, segundo a mídia local. De acordo com a Iran Wire, Sheibani foi declarado persona non grata por Beirute em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Relações Exteriores do Líbano, Youssef Rajji, disse nesta sexta-feira, 21, que o embaixador designado do Irã, Mohammad Reza Rauf Sheibani, deve deixar o país porque sua permanência contínua violaria uma decisão soberana libanesa, segundo a mídia local. </p>
<p>De acordo com a <i>Iran Wire</i>, Sheibani foi declarado persona non grata por Beirute em março deste ano, pouco depois do início da guerra entre EUA, Israel e Irã. O governo libanês revogou as credenciais do embaixador designado pelo Irã e determinou uma data para sua partida, mas o Ministério das Relações Exteriores iraniano disse que Sheibani permaneceria no cargo e no país apesar da ordem.</p>
<p>Rajji argumentou hoje que, uma vez que o diplomata é declarado persona non grata, qualquer visto, permissão de entrada ou autorização de residência emitidos anteriormente não fornecem mais uma base legal para permanecer no país. O ministro acrescentou que qualquer discussão sobre a renovação do visto de Sheibani é legalmente inválida e que a decisão exigindo sua saída é final e executável.</p>
<p>O visto de Sheibani expira em 24 de agosto, segundo o <i>Iran International</i>.</p>
<p>A tensão entre os países ocorre em meio a guerra no Oriente Médio, enquanto o Líbano lida com ataques israelenses no sul do país e efeitos econômicos graves. O Banco Mundial estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) libanês encolherá 6,4% em 2026, em relatório publicado hoje.</p>
<p>A destruição causada pela guerra que começou em março e a consequente queda acentuada no turismo reverteram um crescimento de 4,2% observado em 2025 na economia do Líbano, afirmou a organização.</p>
<p>O Banco Mundial também prevê um aumento acentuado na inflação impulsionado por interrupções no fornecimento, custos de transporte mais altos e aumento nos preços do petróleo, o que reduzirá ainda mais o poder de compra.</p>
<p>A economia do Líbano está em crise desde o colapso bancário de 2019.</p>
<p>*Com informações da Associated Press </p>
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		<item>
		<title>Governador no México acusado pelos EUA de ligação com cartel retorna ao cargo</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176335/governador-no-mexico-acusado-pelos-eua-de-ligacao-com-cartel-retorna-ao-cargo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador do estado mexicano de Sinaloa, Ruben Rocha, retornou ao cargo nesta sexta-feira, 21, após uma licença de mais de três meses, que sucedeu acusações dos EUA de que estaria envolvido com o cartel local. A volta dele ao cargo tende a aprofundar as tensões políticas entre os dois países. Rocha, de 77 anos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador do estado mexicano de Sinaloa, Ruben Rocha, retornou ao cargo nesta sexta-feira, 21, após uma licença de mais de três meses, que sucedeu acusações dos EUA de que estaria envolvido com o cartel local. A volta dele ao cargo tende a aprofundar as tensões políticas entre os dois países.</p>
<p>Rocha, de 77 anos, integra o partido Morena, no poder no México. Ele disse que investigações das autoridades mexicanas não encontraram evidências que o incriminassem, de forma que pôde retomar o cargo. </p>
<p>Em comunicado no X, Rocha disse que tem o dever de cumprir o mandato de titular do Poder Executivo para governar até 31 de outubro de 2027 após ter sido eleito para esse cargo. </p>
<p>Rocha disse que ficou, durante sua licença, à disposição do sistema de justiça do  país para ser investigado pelas falsas acusações, que, &#8220;com motivações políticas e intervencionistas da ultradireita nacional e estrangeira, me foram feitas sem nenhuma prova por um escritório do Governo dos Estados Unidos, pretendendo lesionar com suas declarações e calúnias a nossa soberania nacional&#8221;. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula liga para Trump e diz que alegações para tarifaço são infundadas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176254/lula-liga-para-trump-e-diz-que-alegacoes-para-tarifaco-sao-infundadas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Ligação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou, na manhã desta sexta-feira (21), para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para defender a retomada das...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou, na manhã desta sexta-feira (21), para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para defender a retomada das negociações comerciais bilaterais e discutir a contenção de conflitos internacionais.</p>
<p>Durante a conversa de 1 hora e 20 minutos, classificada pelo Planalto como cordial, Lula afirmou que as alegações americanas que motivaram a recente imposição de novas tarifas contra o Brasil são infundadas  O governo norte-americano fundamentou as medidas alegando desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos com trabalho forçado. </p>
<p>Lula afirmou que as tarifas afetam negativamente o Brasil e os Estados Unidos e enfatizou que o diálogo é o melhor caminho para ambos os países. Trump concordou com a necessidade de preservar os vínculos comerciais fortes e propôs o reencontro breve de suas equipes diplomáticas.</p>
<p>Na pauta de segurança, Lula reiterou o interesse brasileiro na cooperação com os Estados Unidos no combate ao crime organizado. O presidente argumentou que grupos criminosos exercem terror cotidiano sobre as populações mais carentes, mas não se confundem com organizações terroristas.</p>
<p>Ele afirmou ainda que o Brasil tem instrumentos para enfrentar essas organizações. Entre as estratégias está a asfixia financeira que já resultou na apreensão de cerca de R$ 17 bilhões. Lula apresentou ainda os avanços brasileiros no combate ao crime organizado — destacando a Lei Antifacção e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus. Trump se dispôs a reforçar a cooperação bilateral e afirmou que indicará funcionários de alto escalão para dar andamento às tratativas.</p>
<p>Os dois presidentes também conversaram sobre os principais conflitos globais, em especial as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Ambos concordaram sobre a urgência de encontrar uma solução negociada para o conflito entre Rússia e Ucrânia, que já se estende por quase cinco anos. Já o presidente Trump teceu considerações sobre as perspectivas estadunidenses de resolução do conflito com o Irã. </p>
<p>O presidente brasileiro lamentou a inoperância do Conselho de Segurança da ONU diante dos conflitos e sugeriu a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para buscar saídas diplomáticas. &#8220;Os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos&#8221;, declarou Lula.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>Site publica cartas de Natalie Harp a Trump: &#8216;O senhor é tudo o que importa para mim&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176207/site-publica-cartas-de-natalie-harp-a-trump-o-senhor-e-tudo-o-que-importa-para-mim</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A assistente de Donald Trump, Natalie Harp, teria enviado cartas ao presidente dos Estados Unidos em 2023, nas quais o descreve como seu &#8220;guardião&#8221; e &#8220;protetor&#8221; e afirma que ele é &#8220;tudo o que importa para ela&#8221;. As supostas cartas foram divulgadas pelo site americano Daily Beast na quinta-feira, 20. O nome de Natalie ganhou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A assistente de Donald Trump, Natalie Harp, teria enviado cartas ao presidente dos Estados Unidos em 2023, nas quais o descreve como seu &#8220;guardião&#8221; e &#8220;protetor&#8221; e afirma que ele é &#8220;tudo o que importa para ela&#8221;.</p>
<p>As supostas cartas foram divulgadas pelo site americano Daily Beast na quinta-feira, 20. O nome de Natalie ganhou notoriedade na última semana após a revelação de que ela estava entre as poucas pessoas que acompanharam Trump quando ele foi retirado do Air Force One na Turquia e colocado em um avião secreto por conta do alerta de um possível ataque iraniano à aeronave presidencial.</p>
<p>Segundo o Daily Beast, as cartas foram escritas durante ou depois de uma viagem que Natalie e Trump fizeram aos campos de golfe do republicano em Aberdeen e Turnberry, na Escócia, e Doonbeg, na Irlanda, em 2023, um ano antes de o republicano ser eleito para seu segundo mandato.</p>
<p>O site afirmou que as anotações foram entregues ao autor Michael Wolff enquanto ele escrevia o livro &#8220;All or Nothing&#8221;, que relata os bastidores da campanha de Trump em 2024. </p>
<p>Wolff, por sua vez, disse no podcast Inside Trump&#8217;s Head que recebeu o material de fontes da campanha de Trump preocupadas com a proximidade entre Natalie e o presidente. Segundo ele, as cartas foram encontradas em meio às pilhas de impressões que a assistente entregava a Trump. </p>
<p>Ao Daily Beast o porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle, disse que Natalie é &#8220;uma das assessoras mais leais e dedicadas&#8221; de Trump.</p>
<p>Em uma das cartas, Natalie pede desculpas a Trump. &#8220;Achei que tinha sido a única deixada para trás ontem à noite e não fazia ideia de que o carro da Margo também havia sido parado e mandado de volta para o aeroporto&#8221;, escreveu Natalie, em referência à assessora de comunicação da Casa Branca, Margo Martin, que, segundo o Daily Beast, também estava na viagem.</p>
<p>&#8220;Como eu estava sozinha na van, do lado de fora da alfândega, sem meu passaporte, entrei em pânico e deveria simplesmente ter ligado para o Serviço Secreto em vez de ligar para o senhor&#8221;, acrescentou. Depois, ela volta a pedir desculpas, dessa vez por ter caminhado nos campos de golfe em vez de utilizar um carrinho, e afirma ter recebido essa orientação de uma pessoa que trabalhava no local. &#8220;Se houver qualquer outra coisa que eu tenha feito para lhe causar problemas, por favor, me perdoe.&#8221;</p>
<p>Ao longo da carta, Natalie relata que estava distraída durante a semana, esquecendo-se de comer e dormir, e que se sentia presa à dor de perder o pai, Robert Harp, que tirou a própria vida em 2020.</p>
<p>&#8220;Comecei a deixar que os comentários de pessoas que antes não me incomodavam me afetassem &#8211; não porque me importe com o que os outros pensam, mas porque vejo minha imagem ser diminuída aos seus olhos e perder sua boa opinião sobre mim&#8221;, escreveu a assessora.</p>
<p>Natalie afirma que não quer trazer &#8220;nada além de alegria&#8221; para a vida de Trump nem decepcioná-lo. &#8220;Quero que as coisas estejam sempre bem entre nós&#8221;, disse. &#8220;O senhor é tudo o que importa para mim.&#8221; A assessora também chama Trump de &#8220;guardião&#8221; e &#8220;protetor&#8221;.</p>
<p>Na segunda carta, Natalie relata que o presidente a obrigou a se &#8220;desconectar&#8221;. &#8220;Podíamos estar no campo, sem máquinas, e até esquecer que horas eram! Eu não precisava ser a &#8216;Impressora Humana'&#8221;, escreveu ela, em referência ao apelido que ganhou por seguir o presidente com uma impressora portátil para poder entregar-lhe informações impressas.</p>
<p>Ela volta a citar que se esquecia de comer e dormir e diz que estava começando &#8216;a invejar aquelas cujo único &#8216;trabalho&#8217; parece ser conversar&#8221; com Trump e &#8220;estar bonitas&#8221;. &#8220;Eu quero esse trabalho!&#8221;</p>
<p>A assistente também afirma sentir saudade da época em que apresentava um talk show e recebia ligações de Trump para conversar &#8220;sobre tudo e sobre nada&#8221;, apesar de relatar que &#8220;odiava&#8221; esse emprego. &#8220;Quero voltar a ter essa sintonia. Não deveríamos ter que falar de trabalho o tempo todo&#8221;, disse.</p>
<p>Natalie relata que precisa &#8220;criar uma versão melhor&#8221; de si mesma, que deixará Trump &#8220;orgulhoso&#8221;. &#8220;E, por favor, quando eu falhar, o senhor vai me dizer? O senhor tem todo o direito de me dar uma bronca, se necessário, quando eu merecer, porque ninguém me conhece ou se importa comigo mais do que o senhor&#8221;, acrescentou. </p>
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		<title>Governo Espriella encerra jornalismo da mídia pública da Colômbia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176194/governo-espriella-encerra-jornalismo-da-midia-publica-da-colombia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abelardo de La Espriella]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação pública]]></category>
		<category><![CDATA[Emissoras da Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No lugar dos noticiários, o governo incluiu uma programação exclusivamente musical e centralizada a partir de Bogotá. Organizações ligadas à liberdade de expressão e de imprensa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo governo da Colômbia, do presidente Abelardo de la Espriella, pôs fim ao jornalismo da mídia pública do país encerrando o noticiário das 20 Emissoras da Paz – veículos previstos no Acordo de Paz firmado em 2016 com as Forças Armadas Revolucionária da Colômbia (Farcs).</p>
<p>No lugar dos noticiários, o governo incluiu uma programação exclusivamente musical e centralizada a partir de Bogotá. Organizações ligadas à liberdade de expressão e de imprensa rechaçaram a medida alegando que ela prejudica o acesso à informação local de diversas comunidades. </p>
<p>O Ponto 6.5 do Acordo de Paz da Colômbia prevê que essas emissoras divulguem o progresso da implementação dos termos do acordo, promovam a educação da convivência e ofereçam espaços de informação às comunidades impactadas por mais de 50 anos de conflitos armados internos na Colômbia.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Tecnologia, Inovação e Comunicações da Colômbia, a medida busca a “transformação integral do Sistema de Mídias Públicas” para “recuperar” o caráter “público, plural e independente” do sistema.</p>
<p><h2>Entidades criticam</h2>
<p>A Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP), a Missão de Observação Eleitoral (MOE) e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) rechaçaram, em nota, a decisão do governo colombiano alegando que ela restringe o acesso de comunidades inteiras à informação sobre seus próprios territórios.   </p>
<p>“As rádios comunitárias são a principal — ou até mesmo a única — fonte de informações locais e notícias de interesse público. Essas emissoras beneficiam mais de 463 mil pessoas em áreas rurais e em comunidades indígenas, afrodescendentes e camponesas”, diz o comunicado das entidades.</p>
<p>As organizações acrescentaram que a decisão “desconsidera” a natureza das rádios da paz, criadas pelo Acordo de 2016 “para operar em áreas particularmente afetadas pelo conflito”.</p>
<p>A decisão do governo Espriella, ainda que anunciada como transitória, repete a política do governo de Javier Milei para a comunicação pública da Argentina, que levou ao fechamento, em 2024, da Agência Telám, o principal veículo da mídia pública argentina.  </p>
<p><h2>Mídia Pública</h2>
<p>Inspirada no modelo de comunicação pública da Europa, a mídia pública dos países da América Latina surge com a promessa de oferecer à população um conteúdo que, por não ter interesse comercial envolvido, não seria oferecido pela mídia privada empresarial.</p>
<p>No Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que controla a Agência Brasil, é a responsável por gerir os veículos públicos federais do país.</p>
<p>Criada em 2007, a EBC atende ao Artigo 223 da Constituição Federal que determina que o serviço de radiodifusão deve observar o princípio da complementaridade entre os sistemas privado, público e estatal de comunicação.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Defesa conclui exercício militar com participação de mais cinco países</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176173/defesa-conclui-exercicio-militar-com-participacao-de-mais-cinco-paises</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[CPLP]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[Força Aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coordenada pelo Ministério da Defesa, a atividade voltada às operações de paz simula, em campo, a pronta resposta dos militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 740 militares do Brasil e de outras cinco nações que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) encerram hoje (21), em Foz do Iguaçu (PR), a edição 2026 do chamado Exercício Felino – treinamento militar conjunto que ocorre desde 2000.</p>
<p>Coordenada pelo Ministério da Defesa, a atividade voltada às operações de paz simula, em campo, a pronta resposta dos militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) brasileiras e dos países participantes em cenários de instabilidade e de conflito armado.</p>
<p>Segundo o Ministério da Defesa, neste ano o exercício reuniu, além dos quase 700 militares brasileiros, outros 38 de Angola, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.</p>
<p>“O Felino 2026 pode ser entendido como um instrumento de preparação militar, cooperação internacional e proteção da sociedade”, informou, em nota, o general Julio Cesar Belaguarda Nagy de Oliveira, oficial condutor da atividade.</p>
<p>Atualmente, 71 militares brasileiros integram operações de paz no Chipre, na Colômbia, no Líbano, na República Centro-Africana, República Democrática do Congo, no Saara Ocidental, na Somália, no Sudão do Sul e na região de Abiey, na fronteira entre Sudão e Sudão do Sul.</p>
<p>A programação contempla manobras voltadas à desativação de artefatos explosivos, proteção de civis e ameaças químicas, além de abordagens como as novas tendências dos conflitos armados, assistência humanitária a refugiados, medidas de prevenção à exploração e ao abuso sexual.</p>
<p>Iniciadas no último dia 10, as ações mobilizaram também 119 viaturas (22 da Marinha, 86 do Exército e 11 da Força Aérea), oito embarcações da Marinha e duas aeronaves da Força Aérea.</p>
<p>O próximo treinamento está previsto para ocorrer no Timor-Leste, na Ásia, em 2027.</p>
<p> </p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Turquia busca mandado internacional de prisão para Netanyahu por bloqueio a Gaza em maio</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176169/turquia-busca-mandado-internacional-de-prisao-para-netanyahu-por-bloqueio-a-gaza-em-maio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Turquia está buscando um mandado internacional para a prisão do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu devido à interceptação por Israel de uma flotilha internacional que tentou romper um bloqueio naval a Gaza para levar ajuda humanitária. O aviso vermelho da Interpol solicitado contra Netanyahu e outro cidadão israelense estava ligado a um caso em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Turquia está buscando um mandado internacional para a prisão do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu devido à interceptação por Israel de uma flotilha internacional que tentou romper um bloqueio naval a Gaza para levar ajuda humanitária.</p>
<p>O aviso vermelho da Interpol solicitado contra Netanyahu e outro cidadão israelense estava ligado a um caso em um tribunal de Istambul que julga 35 réus à revelia por suposto &#8220;genocídio&#8221;, outros crimes contra a humanidade, tortura, detenção ilegal e sequestro, disse o Ministro da Justiça turco Akin Gurlek em um comunicado postado no X.</p>
<p>As acusações decorrem da interceptação pela marinha israelense em maio de vários navios em águas internacionais ao largo de Chipre, dias após a flotilha partir do porto turco de Marmaris. Alguns ativistas detidos relataram maus-tratos.</p>
<p>A Turquia está entre os críticos mais vocais do governo de Israel.</p>
<p>Netanyahu respondeu nas redes sociais, chamando o presidente turco Recep Tayyip Erdogan de ditador antissemita que &#8220;massacrou curdos, abriga terroristas do Hamas, ocupa metade de Chipre e prende números recordes de jornalistas e políticos que se opõem a ele&#8221;.</p>
<p>&#8220;A tentativa patética de Erdogan de intimidar os líderes e soldados de Israel, a única verdadeira democracia no Oriente Médio, não irá a lugar nenhum&#8221;, disse Netanyahu na sexta-feira.</p>
<p>O Reino Unido, Canadá e a Austrália também divulgaram um comunicado conjunto nesta sexta-feira criticando o encerramento de investigações por Israel de um ataque militar israelense contra um comboio World Central Kitchen, enquanto entregava alimentos a civis em Gaza. Os ataques de drones das Forças de Defesa de Israel (IDF, em inglês) mataram sete trabalhadores humanitários, entre eles cidadãos do Reino Unido, Austrália e um com dupla nacionalidade Canadá-EUA.</p>
<p>&#8220;Temos pressionado para que Israel considere o caso de forma rápida e completa e responsabilize os culpados. O anúncio em 19 de agosto de que não prosseguiriam com investigações criminais, sem mais explicações, é vergonhoso&#8221;, afirma a nota. &#8220;As vítimas deste incidente e suas famílias merecem justiça e responsabilização, e continuaremos a buscar respostas em seu nome&#8221;.</p>
<p>O comunicado destaca que o ataque contra a World Central Kitchen é apenas um dos inúmeros em Gaza com mortes de civis e trabalhadores voluntários onde não houve responsabilização. &#8220;Apesar do frágil cessar-fogo, Gaza continua o lugar mais mortal para entregar ajuda. Israel deve cumprir suas obrigações com o direito internacional e garantir que o pessoal humanitário realize seu trabalho com segurança&#8221;, conclui.</p>
<p>Nesta semana, Turquia, Egito e Catar condenaram publicamente novos ataques de Israel em Gaza, enquanto países europeus e o Canadá criticaram o projeto de assentamentos israelenses na Cisjordânia. Por outro lado, os Estados Unidos concordaram que Israel não deve deixar operações na Faixa de Gaza até que o Hamas complete o seu desarmamento.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press</i> </p>
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		<title>Arsenal escondido em floresta alemã seria usado para assassinatos a mando da inteligência russa</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176163/arsenal-escondido-em-floresta-alema-seria-usado-para-assassinatos-a-mando-da-inteligencia-russa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoridades de segurança alemãs descobriram armas de fogo escondidas em uma floresta perto de Berlim no ano passado, que acreditam que seriam usadas para realizar assassinatos a mando da inteligência russa, informou o jornal Süddeutsche Zeitung na sexta-feira, 21. Entre os alvos potenciais estavam executivos da indústria de defesa, figuras da oposição exiladas e apoiadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoridades de segurança alemãs descobriram armas de fogo escondidas em uma floresta perto de Berlim no ano passado, que acreditam que seriam usadas para realizar assassinatos a mando da inteligência russa, informou o jornal Süddeutsche Zeitung na sexta-feira, 21. Entre os alvos potenciais estavam executivos da indústria de defesa, figuras da oposição exiladas e apoiadores da Ucrânia, segundo a reportagem. A embaixada russa não se manifestou. </p>
<p>A reportagem do jornal, publicada em conjunto com as emissoras NDR e WDR, citou fontes não especificadas afirmando que um suspeito foi preso na Romênia e pode ter sido o responsável pela instalação do depósito de armas. Segundo o ministro do Interior, Alexander Dobrindt, a Alemanha está em contato com a Romênia para tratar a possível extradição do homem. &#8220;Este caso demonstra que estamos operando sob um alto nível de alerta&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Dobrindt afirmou que não podia descartar o envolvimento de potências estrangeiras, acrescentando que o suspeito, cuja nacionalidade não revelou, também havia sido detido em conexão com planos de ataques com bombas enviadas por correio na Romênia. Isso teria um papel importante nas negociações com as autoridades romenas sobre uma possível extradição. &#8220;Vamos determinar, no decorrer da investigação, quais medidas podem ser tomadas contra essa pessoa&#8221;, disse ele.</p>
<p>Dobrindt disse que o esconderijo, que também incluía munição, estava sob vigilância há meses após sua descoberta, mas ninguém havia sido visto se aproximando dele.</p>
<p>Ainda de acordo com o Süddeutsche Zeitung, o Ministério Público Federal estava investigando o caso sob suspeita de planejamento de um grave ato de violência que representasse uma ameaça ao Estado. O jornal afirmou que o serviço de inteligência interna da Alemanha, que vinha alertando para um risco elevado de sabotagem ou tentativas de assassinato por parte da Rússia, estava convencido de que os responsáveis ??pela instalação do esconderijo estavam agindo sob ordens dos serviços russos. </p>
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		<item>
		<title>Zelenski diz que Ucrânia atingiu refinaria e base aérea na Rússia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176126/zelenski-diz-que-ucrania-atingiu-refinaria-e-base-aerea-na-russia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2176126/zelenski-diz-que-ucrania-atingiu-refinaria-e-base-aerea-na-russia</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, informou no X que forças ucranianas atingiram nesta sexta-feira (21) uma refinaria de petróleo em Perm, a base aérea de Marinovka e outras instalações militares russas. Segundo Zelenski, os ataques na madrugada tiveram como alvos a refinaria em Perm, a mais de 1.600 quilômetros da fronteira ucraniana, a base [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, informou no X que forças ucranianas atingiram nesta sexta-feira (21) uma refinaria de petróleo em Perm, a base aérea de Marinovka e outras instalações militares russas.</p>
<p>Segundo Zelenski, os ataques na madrugada tiveram como alvos a refinaria em Perm, a mais de 1.600 quilômetros da fronteira ucraniana, a base aérea de Marinovka, na região de Volgogrado, e posições no Mar Negro.</p>
<p>Ele acrescentou que resultados de operações anteriores foram confirmados, incluindo danos a um caça-bombardeiro russo SU-34 na base aérea de Akhtubinsk, a cerca de 600 quilômetros da linha de frente.</p>
<p>Zelenski mencionou ainda um ataque a uma instalação em Primorsko-Akhtarsk, a aproximadamente 180 quilômetros da Ucrânia. Segundo ele, o local era usado para armazenar, preparar e lançar drones empregados contra cidades e civis ucranianos. </p>
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		<title>EUA e Coreia do Sul encerram exercícios militares mais cedo, em gesto de Trump à Pyongyang</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2176036/eua-e-coreia-do-sul-encerram-exercicios-militares-mais-cedo-em-gesto-de-trump-a-pyongyang</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Forças Armadas dos EUA e da Coreia do Sul encerraram nesta sexta-feira (21) seus exercícios anuais seis dias antes do previsto inicialmente, em um gesto conciliatório em direção à Coreia do Norte &#8211; embora Pyongyang diga que a medida não é suficiente para convencê-la a voltar às negociações. O presidente dos EUA, Donald Trump, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas dos EUA e da Coreia do Sul encerraram nesta sexta-feira (21) seus exercícios anuais seis dias antes do previsto inicialmente, em um gesto conciliatório em direção à Coreia do Norte &#8211; embora Pyongyang diga que a medida não é suficiente para convencê-la a voltar às negociações.</p>
<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, havia ordenado de forma abrupta que o Pentágono &#8220;reduzisse substancialmente&#8221; o exercício Ulchi Freedom Shield pouco antes de ele começar, na segunda-feira, 17. Trump citou uma boa relação com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e a recusa da Coreia do Sul em apoiá-lo na guerra contra o Irã.</p>
<p>O exercício deste mês, segundo relatos, estava inicialmente programado para ocorrer em duas fases ao longo de 11 dias, simulando ataques norte-coreanos &#8211; a primeira parte até sexta-feira, com operações defensivas, e a segunda até 27 de agosto, com operações de contraofensiva. A Coreia do Norte é extremamente sensível à segunda fase.</p>
<p>Seul e Washington também planejavam realizar 14 exercícios conjuntos de treinamento em campo durante o período do Ulchi Freedom Shield, mas concordaram em reduzi-los pela metade, de acordo com os militares sul-coreanos. Fonte: Associated Press.</p>
<p>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do <i>Broadcast</i>, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. </p>
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		<title>Queda de avião em base militar dos EUA no Alasca deixa oito mortos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175994/queda-de-aviao-em-base-militar-dos-eua-no-alasca-deixa-oito-mortos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um avião fretado por uma empresa civil caiu na quinta-feira, 20, durante a aproximação de uma estação de radar militar dos Estados Unidos no oeste do Alasca. As oito pessoas a bordo morreram, informou o Exército americano. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada pelas autoridades. O acidente ocorreu no aeroporto da Estação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avião fretado por uma empresa civil caiu na quinta-feira, 20, durante a aproximação de uma estação de radar militar dos Estados Unidos no oeste do Alasca. As oito pessoas a bordo morreram, informou o Exército americano. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada pelas autoridades.</p>
<p>O acidente ocorreu no aeroporto da Estação de Radar de Longo Alcance de Cape Newenham, uma instalação localizada a cerca de 725 quilômetros a oeste de Anchorage. Segundo Clint Johnson, chefe da região do Alasca do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB, na sigla em inglês), a aeronave havia decolado de Anchorage e caiu no início da tarde, enquanto se aproximava do local.</p>
<p>Duas pessoas da tripulação e seis passageiros estavam a bordo, segundo Johnson. Equipes de busca e resgate chegaram à região e confirmaram que não havia sobreviventes.</p>
<p>O Exército informou que a aeronave era contratada de uma empresa civil. As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a missão realizada pelos ocupantes ou sobre as circunstâncias que levaram à queda.</p>
<p>A Estação de Radar de Longo Alcance de Cape Newenham é administrada pelo Centro Regional de Apoio das Forças Aéreas do Pacífico. A unidade integra uma rede de instalações remotas responsáveis por monitorar aeronaves que operam no espaço aéreo do Alasca e nas proximidades de suas fronteiras.</p>
<p>Em comunicado, o tenente-general Robert Davis, comandante do Comando do Alasca, da Região do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad) no Alasca e da 11ª Força Aérea, lamentou o acidente.</p>
<p>&#8220;Esta é uma perda devastadora para nossa família militar e para as comunidades que servimos&#8221;, afirmou Davis. O comandante descreveu as vítimas como &#8220;profissionais dedicados que cumpriam uma missão vital em um ambiente exigente&#8221;.</p>
<p>Davis afirmou ainda que a prioridade das autoridades é prestar apoio às famílias, amigos e colegas das vítimas. Ele também agradeceu às equipes de busca e recuperação pelo trabalho realizado após o acidente. As causas da queda estão sendo investigadas. (Fonte: Associated Press). </p>
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		<item>
		<title>Países europeus e Canadá condenam projeto de assentamentos de Israel na Cisjordânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175983/paises-europeus-e-canada-condenam-projeto-de-assentamentos-de-israel-na-cisjordania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Canadá classificaram nesta quinta-feira (21) como &#8220;inaceitáveis&#8221; os planos de Israel de abrir licitações para a construção de cerca de 1.200 moradias em assentamentos em uma área da Cisjordânia. Em declaração conjunta, os cinco países pediram que o governo israelense &#8220;retraia os planos imediatamente&#8221;. &#8220;Em um momento de grave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Canadá classificaram nesta quinta-feira (21) como &#8220;inaceitáveis&#8221; os planos de Israel de abrir licitações para a construção de cerca de 1.200 moradias em assentamentos em uma área da Cisjordânia. Em declaração conjunta, os cinco países pediram que o governo israelense &#8220;retraia os planos imediatamente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em um momento de grave instabilidade na Cisjordânia, com níveis sem precedentes de violência de colonos contra civis e sérias restrições à economia palestina, essa decisão é ainda mais preocupante&#8221;, afirma o texto. Segundo os signatários, a medida &#8220;não apenas afastará ainda mais a região da paz, como também prejudica a posição internacional de Israel&#8221;.</p>
<p>Israel construiu cerca de 160 assentamentos, onde vivem aproximadamente 700 mil judeus, desde que ocupou a Cisjordânia e Jerusalém Oriental na guerra de 1967. Os palestinos reivindicam esses territórios, junto com Gaza, como base de um futuro Estado. Estima-se que cerca de 3,3 milhões de palestinos vivam na Cisjordânia. </p>
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		<item>
		<title>São Pio X: o papa que levou a fé a sério e deixou seu nome na história</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175892/sao-pio-x-o-papa-que-levou-a-fe-a-serio-e-deixou-seu-nome-na-historia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que São Pio X levou a sério, foi a missão de cuidar da Igreja. E não era pouca coisa. A Igreja Católica celebra nesta sexta-feira (21) o dia dedicado a São Pio X, papa que comandou a instituição entre 1903 e 1914 e ficou marcado pela defesa da doutrina católica, pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se tem uma coisa que São Pio X levou a sério, foi a missão de cuidar da Igreja. E não era pouca coisa.</p>



<p>A Igreja Católica celebra nesta sexta-feira (21) o dia dedicado a São Pio X, papa que comandou a instituição entre 1903 e 1914 e ficou marcado pela defesa da doutrina católica, pela atenção à formação dos fiéis e pelas mudanças promovidas na liturgia.</p>



<p>Nascido Giuseppe Melchiorre Sarto, na Itália, em 1835, ele percorreu praticamente todo o caminho esperado de quem decide dedicar a vida à Igreja: foi sacerdote, bispo, cardeal e, depois, chegou ao posto mais alto do catolicismo.</p>



<p>Durante o pontificado, incentivou a formação religiosa, promoveu mudanças na liturgia e defendeu com firmeza os ensinamentos da Igreja. Nada muito parecido com a ideia de que ser papa é apenas usar uma roupa diferente e aparecer na janela de vez em quando.</p>



<p>São Pio X morreu em 1914, pouco depois do início da Primeira Guerra Mundial. Décadas mais tarde, em 1954, foi canonizado pelo papa Pio XII.</p>



<p>A data de 21 de agosto é dedicada à sua memória e recorda a trajetória de um dos papas que marcaram a história da Igreja Católica no século XX.</p>
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		<item>
		<title>Empresa dos EUA fecha contrato de US$ 22,3 mi para sistema anti-drones no Oriente Médio</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175807/empresa-dos-eua-fecha-contrato-de-us-223-mi-para-sistema-anti-drones-no-oriente-medio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa americana Powerus informou nesta quinta-feira ter assinado um contrato comercial de cerca de US$ 22,3 milhões para fornecer um sistema em rede para o Oriente Médio de combate a drones voltado à detecção, rastreamento, classificação e alerta antecipado. A tecnologia, segundo a empresa, será usada na proteção de infraestrutura crítica de petróleo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa americana Powerus informou nesta quinta-feira ter assinado um contrato comercial de cerca de US$ 22,3 milhões para fornecer um sistema em rede para o Oriente Médio de combate a drones voltado à detecção, rastreamento, classificação e alerta antecipado. A tecnologia, segundo a empresa, será usada na proteção de infraestrutura crítica de petróleo e gás. </p>
<p>&#8220;A solução deverá oferecer uma visão operacional unificada a partir de recursos de comando e controle instalados no centro de operações do contratante, permitindo identificar, acompanhar e avaliar potenciais ameaças de aeronaves não tripuladas em toda a área de atuação&#8221;, disse a empresa em comunicado.</p>
<p>A fase inicial terá como foco ampliar a capacidade de alerta antecipado e fornecer informações para decisões rápidas de segurança e operação, segundo a empresa. A companhia ainda informou que a arquitetura também foi desenhada para possibilitar, no futuro, a integração da tecnologia interceptora Guardian, da própria Powerus, abrindo caminho para ampliar as capacidades anti-drones conforme &#8220;a evolução do risco e das exigências em campo&#8221;.</p>
<p>A Powerus afirmou que o contrato reflete a crescente demanda global por tecnologia americana para proteger ativos energéticos em ambientes complexos. &#8220;Este contrato comercial reflete a direção para a qual acreditamos que o mercado anti-drones está caminhando, rumo à proteção integrada e em rede de infraestrutura crítica de petróleo e gás&#8221;, disse Brett Velicovich, cofundador e presidente da Powerus. </p>
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		<item>
		<title>Mais de 750 militares americanos foram feridos durante operações contra Irã, diz Pentágono</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175785/mais-de-750-militares-americanos-foram-feridos-durante-operacoes-contra-ira-diz-pentagono</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 23:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 750 tropas dos EUA foram feridas durante operações recentes contra o Irã, mostram dados do Pentágono. Dos 757 membros do serviço que foram feridos desde que a guerra começou em fevereiro, mais de 580 são soldados do Exército. O total de feridos também inclui 86 marinheiros, 64 aviadores e 19 fuzileiros navais. Embora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 750 tropas dos EUA foram feridas durante operações recentes contra o Irã, mostram dados do Pentágono. Dos 757 membros do serviço que foram feridos desde que a guerra começou em fevereiro, mais de 580 são soldados do Exército. O total de feridos também inclui 86 marinheiros, 64 aviadores e 19 fuzileiros navais.</p>
<p>Embora muitas das baixas sejam categorizadas como ocorridas durante a &#8220;Operação Epic Fury&#8221;, o nome formal para o conflito, o Pentágono criou uma nova categoria para tropas feridas chamada &#8220;Operações no Exterior&#8221; no Sistema de Análise de Baixas de Defesa no final de julho. O Pentágono disse que isso ocorreu porque a Operação Epic Fury foi concluída e o exército decidiu classificar as baixas relacionadas aos últimos ataques na nova categoria.</p>
<p>O Pentágono e o Comando Central dos EUA (Centcom, em inglês) ofereceram quase nenhum detalhe sobre como as lesões ocorreram ou a quantidade de danos que as bases dos EUA sofreram. No entanto, autoridades disseram que a grande maioria das lesões são lesões cerebrais traumáticas. Fonte: .</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast</i> </p>
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		<item>
		<title>Brasil envia 19 toneladas de arroz à Colômbia após terremoto</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175741/brasil-envia-19-toneladas-de-arroz-a-colombia-apos-terremoto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto na Colômbia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro informou, nesta quinta-feira (20), que enviou 19 toneladas de arroz à Colômbia em resposta ao pedido de assistência humanitária feito pelas autoridades locais....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O governo brasileiro informou, nesta quinta-feira (20), que enviou 19 toneladas de arroz à Colômbia em resposta ao pedido de assistência humanitária feito pelas autoridades locais. No último dia 10, o país sofreu um forte terremoto que matou mais de 300 pessoas.</p>
<p>De acordo com nota, a carga segue a bordo de aeronave cargueira KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), que decolou às 17h de hoje da Base Aérea de Canoas (RS) e desembarca amanhã (21) na Colômbia.</p>
<p>“Oriundo dos estoques públicos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), administrados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o arroz doado não compromete o abastecimento nacional”, esclareceu o comunicado.</p>
<p>O governo ressaltou que “reitera sua solidariedade ao governo e ao povo colombianos diante do terremoto, bem como sua disposição de colaborar, conforme suas capacidades, com as autoridades colombianas nas ações de resposta à emergência”.</p>
<p>O terremoto de magnitude 7,4 teve seu epicentro em San José del Palmar, no Departamento de Chocó. O abalo sísmico derrubou prédios e danificou moradias, escolas, hospitais e rodovias, desde o porto de Buenaventura, no Oceano Pacífico, até cidades como Quibdó, Cali, Pereira e Manizales.</p>
<p>*Com informações da Reuters </p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>EUA aumentam pressão econômica contra Cuba e anunciam novas sanções contra o país</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175723/eua-aumentam-pressao-economica-contra-cuba-e-anunciam-novas-sancoes-contra-o-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2175723/eua-aumentam-pressao-economica-contra-cuba-e-anunciam-novas-sancoes-contra-o-pais</guid>

					<description><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou nesta quinta-feira, 20, novas sanções contra indivíduos e entidades cubanas, ampliando a pressão do governo Trump sobre o regime em Havana. As medidas miram dirigentes do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), que, segundo Rubio, se vale de intercâmbios educacionais para &#8220;identificar, cultivar e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou nesta quinta-feira, 20, novas sanções contra indivíduos e entidades cubanas, ampliando a pressão do governo Trump sobre o regime em Havana.</p>
<p>As medidas miram dirigentes do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), que, segundo Rubio, se vale de intercâmbios educacionais para &#8220;identificar, cultivar e radicalizar subversivos&#8221;. Foram sancionados o presidente da entidade, Fernando González Llort, a primeira vice-presidente, Noemi Ramona Rabaza Fernandez, e a diretora para a América do Norte, Leima Martinez Freire.</p>
<p>&#8220;O governo Trump não ficará parado enquanto uma potência estrangeira hostil busca explorar as nossas liberdades, enganando e corrompendo cidadãos americanos com mentiras, técnicas de espionagem e outras irregularidades&#8221;, afirmou Rubio, em comunicado. Ele acrescentou que essa atuação faria parte da estratégia do regime de &#8220;exportar marxismo, ressentimento racial e violência comunista&#8221;.</p>
<p>Rubio também anunciou sanções contra quatro organizações ligadas aos setores de metais e mineração, por serem estatais ou associadas ao governo cubano. Outras três entidades relacionadas a operações de importação e exportação entraram na lista, abrangendo itens como veículos, equipamentos industriais, eletrodomésticos e materiais de construção.</p>
<p>Além disso, os EUA sancionaram o Ministério da Construção de Cuba e um órgão estatal que fornece mão de obra cubana a empresas estrangeiras no país. Segundo Rubio, essas estruturas &#8220;sustentam o aparato repressivo do regime por meio do controle de setores econômicos-chave&#8221;. </p>
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		<item>
		<title>Milei defende políticas de governo enquanto manifestantes protestam contra medidas econômicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Argentina, Javier Milei, fez uma série de declarações nesta quinta-feira, 2, defendendo a política econômica de seu governo. Em discurso no evento Council of the Americas, ele apontou para os dados de inflação mais recentes, além de naturalizar o fechamento de empresas no país argumentando ser parte do funcionamento do mercado. &#8220;Goste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Argentina, Javier Milei, fez uma série de declarações nesta quinta-feira, 2, defendendo a política econômica de seu governo. Em discurso no evento Council of the Americas, ele apontou para os dados de inflação mais recentes, além de naturalizar o fechamento de empresas no país argumentando ser parte do funcionamento do mercado.</p>
<p>&#8220;Goste a mídia, os economistas e outros, ou não, se vocês analisarem minhas declarações, sempre disse a mesma coisa sobre a inflação no atacado. A inflação, não em agosto, mas em julho, começou em 0 e chegou a 0,8%&#8221;, apontou. &#8220;Assim como empresas surgem, empresas desaparecem, é um fenômeno natural, pois os recursos são realocados devido à mudança das condições econômicas. Nem tudo precisa acontecer no mesmo ritmo, não funciona assim&#8221;, disse ainda.</p>
<p>Para o presidente, o processo de crescimento econômico deve ser &#8220;harmonioso&#8221;. No entanto, ele observou que, como houve &#8220;restrições&#8221; à economia anteriormente, devido a medidas tomadas por governos anteriores, agora &#8220;o processo de abertura está se tornando abrupto&#8221;. &#8220;Já que a economia da Argentina foi caracterizada nos 100 anos anteriores à nossa administração como um país em declínio, então parece que as ferramentas devem estar bastante enferrujadas&#8221;, apontou, criticando a análise econômica local.</p>
<p>Visando o evento com Milei, centrais sindicais e diversas associações de pequenas e médias empresas se mobilizaram em Buenos Aires para exigir medidas que visem o endividamento das famílias e a crise que afeta o setor produtivo. As organizações sociais e trabalhistas marcharam até o Ministério da Economia, enquanto líderes empresariais se reuniram na Plaza de Mayo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a <i>Bloomberg</i> destacou hoje que depósitos a prazo em pesos do setor privado &#8211; incluindo pessoas físicas e empresas &#8211; apresentam um crescimento de 45,1% em relação ao ano anterior, enquanto os depósitos em dólares atingiram o nível mais alto desde 2001; ambas as categorias superam a inflação anual de 34%. No entanto, os prazos dessas aplicações estão encurtando: os argentinos mantêm agora apenas cerca de 4% de seus depósitos em pesos com vencimento superior a 90 dias, aproximadamente metade da proporção observada um ano atrás. </p>
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		<title>Terremoto de magnitude 7,2 atinge sul do Peru</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2175685/terremoto-de-magnitude-72-atinge-sul-do-peru</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um forte terremoto de magnitude 7,2 foi registrado na tarde desta quinta-feira (20), na região de Ayacucho, no sul do Peru, segundo relatórios oficiais do Instituto Geofísico do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Um forte terremoto de magnitude 7,2 foi registrado na tarde desta quinta-feira (20), na região de Ayacucho, no sul do Peru, segundo relatórios oficiais do Instituto Geofísico do Peru (IGP).</p>
<p>Até o momento, os órgãos de resposta e as instituições de gestão de risco não relataram mortos, feridos ou danos materiais significativos.</p>
<p>O evento sísmico ocorreu às 13h (horário local), com epicentro localizado a 35 quilômetros ao norte do distrito de Coracora, na província de Parinacochas.</p>
<p>O tremor durou cerca de um minuto e foi sentido em diversas regiões, inclusive em Lima. O relatório técnico do IGP detalha que o tremor teve uma profundidade de 108 quilômetros, sendo classificado como um evento de foco intermediário.</p>
<p>Devido a essa profundidade, as ondas sísmicas se propagaram por várias regiões do país. A ocorrência de tsunami foi descartada.</p>
<p>Na localidade de Coracora, a intensidade do sismo atingiu os níveis III-IV na escala de Mercalli, sendo claramente sentido pela população no interior das residências.</p>
<p>Equipes do Instituto Nacional de Defesa Civil (Indeci) e autoridades locais continuam fazendo avaliações de campo nas comunidades rurais próximas ao epicentro para descartar danos a infraestruturas vulneráveis.</p>
<p>O Indeci reiterou as medidas de prevenção para a população diante da possibilidade de réplicas, recomendando manter a calma, identificar as áreas de segurança interna nas residências e manter preparadas as mochilas de emergência.</p>
<p>As autoridades lembraram que o Peru está situado no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma das regiões de maior atividade sísmica do planeta, devido à interação contínua das placas continentais.</p>
<p>As equipes do IGP e do sistema de gestão de desastres continuam monitorando a região andina em tempo real para atualizar os relatórios à medida que avançam as inspeções na província de Parinacochas e nas áreas adjacentes.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>EUA afirmam não ver ameaça imediata dos lançamentos de mísseis pela Coreia do Norte no Pacífico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Indo-Pacífico dos EUA (Uspacom, em inglês) afirmou nesta quinta-feira, 20, que está ciente dos lançamentos de mísseis pela Coreia do Norte e em conversa próxima com aliados, mas que não vê ameaças imediatas para a região, em nota publicada no X. &#8220;Estamos cientes do recente lançamento de mísseis e estamos consultando nossos aliados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comando Indo-Pacífico dos EUA (Uspacom, em inglês) afirmou nesta quinta-feira, 20, que está ciente dos lançamentos de mísseis pela Coreia do Norte e em conversa próxima com aliados, mas que não vê ameaças imediatas para a região, em nota publicada no X.</p>
<p>&#8220;Estamos cientes do recente lançamento de mísseis e estamos consultando nossos aliados e parceiros. Com base nessas avaliações, esses eventos não representam uma ameaça imediata para tropas ou territórios americanos, ou de nossos aliados&#8221;, disse. &#8220;Os EUA continuam comprometidos com a defesa nacional e de nossos aliados na região&#8221; do Pacífico, concluiu. </p>
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