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	<title>Internacional - CGN</title>
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	<description>Notícias de Cascavel, Paraná e Brasil</description>
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	<title>Internacional - CGN</title>
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		<title>Chefe de fronteiras de Trump defende muro no Texas apesar de suspensão judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O comissário da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês), Rodney Scott, defendeu os planos do governo Donald Trump de construir um muro e outras estruturas na região de Big Bend, no Texas, apesar da oposição local e de uma ordem judicial que suspendeu as obras. Em entrevista exclusiva [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O comissário da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na sigla em inglês), Rodney Scott, defendeu os planos do governo Donald Trump de construir um muro e outras estruturas na região de Big Bend, no Texas, apesar da oposição local e de uma ordem judicial que suspendeu as obras. Em entrevista exclusiva à <i>Associated Press (AP)</i>, afirmou que proteger as fronteiras do país é um objetivo &#8220;inegociável&#8221;.</p>
<p>Scott argumentou que o projeto de US$ 46 bilhões é necessário, embora uma coalizão bipartidária de proprietários de terras, empresários e ambientalistas o considere um desperdício de recursos públicos capaz de prejudicar uma área que registra historicamente poucas travessias de migrantes.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo número um, desde o início, é saber quem e o que está entrando nos Estados Unidos&#8221;, disse na quinta-feira. Segundo ele, deixar Big Bend sem infraestrutura de segurança, enquanto outras áreas da fronteira são fortificadas, fará com que a região seja &#8220;completamente invadida e destruída&#8221;.</p>
<p>O plano, financiado por republicanos no Congresso, prevê muros de aço de até 9 metros, barreiras para veículos, estradas e sistemas de vigilância ao longo de cerca de 3.200 quilômetros da divisa com o México. O governo afirma construir 19 quilômetros por semana. Scott disse que o muro principal ficará pronto até dezembro de 2027 e que o projeto será concluído até o fim do segundo mandato de Trump. &#8220;Estamos, na verdade, adiantados em relação ao cronograma&#8221;, afirmou.</p>
<p>Neste mês, um juiz determinou a suspensão das obras em Big Bend, incluindo o parque nacional da região, diante do risco de &#8220;danos graves e irreparáveis&#8221; aos autores da ação. O governo recorreu à Suprema Corte. A oposição ao projeto reúne inclusive parlamentares republicanos.</p>
<p>Após escavadeiras serem vistas removendo terra no parque em agosto, Scott suspendeu as atividades de construção no local para dialogar com moradores. Sem detalhar os planos devido às disputas judiciais, assegurou que não haverá muros altos de aço dentro do parque. Ressaltou, porém, que as barreiras naturais não impedem travessias ilegais e que cartéis mexicanos poderiam explorar eventuais brechas.</p>
<p>À frente de uma agência com 67 mil funcionários, Scott também abordou as críticas às operações migratórias da CBP no interior dos EUA. A atuação ganhou destaque após a morte do americano Alex Pretti, baleado durante uma ação em Minneapolis por agentes da Patrulha de Fronteira e da CBP, episódio que levou o governo a reduzir operações ostensivas nas cidades.</p>
<p>O comissário disse que a CBP continua auxiliando o Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, na sigla em inglês), mas diminuiu sua presença longe das fronteiras após o ICE ampliar seu efetivo. Evitou comentar a investigação do FBI sobre a morte de Pretti.</p>
<p>Em visita à fronteira com o Canadá, Scott alertou ainda para o uso crescente de drones por cartéis mexicanos para transportar contrabando e monitorar agentes americanos. O Departamento de Segurança Interna estabeleceu restrições temporárias a voos não autorizados de drones em uma faixa de 1,6 quilômetro ao norte da fronteira com o México. &#8220;Queremos garantir que essa ameaça não entre nos Estados Unidos&#8221;, disse. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Coreia do Sul propõe negociações militares com Norte para evitar confrontos na fronteira</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221563/coreia-do-sul-propoe-negociacoes-militares-com-norte-para-evitar-confrontos-na-fronteira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coreia do Sul propõe negociações militares com Norte para evitar confrontos na fronteira &#8211; A Coreia do Sul propôs nesta sexta-feira negociações militares com a Coreia do Norte para esclarecer a localização da linha de demarcação entre os países e evitar confrontos acidentais. A iniciativa ocorre após explosões de minas terrestres, em 21 de setembro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Coreia do Sul propõe negociações militares com Norte para evitar confrontos na fronteira &#8211;</p>
<p>A Coreia do Sul propôs nesta sexta-feira negociações militares com a Coreia do Norte para esclarecer a localização da linha de demarcação entre os países e evitar confrontos acidentais. A iniciativa ocorre após explosões de minas terrestres, em 21 de setembro, ferirem três soldados sul-coreanos. Segundo Seul, os artefatos foram instalados pelo Norte ao sul da linha divisória, acusação negada por Pyongyang.</p>
<p>O vice-ministro sul-coreano para Política de Defesa, Kim Hong-cheol, afirmou que as conversas devem permitir &#8220;confirmar mutuamente a localização exata da linha de demarcação militar terrestre&#8221;, além de discutir o restabelecimento das comunicações militares e medidas para prevenir confrontos. Ele acrescentou que Seul aceita a participação do Comando das Nações Unidas, liderado pelos Estados Unidos, em negociações trilaterais.</p>
<p>As Forças Armadas sul-coreanas afirmam que soldados norte-coreanos cruzaram a linha divisória 50 vezes neste ano durante trabalhos de fortificação, levando suas tropas a responder com tiros e transmissões de advertência. Pyongyang vem instalando minas, cercas, estradas táticas e barreiras antitanque na fronteira, uma das mais militarizadas do mundo.</p>
<p>A proposta ocorre dias depois de Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, visitar áreas fronteiriças e ameaçar retaliar eventuais provocações sul-coreanas contra os trabalhos de fortificação. Ela também anunciou planos de retomar transmissões de propaganda contra Seul por alto-falantes e afirmou que &#8220;novos meios de resposta&#8221; foram colocados em alerta.</p>
<p>Kim Yo Jong acusou Seul de disparar tiros de advertência sob o falso pretexto de que soldados norte-coreanos estariam cruzando a fronteira. O marechal norte-coreano Pak Jong Chon também negou as violações e ameaçou uma &#8220;resposta esmagadora&#8221; a provocações sul-coreanas.</p>
<p>A linha de demarcação foi estabelecida pelo armistício de 1953, que interrompeu os combates da Guerra da Coreia. Segundo autoridades sul-coreanas, o desaparecimento de antigos marcos de fronteira contribui para divergências sobre seu traçado. O ministro da Defesa do Sul, Kang Shin-chul, ressaltou, porém, que as explosões de setembro não ocorreram em área disputada. Pyongyang rejeitou pedidos de desculpas e de retirada das minas.</p>
<p>Ainda não há indicação de que o Norte aceitará a proposta. Kim Jong Un suspendeu praticamente todo o diálogo e a cooperação com o Sul nos últimos anos, e Pyongyang ignorou uma oferta semelhante de negociações feita por Seul em novembro passado. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Furacão Vance pode atingir categoria 3 nesta sexta-feira ao se aproximar do México</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221553/furacao-vance-pode-atingir-categoria-3-nesta-sexta-feira-ao-se-aproximar-do-mexico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vance se transformou em furacão nesta sexta-feira, 23, e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) informou que o fenômeno deverá ganhar força rapidamente à medida que se aproxima da costa do Pacífico do México. Vance era um furacão de categoria 1, com ventos máximos sustentados de 150 km/h, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vance se transformou em furacão nesta sexta-feira, 23, e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) informou que o fenômeno deverá ganhar força rapidamente à medida que se aproxima da costa do Pacífico do México.</p>
<p>Vance era um furacão de categoria 1, com ventos máximos sustentados de 150 km/h, enquanto avançava a cerca de 730 quilômetros ao sul-sudoeste de Acapulco. Segundo o NHC, o fenômeno pode se transformar em um furacão de grande intensidade, de categoria 3, antes do fim desta sexta-feira.</p>
<p>O furacão se deslocava em direção ao norte-noroeste a aproximadamente 8 km/h, trajetória que deverá ser mantida ao longo do fim de semana, com aproximação da região de Puerto Vallarta prevista para segunda-feira. As bandas externas do furacão já provocavam ventos fortes, com intensidade de temporal, e mar agitado no Golfo de Tehuantepec, no México, informou o centro.</p>
<p>A temporada de furacões no Oceano Pacífico tem sido intensa, com tempestades se formando sucessivamente nas proximidades do Havaí e do México. As condições do fenômeno climático El Niño, agravadas pelo aquecimento global, têm provocado padrões meteorológicos incomuns, como as graves inundações e os tornados que atingiram o sudoeste dos Estados Unidos nesta semana, além da seca prolongada no Corredor Seco da América Central.</p>
<p>Vance seria o sétimo furacão de grande intensidade consecutivo registrado neste ano no Pacífico, após Nolo, Odalys, Polo, Rachel, Simon e Trudy. O Comitê de Furacões da Organização Meteorológica Mundial (OMM) não utiliza nomes menos comuns iniciados pelas letras Q, U, X, Y e Z. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Maior aeroporto de Moscou retoma operações após ameaça de drones ucranianos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221547/maior-aeroporto-de-moscou-retoma-operacoes-apos-ameaca-de-drones-ucranianos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aeroporto de Sheremetyevo, o maior de Moscou, retomou as operações nesta sexta-feira, 23, após suspender temporariamente os voos devido a uma ameaça de drones ucranianos. Durante o alerta, passageiros foram orientados a procurar abrigo, e algumas áreas do terminal foram evacuadas, segundo comunicado do aeroporto. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou no Telegram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O aeroporto de Sheremetyevo, o maior de Moscou, retomou as operações nesta sexta-feira, 23, após suspender temporariamente os voos devido a uma ameaça de drones ucranianos. Durante o alerta, passageiros foram orientados a procurar abrigo, e algumas áreas do terminal foram evacuadas, segundo comunicado do aeroporto.</p>
<p>O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou no Telegram que os sistemas de defesa aérea derrubaram 21 drones ucranianos que se dirigiam à capital russa em um intervalo de duas horas. </p>
<p>A agência estatal russa <i>TASS</i> havia informado anteriormente que os quatro aeroportos da capital estavam com chegadas e partidas suspensas, citando autoridades da aviação e o Ministério dos Transportes. </p>
<p>Mais tarde, a Rosaviatsia, agência reguladora da aviação civil russa, informou que os aeroportos de Vnukovo e Domodedovo também voltaram a receber e enviar voos, em coordenação com as autoridades responsáveis. A agência alertou, porém, que os horários ainda poderiam sofrer alterações. </p>
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		<item>
		<title>Mãe que matou três crianças havia recebido alta de atendimento psiquiátrico seis dias antes</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221529/mae-que-matou-tres-criancas-havia-recebido-alta-de-atendimento-psiquiatrico-seis-dias-antes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mulher de 44 anos que admitiu ter matado os três filhos em Bristol, na Inglaterra, recebeu nesta sexta-feira (23) uma ordem judicial de internação por tempo indeterminado em uma unidade psiquiátrica de segurança. Yasmeen Ali foi responsabilizada pelas mortes das crianças, ocorridas em fevereiro de 2024, mas a Justiça britânica considerou que um grave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma mulher de 44 anos que admitiu ter matado os três filhos em Bristol, na Inglaterra, recebeu nesta sexta-feira (23) uma ordem judicial de internação por tempo indeterminado em uma unidade psiquiátrica de segurança. Yasmeen Ali foi responsabilizada pelas mortes das crianças, ocorridas em fevereiro de 2024, mas a Justiça britânica considerou que um grave transtorno mental comprometeu sua responsabilidade pelos atos.</p>



<p>As vítimas eram Fares Bash, de 7 anos, Joury Bash, de 3 anos, e Mohammed Bash, de apenas 9 meses. Os três foram encontrados mortos dentro da residência da família, no bairro de Sea Mills, em 18 de fevereiro de 2024.</p>



<p>Durante audiência no Tribunal da Coroa de Bristol, Yasmeen admitiu três acusações de homicídio na modalidade conhecida no direito britânico como <em>manslaughter</em>, com reconhecimento de responsabilidade diminuída.</p>



<p>A defesa apresentou evidências de que a mulher enfrentava um episódio de psicose aguda quando as mortes ocorreram.</p>



<p>O juiz Linden determinou a internação psiquiátrica por tempo indeterminado após analisar os laudos médicos e concluir que os atos estavam quase inteiramente relacionados ao transtorno mental apresentado pela ré.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-criancas-foram-encontradas-mortas-dentro-de-casa">Crianças foram encontradas mortas dentro de casa</h2>



<p>Segundo as informações apresentadas ao tribunal, a própria Yasmeen telefonou para o serviço de emergência antes da chegada da polícia.</p>



<p>Durante a ligação, feita em árabe, ela demonstrava dificuldade para falar e afirmou que estava indo ao encontro de Deus.</p>



<p>Quando os policiais chegaram à residência, encontraram as três crianças mortas e a mãe em estado de intensa perturbação, com ferimentos que ela própria havia provocado.</p>



<p>A investigação apontou que as crianças morreram em decorrência de ferimentos causados por arma branca. O filho mais velho também apresentava possíveis sinais de asfixia.</p>



<p>Yasmeen, que trabalhou como enfermeira no Sudão antes de se mudar para o Reino Unido, chorou durante a audiência, enquanto eram apresentados detalhes sobre as mortes.</p>



<p>O pai das crianças, Alfil Bash, deixou a sala do tribunal durante a exposição das informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mulher-havia-recebido-alta-psiquiatrica-seis-dias-antes">Mulher havia recebido alta psiquiátrica seis dias antes</h2>



<p>Um dos pontos abordados no julgamento foi o acompanhamento de saúde mental recebido por Yasmeen antes da tragédia.</p>



<p>O tribunal foi informado de que ela havia recebido alta dos serviços de saúde mental em 12 de fevereiro de 2024, apenas seis dias antes das mortes.</p>



<p>O juiz apontou deficiências na avaliação realizada pelos serviços responsáveis, em um momento em que não havia disponibilidade de leito para atendimento psiquiátrico de casos agudos.</p>



<p>O serviço de saúde Avon and Wiltshire Mental Health Partnership NHS Trust pediu desculpas pelas falhas no atendimento prestado à mulher.</p>



<p>De acordo com a defesa, dois psiquiatras que a avaliaram identificaram um transtorno esquizoafetivo, condição que pode envolver sintomas psicóticos e alterações significativas de humor.</p>



<p>A Justiça também examinou informações sobre dificuldades familiares e financeiras enfrentadas por Yasmeen.</p>



<p>Durante o processo, foram relatados episódios anteriores de conflitos conjugais e denúncias de violência doméstica. Essas informações integraram o histórico analisado pelo tribunal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-pai-das-criancas-relata-sofrimento-apos-as-mortes">Pai das crianças relata sofrimento após as mortes</h2>



<p>Em uma declaração apresentada à Justiça, Alfil Bash descreveu o impacto da perda dos três filhos e afirmou que as crianças representavam tudo em sua vida.</p>



<p>Ele disse que a dor provocada pelas mortes permanecerá pelo resto de sua vida.</p>



<p>Ao comentar o caso, o juiz destacou o sofrimento enfrentado pela família e considerou que Yasmeen não teria cometido os atos se estivesse em condições adequadas de saúde mental.</p>



<p>Após as mortes, moradores de Sea Mills realizaram vigílias em homenagem às crianças.</p>



<p>A escola frequentada pelos dois filhos mais velhos também manifestou pesar e destacou o impacto da perda para colegas, professores e funcionários.</p>



<p>Yasmeen permanece sob cuidados em uma unidade psiquiátrica de segurança. A determinação judicial não estabelece uma data para o encerramento da internação.</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2221529/mae-que-matou-tres-criancas-havia-recebido-alta-de-atendimento-psiquiatrico-seis-dias-antes">Mãe que matou três crianças havia recebido alta de atendimento psiquiátrico seis dias antes</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prédio desaba no Quênia e deixa pessoas presas sob escombros</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221510/predio-desaba-no-quenia-e-deixa-pessoas-possivelmente-presas-sob-escombros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fixado-destaque-5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edifício em construção caiu em uma região comercial de Nairóbi nesta sexta-feira (23); equipes de resgate procuram possíveis vítimas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um prédio de vários andares em construção desabou por volta das 13h desta sexta-feira (23), no bairro de Eastleigh, em Nairóbi, capital do Quênia. O desabamento ocorreu em uma região comercial movimentada e mobilizou equipes de emergência diante da suspeita de que trabalhadores, comerciantes e pedestres possam ter ficado presos sob os escombros.</p>



<p>O edifício ficava na região da 9th Street com a Avenida Yusuf Haji. Com a queda da estrutura, uma grande nuvem de poeira se espalhou pela área, enquanto destroços se acumularam no local.</p>



<p>Apesar de os andares superiores ainda estarem em construção, o térreo já era utilizado por estabelecimentos comerciais. A situação aumentou a preocupação das autoridades com a possibilidade de vítimas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-policia-confirma-resgate-de-uma-pessoa-com-vida">Polícia confirma resgate de uma pessoa com vida</h2>



<p>O inspetor-geral da Polícia do Quênia, Douglas Kanja, confirmou que uma pessoa foi resgatada com vida dos escombros do prédio que desabou nesta sexta-feira (23), no bairro de Eastleigh, em Nairóbi. A vítima foi encaminhada ao hospital, mas seu estado de saúde não foi informado.</p>



<p>Segundo o jornal queniano <em>The Star</em>, a confirmação foi feita por Kanja durante entrevista à imprensa no local do desabamento. As equipes de emergência continuavam procurando outras possíveis vítimas sob os destroços.</p>



<p>O governador de Nairóbi, Johnson Sakaja, explicou que os socorristas estavam retirando cuidadosamente partes dos escombros para permitir a circulação de oxigênio e aumentar as chances de sobrevivência de pessoas que eventualmente estivessem presas.</p>



<p>Máquinas pesadas também foram mobilizadas para facilitar o acesso às áreas atingidas. Sakaja afirmou ainda que o edifício não cumpria as normas de construção e anunciou medidas legais contra o proprietário.</p>



<p>Até a divulgação dessas informações, as autoridades não haviam confirmado o número total de vítimas nem a causa do desabamento. As buscas continuavam em andamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-policia-usa-gas-lacrimogeneo-durante-operacao-de-resgate">Polícia usa gás lacrimogêneo durante operação de resgate</h2>



<p>Equipes da Cruz Vermelha do Quênia, do governo de Nairóbi e de outros órgãos de emergência foram mobilizadas para procurar possíveis sobreviventes.</p>



<p>As operações enfrentaram dificuldades devido à grande quantidade de pessoas reunidas nas proximidades do edifício.</p>



<p>Segundo a polícia local, houve relatos de saques e tentativas de retirar materiais dos escombros. Agentes utilizaram gás lacrimogêneo para dispersar parte da multidão, liberar os acessos e permitir a passagem de ambulâncias e equipamentos de resgate.</p>



<p>Máquinas pesadas foram utilizadas para remover destroços e facilitar o trabalho das equipes. A preocupação era alcançar áreas do edifício onde poderiam existir pessoas presas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-governador-questiona-fiscalizacao-de-construcoes">Governador questiona fiscalização de construções</h2>



<p>O governador de Nairóbi, Johnson Sakaja, esteve no local e criticou as falhas na fiscalização de obras e no cumprimento das normas de segurança.</p>



<p>Segundo Sakaja, o prédio possuía autorização para construção, mas não havia recebido o certificado necessário para ocupação. Mesmo assim, estabelecimentos comerciais já funcionavam no térreo.</p>



<p>O governador também questionou a eficácia das multas aplicadas por irregularidades, mencionando penalidades de 5 mil xelins quenianos, consideradas insuficientes para impedir o descumprimento das regras.</p>



<p>As circunstâncias que provocaram o desabamento ainda deverão ser investigadas pelas autoridades.</p>



<p>As equipes de emergência continuavam trabalhando na remoção dos escombros e na busca por possíveis sobreviventes. Até a atualização das informações consultadas, não havia balanço oficial definitivo de mortos, feridos ou pessoas desaparecidas.</p>
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		<title>Melania Trump assegura cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia, restrito à região de Oleshky</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221482/melania-trump-assegura-cessar-fogo-entre-a-russia-e-a-ucrania-restrito-a-regiao-de-oleshky</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, assegurou um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia, restrito à cidade de Oleshky, como divulgado em comunicado nesta sexta-feira. O texto, publicado pela Casa Branca, afirma que os dois países concordaram em interromper temporariamente todas as ações militares na cidade ucraniana, permitindo a entrada de ajuda humanitária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, assegurou um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia, restrito à cidade de Oleshky, como divulgado em comunicado nesta sexta-feira. O texto, publicado pela Casa Branca, afirma que os dois países concordaram em interromper temporariamente todas as ações militares na cidade ucraniana, permitindo a entrada de ajuda humanitária e a preparação para a evacuação de civis por meio de um corredor seguro estabelecido para esse fim.</p>
<p>O cessar-fogo localizado terá início na próxima quinta-feira.</p>
<p>A Casa Branca destaca que Melania e seu representante trabalharam diretamente com as lideranças russas e ucranianas para definir os termos do cessar-fogo localizado. &#8220;Em seu papel formal como Intermediária Exclusiva, a primeira-dama iniciou as negociações com ambos os países, alinhando as partes quanto aos objetivos, procedimentos técnicos, cronograma, processos e condições do acordo&#8221;, escreve Washington. </p>
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		<title>Trump defende Musk sobre Starlink na Ucrânia e diz que conversas para fim da guerra avançam</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221474/trump-defende-musk-sobre-starlink-na-ucrania-e-diz-que-conversas-para-fim-da-guerra-avancam</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta sexta-feira, 23, o CEO da SpaceX, Elon Musk, após acusações da Ucrânia de que o acesso à Starlink pelo país sofreu restrições, em meio às negociações trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia. &#8220;Elon Musk não fez nada de errado. Elon é uma pessoa muito boa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta sexta-feira, 23, o CEO da SpaceX, Elon Musk, após acusações da Ucrânia de que o acesso à Starlink pelo país sofreu restrições, em meio às negociações trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Elon Musk não fez nada de errado. Elon é uma pessoa muito boa. Mas eu acho que as pessoas têm a obrigação de proteger nossas pessoas líderes em todos os países&#8221;, disse Trump a jornalistas. </p>
<p>Sobre o conflito, Trump disse que os dois países desejam firmar um acordo. A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, anunciou hoje um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia na cidade de Olenshky para a chegada de ajuda humanitária, segundo a Casa Branca.</p>
<p>O presidente americano disse ainda que conversou nesta sexta-feira com o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, sobre a guerra na Ucrânia, exploração de petróleo no Mar do Norte e o conflito no Irã. Sobre a guerra no Oriente Médio, Trump reiterou que os Estados Unidos estão retirando &#8220;todo o petróleo que desejam&#8221; do Estreito de Ormuz.</p>
<p>Trump ainda comentou o andamento das negociações com o Canadá e o México para um acordo comercial para a revisão do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA). &#8220;O Canadá está se esforçando bastante para chegarmos a um acordo&#8221;, disse. </p>
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		<title>&#8216;Trata-se claramente de um crime terrorista&#8217;, diz ministro francês após ataque perto de Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, classificou nesta sexta-feira, 23, como &#8220;terrorista&#8221; um ataque perpetrado em localidades próximas a Paris, que deixou um morto e cinco feridos. Um homem de 39 anos disparou rajadas a partir de um carro em Trappes e La Verrière, a sudoeste de Paris, antes de ser detido em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, classificou nesta sexta-feira, 23, como &#8220;terrorista&#8221; um ataque perpetrado em localidades próximas a Paris, que deixou um morto e cinco feridos.</p>
<p>Um homem de 39 anos disparou rajadas a partir de um carro em Trappes e La Verrière, a sudoeste de Paris, antes de ser detido em outra localidade próxima, informaram várias fontes.</p>
<p>&#8220;Trata-se claramente de um crime terrorista; é um ato extremamente grave&#8221;, declarou Nuñez, que, a partir de Trappes, apresentou um balanço de um morto e cinco feridos.</p>
<p>Cinco agentes &#8220;detiveram o autor muito rapidamente&#8221; e &#8220;provavelmente (&#8230;) interromperam essa trajetória assassina&#8221;, que &#8220;deve ter durado pouco menos de um quarto de hora&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O prefeito de Trappes, Ali Rabeh, denunciou, por sua vez, &#8220;um atentado com conotação racista, provavelmente islamofóbico&#8221;, e apelou à &#8220;concórdia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Somos coletivamente responsáveis pelo que acabou de acontecer e pelo que poderia voltar a ocorrer em nosso país; a responsabilidade de todos nós é promover a desescalada&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Na última década, a França sofreu uma onda de atentados jihadistas, incluindo o massacre perpetrado no coração de Paris em novembro de 2015, que deixou mais de 130 mortos.</p>
<p>O ataque ocorreu às vésperas de mais um dia de protestos contra o alto custo de vida, previstos para este sábado. Para evitar que se repitam os episódios de violência da semana passada, que causaram repercussão no país, grandes museus anunciaram o fechamento, e o governo mobilizou um efetivo de segurança maior. </p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i> </p>
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		<title>Ucrânia diz que Starlink segue fora do ar apesar de promessa de Trump de restabelecer serviço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esforços recentes para restringir o acesso da Ucrânia a sistemas de satélite geraram uma espécie de jogo de empurra-empurra entre autoridades da administração do presidente dos EUA, Donald Trump, e seus aliados, que apresentaram versões contraditórias sobre o que levou às restrições repentinas na capacidade de Kiev de interceptar ataques russos. As limitações impostas ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esforços recentes para restringir o acesso da Ucrânia a sistemas de satélite geraram uma espécie de jogo de empurra-empurra entre autoridades da administração do presidente dos EUA, Donald Trump, e seus aliados, que apresentaram versões contraditórias sobre o que levou às restrições repentinas na capacidade de Kiev de interceptar ataques russos.</p>
<p>As limitações impostas ao Starshield &#8211; a versão de uso militar do serviço de internet via satélite Starlink, da SpaceX, que serve como base para as operações com drones e as comunicações da Ucrânia &#8211; alarmaram, na semana passada, militares e autoridades do governo ucraniano, com comandantes relatando a perda de drones e a interrupção de missões. Após dias de apreensão, Trump afirmou que o serviço voltou a operar a plena capacidade.</p>
<p>No entanto, as restrições ainda estavam em vigor nesta sexta-feira, segundo Serhii &#8220;Flash&#8221; Beskrestnov, assessor do presidente Volodimir Zelenski.</p>
<p>&#8220;Não vimos qualquer indício de que as restrições ao Starlink tenham sido suspensas&#8221;, afirmou ele em uma publicação nas redes sociais. &#8220;Existem casos isolados em que o Starlink consegue operar a velocidades ligeiramente acima do limite, mas isso provavelmente se deve ao algoritmo da SpaceX ou a condições operacionais específicas, e não ao fato de a restrição ter sido removida.&#8221;</p>
<p>Uma autoridade europeia de alto escalão, a par da situação em campo na Ucrânia, disse que Kiev não recebeu uma explicação oficial clara sobre quem ordenou as restrições ou por que elas foram impostas.</p>
<p>O episódio, somado à subsequente falta de responsabilização, causou grande repercussão entre os defensores de uma linha dura contra a Rússia e os aliados da Ucrânia no Congresso americano. O senador democrata Richard Blumenthal anunciou a abertura de uma investigação sobre como o funcionamento dessas tecnologias, essenciais para os sistemas de defesa ucranianos, foi limitado.</p>
<p>Desde a semana passada, surgem questionamentos sobre quem teria ordenado as interrupções no sistema de internet via satélite &#8211; desenvolvido pela empresa de Elon Musk &#8211; do qual a Ucrânia depende há anos para contra-atacar as investidas de Moscou. Ainda na quinta-feira, Trump sustentou que não foi ele quem tomou a decisão. </p>
<p>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, sugeriu que houve uma coordenação entre a Casa Branca e Musk, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, negaram qualquer envolvimento da administração.Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>França mobilizará 70 mil agentes de segurança para conter violência em protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221362/franca-mobilizara-70-mil-agentes-de-seguranca-para-conter-violencia-em-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 13:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 70 mil agentes de segurança serão mobilizados em toda a França no sábado, à medida que as autoridades buscam prevenir a violência renovada durante os protestos planejados. Os manifestantes planejam voltar às ruas no fim de semana para denunciar o alto custo de vida. Estudantes, membros do sindicato CGT e ativistas do movimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 70 mil agentes de segurança serão mobilizados em toda a França no sábado, à medida que as autoridades buscam prevenir a violência renovada durante os protestos planejados.</p>
<p>Os manifestantes planejam voltar às ruas no fim de semana para denunciar o alto custo de vida. Estudantes, membros do sindicato CGT e ativistas do movimento &#8220;coletes amarelos&#8221;, cujas manifestações contra a injustiça social abalaram a França em 2018 e 2019, estão programados para participar</p>
<p>O Ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, disse que além dos 70 mil policiais , seriam mobilizados helicópteros, veículos blindados e canhões de água. Além disso, unidades de elite da polícia ajudarão a proteger prédios públicos, como prefeituras, em uma operação de segurança &#8220;altamente móvel&#8221;, disse ele.</p>
<p>&#8220;Seremos absolutamente intransigentes com aqueles envolvidos em violência&#8221;, disse Nuñez em uma coletiva de imprensa, alertando que a polícia terá uma &#8220;abordagem muito firme para fazer prisões, e haverá consequências legais.&#8221;</p>
<p>Uma manifestação no sábado na cidade de Orléans, a cerca de 110 quilômetros ao sul de Paris, também será observada de perto.</p>
<p>Cerca de 50 organizações convocaram um protesto contra a extrema direita à margem do congresso de dois dias do partido nacionalista e anti-imigração de Marine Le Pen, antes da eleição presidencial da próxima primavera, no Hemisfério Norte. Os organizadores incluem sindicatos, partidos políticos de esquerda, organizações estudantis e grupos antirracismo. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<item>
		<title>Kremlin prevê negociações sobre Ucrânia em novembro e anuncia envio de diesel aos EUA</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221289/kremlin-preve-negociacoes-sobre-ucrania-em-novembro-e-anuncia-envio-de-diesel-aos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Kremlin informou que uma nova rodada de negociações trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos para buscar um acordo de paz está prevista para a primeira quinzena de novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Segundo o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, as conversas tratarão das garantias de segurança para Moscou e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Kremlin informou que uma nova rodada de negociações trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos para buscar um acordo de paz está prevista para a primeira quinzena de novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Segundo o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, as conversas tratarão das garantias de segurança para Moscou e Kiev após o fim do conflito.</p>
<p>&#8220;A solução abrangente é impossível sem isso&#8221;, afirmou Peskov nesta sexta-feira, segundo informações compartilhadas pelo pool de imprensa do Kremlin, organizado pela agência russa <i>Ria Novosti</i>.</p>
<p>Questionado sobre a possibilidade de participação europeia, o porta-voz disse que &#8220;nada pode ser descartado de antemão&#8221;, mas ressaltou que a próxima reunião ocorrerá em formato trilateral. Ele acrescentou que a arquitetura de segurança europeia não poderá ser discutida sem a participação de outros países.</p>
<p>Peskov também anunciou que o primeiro navio-tanque com diesel russo foi enviado aos Estados Unidos, segundo a agência <i>Interfax</i>. &#8220;O primeiro navio-tanque partiu em direção aos compradores e, daqui em diante, os fornecimentos continuarão regularmente&#8221;, declarou.</p>
<p>Os embarques integram entendimentos discutidos pelos presidentes Vladimir Putin e Donald Trump em telefonema no dia 9. Após a conversa, o Tesouro americano emitiu uma licença temporária para permitir operações com diesel russo, e Moscou suspendeu parcialmente, em 10 de outubro, as restrições às exportações do combustível.</p>
<p>O vice-primeiro-ministro Alexander Novak afirmou anteriormente que a Rússia poderia elevar os embarques de 500 mil para até 3,5 milhões de toneladas mensais, caso suas refinarias estejam operacionais. </p>
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		<item>
		<title>Terremoto no Tibete deixa pelo menos 16 pessoas mortas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221279/terremoto-no-tibete-deixa-pelo-menos-16-pessoas-mortas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[Tibete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos 16 pessoas morreram e 32 ficaram feridas no terremoto de magnitude 7 que atingiu a região do Tibete, no sudoeste da China, por volta das...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Pelo menos 16 pessoas morreram e 32 ficaram feridas no terremoto de magnitude 7 que atingiu a região do Tibete, no sudoeste da China, por volta das 22h33 dessa quinta-feira (horário local).</p>
<p>Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, citando o Departamento de Gestão de Emergências da cidade de Nagqu, até as 2h25 da madrugada des sexta-feira (horário local), 11 dos feridos estavam em estado grave, enquanto 21 apresentavam ferimentos leves.</p>
<p>Autoridades locais encontraram pelo menos duas pessoas feridas em uma vila próxima ao epicentro, e algumas casas nas vilas mais próximas do epicentro apresentavam rachaduras, informou a emissora estatal. O terremoto é o mais forte a atingir a China desde janeiro de 2024.</p>
<p>O epicentro foi localizado em um condado pouco povoado e de alta altitude em Nagqu, no norte do Tibete, a uma profundidade de 10 quilômetros (km). A altitude média, em um raio de 5 km do epicentro, é de cerca de 4.864 metros, segundo dados do Centro de Redes Sísmicas da China (Cenc).</p>
<p>Vídeos divulgados pela mídia oficial local mostraram pessoas deixando suas casas e buscando abrigo ao ar livre ou em seus carros estacionados na rua. Um morador relatou ter sido acordado pelo forte terremoto e ouvido a casa ranger com o tremor.</p>
<p>O terremoto foi claramente sentido na região, informou o Cenc. O epicentro foi a cerca de 400 km da capital tibetana, Lhasa.</p>
<p>Equipes locais de bombeiros e resgate foram mobilizadas e estavam a caminho da região afetada.</p>
<p>Uma série de tremores menores, de magnitudes 3 e 4, foram registrados nas regiões vizinhas após o terremoto de magnitude 7.</p>
<p>Em 2010, um tremor de magnitude 7,1 atingiu Yushu, na província vizinha de Qinghai, matando pelo menos 2.698 pessoas e deixando quase 300 desaparecidas.</p>
<p>*(Reportagem de Xiuhao Chen, Yukun Zhang, Liz Lee e Gnaneshwar Rajan)</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ataque a tiros deixa um morto e quatro feridos em cidade nos arredores de Paris</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221232/ataque-a-tiros-deixa-um-morto-e-quatro-feridos-em-cidade-nos-arredores-de-paris</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas após disparos feitos de dentro de um veículo nesta sexta-feira, em Trappes, nos arredores de Paris, na França, segundo autoridades francesas. Um suspeito foi preso nas proximidades da cidade e levado sob custódia policial. A motivação do ataque ainda não foi esclarecida. &#8220;Todos os recursos disponíveis das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas após disparos feitos de dentro de um veículo nesta sexta-feira, em Trappes, nos arredores de Paris, na França, segundo autoridades francesas.</p>
<p>Um suspeito foi preso nas proximidades da cidade e levado sob custódia policial. A motivação do ataque ainda não foi esclarecida.</p>
<p>&#8220;Todos os recursos disponíveis das forças de segurança e das autoridades judiciais foram totalmente mobilizados&#8221;, afirmou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu.</p>
<p>A Procuradoria Nacional Antiterrorista da França informou que acompanha a situação.</p>
<p>O ataque ocorreu às vésperas de mais um dia de protestos contra o alto custo de vida, previstos para este sábado. </p>
<p>Para evitar que se repitam os episódios de violência da semana passada, que causaram repercussão no país, grandes museus anunciaram o fechamento, e o governo mobilizou um efetivo de segurança maior. <i>/AP</i> </p>
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		<title>EUA impõem novas restrições de visto a 15 bolivianos, incluindo deputados</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221221/eua-impoem-novas-restricoes-de-visto-a-15-bolivianos-incluindo-deputados</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estados Unidos divulgaram na quinta-feira, 22, uma lista de 15 bolivianos atingidos por restrições adicionais de visto, incluindo dois deputados e um ex-procurador-geral, em uma medida que Washington diz mirar pessoas que, por supostos atos de corrupção e narcotráfico, estariam minando a democracia. Segundo o Departamento de Estado, as restrições também se aplicam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos divulgaram na quinta-feira, 22, uma lista de 15 bolivianos atingidos por restrições adicionais de visto, incluindo dois deputados e um ex-procurador-geral, em uma medida que Washington diz mirar pessoas que, por supostos atos de corrupção e narcotráfico, estariam minando a democracia. Segundo o Departamento de Estado, as restrições também se aplicam a familiares diretos dos citados.</p>
<p>A decisão ocorre quase um mês depois de os EUA terem revogado o visto do então procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca, e de mais de 20 promotores e juízes bolivianos. Naquela ocasião, segundo a reportagem, 12 foram identificados como portadores de visto e nove teriam o visto negado caso solicitassem.</p>
<p>Em nota, o Departamento de Estado afirmou que o governo do presidente Donald Trump &#8220;apoia o governo da Bolívia&#8221; em esforços para eliminar influência criminosa, inclusive em tribunais, forças policiais e no Legislativo. Na nova lista, aparecem os deputados Rafael Darío López, da oposição pelo partido Libre, e Rolando Santos Pacheco, da oposição pela Alianza Popular. Também são citados o ex-procurador-geral Juan Lanchipa, que ocupou o cargo de 2018 a 2024, o ex-promotor da região amazônica de Beni Felix Bardelas e o presidente do Tribunal Departamental de Justiça de Santa Cruz, Aldo Quezada, entre outras autoridades.</p>
<p>Após a divulgação, o presidente do Tribunal Supremo de Justiça, Romer Saucedo, pediu a renúncia de Aldo Quezada. Já a aliança Libre exigiu a retirada do deputado López. O porta-voz presidencial boliviano, José Luis Gálvez, disse em entrevista coletiva que haverá investigação e afirmou que ao menos três funcionários incluídos na lista já haviam sido afastados antes de a decisão americana vir a público, entre eles Diego Barboza, que chefiou a Unidade de Investigações Financeiras.</p>
<p>Em setembro, os EUA revogaram vistos de um grupo de ex-funcionários bolivianos e familiares, além do então procurador-geral Mariaca, sob alegações de corrupção. Após isso, a Assembleia Legislativa destituiu Mariaca do cargo e um juiz determinou prisão preventiva de seis meses em Potosí.</p>
<p>Mariaca, indicado em 2024 durante o governo de Luis Arce (2020-2025), é acusado de supostamente proteger o uruguaio Sebastián Marset, apontado como narcotraficante. Marset foi capturado e entregue à agência antidrogas dos EUA (DEA) em março deste ano, após viver e operar no leste boliviano enquanto era procurado em vários países. Fonte: Associated Press.</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Israel: Exército diz ter matado dois homens e ferido cinco após ataque na Cisjordânia &#8211;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221194/israel-exercito-diz-ter-matado-dois-homens-e-ferido-cinco-apos-ataque-na-cisjordania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 10:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Exército de Israel afirmou que soldados israelenses mataram a tiros dois homens que teriam lançado um ataque na manhã de sexta-feira, 23, perto da cidade de Hebron, na Cisjordânia ocupada. Segundo equipes de emergência, ao menos cinco pessoas ficaram feridas, algumas em estado crítico, e foram evacuadas para hospitais em Israel. De acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército de Israel afirmou que soldados israelenses mataram a tiros dois homens que teriam lançado um ataque na manhã de sexta-feira, 23, perto da cidade de Hebron, na Cisjordânia ocupada. Segundo equipes de emergência, ao menos cinco pessoas ficaram feridas, algumas em estado crítico, e foram evacuadas para hospitais em Israel.</p>
<p>De acordo com o comunicado militar, após o ataque foram montados bloqueios e restrições de circulação em cidades palestinas da região. Socorristas informaram que, quando chegaram ao local do incidente, próximo ao entroncamento conhecido como Yehuda Junction, ainda havia tiros em andamento. A equipe relatou que dois homens na faixa dos 20 anos apresentavam ferimentos por arma de fogo nos membros inferiores; um deles estava inconsciente e gravemente ferido.</p>
<p>O episódio ocorre a poucos dias das eleições em Israel, marcadas para terça-feira, 27 de outubro de 2026, quando eleitores decidirão se Benjamin Netanyahu terá mais um mandato como primeiro-ministro ou se haverá mudança de comando político. A votação acontece três anos após os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, que desencadearam a guerra em Gaza. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Maior terremoto em 5 anos no norte do Tibete interrompe comunicações e deixa 16 mortos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221166/maior-terremoto-em-5-anos-no-norte-do-tibete-interrompe-comunicacoes-e-deixa-16-mortos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 10:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um terremoto de magnitude 7 atingiu a região do Tibete, na China, na noite de quinta-feira, provocando ao menos 16 mortes, 54 feridos e o desabamento de centenas de casas na cidade de Nagqu, segundo a mídia estatal chinesa. As operações de busca e resgate continuavam após a queda de pelo menos 339 residências e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um terremoto de magnitude 7 atingiu a região do Tibete, na China, na noite de quinta-feira, provocando ao menos 16 mortes, 54 feridos e o desabamento de centenas de casas na cidade de Nagqu, segundo a mídia estatal chinesa. As operações de busca e resgate continuavam após a queda de pelo menos 339 residências e 20 galpões para animais, de acordo com o escritório de mídia de Nagqu, citando autoridades municipais.</p>
<p>Segundo informações oficiais, mais de 1.600 pessoas do condado local foram mobilizadas para os trabalhos de resgate. Equipes também enviaram suprimentos de emergência, incluindo 1.000 unidades habitacionais pré-fabricadas, cerca de 3.000 tendas e camas dobráveis, além de lanternas e roupas de inverno.</p>
<p>O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que o tremor ocorreu às 22h33 no horário local, com epicentro a 191 quilômetros a leste-nordeste de Nagqu, em uma área de alta altitude e pouco povoada no norte do Tibete, e profundidade estimada em 18 quilômetros. O USGS registrou ao menos sete réplicas entre magnitude 4,3 e 5,2, todas com profundidade de 10 quilômetros, segundo o site da agência.</p>
<p>A agência oficial Xinhua informou hoje que a comunicação em algumas áreas atingidas ficou fora do ar. Autoridades ferroviárias adotaram medidas emergenciais para interromper a circulação de trens que passam pela região. O terremoto também provocou quedas de rochas, levando ao fechamento de um trecho da Rodovia Nacional 317. O trânsito foi liberado apenas para veículos de emergência, resgate e apoio oficial enquanto equipes trabalham para remover detritos.</p>
<p>A Xinhua acrescentou que são esperadas nevascas intermitentes na área afetada nos próximos três dias, o que pode dificultar os esforços no terreno. A emissora estatal CCTV descreveu o evento como o maior terremoto na região nos últimos cinco anos.</p>
<p>O presidente chinês Xi Jinping pediu &#8220;todos os esforços&#8221; nas operações de resgate e no atendimento médico às vítimas. Nagqu fica a mais de 300 quilômetros ao norte de Lhasa, a capital do Tibete. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Fantasma das montanhas: conheça o leopardo-das-neves e os desafios para sua sobrevivência</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2221115/fantasma-das-montanhas-conheca-o-leopardo-das-neves-e-os-desafios-para-sua-sobrevivencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 09:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 23 de outubro é dedicado ao leopardo-das-neves, um dos felinos mais discretos e difíceis de observar na natureza. Conhecido como “fantasma das montanhas”, o animal vive em regiões de grande altitude da Ásia e chama a atenção pela pelagem acinzentada com manchas escuras, que ajuda na camuflagem entre rochas e áreas cobertas de [&#8230;]</p>
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<p>O dia 23 de outubro é dedicado ao leopardo-das-neves, um dos felinos mais discretos e difíceis de observar na natureza. Conhecido como “fantasma das montanhas”, o animal vive em regiões de grande altitude da Ásia e chama a atenção pela pelagem acinzentada com manchas escuras, que ajuda na camuflagem entre rochas e áreas cobertas de neve.</p>



<p>A espécie, cujo nome científico é Panthera uncia, habita regiões montanhosas de países como China, Índia, Nepal, Mongólia e Paquistão. Adaptado a ambientes frios e terrenos íngremes, o felino possui patas largas, pernas fortes e uma cauda comprida, que contribui para o equilíbrio durante os deslocamentos e também pode ser usada para envolver o corpo e conservar o calor.</p>



<p>Apesar das adaptações, o leopardo-das-neves enfrenta ameaças como a perda e a fragmentação do habitat, a caça ilegal, a redução das presas naturais e os conflitos com comunidades que vivem nas mesmas regiões. As mudanças climáticas também preocupam pesquisadores e organizações de conservação, pois podem alterar os ambientes de montanha dos quais a espécie depende.</p>



<p>A União Internacional para a Conservação da Natureza classifica o leopardo-das-neves como vulnerável à extinção. Segundo informações divulgadas pelas Nações Unidas, a estimativa é de 2.710 a 3.380 indivíduos adultos na natureza, embora a dificuldade de localizar esses animais torne o monitoramento da população um desafio.</p>



<p>A data internacional foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2024 para incentivar a cooperação entre países e fortalecer as iniciativas de conservação. Proteger o leopardo-das-neves também significa preservar os ecossistemas de montanha, fundamentais para a biodiversidade e para os recursos hídricos de milhões de pessoas.</p>
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		<item>
		<title>Repórter de TV resgata homem de carro afundando em enchente na Austrália</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220963/reporter-de-tv-resgata-homem-de-carro-afundando-em-enchente-na-australia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 23:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um repórter da emissora australiana ABC resgatou um motorista de dentro de um carro afundando em uma enchente em Morayfield, ao norte de Brisbane, na Austrália. O resgate foi registrado pelo operador de câmera da TV. Will Murray gravava uma reportagem sobre as inundações quando o motorista tentou atravessar a área com o veículo. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um repórter da emissora australiana ABC resgatou um motorista de dentro de um carro afundando em uma enchente em Morayfield, ao norte de Brisbane, na Austrália. O resgate foi registrado pelo operador de câmera da TV.</p>
<p>Will Murray gravava uma reportagem sobre as inundações quando o motorista tentou atravessar a área com o veículo. A picape, no entanto, parou e começou a afundar. Murray e outro homem que passava pela região nadaram até o local para resgatá-lo.</p>
<p>Como não conseguiram abrir uma das portas do veículo, os dois subiram na parte traseira do carro e tentaram quebrar o vidro. Foi então que Murray conseguiu abrir uma porta traseira e retirar o homem.</p>
<p>&#8220;Consegui encostar os pés na lateral do carro e, então, usei uma espécie de&#8230; força para abrir a janela&#8230; abrir a porta. Assim que consegui abrir um pouco a porta, a água invadiu o interior&#8221;, contou o repórter ao próprio jornal.</p>
<p>Eles conseguiram resgatar o motorista segundos antes de o carro ficar submerso pelas águas da enchente. &#8220;Foi muita sorte de que a porta traseira tenha se aberto e tenhamos conseguido puxá-lo para um local seguro&#8221;, contou.</p>
<p>Segundo o repórter, foram cerca de 30 segundos entre o carro começar a afundar e ficar completamente submerso. &#8220;Não vou nem chegar perto de áreas alagadas com meu carro, porque ver a rapidez com que tudo aconteceu e como ele se viu em uma situação de vida ou morte foi muito, muito assustador&#8221;, relatou. </p>
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		<item>
		<title>Trump assina medida que visa reduzir custos de aquisição de imóveis</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220887/trump-assina-medida-que-visa-reduzir-custos-de-aquisicao-de-imoveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 22, uma ordem executiva que teria o objetivo de reduzir custos de compra de imóveis e de financiamento habitacional, além de estimular a inovação no mercado imobiliário. Segundo comunicado da Casa Branca, a medida busca tornar a casa própria mais acessível, ao remover barreiras financeiras e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 22, uma ordem executiva que teria o objetivo de reduzir custos de compra de imóveis e de financiamento habitacional, além de estimular a inovação no mercado imobiliário.</p>
<p>Segundo comunicado da Casa Branca, a medida busca tornar a casa própria mais acessível, ao remover barreiras financeiras e burocráticas. O texto orienta o diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação (FHFA, na sigla em inglês) a criar um programa-piloto para &#8220;cancelar proativamente&#8221; prêmios de seguro hipotecário assim que mutuários atingirem os requisitos de equidade, com base no valor de mercado atual do imóvel. Segundo o governo, a mudança pode eliminar uma despesa mensal relevante para compradores qualificados.</p>
<p>A ordem também cria uma força-tarefa destinada a elevar a qualidade e reduzir o custo da construção residencial, com foco em ampliar o uso de métodos modernos de fabricação, como moradias produzidas em fábricas e elegíveis a programas federais de habitação.</p>
<p>Além disso, determina que a FHFA reduza custos de refinanciamento, ao transformar em permanente o programa-piloto de isenção de seguro de título. De acordo com a Casa Branca, a mudança permitirá que mais mutuários usem alternativas mais baratas ao seguro de título, diminuindo custos de fechamento no refinanciamento e despesas mensais ligadas à propriedade do imóvel. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Luto em Hollywood: morre aos 93 anos Tom Skerritt, ator de ‘Top Gun’ e ‘Alien’</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220873/morre-aos-93-anos-tom-skerritt-ator-de-top-gun-e-alien</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Haab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ator norte-americano Tom Skerritt morreu aos 93 anos nesta quarta-feira (21). Conhecido por atuações em grandes produções de Hollywood, ele participou de filmes que marcaram gerações, como Top Gun e Alien. A informação foi divulgada pela emissora ABC7, com base em um comunicado da família. A causa da morte foi natural. Com uma carreira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ator norte-americano Tom Skerritt morreu aos 93 anos nesta quarta-feira (21). Conhecido por atuações em grandes produções de Hollywood, ele participou de filmes que marcaram gerações, como <em>Top Gun</em> e <em>Alien</em>. A informação foi divulgada pela emissora ABC7, com base em um comunicado da família. A causa da morte foi natural.</p>



<p>Com uma carreira que atravessou seis décadas, Skerritt construiu uma trajetória diversificada no cinema e na televisão. Em <em>Alien</em>, lançado em 1979, interpretou Dallas, capitão de uma nave espacial ameaçada por uma criatura extraterrestre. Já em <em>Top Gun</em> (1986), viveu o instrutor de aviação naval Viper, ao lado de Tom Cruise.</p>



<p>O ator também esteve em produções como <em>M</em>A<em>S</em>H* (1970), <em>Flores de Aço</em> (1989) e <em>Nada é para Sempre</em> (1992), drama dirigido por Robert Redford. Na televisão, ganhou destaque na série <em>Picket Fences</em>, na qual interpretou um xerife entre 1992 e 1996. Pelo trabalho, conquistou o Emmy de melhor ator em série dramática em 1993.</p>



<p>Nascido em 25 de agosto de 1933, em Detroit, nos Estados Unidos, Skerritt serviu na Força Aérea norte-americana antes de iniciar a carreira artística. Sua estreia no cinema ocorreu em 1962, no filme <em>War Hunt</em>. Ao longo da vida, teve cinco filhos e se casou três vezes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Água-viva imortal e que rejuvenesce pode ajudar a combater o envelhecimento humano</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220852/agua-viva-imortal-e-que-rejuvenesce-pode-ajudar-a-combater-o-envelhecimento-humano</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Haab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pequena criatura marinha está intrigando cientistas do mundo inteiro por uma habilidade que parece saída da ficção científica: ela consegue voltar a uma fase jovem da vida e recomeçar seu desenvolvimento. Conhecida como água-viva imortal, a Turritopsis dohrnii pode transformar o próprio corpo quando enfrenta situações adversas. Em vez de simplesmente morrer, ela retorna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pequena criatura marinha está intrigando cientistas do mundo inteiro por uma habilidade que parece saída da ficção científica: ela consegue voltar a uma fase jovem da vida e recomeçar seu desenvolvimento.</p>



<p>Conhecida como água-viva imortal, a <em>Turritopsis dohrnii</em> pode transformar o próprio corpo quando enfrenta situações adversas. Em vez de simplesmente morrer, ela retorna a um estágio inicial, do qual podem surgir novas águas-vivas.</p>



<p>O fenômeno chamou a atenção de pesquisadores interessados em descobrir se os mecanismos biológicos desse animal podem ajudar a desenvolver tratamentos contra doenças relacionadas ao envelhecimento.</p>



<p>Durante o processo, a água-viva adulta perde sua forma característica e se transforma em uma estrutura de células. Em poucos dias, pode dar origem a um pólipo, que cresce e forma uma colônia capaz de produzir novos indivíduos.</p>



<p>O segredo está na capacidade de algumas células adultas de mudar de função e assumir características de outros tipos celulares. Esse processo, chamado transdiferenciação, permite que o animal reorganize o próprio organismo.</p>



<p>A descoberta pode abrir caminhos para a medicina regenerativa<strong>.</strong> Cientistas investigam se os mecanismos envolvidos nesse rejuvenescimento podem inspirar técnicas para reparar tecidos danificados, acelerar a recuperação de lesões e, futuramente, auxiliar no tratamento de doenças como Alzheimer e danos provocados por AVCs e infartos.</p>



<p>Estudos genéticos também identificaram características que podem contribuir para essa habilidade, incluindo mecanismos relacionados ao reparo do DNA e à manutenção dos telômeros, estruturas que protegem as extremidades dos cromossomos e tendem a diminuir com o envelhecimento.</p>



<p>Apesar dos resultados promissores, ainda não existe uma forma comprovada de reproduzir esse processo em seres humanos. Os pesquisadores precisam compreender melhor como esses mecanismos funcionam e se podem ser utilizados com segurança em células humanas.</p>



<p>E há um detalhe importante: o apelido de imortal não significa que a água-viva seja indestrutível. Ela ainda pode morrer por falta de alimento, ação de predadores, condições ambientais desfavoráveis ou outros fatores.</p>



<p>A própria capacidade de rejuvenescer também não parece funcionar em todos os indivíduos, e os cientistas ainda não sabem se existe um limite para esse processo.</p>



<p>Por enquanto, a pequena criatura dos oceanos não oferece uma fórmula para viver eternamente. Mas pode guardar pistas valiosas sobre como as células se renovam — e sobre novas possibilidades para enfrentar os efeitos do envelhecimento.</p>
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		<title>Milhares de manifestantes vão às ruas de Paris após Justiça suspender proibição de protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220824/milhares-de-manifestantes-vao-as-ruas-de-paris-apos-justica-suspender-proibicao-de-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Milhares de manifestantes foram às ruas de Paris nesta quinta-feira, 22, enquanto outras cidades proibiram manifestações após um fim de semana marcado por confrontos e saques generalizados, que representaram os episódios de violência mais intensos registrados na França em anos. Os organizadores do protesto em Paris afirmaram que um tribunal administrativo derrubou a proibição imposta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de manifestantes foram às ruas de Paris nesta quinta-feira, 22, enquanto outras cidades proibiram manifestações após um fim de semana marcado por confrontos e saques generalizados, que representaram os episódios de violência mais intensos registrados na França em anos.</p>
<p>Os organizadores do protesto em Paris afirmaram que um tribunal administrativo derrubou a proibição imposta pela polícia, após recurso apresentado por eles. Antes, a polícia de Paris havia dito que a medida era necessária diante do risco de violência nas ruas, depois que grupos de jovens mascarados entraram em confronto com agentes, saquearam lojas e incendiaram carros durante o fim de semana.</p>
<p>A decisão do tribunal de Paris não foi divulgada publicamente até o momento. Os manifestantes, entre eles muitos jovens, se reuniram pacificamente e entoaram palavras de ordem em uma área no sudeste da cidade, sob forte presença policial.</p>
<p><b>Manifestantes ficam frente a frente com a polícia em Paris</b></p>
<p>&#8220;Não precisamos de gás lacrimogêneo para que nosso futuro pareça sombrio&#8221;, afirmava uma faixa estendida pelos manifestantes.</p>
<p>Os organizadores assinaram um documento policial no qual se comprometiam a manter o protesto em um local fixo, devido ao risco de violência.</p>
<p>Novas proibições eram esperadas nos próximos dias. O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que essas medidas têm como objetivo proteger os centros das cidades, os estabelecimentos comerciais e os prédios públicos.</p>
<p>O direito de manifestação é protegido pela Constituição da França, e as proibições de atos previstos para esta quinta-feira,22, em Paris, Lyon, Lille e Grenoble foram consideradas por alguns uma violação do direito dos franceses de protestar.</p>
<p>Grupos de estudantes do ensino médio e universitários afirmaram que continuarão a se mobilizar, apesar de o recesso escolar de outono ter começado nesta semana.</p>
<p>Macron afirmou, após uma reunião extraordinária de segurança no Palácio do Eliseu, que a estratégia adotada para os próximos dias prevê a proibição de manifestações solicitadas por &#8220;indivíduos ou grupos sem legitimidade para organizá-las&#8221;.</p>
<p>&#8220;As regras são simples e, na minha opinião, são apenas uma questão de bom senso. A recomendação geral é que não haja manifestações nos próximos dias&#8221;, disse. &#8220;Para aqueles que ainda quiserem protestar, se forem sindicatos, os prefeitos proporão trajetos alternativos.&#8221;</p>
<p>Macron atribuiu a violência do fim de semana a &#8220;ações lideradas por grupos radicais de extrema esquerda que tinham como objetivo derrubar a República&#8221;, além da atuação de criminosos que foram às ruas para saquear.</p>
<p>A onda de distúrbios em Paris e em outras cidades francesas provocou uma forte resposta das forças de segurança. Toques de recolher noturnos foram implementados em algumas áreas da capital francesa e em outras cidades onde a situação já voltou à normalidade.</p>
<p>As manifestações começaram no mês passado em uma escola de ensino médio em Créteil, no sudeste de Paris, por causa da falta de funcionários. A partir dali, paralisações de aulas, bloqueios e manifestações se espalharam para outros subúrbios de Paris e, depois, por todo o país, inclusive em cidades menores.</p>
<p>Estudantes do ensino médio têm manifestado preocupação com a falta de recursos para as escolas, as instalações deterioradas e a escassez de funcionários, especialmente em bairros de menor renda. Alguns também defenderam uma reforma do sistema de ingresso nas universidades, considerado complexo e injusto por muitos.</p>
<p>Sem conseguir atender às reivindicações dos estudantes, o governo viu os protestos e bloqueios nas escolas se transformarem em manifestações mais amplas contra a disparada do custo de vida, poucos meses antes da eleição presidencial do próximo ano, que escolherá o sucessor de Mácron.</p>
<p><i>Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
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		<title>AfD diz investigar vazamento de e-mails após ataque hacker na Alemanha</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220802/afd-diz-investigar-vazamento-de-e-mails-apos-ataque-hacker-na-alemanha</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Alternativa para a Alemanha (AfD), partido de ultradireita, informou nesta terça-feira, 20, que investiga a divulgação na internet de e-mails que teriam sido subtraídos por hackers não identificados. O ataque, segundo a legenda, ocorreu em setembro e atingiu um provedor de serviços de hospedagem usado pelo partido. Em nota, um porta-voz da AfD disse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alternativa para a Alemanha (AfD), partido de ultradireita, informou nesta terça-feira, 20, que investiga a divulgação na internet de e-mails que teriam sido subtraídos por hackers não identificados. O ataque, segundo a legenda, ocorreu em setembro e atingiu um provedor de serviços de hospedagem usado pelo partido.</p>
<p>Em nota, um porta-voz da AfD disse que os invasores aparentemente copiaram dados de um &#8220;pequeno número&#8221; de contas de e-mail, a maior parte delas sem uso havia anos. Ele afirmou que a publicação recente, do que se presume ser parte desse material, está sendo examinada e que uma avaliação preliminar só será possível após a conclusão da apuração. O porta-voz não informou o volume de dados roubados.</p>
<p>A manifestação do partido veio depois de reportagem do jornal <i>Bild</i>, segundo a qual mais de 420 mil e-mails ligados à sigla foram publicados online. </p>
<p>De acordo com o veículo, o conteúdo inclui mensagens enviadas por dirigentes, entre eles a colíder Alice Weidel, além de extratos bancários, certificados acadêmicos e listas de filiados. A autenticidade do material, porém, não foi verificada.</p>
<p><b>Origem anônima</b></p>
<p>Os responsáveis pela divulgação, não identificados, afirmam ter obtido acesso a cerca de 421 mil mensagens da AfD.</p>
<p>O episódio ocorre em meio a pressões de políticos e organizações da sociedade civil pelo banimento da AfD, que a consideram uma ameaça à ordem constitucional democrática do país. O partido rejeita a acusação e a classifica como politicamente motivada. </p>
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		<title>França registra 1º caso humano do vírus Shamonda que afeta animais</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220700/franca-registra-1o-caso-humano-do-virus-shamonda-que-afeta-animais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro caso humano]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus shamonda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A França registrou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda, normalmente encontrado em animais de criação, em um paciente que morreu posteriormente. As autoridades...</p>
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<p>A França registrou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda, normalmente encontrado em animais de criação, em um paciente que morreu posteriormente. As autoridades informaram que, neste momento, não há risco para a população em geral.</p>
<p>Transmitido por mosquitos e mais comumente encontrado em bovinos, o vírus Shamonda também já foi detectado em cavalos, alpacas, ovelhas e cabras, informou a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, na sigla em inglês).</p>
<p>O ECDC está em contato com autoridades francesas e parceiros europeus para investigar as possíveis implicações para a saúde pública.</p>
<p>O anúncio francês indicou que a hipótese principal é que o paciente tenha sido infectado no leste da França, onde o vírus circulou entre animais nesta primavera e verão.</p>
<p>
“Com base no conhecimento disponível sobre esse vírus, nenhum risco à saúde da população em geral foi identificado até o momento”, afirmou o comunicado.</p>
<p>O ECDC informou que o paciente morreu no início de outubro e lembrou que a vítima vinha recebendo tratamento para uma doença grave que a tornava mais suscetível à infecção do que a população em geral.</p>
<p>
“Estão em andamento investigações para determinar se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente e como a infecção foi contraída”, disse.</p>
<p>Atualmente, não há vacinas comercialmente disponíveis contra o vírus Shamonda, informou a WOAH.</p>
<p>Identificado na Nigéria em meados da década de 1960, o vírus Shamonda foi confirmado pela primeira vez na Europa no final de julho, após testes genômicos em bovinos doentes no sul da Alemanha, na Suíça e no leste da França.</p>
<p>Um relatório do boletim semanal de vigilância sanitária animal da França indicou que o vírus também havia sido detectado na Áustria, Bélgica, Irlanda, Itália, em Liechtenstein, Luxemburgo, na Holanda, em Portugal, na Eslovênia, Espanha e na ilha de Jersey, no Reino Unido.</p>
<p>Um estudo feito em nove fazendas leiteiras francesas constatou que a produção de leite caiu em até 75% nos rebanhos afetados.</p>
<p>*(Reportagem adicional de Makini Brice e Jennifer Rigby)</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Economia da Argentina recua 1,7% em agosto sob risco de recessão</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220684/economia-da-argentina-recua-17-em-agosto-sob-risco-de-recessao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Javeir Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Recessão]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>A economia da Argentina registrou uma queda de -1,74% em agosto deste ano, se comparado com o mesmo mês de 2025. O resultado leva especialistas a apontarem um risco de recessão no país vizinho. </p>
<p>Em relação a julho deste ano, a atividade econômica da 2ª maior economia da América do Sul cresceu 0,1%.</p>
<p>Este é o segundo mês consecutivo que os números apresentam retração. Em julho de 2026, houve uma queda de -2,8% em relação a julho de 2025 e redução de -1,5% em relação a junho.</p>
<p>Os dados são do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) da Argentina, instituição oficial responsável por medir os indicadores sociais e econômicos do país. </p>
<p>No acumulado de 2026 terminado em agosto, a economia argentina cresceu 1,2%, ante um crescimento de 1,7% registrado no acumulado do ano terminado em julho.</p>
<p>A economista Clara Brenck, professora adjunta no Departamento de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explicou à Agência Brasil que a Argentina pode estar entrando em uma recessão econômica. </p>
<p>
“O desemprego também aumentou muito, o que também é indício disso [recessão]. Acho que o cenário é preocupante da Argentina. Talvez a única coisa boa que se pode tirar disso é a redução da inflação, que eles conseguiram, mas também muito dependente da variação do dólar”, comentou.</p>
<p><h2>Recessão técnica</h2>
<p>As atividades que mais contribuíram para derrubar a economia argentina em agosto deste ano foram, principalmente, o setor de pesca (-15,7%); intermediação financeira (-3,8%); comércio atacadista, varejista e reparações (-3,5%), indústria manufatureira (-3,2%); transportes e comunicações (-2,9%); e construção (-2,5%).</p>
<p>Por outro lado, contribuíram para elevar a economia da Argentina os setores de mineração e petróleo (+11,1); eletricidade, gás e água (+4,3); e hotéis e restaurantes (+3,1%).</p>
<p>A professora Ana Brenck, que também é pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (Made/USP), disse que são os setores de petróleo, gás e mineração o que tem “segurado que essa recessão não fosse pior”.</p>
<p>
“Porém, são setores que dependem muito do mercado externo, de preços internacionais. O que está crescendo são coisas que não dependem da economia doméstica, basicamente. Por isso, não acho que dá para comemorar esse resultado”, disse.</p>
<p>Ana Paula cita as quedas dos setores industriais e comerciais como preocupantes por empregarem mais trabalhadores. Ela avalia que as políticas de corte de gastos do presidente Javier Milei contribuíram para esse cenário.</p>
<p>
“Os cortes de imposto que o Milei fez com a promessa de que isso iria gerar investimento e aumentar a atividade econômica no setor privado, a gente não está observando isso”, concluiu.</p>
<p>Para especialista, o dado mais positivo foi o crescimento do setor hoteleiro “no sentido de segurar a queda do desemprego, mas, claro, é um setor também que tem um peso muito pequeno comparado com os outros”.</p>
<p>Caputo acrescentou ainda os dados das exportações agroindustriais de setembro, que teriam alcançado um máximo histórico do mês.</p>
<p>“Nos primeiros 9 meses do ano, as exportações da agroindústria somaram US$ 43.206 milhões de dólares, crescendo 13% em relação ao mesmo período de 2025 e registrando também um recorde histórico em volume”, comemorou o ministro.</p>
<p> </p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>Google abate ilegalmente 250 mil árvores para centro de dados na Finlândia e gera revolta</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220679/google-abate-ilegalmente-250-mil-arvores-para-centro-de-dados-na-finlandia-e-gera-revolta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Finlândia estima que um quarto de milhão de árvores que ocupavam os 330 hectares de floresta perto da cidade de Muhos, na zona rural do norte da Finlândia, foram derrubadas pelo Google. Segundo reportagem do The Guardian, a empresa de tecnologia devastou ilegalmente toda a área para construir um centro de dados &#8211; levando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Finlândia estima que um quarto de milhão de árvores que ocupavam os 330 hectares de floresta perto da cidade de Muhos, na zona rural do norte da Finlândia, foram derrubadas pelo Google. </p>
<p>Segundo reportagem do <i>The Guardian</i>, a empresa de tecnologia devastou ilegalmente toda a área para construir um centro de dados &#8211; levando consigo até mesmo a camada superficial do solo. </p>
<p>Com 145 novos centros de dados em diferentes fases de planejamento, a Finlândia se encontra na vanguarda da mais recente investida das empresas de tecnologia. Além de sua relativa estabilidade geopolítica e geológica e da abundância de terras, o clima frio a torna especialmente atraente para a economia de custos de energia.</p>
<p>Ainda de acordo com o jornal britânico, no início deste mês, a Autoridade Finlandesa de Licenciamento e Supervisão (LVV) ordenou ao Google que interrompesse temporariamente as obras em Muhos e em outro local a cerca de 100 km a sudeste, na vila de Otanmäki, após a empresa não ter concluído as avaliações de impacto ambiental necessárias antes do desmatamento da área. </p>
<p>A notícia provocou indignação generalizada e um debate nacional sobre qual papel, se houver, o país deve desempenhar na corrida global para construir data centers e acompanhar o rápido desenvolvimento da inteligência artificial.</p>
<p>Na semana passada, o diretor da Google na Finlândia, Antti Järvinen, pediu desculpas pelo desmatamento, mas afirmou que a empresa agiu &#8220;com base no melhor entendimento que tínhamos da legislação na época&#8221;.</p>
<p>Muhos e Otanmäki fazem parte de um projeto de infraestrutura de IA de  13 bilhões do Google, que atraiu críticas de Donald Trump, que preferiria que os centros fossem construídos nos EUA e pediu publicamente que a empresa reconsiderasse. É o maior projeto desse tipo já realizado no país nórdico.</p>
<p>O governo finlandês, que implementou profundos cortes de gastos, incentivou o investimento. No mês passado, quando os planos do Google foram anunciados, o primeiro-ministro do país, Petteri Orpo, afirmou que atrair investimentos era uma &#8220;prioridade máxima&#8221; e que &#8220;o valor da economia de dados vai muito além do investimento direto&#8221;. Ele disse que o acordo com o Google &#8220;traria benefícios duradouros para ambas as partes&#8221;.</p>
<p>Além das 250.000 árvores derrubadas em Muhos, Annala estima que outras 150.000 árvores foram derrubadas em Otanmäki. Como as árvores foram derrubadas ilegalmente, a madeira dos dois locais não pode ser vendida para fábricas de processamento de madeira.</p>
<p>A medida também gerou questionamentos sobre o motivo pelo qual as fontes de energia renováveis ??da Finlândia estão sendo usadas para abastecer corporações internacionais.</p>
<p>Mais de 93 mil pessoas assinaram uma petição exigindo maior regulamentação dos centros de dados e uma taxa para compensar as comunidades locais pelos danos ambientais. </p>
<p>Hanna Halmeenpää, presidente do conselho da SLL, disse ter ficado incrédula ao descobrir a violação da lei cometida pelo Google.</p>
<p>&#8220;A princípio, não consegui acreditar&#8221;, disse ela ao <i>The Guardian</i>. &#8220;Nunca ouvi falar de nenhuma empresa que tenha feito algo assim na Finlândia.&#8221; Ela afirmou que o sistema depende muito da confiança, da qual acredita que o Google se aproveitou. </p>
<p>&#8220;Eles compraram uma vasta área de terra e simplesmente começaram a desmatá-la, assim, sem mais nem menos&#8221;, disse ela. &#8220;É pura arrogância e é inacreditável.&#8221;</p>
<p>A rapidez dos acontecimentos chocou o país, disse ela. &#8220;Muitas pessoas estão assistindo ao noticiário e se perguntando: &#8216;O que está acontecendo agora? O que podemos fazer a respeito? E precisamos mesmo aceitar todos esses projetos de data centers na Finlândia?'&#8221;</p>
<p><b>&#8216;Para a Finlândia, não há benefícios&#8217;</b></p>
<p>Jussi Kangasharju, chefe do departamento de ciência da computação da Universidade de Helsinque, afirmou que, embora os centros de dados gerem um número limitado de empregos, potencialmente impulsionando a economia local, os benefícios em nível nacional são mínimos. </p>
<p>&#8220;Na verdade, para a Finlândia, não há benefícios&#8221;, disse ele. &#8220;São empresas internacionais que atendem clientes internacionais. A Finlândia arrecada muito pouco imposto corporativo. Os centros de dados, em última análise, trazem muito pouco benefício para outros, exceto para o próprio operador do centro de dados.&#8221;</p>
<p>Com a legislação ainda em processo de atualização, há uma corrida para iniciar os projetos o mais rápido possível.</p>
<p>Alguns defendem a criação de um órgão centralizado para coordenar os projetos de centros de dados, em vez de deixar grande parte da tomada de decisões a cargo dos municípios, que provavelmente priorizarão as necessidades imediatas da área local.</p>
<p><b>Alteração na fauna e flora</b></p>
<p>Em Otanmäki, o impacto na natureza e na vida cotidiana dos moradores é sentido de forma intensa. Quando as árvores foram derrubadas, os lobos que ali viviam vieram para a vila, disse Anni Ranta, de 53 anos, cuja família mora ali há gerações.</p>
<p>Antiga vila mineira, a região é conhecida por seus elementos de terras raras. A família de Ranta mora no centro da vila, ao lado da torre triangular de uma igreja e de um antigo bar que está vazio há anos. A floresta tranquila costumava se estender por quilômetros a partir da vila. Agora, o som das obras ao lado do terreno desmatado onde será construída a usina do Google ecoa pelo local.</p>
<p>&#8220;Tivemos lobos entrando na aldeia porque todos os animais selvagens saíram da floresta&#8221;, disse Ranta. &#8220;Eles fugiram. O que me preocupa em relação aos centros de dados também é o barulho, porque este é um solo rochoso. Mesmo quando estamos aqui conversando&#8221;, acrescentou, batendo os pés, &#8220;parece um tambor.&#8221;</p>
<p>Tamanha é a sua oposição à chegada do Google que ela está pensando em se mudar. Ela também teme que o centro de dados possa tornar a vila um alvo para a Rússia, com quem a Finlândia compartilha uma longa fronteira. </p>
<p>&#8220;Eu não os quero aqui&#8221;, disse ela sobre o Google. &#8220;Não os quero na Finlândia de jeito nenhum. Não gosto da ideia de IA e do mundo mudando, e da maneira como está mudando. Está acontecendo rápido demais, cedo demais.&#8221;</p>
<p>O pai dela, Pentti Korhonen, um guia de trilhas aposentado, disse que, desde que a floresta foi destruída, a água do riacho ficou marrom. &#8220;Não há necessidade alguma de data centers na Finlândia. Nenhuma mesmo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Vesa Hyyryläinen, presidente do distrito local da SLL, afirmou que os pica-paus-de-três-dedos que nidificavam na floresta foram expulsos. </p>
<p>&#8220;Todos nós, ambientalistas, estamos muito preocupados com a situação política e com a política finlandesa&#8221;, disse o biólogo e especialista em águias-pesqueiras. &#8220;Eu me pergunto por que temos que sacrificar tanto da nossa natureza. Eles entregam tudo com muita facilidade.&#8221;</p>
<p>Veli-Matti Uski, diretor-geral do Ministério do Meio Ambiente, afirmou que o governo está &#8220;monitorando o desenvolvimento geral do setor de data centers e a aplicação de sua legislação, e está preparado para propor alterações legislativas conforme necessário&#8221;.</p>
<p>O Google disse à reportagem que está trabalhando para proteger a qualidade da água no sítio de Muhos e que planeja plantar árvores em 130 hectares da área. Ambientalistas argumentam que esse número é muito baixo para ter qualquer impacto real em comparação aos danos causados pelo desmatamento.</p>
<p>Um porta-voz afirmou: &#8220;Operamos na Finlândia há 15 anos e sempre trabalhamos para cumprir ou superar os requisitos de zoneamento, ambientais, de saúde e segurança&#8221;. </p>
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		<title>Países correm para corrigir vulnerabilidade descoberta por IA que afetou 70% dos sites globais</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220646/paises-correm-para-corrigir-vulnerabilidade-descoberta-por-ia-que-afetou-70-dos-sites-globais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governos e corporações trabalharam durante toda a noite em atualizações de segurança urgentes após a descoberta de vulnerabilidades em uma linguagem de programação vital para 70% dos sites globalmente. Muitos sites governamentais pareciam estar funcionando normalmente nesta quinta-feira, 22, mas interrupções ou serviços limitados continuaram enquanto o trabalho de segurança está em andamento. A divisão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Governos e corporações trabalharam durante toda a noite em atualizações de segurança urgentes após a descoberta de vulnerabilidades em uma linguagem de programação vital para 70% dos sites globalmente.</p>
<p>Muitos sites governamentais pareciam estar funcionando normalmente nesta quinta-feira, 22, mas interrupções ou serviços limitados continuaram enquanto o trabalho de segurança está em andamento.</p>
<p>A divisão cibernética do Federal Bureau of Investigation (FBI, o serviço de inteligência dos Estados Unidos) alertou na quarta-feira que as vulnerabilidades poderiam permitir que atores mal-intencionados executassem remotamente código na linguagem de programação PHP, que alimenta sites e aplicativos web. Isso aumentou o risco de dados sensíveis e redes serem comprometidos, disse a agência, que recomendou que os operadores tirassem os sites do ar se não pudessem atualizá-los imediatamente.</p>
<p>No Reino Unido, alguns serviços governamentais &#8220;limitados&#8221; podem estar temporariamente offline enquanto o trabalho é realizado para resolver possíveis problemas de cibersegurança, explicou o gabinete do primeiro-ministro. &#8220;Já foram realizados trabalhos em todo o governo para identificar e corrigir possíveis exposições aos nossos sistemas, e nossos especialistas continuam a trabalhar em estreita colaboração com a OpenAI e parceiros internacionais sobre este assunto&#8221;, disse uma porta-voz nesta quinta.</p>
<p>Duas falhas críticas identificadas pela IA poderiam permitir que agentes mal-intencionados obtivessem acesso não autenticado a sites, o que, em teoria, permite o controle de um servidor web remotamente sem precisar de uma senha, disse James Sullivan, Diretor de Ciber e Tecnologia no Royal United Services Institute, em Londres. </p>
<p>Tirar sites do ar enquanto se resolve o problema é &#8220;boa prática&#8221; e uma gestão de risco cibernético apropriada, mas é &#8220;surpreendente&#8221; que algumas das falhas tenham mais de uma década, acrescentou Sullivan.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<title>Houthis atacam Ministério da Defesa, aeroportos e Aramco em novas ofensivas na Arábia Saudita</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220633/houthis-atacam-ministerio-da-defesa-aeroportos-e-aramco-em-novas-ofensivas-na-arabia-saudita</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O porta-voz dos houthis do Iêmen, Yah Saree, afirmou que o grupo rebelde executou, nas últimas 48 horas, quatro operações militares de alto nível contra alvos da Arábia Saudita, utilizando mísseis balísticos e drones, em resposta à agressão e escalada do reino. Saree disse que a primeira operação visou o edifício do Ministério da Defesa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz dos houthis do Iêmen, Yah Saree, afirmou que o grupo rebelde executou, nas últimas 48 horas, quatro operações militares de alto nível contra alvos da Arábia Saudita, utilizando mísseis balísticos e drones, em resposta à agressão e escalada do reino.</p>
<p>Saree disse que a primeira operação visou o edifício do Ministério da Defesa da Arábia Saudita, na capital Riad, e que o impacto foi direto. A segunda teve o objetivo de atingir o Aeroporto Internacional Fahd em Dammam, o que resultou na interrupção do tráfego aéreo no aeroporto. Já a terceira ofensiva foi direcionada à companhia Aramco em Yanbu, causando um incêndio no local. A última operação visou o Aeroporto Internacional Abha.</p>
<p>&#8220;A ameaça do inimigo saudita de visar o povo iemenita não passará em branco, e, caso se envolva na execução dessa ameaça, as consequências serão catastróficas e imprevisíveis para ele&#8221;, alertou. </p>
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		<title>Ucrânia comprará equipamentos militares por meio de agência da Otan, diz jornal</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220627/ucrania-comprara-equipamentos-militares-por-meio-de-agencia-da-otan-diz-jornal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) permitirá que a Ucrânia compre armas, munições e equipamentos militares por meio da Agência de Apoio e Aquisições da aliança (NSPA, na sigla em inglês), segundo o jornal britânico Financial Times. Com a parceria, Kiev poderá obter suprimentos de defesa de forma mais rápida e barata, além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) permitirá que a Ucrânia compre armas, munições e equipamentos militares por meio da Agência de Apoio e Aquisições da aliança (NSPA, na sigla em inglês), segundo o jornal britânico <i>Financial Times</i>.</p>
<p>Com a parceria, Kiev poderá obter suprimentos de defesa de forma mais rápida e barata, além de aproximar sua indústria de defesa dos aliados ocidentais.</p>
<p>&#8220;Isso permite que a Ucrânia conte com uma estrutura mais organizada para aproveitar uma ampla gama de recursos que oferecemos: experiência em aquisições, serviços de apoio e acesso a uma base industrial consolidada&#8221;, disse a diretora de apoio a operações da NSPA, Jacqueline Borsboom, em entrevista ao <i>Financial Times</i>. &#8220;Haverá ganhos de escala&#8221;, afirmou.</p>
<p>Jacqueline afirmou ao jornal que a Ucrânia poderia, por exemplo, solicitar à agência a compra de 30 mil uniformes.</p>
<p>A chefe da Missão da Ucrânia junto à Otan, Alyona Getmanchuk, disse esperar que a nova parceria ofereça à Ucrânia uma &#8220;importante porta de entrada para o ecossistema industrial de defesa da Otan&#8221;, além de &#8220;ampliar o acesso&#8221; aos contratos administrados pela agência de compras.</p>
<p>Em abril, a Otan já havia autorizado a participação de empresas ucranianas do setor de defesa em licitações para fornecer produtos à NSPA, abrindo oportunidades de negócios potencialmente lucrativas para a indústria de defesa do país, em rápida expansão.</p>
<p>Segundo o <i>Financial Times</i>, a NSPA organizou um evento em Kiev, na semana passada, com a participação de 150 empresas ucranianas, para apresentar os procedimentos para que os fabricantes se cadastrem como fornecedores habilitados e concorram a contratos.</p>
<p>As empresas ucranianas ampliaram rapidamente a produção de drones e outras tecnologias militares desde o início da guerra, em 2022, atraindo o interesse de governos europeus interessados em modernizar suas próprias Forças Armadas.</p>
<p>&#8220;A inovação deles está avançando tão rapidamente neste momento que temos muito a aprender com isso&#8221;, disse Jacqueline. &#8220;É, sem dúvida, benéfico para ambos os lados.&#8221;</p>
<p>O anúncio ocorre em um momento de tensão nas relações entre Washington e Kiev, em meio à percepção ucraniana de que os Estados Unidos &#8211; um dos países fundadores da Otan &#8211; passaram a apoiar a Rússia.</p>
<p>Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, defendeu a suspensão das sanções contra o diesel russo, acusou o presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, de prejudicar o abastecimento mundial de diesel com ataques a refinarias russas, e afirmou que &#8220;é hora de outra pessoa&#8221; negociar em nome da Ucrânia.</p>
<p>Nos últimos dias, Zelenski acusou Washington de atrasar deliberadamente a entrega prevista de mísseis interceptadores Patriot, essenciais para neutralizar mísseis balísticos e drones russos. Ele também havia afirmado que os EUA suspenderam o compartilhamento de informações de inteligência com a Ucrânia, mas disse na terça-feira, 20, que a troca de informações foi retomada.</p>
<p>O enviado especial americano Steve Witkoff se reuniu na quarta-feira, 21, com o presidente russo, Vladimir Putin, durante quase três horas em São Petersburgo. Segundo o assessor do Kremlin Yuri Ushakov, Moscou afirmou estar disposta a retomar as negociações trilaterais com a Ucrânia e os EUA. </p>
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		<title>Macron critica atos &#8216;sediciosos&#8217; de grupos da &#8216;ultraesquerda&#8217; e proíbe protestos não sindicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou nesta quinta-feira, 22, o que classificou como atos &#8220;sediciosos&#8221; realizados por grupos de &#8220;extrema esquerda&#8221; e afirmou que somente protestos organizados por sindicatos serão autorizados nos próximos dias, após um fim de semana marcado por confrontos e saques generalizados, que levaram a alguns dos episódios de violência mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou nesta quinta-feira, 22, o que classificou como atos &#8220;sediciosos&#8221; realizados por grupos de &#8220;extrema esquerda&#8221; e afirmou que somente protestos organizados por sindicatos serão autorizados nos próximos dias, após um fim de semana marcado por confrontos e saques generalizados, que levaram a alguns dos episódios de violência mais graves registrados no país em anos.</p>
<p>Macron participou de uma reunião do Conselho de Defesa, no Palácio do Eliseu, nesta quinta-feira, com a presença de representantes de todos os serviços de inteligência franceses, criticados por não terem antecipado adequadamente a mobilização.</p>
<p>&#8220;Tivemos, ao mesmo tempo, atos políticos e até sediciosos, conduzidos por grupos organizados de extrema esquerda que visam derrubar a República&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>&#8220;É isso que esses grupos assumem, com extrema periculosidade, muita violência e planejamento. E, além disso, há atos de delinquência diante dos quais também devemos agir com o máximo rigor, mas que não são da mesma natureza&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O presidente também afirmou que protestos solicitados por &#8220;indivíduos ou grupos sem autoridade legítima&#8221; serão proibidos nos próximos dias.</p>
<p>&#8220;Quando os sindicatos apresentarem pedidos para realizar manifestações, as autoridades departamentais os analisarão de acordo com a lei, mas serão propostos trajetos alternativos&#8221;, disse Macron.</p>
<p>&#8220;As regras são simples e, na minha opinião, são apenas uma questão de bom senso. A recomendação geral é que não haja manifestações nos próximos dias&#8221;, acrescentou. &#8220;Para aqueles que ainda quiserem protestar, se forem sindicatos, as autoridades departamentais proporão trajetos alternativos.&#8221;</p>
<p>Segundo ele, a iniciativa tem como objetivo proteger os centros das cidades, os estabelecimentos comerciais e os prédios públicos.</p>
<p>A polícia de Paris afirmou que a medida era necessária diante do risco de violência nas ruas, como a registrada no fim de semana, quando grupos de jovens mascarados entraram em confronto com as forças policiais, saquearam lojas e incendiaram carros.</p>
<p>A proibição das manifestações previstas para esta quinta-feira em Paris, Lyon, Lille e Grenoble, no entanto, foi vista por alguns como uma violação do direito dos franceses de protestar. Grupos de estudantes do ensino médio e universitários afirmaram que continuarão a se mobilizar, embora o recesso escolar de outono tenha começado nesta semana.</p>
<p>Em Paris, a determinação ficará em vigor até as 20h no horário local (15h em Brasília) e abrangerá áreas que incluem o Palácio do Eliseu, as duas Casas do Parlamento e as principais estações ferroviárias. Também estão incluídas áreas do centro da cidade que foram fortemente atingidas pelos saques.</p>
<p>A turbulência em Paris e em outras cidades francesas levou o governo a adotar medidas rigorosas de segurança. Toques de recolher foram impostos durante a noite em algumas áreas da capital francesa e em outras cidades onde a calma foi restabelecida.</p>
<p>As manifestações previstas para esta quinta-feira foram vistas como uma preparação para o grande protesto de sábado, 24, quando ativistas do movimento dos &#8220;coletes amarelos&#8221; &#8211; cujas manifestações contra os preços dos combustíveis abalaram a França em 2018 e 2019 &#8211; e integrantes da Confederação Geral do Trabalho (CGT) devem se unir aos atos.</p>
<p>O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, afirmou que uma operação de segurança &#8220;massiva&#8221; estava prevista para sábado, com o objetivo de impedir a repetição da violência provocada por pequenos grupos de manifestantes que participaram de atos de vandalismo e expuseram falhas nas medidas de segurança.</p>
<p>O governo francês mobilizará veículos blindados e unidades de elite da polícia e da gendarmaria. Também será acionada a missão Sentinelle, composta por militares que, habitualmente, ficam encarregados de vigiar locais movimentados e monumentos.</p>
<p>Segundo o Ministério do Interior, o nível de mobilização das forças de segurança no sábado será &#8220;20% superior&#8221; ao da semana passada.</p>
<p>Lecornu se reuniu na quarta-feira, 21, com representantes sindicais, que afirmaram que o encontro não resultou em propostas concretas. Agora, eles concentram seus esforços em outra grande mobilização, prevista para 5 de novembro, e convocaram trabalhadores dos setores público e privado a participar.</p>
<p>As manifestações começaram no mês passado em uma escola de ensino médio em Créteil, no sudeste de Paris, por causa da falta de funcionários. A partir dali, paralisações de aulas, bloqueios e manifestações se espalharam para outros subúrbios de Paris e, depois, por todo o país, inclusive em cidades menores.</p>
<p>Estudantes do ensino médio têm manifestado preocupação com a falta de recursos para as escolas, as instalações deterioradas e a escassez de funcionários, especialmente em bairros de menor renda. Alguns também defenderam uma reforma do sistema de ingresso nas universidades, considerado complexo e injusto por muitos.</p>
<p>Sem conseguir atender às reivindicações dos estudantes, o governo viu os protestos e bloqueios nas escolas se transformarem em manifestações mais amplas contra a disparada do custo de vida, poucos meses antes da eleição presidencial do próximo ano, que escolherá o sucessor de Mácron.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i> </p>
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		<item>
		<title>Eleições EUA: Jeffries afirma que os democratas estão &#8216;à beira&#8217; de conquistar a Câmara</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220579/eleicoes-eua-jeffries-afirma-que-os-democratas-estao-a-beira-de-conquistar-a-camara</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder democrata Hakeem Jeffries afirmou que o Partido Democrata está prestes a retomar o controle da Câmara, a poucos dias das eleições de meio de mandato, que definirão o controle do Congresso pelo restante do mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca. &#8220;Quando esta tempestade passar &#8211; e ela vai passar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2220579/eleicoes-eua-jeffries-afirma-que-os-democratas-estao-a-beira-de-conquistar-a-camara">Eleições EUA: Jeffries afirma que os democratas estão &#8216;à beira&#8217; de conquistar a Câmara</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder democrata Hakeem Jeffries afirmou que o Partido Democrata está prestes a retomar o controle da Câmara, a poucos dias das eleições de meio de mandato, que definirão o controle do Congresso pelo restante do mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca.</p>
<p>&#8220;Quando esta tempestade passar &#8211; e ela vai passar -, aqueles de nós que serviram no Congresso durante este período farão parte da construção de um capítulo melhor nos Estados Unidos. Essa é a missão. E o fracasso não é uma opção&#8221;, declarou à <i>Associated Press</i>.</p>
<p>Jeffries está a caminho de se tornar presidente da Câmara caso os democratas conquistem o poder e o elejam para o cargo &#8211; uma das posições de maior influência nos EUA, por ser a segunda na linha de sucessão presidencial. </p>
<p>Ele tem percorrido o país, passando por mais de 50 cidades, em campanha pelos democratas da Câmara, que buscam derrotar os republicanos e recuperar a maioria.</p>
<p>Jeffries pode entrar para a história como o primeiro norte-americano negro a ocupar o posto de presidente da Câmara. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>O que é o supertufão Champi, que atingiu ventos de 296 km/h e se tornou o mais forte de 2026</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220578/o-que-e-o-supertufao-champi-que-atingiu-ventos-de-296-km-h-e-se-tornou-o-mais-forte-de-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2220578/o-que-e-o-supertufao-champi-que-atingiu-ventos-de-296-km-h-e-se-tornou-o-mais-forte-de-2026</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com ventos sustentados de 296 km/h, o supertufão Champi se tornou o ciclone tropical mais forte de 2026 na quarta-feira, 21. O fenômeno se formou no Pacífico Ocidental e alcançou intensidade equivalente à de um furacão de categoria 5, o nível máximo da escala Saffir-Simpson. Um supertufão é um ciclone tropical particularmente intenso que se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com ventos sustentados de 296 km/h, o supertufão Champi se tornou o ciclone tropical mais forte de 2026 na quarta-feira, 21. O fenômeno se formou no Pacífico Ocidental e alcançou intensidade equivalente à de um furacão de categoria 5, o nível máximo da escala Saffir-Simpson.</p>
<p>Um supertufão é um ciclone tropical particularmente intenso que se forma no noroeste do Oceano Pacífico. O termo é empregado pelo Centro Conjunto de Alerta de Tufões (JTWC), ligado à Marinha dos Estados Unidos, para classificar tufões com ventos sustentados de pelo menos 240 km/h. </p>
<p>O sistema começou a perder força na quarta-feira, 21, antes de se aproximar de Taiwan.</p>
<p>Um supertufão é um ciclone tropical que se forma no noroeste do Oceano Pacífico e apresenta ventos sustentados de pelo menos 240 km/h, de acordo com o JTWC, ligado à Marinha dos Estados Unidos. O Champi ultrapassou esse limite durante seu período de maior intensidade, com ventos próximos de 300 km/h.</p>
<p>Os termos tufão, furacão e ciclone tropical designam fenômenos meteorológicos do mesmo tipo. Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), a denominação varia conforme a região em que se formam. No Atlântico Norte e no Pacífico Nordeste, são chamados de furacões; no noroeste do Pacífico, de tufões; e em outras regiões, de ciclones tropicais.</p>
<p>A intensidade desses sistemas pode ser avaliada pela velocidade dos ventos sustentados, que correspondem à média registrada durante um intervalo contínuo. No caso do JTWC, o cálculo utiliza a média de um minuto.</p>
<p>Depois de se formar como uma tempestade tropical na última quinta-feira, 15, Champi levou menos de dois dias para se intensificar até atingir o equivalente a um furacão de categoria 4. A tempestade avançou em direção noroeste pelo Oceano Pacífico e chegou a passar a menos de 10 milhas de Guam no sábado, 17.</p>
<p>Esta é a terceira vez que o Champi atinge a intensidade equivalente a um furacão de categoria 5. A primeira vez foi seis horas após ter passado por Guam no sábado, com ventos sustentados de cerca de 265 km/h. Em seguida, enfraqueceu brevemente antes de se intensificar para a categoria 5 pela segunda vez no dia seguinte.</p>
<p>Durante seu pico de intensidade, o Champi registrou ventos sustentados próximos de 300 km/h. </p>
<p>O sistema superou, no indicador JTWC, os aproximadamente 290 km/h atribuídos ao furacão Polo, que atingiu a costa do México em setembro.</p>
<p>O furacão Patricia, que se formou no Pacífico Nordeste em outubro de 2015, continua sendo uma referência de intensidade. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) registrou ventos máximos sustentados de 215 milhas por hora, equivalentes a cerca de 346 km/h.</p>
<p>O Champi começou a perder intensidade já na quarta-feira. O JTWC registrou a redução dos ventos máximos sustentados para cerca de 290 km/h, após o pico anterior. A previsão era de que o sistema continue a enfraquecer ao avançar sobre águas oceânicas mais frias, que fornecem menos energia para a manutenção de ciclones tropicais.</p>
<p>A Agência Central de Meteorologia de Taiwan informou que o tufão deve passar próximo à costa nordeste da ilha, seguindo depois em direção à China e ao Japão.</p>
<p>A aproximação do Champi levou as autoridades de Taiwan a emitir alertas para chuvas intensas, ventos fortes e ondas elevadas. Ccompanhias aéreas cancelaram voos, e meteorologistas alertaram para a possibilidade de acumulados de até um metro de chuva em áreas montanhosas do norte da ilha.</p>
<p>Mesmo após perder parte da intensidade máxima, o Champi continuava sob monitoramento devido ao potencial de provocar impactos em Taiwan e em outras áreas do Leste Asiático. </p>
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		<title>Macron acusa grupos de extrema esquerda de tentar &#8216;derrubar a República&#8217; em protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220576/macron-acusa-grupos-de-extrema-esquerda-de-tentar-derrubar-a-republica-em-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, atribuiu nesta quinta-feira, 22, os episódios de violência registrados no fim de semana a &#8220;ações lideradas por grupos radicais de extrema esquerda que pretendiam derrubar a República&#8221;, além de criminosos que aproveitaram as manifestações para promover saques. Após uma reunião especial de segurança no Palácio do Eliseu, Macron afirmou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, atribuiu nesta quinta-feira, 22, os episódios de violência registrados no fim de semana a &#8220;ações lideradas por grupos radicais de extrema esquerda que pretendiam derrubar a República&#8221;, além de criminosos que aproveitaram as manifestações para promover saques.</p>
<p>Após uma reunião especial de segurança no Palácio do Eliseu, Macron afirmou que a estratégia adotada para os próximos dias prevê a proibição de manifestações convocadas por &#8220;indivíduos ou grupos sem autoridade legítima&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando os sindicatos apresentarem pedidos para realizar manifestações, os prefeitos os examinarão de acordo com a lei, mas serão propostas rotas alternativas&#8221;, disse Macron, ao justificar a necessidade de proteger os centros das cidades, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.</p>
<p>&#8220;As regras são simples e acredito que sejam apenas bom senso. A recomendação geral é que não haja manifestações nos próximos dias&#8221;, acrescentou o presidente francês.</p>
<p>Apesar das proibições determinadas pelas autoridades em várias cidades, dezenas de manifestantes foram às ruas de Paris nesta quinta-feira. </p>
<p>Segundo os organizadores, um tribunal administrativo da capital francesa derrubou a proibição imposta pela polícia. A decisão judicial não havia sido divulgada imediatamente. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>UE atribui prêmio máximo de direitos ao Tribunal Penal Internacional dias após sanções de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Penal Internacional (TPI) e a equipe &#8211; que enfrenta grandes desafios &#8211; foram agraciados com a principal honraria da União Europeia (UE) na área de direitos humanos: o Prêmio Sakharov, informou a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, nesta quinta-feira. &#8220;A União Europeia fundamenta-se no respeito ao multilateralismo e às instituições internacionais; este [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Penal Internacional (TPI) e a equipe &#8211; que enfrenta grandes desafios &#8211; foram agraciados com a principal honraria da União Europeia (UE) na área de direitos humanos: o Prêmio Sakharov, informou a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, nesta quinta-feira. &#8220;A União Europeia fundamenta-se no respeito ao multilateralismo e às instituições internacionais; este prêmio reconhece o importante trabalho do tribunal na defesa do direito internacional e da justiça&#8221;, disse em anúncio feito no Parlamento em Estrasburgo, na França, que foi recebido com uma ovação de pé.</p>
<p>O prêmio foi anunciado poucos dias depois de o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, ter imposto novas e abrangentes sanções contra o tribunal, sediado em Haia, nos Países Baixos. </p>
<p>A medida faz parte de uma campanha para desmantelar a corte, motivada por investigações envolvendo os Estados Unidos e seus aliados, incluindo Israel.</p>
<p>O prêmio anual da União Europeia, que leva o nome do dissidente soviético e ganhador do Prêmio Nobel da Paz Andrei Sakharov, foi criado em 1988 para homenagear indivíduos ou grupos que defendem os direitos humanos e as liberdades fundamentais. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Governo francês anuncia proibição de protestos considerados ilegítimos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220522/governo-frances-anuncia-proibicao-de-protestos-considerados-ilegitimos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel Macron]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos ilegítimos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (22) a proibição, nos próximos dias, de ações de protesto avaliadas como “ilegítimas”. O anúncio foi feito  após reunião com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (22) a proibição, nos próximos dias, de ações de protesto avaliadas como “ilegítimas”. O anúncio foi feito  após reunião com representantes dos serviços de informações e ministros.</p>
<p>Para as manifestações organizadas por estruturas como os sindicatos vão ser definidos trajetos alternativos. O objetivo, segundo o governo, é proteger os estabelecimentos comerciais.</p>
<p>Em breve declaração, à qual dedicou pouco de mais de três minutos, o chefe de Estado francês apontou o dedo a grupos de extrema-esquerda “sediciosos” (indivíduos que incitam atos de rebelião), que as autoridades acreditam estar na base dos desacatos e pilhagens ocorridos no último sábado (17) em diferentes cidades do país.</p>
<p>(Em atualização)</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>França proíbe protestos em várias cidades após onda de violência e saques no fim de semana</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220520/franca-proibe-protestos-em-varias-cidades-apos-onda-de-violencia-e-saques-no-fim-de-semana</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoridades francesas de várias cidades proibiram manifestações previstas para esta quinta-feira em todo o país, após um fim de semana de confrontos e saques generalizados, em meio à onda de distúrbios mais violenta registrada na França em anos. A turbulência em Paris e em outras cidades francesas levou o governo a adotar uma forte resposta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoridades francesas de várias cidades proibiram manifestações previstas para esta quinta-feira em todo o país, após um fim de semana de confrontos e saques generalizados, em meio à onda de distúrbios mais violenta registrada na França em anos.</p>
<p>A turbulência em Paris e em outras cidades francesas levou o governo a adotar uma forte resposta de segurança. Toques de recolher noturnos foram implementados em algumas áreas da capital francesa, assim como em outras cidades onde a tranquilidade foi restabelecida.</p>
<p>Manifestações previstas para esta quinta-feira em Paris, Lyon, Lille e Grenoble foram proibidas, em uma medida vista por alguns como uma violação do direito dos franceses de protestar.</p>
<p>No entanto, organizações de estudantes do ensino médio e universitários afirmam que continuarão mobilizadas, apesar do início das férias escolares de outono nesta semana.</p>
<p>A Prefeitura de Polícia de Paris afirmou que a proibição era necessária diante do risco de novos episódios de violência nas ruas, como os registrados no fim de semana, quando grupos de jovens mascarados entraram em confronto com forças policiais, saquearam lojas e incendiaram carros.</p>
<p>A proibição em Paris permanecerá em vigor até as 20h, no horário local, e abrangerá áreas próximas ao Palácio do Eliseu, sede da Presidência francesa, às duas casas do Parlamento e às principais estações ferroviárias da cidade. Regiões do centro de Paris duramente atingidas pelos saques também estão incluídas.</p>
<p><b>Autoridades se preparam para novo grande dia de protestos</b></p>
<p>As manifestações previstas para esta quinta-feira eram consideradas uma preparação para o grande protesto de sábado, quando se espera a participação de ativistas do movimento dos &#8220;coletes amarelos&#8221;, cujas manifestações contra os preços dos combustíveis abalaram a França em 2018 e 2019.</p>
<p>Alguns desses protestos, incluindo marchas em Lyon, também serão proibidos, informaram autoridades locais.</p>
<p>O primeiro-ministro Sébastien Lecornu, que se reuniu com representantes sindicais na quarta-feira, afirmou que uma operação de segurança &#8220;massiva&#8221; está planejada para sábado, com o objetivo de evitar a repetição da violência promovida por pequenos grupos de manifestantes envolvidos em tumultos, que expuseram falhas nas medidas de segurança.</p>
<p>Enquanto isso, o presidente francês, Emmanuel Macron, realizou uma reunião na manhã desta quinta-feira com representantes dos serviços de inteligência, Lecornu e ministros para obter um relato detalhado sobre o que deu errado no fim de semana e revisar os preparativos para as próximas manifestações.</p>
<p>Representantes sindicais afirmaram que o encontro com Lecornu não resultou em propostas concretas. Agora, concentram seus esforços em outra grande jornada de mobilização, marcada para 5 de novembro, e convocaram trabalhadores dos setores público e privado a participar.</p>
<p><b>De protestos estudantis a um movimento social mais amplo</b></p>
<p>As manifestações começaram no mês passado em uma escola de ensino médio em Créteil, a sudeste de Paris, devido à falta de funcionários. A partir dali, greves estudantis, bloqueios e manifestações se espalharam para outros subúrbios parisienses e, posteriormente, para todo o país, incluindo cidades menores.</p>
<p>Estudantes do ensino médio manifestaram preocupação com o financiamento insuficiente das escolas, a deterioração das instalações e a escassez de funcionários, especialmente em bairros de menor renda. Alguns também reivindicaram uma reforma do sistema de admissão às universidades, considerado por muitos complexo e injusto.</p>
<p>Diante da incapacidade do governo de atender às reivindicações dos estudantes, as manifestações e os bloqueios de escolas se transformaram em protestos mais amplos contra a disparada do custo de vida, a poucos meses da eleição presidencial do próximo ano, que escolherá o sucessor de Macron. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Trump diz que Google recusou pedido para renomear Atlântico como &#8216;Oceano Americano&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220477/trump-diz-que-google-recusou-pedido-para-renomear-atlantico-como-oceano-americano</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quarta-feira, 21, que o CEO do Google, Sundar Pichai, recusou seu pedido para renomear o Oceano Atlântico como &#8220;Oceano Americano&#8221;. Segundo Trump, a empresa argumentou que os oceanos abrangem muitos países e, por isso, não atenderia à solicitação. &#8220;Eu disse: &#8216;Sundar, estou pensando no Oceano Atlântico. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quarta-feira, 21, que o CEO do Google, Sundar Pichai, recusou seu pedido para renomear o Oceano Atlântico como &#8220;Oceano Americano&#8221;. Segundo Trump, a empresa argumentou que os oceanos abrangem muitos países e, por isso, não atenderia à solicitação.</p>
<p>&#8220;Eu disse: &#8216;Sundar, estou pensando no Oceano Atlântico. Você consegue fazer isso?&#8217; &#8216;Não, não, não, desta vez não vou fazer isso'&#8221;, relatou Trump durante um comício na Carolina do Sul. </p>
<p>Segundo o presidente dos EUA, Pichai justificou a recusa dizendo que os oceanos &#8220;são diferentes&#8221; por abrangerem diversos países.</p>
<p>Trump também mencionou as mudanças feitas pelo Google Maps após determinações de seu governo. Em janeiro de 2025, a empresa alterou para &#8220;Golfo da América&#8221; o nome do Golfo do México exibido no serviço para usuários nos Estados Unidos.</p>
<p>A mudança ocorreu após Trump assinar uma ordem executiva para renomear o golfo. A alteração foi aplicada nos mapas norte-americanos, enquanto usuários de outros países continuaram a ver a denominação &#8220;Golfo do México&#8221;. </p>
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		<item>
		<title>Papa não precisará de mais tratamento contra o câncer, dizem médicos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220469/papa-nao-precisara-de-mais-tratamento-contra-o-cancer-dizem-medicos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papa Leão XIV não precisará de mais nenhum tratamento após ter sido submetido a uma cirurgia de câncer de pulmão na semana passada. A informação...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O papa Leão XIV não precisará de mais nenhum tratamento após ter sido submetido a uma cirurgia de câncer de pulmão na semana passada. A informação foi dada por seus médicos nessa quarta-feira (21), indicando que o tumor não havia se espalhado.</p>
<p>O anúncio foi feito no momento em que ainda não estava claro se o papa, nascido nos Estados Unidos, seguiria adiante com a viagem planejada ao Uruguai, à Argentina e ao Peru, marcada para o período de 6 a 17 de novembro.</p>
<p>O pontífice, de 71 anos, passou por uma cirurgia em 13 de outubro para a remoção do lobo inferior do pulmão direito e foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, a forma mais comum de câncer de pulmão.</p>
<p>
“Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional”, afirmaram o cirurgião-chefe do papa, Stefano Margaritora, e seu médico pessoal, Luigi Carbone.</p>
<p>Leão recebeu alta do hospital no sábado (17) e está retomando gradualmente suas atividades. Ontem, ele voltou à Praça de São Pedro para sua audiência semanal com os peregrinos.</p>
<p>Margaritora afirmou, na semana passada, que não havia “nenhuma razão clínica” que impedisse o papa de viajar para a América do Sul, mas o secretário de Estado do Vaticano indicou que o pontífice talvez precise ajustar o ritmo de sua agenda para facilitar a recuperação.</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Carney diz que tarifas encarecem vida nos EUA, enquanto Washington acusa interferência política</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220445/carney-diz-que-tarifas-encarecem-vida-nos-eua-enquanto-washington-acusa-interferencia-politica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou na quarta-feira, 21, que as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, elevaram custos para famílias americanas e romperam um arranjo comercial de décadas, ao anunciar um plano multibilionário para proteger Ontário &#8211; o principal polo manufatureiro canadense &#8211; dos efeitos da guerra comercial. Carney disse ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou na quarta-feira, 21, que as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, elevaram custos para famílias americanas e romperam um arranjo comercial de décadas, ao anunciar um plano multibilionário para proteger Ontário &#8211; o principal polo manufatureiro canadense &#8211; dos efeitos da guerra comercial. Carney disse ainda que conversou &#8220;por bastante tempo&#8221; com Trump sobre temas como comércio, Irã e Oriente Médio, mas não indicou avanço concreto nas negociações, afirmando apenas que o Canadá segue disposto a negociar.</p>
<p>As declarações ocorreram no mesmo dia em que a Embaixada dos EUA no Canadá divulgou um relatório acusando políticos canadenses de tentar influenciar a política americana antes das eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro. Carney e o premiê de Ontário, Doug Ford, rejeitaram qualquer interferência indevida. </p>
<p>Carney disse que uma cadeia automotiva norte-americana integrada beneficiaria ambos, mas reconheceu que Washington pode não priorizar mais esse modelo e afirmou que, se a abordagem americana mudou, a do Canadá também precisa mudar. O premiê canadense apontou que exportações canadenses de automóveis para os EUA caíram mais de 10%, enquanto exportações americanas para o Canadá recuaram mais de 20%, argumentando que tarifas enfraquecem as indústrias dos dois lados e reduzem opções para as famílias.</p>
<p>Carney e Ford anunciaram um pacote de 8,7 bilhões de dólares canadenses (cerca de US$ 6,2 bilhões) para apoiar siderúrgicas, montadoras e o desenvolvimento de minerais críticos em Ontário, diante dos impactos da guerra comercial. O plano prevê 5,2 bilhões de dólares canadenses ao longo de cinco anos para siderúrgicas e 2,5 bilhões de dólares canadenses para montadoras, incluindo 1,5 bilhão de dólares canadenses vindo do governo federal. O anúncio veio após a siderúrgica Cleveland-Cliffs, controlada por americanos, divulgar demissões em sua planta de Hamilton, em Ontário.</p>
<p>Em sua nota, a embaixada americana citou a ministra da Indústria, Mélanie Joly, por discutir tarifas de retaliação mirando estados republicanos, e Ford por veicular nos EUA um anúncio com o ex-presidente Ronald Reagan criticando tarifas. A embaixada também mencionou 11 canadenses acusados de votar ilegalmente nos EUA entre 2012 e 2026, sem ligar os casos ao governo canadense. O Departamento de Justiça americano afirma ter prendido mais de 200 pessoas desde o início de 2026 por voto ilegal de não cidadãos em eleições passadas &#8211; um número pequeno em relação ao universo de eleitores americanos.</p>
<p>O cientista político Daniel Béland, da Universidade McGill, disse que os itens citados não seriam exemplos genuínos de interferência e considerou absurda a suposição implícita de que o Canadá poderia alterar de forma relevante o resultado das eleições. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Irã atinge 7 navios e ameaça EUA no Oriente, enquanto Rússia ataca refinaria da Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220429/ira-atinge-7-navios-e-ameaca-eua-no-oriente-enquanto-russia-ataca-refinaria-da-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículos de imprensa do Irã afirmam que sete petroleiros foram incendiados, atingidos por ataques ou danificados em Ormuz na madrugada desta quinta-feira &#8211; o que, se confirmado, seria o maior número de embarcações atingidas em um único dia desde o início da guerra contra os EUA em fevereiro. A escalada no Oriente Médio ocorre em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Veículos de imprensa do Irã afirmam que sete petroleiros foram incendiados, atingidos por ataques ou danificados em Ormuz na madrugada desta quinta-feira &#8211; o que, se confirmado, seria o maior número de embarcações atingidas em um único dia desde o início da guerra contra os EUA em fevereiro. A escalada no Oriente Médio ocorre em paralelo a nova troca de ataques entre Rússia e Ucrânia no Leste Europeu, que atingiu infraestruturas de energia em zonas industriais, segundo a <i>Reuters</i>.</p>
<p>A TV estatal do Irã informou que sete petroleiros foram incendiados, atingidos por ataques ou danificados após baterem em minas navais no Estreito de Ormuz durante a madrugada de quinta-feira. A informação foi atribuída a um comunicado da força naval da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, em inglês). </p>
<p>Quatro dos navios teriam sido alvo enquanto transferiam petróleo de um para o outro, e pegaram fogo. Outros três teriam ficado danificados e imobilizados ao atingirem minas. O relato não trouxe detalhes sobre vítimas nem sobre as bandeiras dos petroleiros.</p>
<p>Ainda, a IRGC alertou que pode mirar bases dos Estados Unidos na região caso Washington tente permitir que petroleiros transitem por outras partes do estreito.</p>
<p>Em outra frente no Oriente Médio, o Ministério da Defesa do Iêmen declarou nesta quinta que manifestações e programas de mobilização dos houthis passarão a ser considerados alvos militares legítimos e advertiu moradores em áreas controladas pelo grupo &#8211; apoiado pelo Irã &#8211; a não participarem. A declaração, publicada em redes sociais, é uma escalada relevante por envolver também civis que vivem sob controle houthi. </p>
<p>Comícios e o que os houthis chamam de &#8220;cursos culturais&#8221; são ferramentas centrais de mobilização de apoiadores e combatentes. A nota do Ministério da Defesa iemenita alegou que esses eventos seriam usados para recrutar crianças para combate. Contudo, ataques deliberados contra civis podem configurar crime de guerra.</p>
<p>No Leste Europeu, uma testemunha afirmou à <i>Reuters </i>que mísseis alvejaram Kiev no início da madrugada, enquanto a Ucrânia disparava centenas de drones contra Moscou, apesar das tentativas dos EUA de dar fim à guerra. </p>
<p>Segundo a agência, os ataques russos feriram 15 pessoas e danificaram infraestrutura de metrô na capital ucraniana durante a madrugada, horas depois de um outro ataque na cidade ferir seis pessoas. Em Kharkiv, a ofensiva de Moscou matou uma pessoa e feriu outras quatro, enquanto na região de Kremenchuk, em Poltava, um drone russo atingiu infraestrutura de energia. Próxima ao rio Dnipro, Kremenchuk é uma grande zona industrial e abriga uma das maiores refinarias de petróleo da Ucrânia.</p>
<p>Na Rússia, conforme a <i>Reuters</i>, duas pessoas foram feridas em Moscou. Em Lipetsk, casa da maior fábrica siderúrgica russa, um homem foi ferido após drones atingirem um complexo de apartamentos e unidade de saúde.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press</i></p>
<p><i>Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Trump impede ofensiva de Israel contra o Irã às vésperas das eleições nos EUA, diz jornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 01:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impediu o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, de efetuar um novo ataque contra o Irã, segundo informações publicadas pelo jornal Financial Times nesta quarta-feira, 21. As forças armadas israelenses haviam se preparado para uma campanha de bombardeios contra o Irã, que teria início em 10 de outubro, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impediu o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, de efetuar um novo ataque contra o Irã, segundo informações publicadas pelo jornal <i>Financial Times</i> nesta quarta-feira, 21.</p>
<p>As forças armadas israelenses haviam se preparado para uma campanha de bombardeios contra o Irã, que teria início em 10 de outubro, de acordo com o jornal. O ataque tinha como alvo infraestruturas civis, como usinas de energia elétrica, além de instalações nucleares e alvos do regime iraniano, segundo fontes do <i>Financial Times</i>.</p>
<p>A operação, no entanto, foi suspensa diante da oposição de Trump à retomada do conflito antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro.</p>
<p>Apesar da suspensão, os dois líderes continuam ameaçando realizar novas operações militares contra Teerã. Uma fonte ouvida pelo jornal afirmou que não seria improvável que os bombardeios fossem retomados nas próximas semanas, inclusive com a participação norte-americana.</p>
<p>&#8220;Ou haverá um acordo ou um ataque&#8221;, disse a fonte ao <i>Financial Times</i>, ao indicar que Washington busca pressionar o governo iraniano a aceitar suas condições para um entendimento sobre o Estreito de Ormuz e o programa nuclear do país.</p>
<p><b>EUA descartam ataques antes das eleições</b></p>
<p>O secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, viajou a Israel na segunda-feira, 19, para reuniões com Netanyahu e outros membros de alto escalão, segundo uma autoridade israelense citada pelo<i> Financial Times</i>.</p>
<p>Durante as conversas, autoridades israelenses apresentaram uma lista atualizada de possíveis alvos no Irã, elaborada com base em novas informações de inteligência. Entre eles estavam instalações civis que não haviam sido atingidas nos bombardeios realizados no início do ano.</p>
<p>Uma das fontes consultadas pelo jornal, porém, avaliou que o planejamento da ofensiva poderia ter sido uma estratégia para aumentar a pressão sobre o Irã durante as negociações. A decisão sobre uma nova operação dependeria, em última instância, de Trump.</p>
<p>Ao <i>Financial Times</i>, a porta-voz adjunta da Casa Branca, Anna Kelly, afirmou que o Irã enfrenta dificuldades econômicas e militares e que as medidas americanas para bloquear portos iranianos e facilitar o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz estão produzindo resultados.</p>
<p>Ela também descartou uma nova ofensiva norte-americana antes das eleições legislativas. &#8220;Os Estados Unidos não atacarão o Irã em nenhum momento antes das eleições de meio de mandato&#8221;, declarou.</p>
<p>O Pentágono não respondeu ao pedido de comentário do jornal. O gabinete de Netanyahu também não se manifestou, apesar das solicitações, e as Forças de Defesa de Israel (IDF) se recusaram a comentar.</p>
<p>Segundo o <i>Financial Times</i>, as forças israelenses estão em estado de alerta máximo há várias semanas. Em uma medida considerada incomum, as IDF cancelaram as licenças de todos os militares a partir desta quinta-feira, 22, até as eleições parlamentares israelenses, previstas para 27 de outubro. </p>
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		<title>Sánchez reage após ser chamado de ditador por Milei e Espanha critica &#8216;interferência externa&#8217;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220253/sanchez-reage-apos-ser-chamado-de-ditador-por-milei-e-espanha-critica-interferencia-externa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 22:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, criticou o presidente da Argentina, Javier Milei, por tê-lo chamado de ditador durante visita do líder sul-americano ao país europeu. O Ministério das Relações Exteriores da Espanha também repudiou, em nota, a fala do argentino, a pouco mais de um mês das eleições do país. &#8220;A Espanha soube acolher [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, criticou o presidente da Argentina, Javier Milei, por tê-lo chamado de ditador durante visita do líder sul-americano ao país europeu. O Ministério das Relações Exteriores da Espanha também repudiou, em nota, a fala do argentino, a pouco mais de um mês das eleições do país. </p>
<p>&#8220;A Espanha soube acolher centenas de milhares de argentinos que fugiram da miséria e da falta de futuro, consequências do sinistro socialismo do século 21, da filial argentina que é o kirchnerismo e cujos efeitos vocês enfrentam regularmente com o inapresentável ditador Pedro Sánchez&#8221;, declarou Milei durante um discurso no Nueva Economía Fórum nesta quarta-feira. </p>
<p>Falando para apoiadores do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Sanchez, que disputa a reeleição no próximo mês, respondeu às declarações, afirmando que, caso a direita assuma o poder poderá fazer com a Espanha o que &#8220;infelizmente, Milei está fazendo com a Argentina&#8221;. </p>
<p>&#8220;Os motosserras não constroem nada, destroem. Não unem, dividem e fragmentam. Não fazem nossa economia crescer, afundam-na&#8221;, afirmou Sánchez. Em fevereiro de 2025, Milei entregou ao fundador do X uma motosserra, equipamento usado pelo argentino como uma metáfora para o corte de gastos públicos.</p>
<p>Em nota, o Ministério das Relações Exteriores espanhol condenou os &#8220;insultos e calúnias&#8221; de Milei, afirmando que &#8220;não aceita interferências externas&#8221;. </p>
<p>&#8220;É indigno que uma pessoa que ocupa o mais alto cargo de uma nação irmã visite nosso país com o único objetivo de tentar fomentar um clima de polarização e violência entre os espanhóis e entre nações irmãs como a Espanha e a Argentina&#8221;, afirma. </p>
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		<title>EUA: Tommy Pigott diz que ordem de partida em embaixada é somente para a Arábia Saudita</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220198/eua-tommy-pigott-diz-que-ordem-de-partida-em-embaixada-e-somente-para-a-arabia-saudita</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 21:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tommy Pigott, refutou na tarde desta qaurta-feira, 21, a matéria da Reuters que afirmava que o departamento está se preparando para emitir uma saída ordenada de alguns funcionários e membros da família de embaixadas americanas em toda a região do Golfo. Segundo Piggot, a ordem de partida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tommy Pigott, refutou na tarde desta qaurta-feira, 21, a matéria da <i>Reuters </i> que afirmava que o departamento está se preparando para emitir uma saída ordenada de alguns funcionários e membros da família de embaixadas americanas em toda a região do Golfo. Segundo Piggot, a ordem de partida é somente para a Arábia Saudita.</p>
<p>&#8220;Os houthis apoiados pelo Irã têm se envolvido crescentemente em hostilidades contra a Arábia Saudita, incluindo ataques a aeroportos civis e outras infraestruturas críticas, resultando em vítimas civis e graves interrupções nas viagens&#8221;, escreveu o porta-voz no X. </p>
<p>A segurança e a proteção do pessoal do departamento e suas famílias permanecem a &#8220;mais alta prioridade&#8221; enfatizou, afirmando que a agência continuará a tomar todas as medidas necessárias para protegê-los. </p>
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		<title>Onda de protestos contra alto custo de vida toma conta de países da Europa</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220197/onda-de-protestos-contra-alto-custo-de-vida-toma-conta-de-paises-da-europa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 21:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Protestos contra o alto custo de vida, a precariedade dos serviços públicos e as dificuldades de acesso à educação e à moradia têm mobilizado manifestantes em diferentes países da Europa. As populações de países como Grécia, França, Bélgica, Albânia, Itália e Sérvia têm feito reivindicações relacionadas à educação e às condições de vida. Já na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Protestos contra o alto custo de vida, a precariedade dos serviços públicos e as dificuldades de acesso à educação e à moradia têm mobilizado manifestantes em diferentes países da Europa. </p>
<p>As populações de países como Grécia, França, Bélgica, Albânia, Itália e Sérvia têm feito reivindicações relacionadas à educação e às condições de vida. Já na Espanha e em Portugal, a crise habitacional está no centro das mobilizações.</p>
<p>Na Grécia, milhares de estudantes e professores foram às ruas nesta quarta-feira, 21, para protestar contra o alto custo de vida, a falta de moradia estudantil acessível e a precariedade do sistema educacional. Os manifestantes também criticaram os efeitos da alta dos preços, incluindo os combustíveis, sobre o orçamento das famílias.</p>
<p>Em Atenas, capital do país, alguns cartazes tinham frases cobrando por mais investimentos na educação pública. Uma das faixas dizia: &#8220;Da Grécia à França, deem dinheiro para a educação&#8221;. Outra tinha a mensagem &#8220;Estudar ou sobreviver&#8221;.</p>
<p>O salário mínimo na Grécia não ultrapassa 920 euros líquidos por mês atualmente. Em 2023, a Grécia destinou 3,3% de seu Produto Interno Bruto (PIB) à educação, abaixo da média de 4,7% registrada pela União Europeia, de acordo com dados da Eurostat, agência de estatísticas do bloco.</p>
<p><b>Onda francesa </b></p>
<p>A França foi o primeiro país europeu a registrar a série de protestos que têm tomado conta do continente. Estudantes do ensino médio organizam bloqueios e manifestações para exigir mais recursos para as escolas, melhores instalações, turmas menos lotadas e a contratação de professores. </p>
<p>As mobilizações começaram com estudantes bloqueando escolas nos subúrbios de Paris. O movimento ganhou força nacional entre o fim de setembro e o início de outubro e se intensificou após episódios de forte repressão policial contra os manifestantes. </p>
<p>Mais franceses aderiram aos protestos que passaram a expressar uma insatisfação mais ampla com o governo do presidente Emmanuel Macron. Foram incorporadas reivindicações por respostas ao aumento do custo de vida e à deterioração dos serviços públicos.</p>
<p><b>Bélgica</b></p>
<p>Na Bélgica, estudantes protestam contra o aumento dos custos da educação e reformas que, segundo eles, podem dificultar o acesso ao ensino superior.</p>
<p><b>Albânia</b></p>
<p>Milhares de manifestantes foram às ruas da Albânia em atos contra denúncias de corrupção, o custo e a qualidade da educação e um projeto de resort de luxo no litoral sul do país, apoiado por Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p>Na última quinta-feira, 15, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, rejeitou os pedidos de renúncia após três dias de protestos em Tirana, capital do país.</p>
<p><b>Itália</b></p>
<p>Na Itália, jovens e estudantes também se mobilizaram em meio a protestos mais amplos contra o custo de vida e relacionados à educação.</p>
<p>No último fim de semana, houve confrontos entre manifestantes e policiais, além de depredações e saques a estabelecimentos comerciais nos arredores da Praça do Duomo, em Milão. Cerca de 70 pessoas foram presas.</p>
<p><b>Sérvia</b></p>
<p>A Sérvia tem enfrentado protestos estudantis contra o governo há quase dois anos. O movimento estudantil indicou sua Lista Estudantil, composta por professores e especialistas de sua escolha, para eleições antecipadas que serão realizadas neste domingo, 25. A Lista Estudantil é atualmente a principal oposição ao Partido Progressista Sérvio, que está no poder desde 2012.</p>
<p>Nesta quarta-feira, o grupo de oposição fez um dos maiores protestos desse período e pelo menos sete pessoas foram presas ou detidas pela polícia sob suspeita de planejarem atos violentos para o dia da eleição. Cinco dessas pessoas foram presas na cidade de Novi Sad, no norte do país. As informações são do jornal britânico <i>The Guardian</i>.</p>
<p><b>Espanha</b></p>
<p>Na Espanha, ativistas foram às ruas em setembro para protestar contra os preços da habitação. Os atos foram desencadeados pelo despejo de Maricarmen Abascal, uma mulher de 87 anos que perdeu sua casa após um fundo de investimento aumentar o aluguel em 230%.</p>
<p>Abascal morreu duas semanas depois, após ser internada em um hospital. O caso se tornou um símbolo das dificuldades enfrentadas por moradores diante do encarecimento da moradia.</p>
<p><b>Portugal</b></p>
<p>Em Portugal, manifestantes acusam o governo de não adotar medidas suficientes para enfrentar a crise habitacional e de pretender facilitar os despejos de inquilinos por meio de uma reforma do mercado de aluguéis.</p>
<p>Na manhã da última terça-feira, 20, a polícia portuguesa desmontou o acampamento de ativistas em defesa do direito à moradia instalado na Praça do Rossio, no centro de Lisboa. Na operação, 55 pessoas foram detidas.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i> </p>
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		<title>Trump: estamos nos aproximando de uma solução para a guerra entre Rússia e Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220150/trump-estamos-nos-aproximando-de-uma-solucao-para-a-guerra-entre-russia-e-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2220150/trump-estamos-nos-aproximando-de-uma-solucao-para-a-guerra-entre-russia-e-ucrania</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 21, que está se aproximando de uma solução para a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. &#8220;Pode ser agora o mais próximo que já estivemos de acabar com a guerra&#8221;, disse ele a repórteres ao fim de uma mesa redonda. O republicano também agradeceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 21, que está se aproximando de uma solução para a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. &#8220;Pode ser agora o mais próximo que já estivemos de acabar com a guerra&#8221;, disse ele a repórteres ao fim de uma mesa redonda. </p>
<p>O republicano também agradeceu a ida do enviado especial Steve Witkoff a São Petersburgo e Oslo para as negociações. </p>
<p>Mais cedo, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, concordaram em retomar as negociações trilaterais com Washington para encerrar a guerra. Moscou estaria disposta a retomar as conversas entre 11 e 20 de novembro, com foco na segurança dos dois países após o fim da guerra, segundo a <i>Glavkom</i>. </p>
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		<title>Vance defende Witkoff após críticas ao enviado de Trump por chamar Putin de &#8220;humanitário&#8221;</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220148/vance-defende-witkoff-apos-criticas-ao-enviado-de-trump-por-chamar-putin-de-humanitario</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse nesta quarta-feira, 21, concordar com a declaração controversa do enviado de Trump, Steve Witkoff, que caracterizou o líder russo Vladimir Putin como &#8220;humanitário&#8221; num contexto sobre a libertação de um prisioneiro americano. &#8220;Concordo com Steve Witkoff em dizer algo positivo para uma pessoa que acabou de libertar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse nesta quarta-feira, 21, concordar com a declaração controversa do enviado de Trump, Steve Witkoff, que caracterizou o líder russo Vladimir Putin como &#8220;humanitário&#8221; num contexto sobre a libertação de um prisioneiro americano.</p>
<p>&#8220;Concordo com Steve Witkoff em dizer algo positivo para uma pessoa que acabou de libertar um refém americano&#8221;, disse Vance a jornalistas durante uma coletiva de imprensa. &#8220;Quer você concorde ou não com o sentimento subjacente, Steve Witkoff é um diplomata. Seu trabalho é ir até lá e cumprir uma missão&#8221;, acrescentou.</p>
<p>As negociações sobre um acordo de paz na guerra entre a Rússia e a Ucrânia começaram com a libertação do professor americano de Steven Hubbard, de 74 anos. Ele estava detido na Rússia há mais de quatro anos.</p>
<p>Witkoff chamou Putin de &#8220;humanitário&#8221; durante uma reunião com o presidente russo em São Petersburgo. &#8220;Você Putin fala tanto sobre meu presidente, o presidente Trump, ser um humanitário; Você também é um humanitário, senhor, e eu saúdo isso&#8221;, disse Witkoff a Putin.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
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		<item>
		<title>Avião de pequeno porte bate em poste e cai entre carros em via movimentada na Califórnia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220135/aviao-de-pequeno-porte-bate-em-poste-e-cai-entre-carros-em-via-movimentada-na-california</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um avião de pequeno porque caiu em uma via movimentada na Califórnia, nos Estados Unidos, após bater em um poste no último sábado, 17. Três pessoas, incluindo uma criança, sofreram apenas ferimentos leves. A aeronave, um Cessna 177, decolou do Aeroporto Reid-Hillview às 15h06 e caiu apenas três minutos depois na Capitol Expressway, em San [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um avião de pequeno porque caiu em uma via movimentada na Califórnia, nos Estados Unidos, após bater em um poste no último sábado, 17. Três pessoas, incluindo uma criança, sofreram apenas ferimentos leves.</p>
<p>A aeronave, um Cessna 177, decolou do Aeroporto Reid-Hillview às 15h06 e caiu apenas três minutos depois na Capitol Expressway, em San Jose. Não houve feridos entre os motoristas.</p>
<p>Imagens gravadas pela câmera de um carro registrou o momento em que a aeronave bate em um poste e cai com o nariz no chão. Segundo a emissora local <i>NBC</i>, o pilotou contatou o controle de tráfego aéreo momentos antes do impacto para relatar emergência crítica.</p>
<p>&#8220;Estamos com falha no motor, estamos em emergência&#8221;, comunicou o piloto pelo rádio, segundo a <i>NBC</i>. Em seguida, o áudio registra o controlador tentando localizar o avião. &#8220;A aeronave parece ter pousado ao norte do aeródromo, não no aeródromo na Capitol Expressway&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Administração Federal de Aviação dos EUA e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes estão investigando o acidente.</p>
<p>A aeronave, segundo a <i>NBC</i>, era propriedade do clube de voo independente Flying 20, formado por alunos e ex-alunos da Universidade Estadual de San Jose.</p>
<p>&#8220;A aeronave envolvida pertence e é operada pelo Flying 20, um clube de aviação independente&#8221;, informou a universidade em nota à emissora. &#8220;Embora entre os membros do Flying 20 haja alguns ex-alunos, funcionários e estudantes da Universidade Estadual de San Jose, o clube não é administrado pela universidade&#8221;, concluiu. </p>
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		<title>EUA anunciam sanções a escritório de advocacia e navios ligados à frota paralela iraniana</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2220009/eua-anunciam-sancoes-a-escritorio-de-advocacia-e-navios-ligados-a-frota-paralela-iraniana</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra um escritório de advocacia com atuação no Panamá e na Grécia, empresas marítimas e navios acusados de ajudar o Irã a driblar restrições internacionais e financiar seus programas militar e nuclear. As medidas integram a Operação Economic Outcast, voltada a cortar receitas de Teerã. Segundo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra um escritório de advocacia com atuação no Panamá e na Grécia, empresas marítimas e navios acusados de ajudar o Irã a driblar restrições internacionais e financiar seus programas militar e nuclear. As medidas integram a Operação Economic Outcast, voltada a cortar receitas de Teerã.</p>
<p>Segundo comunicado, o escritório Karnakis and Karnakis registrou empresas de fachada proprietárias de embarcações usadas para transportar centenas de milhões de dólares em petróleo, derivados, petroquímicos e aço iranianos. </p>
<p>A banca também teria estruturado companhias ligadas ao empresário de gás liquefeito Seyed Asadoollah Emamjomeh. Cinco pessoas vinculadas ao escritório foram sancionadas.</p>
<p>O Tesouro incluiu ainda a Roxette Maritime Shipping and Trading, administradora de sete cargueiros de bandeira panamenha identificados como ativos bloqueados, e as empresas Amigoz, de Cingapura, e Whales Shipping Line, de Dubai, acusadas de prestar serviços à chamada frota sombra iraniana. Duas embarcações ligadas à Whales também foram atingidas.</p>
<p>&#8220;Se você apoia o regime iraniano, nós o encontraremos e o sancionaremos&#8221;, afirmou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em referência tanto a transferências ilegais de petróleo no mar quanto à atuação de escritórios de advocacia.</p>
<p>A unidade de inteligência financeira FinCEN também investiga possíveis vínculos de um banco grego com o Irã e seus aliados, em coordenação com autoridades europeias. </p>
<p>Segundo o Tesouro, a operação, lançada em agosto, amplia o risco de exclusão do sistema financeiro americano para agentes que facilitem a evasão de sanções. </p>
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		<item>
		<title>Paquistão: autoridades prendem acusado de esquema de fraude nos EUA que movimentou US$ 126 mi</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219962/paquistao-autoridades-prendem-acusado-de-esquema-de-fraude-nos-eua-que-movimentou-us-126-mi</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoridades do Paquistão, agindo com base em informações de inteligência, prenderam, na terça-feira, Faheem Akram, de 33 anos, sob a acusação de comandar um esquema online de falsificação de etiquetas de postagem. Segundo promotores dos EUA, a operação causou um prejuízo de mais de US$ 126 milhões ao Serviço Postal americano (USPS). Akram foi denunciado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoridades do Paquistão, agindo com base em informações de inteligência, prenderam, na terça-feira, Faheem Akram, de 33 anos, sob a acusação de comandar um esquema online de falsificação de etiquetas de postagem. Segundo promotores dos EUA, a operação causou um prejuízo de mais de US$ 126 milhões ao Serviço Postal americano (USPS).</p>
<p>Akram foi denunciado por um grande júri federal no Distrito Sul da Flórida, de acordo com a Procuradoria dos EUA para aquele distrito em um comunicado divulgado no dia 28 de setembro. O órgão alega que Akram administrava o site &#8220;LabelsBank.com&#8221; &#8211; uma plataforma não autorizada que vendeu mais de 5,1 milhões de etiquetas de postagem falsas para mais de 5.200 clientes. As etiquetas custavam, em geral, US$ 2 cada, independentemente do peso, tamanho ou destino da encomenda.</p>
<p>As etiquetas falsificadas permitiam que os clientes enviassem pacotes a preços muito abaixo das tarifas postais oficiais, resultando em perda de receita e custos de envio para o Serviço Postal. A estimativa de mais de US$ 126 milhões refere-se aos prejuízos sofridos pelo Serviço Postal, e não ao montante arrecadado com as vendas no site.</p>
<p>Os investigadores paquistaneses constataram que Akram operou o site de agosto de 2023 a setembro de 2026, utilizando 16 contas bancárias para o negócio. Entre elas, estavam contas em nome do próprio Akram, de seu irmão, de sua esposa, de sua irmã e de sua tia. Ainda não está claro se Akram será extraditado para os Estados Unidos ou se responderá a um processo judicial no Paquistão. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Coreia do Norte diz que retomará transmissões de propaganda na fronteira contra Coreia do Sul</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219913/coreia-do-norte-diz-que-retomara-transmissoes-de-propaganda-na-fronteira-contra-coreia-do-sul</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un afirmou, nesta quarta-feira, 21, que o governo da Coreia do Norte retomará as transmissões de propaganda contra Seul ao longo da fronteira fortemente armada com a Coreia do Sul ainda este mês. A medida reativa uma campanha de guerra psicológica em um momento de crescente tensão, após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un afirmou, nesta quarta-feira, 21, que o governo da Coreia do Norte retomará as transmissões de propaganda contra Seul ao longo da fronteira fortemente armada com a Coreia do Sul ainda este mês. A medida reativa uma campanha de guerra psicológica em um momento de crescente tensão, após a explosão de minas terrestres que feriu três soldados sul-coreanos na linha de frente.</p>
<p>&#8220;Nossas equipes táticas de operações estão assumindo novas posições e, ainda em outubro, os alto-falantes destinados à guerra psicológica contra a Coreia estarão em operação ao longo de toda a fronteira&#8221;, declarou Kim Yo Jong, considerada a segunda autoridade mais poderosa em Pyongyang.</p>
<p>Ela fez a declaração após visitar áreas da linha de frente onde soldados estão reforçando a fronteira e reiterou a ameaça de retaliar contra qualquer provocação sul-coreana que vise os trabalhos de fortificação.</p>
<p>A Coreia do Norte tem instalado minas, cercas de arame farpado, barreiras antitanque e outras fortificações no que já é uma das fronteiras mais fortemente armadas do mundo, enquanto Kim Jong Un adota uma postura de linha dura em relação a Seul. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<item>
		<title>Estudantes e professores protestam na Grécia contra custo de vida e precariedade das escolas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219877/estudantes-e-professores-protestam-na-grecia-contra-custo-de-vida-e-precariedade-das-escolas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Milhares de estudantes e professores foram às ruas da Grécia nesta quarta-feira, 21, para protestar contra o alto custo de vida, a falta de moradia estudantil acessível e a precariedade do sistema educacional. As manifestações ocorreram em Atenas, Tessalônica e outras cidades do país, em meio a uma onda de mobilizações que também atinge outras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de estudantes e professores foram às ruas da Grécia nesta quarta-feira, 21, para protestar contra o alto custo de vida, a falta de moradia estudantil acessível e a precariedade do sistema educacional. As manifestações ocorreram em Atenas, Tessalônica e outras cidades do país, em meio a uma onda de mobilizações que também atinge outras partes da Europa, especialmente a França.</p>
<p>Na capital grega, manifestantes marcharam com cartazes que cobravam mais recursos para a educação pública. Uma das faixas dizia: &#8220;Da Grécia à França, deem dinheiro para a educação&#8221;. Outros participantes exibiam mensagens em francês, como &#8220;Estudar ou sobreviver&#8221;, em referência às dificuldades financeiras enfrentadas pelos estudantes.</p>
<p>Os protestos também foram convocados por sindicatos de trabalhadores. A entidade Adedy, que representa funcionários públicos, anunciou uma paralisação a partir das 11h, no horário local, e uma manifestação em Atenas. Professores também aderiram à greve, embora algumas escolas tenham permanecido abertas.</p>
<p>Entre as principais reivindicações estão o aumento dos investimentos públicos em educação, a melhoria da infraestrutura das escolas e a contratação de mais profissionais. Os estudantes também criticam a falta de opções de moradia a preços acessíveis e os efeitos da alta dos preços, incluindo os combustíveis, sobre o orçamento das famílias.</p>
<p>&#8220;Na Grécia, como na França, reivindicamos uma educação pública e gratuita&#8221;, afirmou à agência <i>France-Presse</i> Katia Koubousidou, presidente dos estudantes de Filosofia e Pedagogia da Universidade Aristóteles de Tessalônica.</p>
<p>Em entrevista à <i>Associated Press</i>, o estudante de engenharia Panagiotis Moschonas, de 20 anos, criticou as medidas adotadas pelo governo para ajudar os universitários a enfrentar o aumento das despesas. Segundo ele, o subsídio mensal de 120 euros destinado ao aluguel não cobre sequer metade do valor de uma locação e é pago apenas no fim do ano.</p>
<p>O custo de vida também está entre as principais preocupações dos trabalhadores. Apesar dos reajustes recentes, o salário mínimo na Grécia não ultrapassa 920 euros líquidos por mês.</p>
<p>Em 2023, a Grécia destinou 3,3% de seu Produto Interno Bruto (PIB) à educação, abaixo da média de 4,7% registrada pela União Europeia, de acordo com dados da Eurostat, agência de estatísticas do bloco.</p>
<p>Na noite de terça-feira, estudantes já haviam acampado na Praça Syntagma, em frente ao Parlamento grego, em Atenas, e em uma rua de pedestres em Tessalônica. Durante a marcha na capital, policiais acompanharam os manifestantes e realizaram abordagens e revistas em pessoas que se dirigiam ao ato. Comerciantes também fecharam as portas de lojas e cafés ao longo do percurso para proteger as vitrines.</p>
<p>As manifestações na Grécia ocorrem em meio a mobilizações em diferentes países europeus contra o custo de vida e as dificuldades de acesso à moradia. Na França, protestos recentes terminaram em confrontos e saques, levando as autoridades a anunciar reforço da segurança para novos atos.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i> </p>
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		<item>
		<title>Parlamentar australiana de 65 anos tem segunda perna amputada após ataque</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219867/parlamentar-australiana-de-65-anos-tem-segunda-perna-amputada-apos-ataque</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A parlamentar australiana Helen Haines, de 65 anos, teve a segunda perna amputada nesta quarta-feira, 21, após ser atropelada por um carro em um possível episódio de violência política. A deputada independente permanece em estado crítico em um hospital de Melbourne, para onde foi levada de helicóptero após o ataque na segunda-feira, 19. Segundo Phil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parlamentar australiana Helen Haines, de 65 anos, teve a segunda perna amputada nesta quarta-feira, 21, após ser atropelada por um carro em um possível episódio de violência política. A deputada independente permanece em estado crítico em um hospital de Melbourne, para onde foi levada de helicóptero após o ataque na segunda-feira, 19.</p>
<p>Segundo Phil Haines, marido da parlamentar, a perna esquerda foi amputada na segunda-feira, enquanto a direita foi retirada nesta quarta, depois que os médicos perderam a esperança de salvá-la.</p>
<p>&#8220;A boa notícia em tudo isso é que Helen está viva e estável. Isso é o mais importante para nossa família&#8221;, afirmou Phil a jornalistas em Melbourne. Ele também disse que, até o momento, tanto o coração quanto as funções cerebrais da mulher estão em boas condições.</p>
<p>Haines foi atropelada em sua cidade natal, Wangaratta, no estado de Victoria. Segundo testemunhas, o motorista de um Toyota Land Cruiser atingiu a parlamentar e a prensou contra o próprio veículo antes de dar ré e atropelá-la novamente.</p>
<p>Brendan Nugent, de 43 anos, compareceu pela primeira vez ao Tribunal de Magistrados de Wangaratta nesta quarta-feira. Ele responde por lesão grave intencional, direção perigosa que causou lesões graves e danos a uma funcionária federal.</p>
<p>O suspeito não pediu liberdade sob fiança nem se declarou culpado. Ele permanecerá sob custódia até a próxima audiência, prevista para fevereiro. A polícia ainda não determinou a motivação do ataque.</p>
<p>Durante a audiência, o advogado de Nugent, Chirag Patel, afirmou que o cliente apresentava possíveis problemas de saúde mental, mas nunca havia recebido um diagnóstico de transtorno mental. Segundo a defesa, ele também sofre de mielite transversa idiopática, uma condição neurológica rara que afeta a medula espinhal, e teve uma concussão. O advogado não explicou como ocorreu a concussão.</p>
<p>O caso provocou comoção na Austrália, onde episódios de violência política são incomuns e parlamentares costumam manter contato direto com a população sem a presença constante de seguranças.</p>
<p>Nesta quarta-feira, o deputado da oposição James Paterson pediu uma revisão das medidas de proteção oferecidas aos parlamentares. Ele afirmou que a acessibilidade dos representantes eleitos é positiva, mas alertou que ataques desse tipo podem alterar a relação entre políticos e cidadãos.</p>
<p>O primeiro-ministro Anthony Albanese, por sua vez, defendeu a manutenção do diálogo entre parlamentares e a população. Segundo ele, é necessário reforçar a segurança sem comprometer a interação pública, considerada importante para a democracia australiana. </p>
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		<title>Macron chama de &#8216;estúpidas&#8217; alegações de Trump de culpar imigrantes por protestos na França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente francês Emmanuel Macron disse nesta quarta-feira, 21, que líderes estrangeiros, incluindo os &#8220;do outro lado do Atlântico&#8221;, estão tentando explorar o clima social tenso da França para promover sua própria agenda política. Protestos contra o aumento do custo de vida levaram a uma onda generalizada de tumultos, saques e depredações na França. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente francês Emmanuel Macron disse nesta quarta-feira, 21, que líderes estrangeiros, incluindo os &#8220;do outro lado do Atlântico&#8221;, estão tentando explorar o clima social tenso da França para promover sua própria agenda política. Protestos contra o aumento do custo de vida levaram a uma onda generalizada de tumultos, saques e depredações na França.</p>
<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, usou a violência para mobilizar seus apoiadores políticos, fazendo alegações sem comprovação de que migrantes muçulmanos seriam responsáveis pela agitação e instando Macron a &#8220;fechar suas fronteiras e retomar o controle antes que seja tarde demais!&#8221;.</p>
<p>Macron respondeu dizendo que &#8220;houve manipulação estrangeira de informações no rescaldo&#8221; dos saques em Paris e em outras cidades francesas no último fim de semana. &#8220;E isso levou a comentários tão inaceitáveis quanto estúpidos, de muitas pessoas, inclusive líderes estrangeiros&#8221;, afirmou.</p>
<p>Questionado por um repórter se ele se referia a Trump, Macron respondeu: &#8220;Entre outros.&#8221;</p>
<p>O presidente francês acrescentou então que houve &#8220;imagens geradas por IA retratando cenas que nunca aconteceram de fato na França. Tivemos pessoas alegando que fomos invadidos por hordas de migrantes e islamistas, o que é completamente falso&#8221;.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, disse que seu gabinete pode fornecer aos países envolvidos os esclarecimentos necessários, &#8220;para ajudá-los a evitar espalhar ou amplificar informações falsas e fazer alegações infundadas nas redes sociais&#8221;.</p>
<p>Macron e Trump já tiveram uma boa relação, mas Trump zomba regularmente do presidente francês em seus discursos públicos.</p>
<p>&#8220;Quando vejo líderes que estão no meio de campanhas eleitorais, seja na região ou do outro lado do Atlântico, que às vezes repetem ingenuamente conteúdo gerado por IA ou espalham narrativas que certos círculos claramente estão tentando promover sobre o que aconteceu na França, eles estão usando o nosso país para suas próprias campanhas políticas&#8221;, disse Macron.</p>
<p>O líder francês viajou ao Catar para encontrar soluções para a crise energética e a alta dos preços de energia, informou o governo. Fonte: <i>Associated Press</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Petroleiros são atingidos por projéteis no Iraque e Omã em ataques sem vítimas, informa UKMTO</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219832/petroleiros-sao-atingidos-por-projeteis-no-iraque-e-oma-em-ataques-sem-vitimas-informa-ukmto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agência britânica de Operações de Comércio Marítimo (UKMTO, na sigla em inglês) disse nesta quarta-feira, 21, que recebeu informações sobre outro incidente a cerca de 20 km a oeste de Bukha, em Omã. Segundo a agência, as autoridades locais relataram que um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido, o que iniciou um incêndio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A agência britânica de Operações de Comércio Marítimo (UKMTO, na sigla em inglês) disse nesta quarta-feira, 21, que recebeu informações sobre outro incidente a cerca de 20 km a oeste de Bukha, em Omã. </p>
<p>Segundo a agência, as autoridades locais relataram que um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido, o que iniciou um incêndio que já foi extinto. &#8220;O petroleiro está agora ancorado e todos os tripulantes estão seguros&#8221;, diz a UKMTO. &#8220;As embarcações são aconselhadas a transitar com cautela e relatar qualquer atividade suspeita, enquanto as autoridades investigam&#8221;.</p>
<p>A UKMTO também informou que recebeu um relatório atrasado sobre um projétil atingindo um petroleiro na costa do Iraque. Segundo o órgão, um petroleiro foi supostamente atingido a 55 km da costa de al-Faw na terça-feira. A tripulação estaria segura e não houve relatos de danos ou impacto ambiental. </p>
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		<title>ONU: El Niño pode ser o mais forte dos últimos 40 anos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219830/onu-el-nino-pode-ser-o-mais-forte-dos-ultimos-40-anos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Intensidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inundações]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O El Niño pode ter intensidade sem precedentes e ultrapassar os padrões observados nas últimas quatro décadas, afirmou nesta quarta-feira (21) a diretora da agência meteorológica...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O El Niño pode ter intensidade sem precedentes e ultrapassar os padrões observados nas últimas quatro décadas, afirmou nesta quarta-feira (21) a diretora da agência meteorológica das Nações Unidas.</p>
<p>O El Niño deve levar uma onda de calor para algumas regiões e abalar os padrões de chuva, provocando seca severa, enquanto em outras regiões ele pode causar inundações, disse Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial.</p>
<p>O aquecimento global deve ser mais intenso que as projeções anteriores, mesmo no cenário mais otimista, com as temperaturas médias subindo para 1,7 a 1,8 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais até meados do século, segundo relatório da ONU divulgado hoje.</p>
<p>Apesar da rápida expansão das energias renováveis e das políticas climáticas que estão reduzindo as emissões em muitos países, o relatório mostrou que ainda são necessárias reduções “urgentes e rigorosas” para alcançar o melhor cenário possível.</p>
<p>O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) indicou que as emissões de gases de efeito estufa precisariam cair 18% em relação aos níveis de 2025 até 2030, 45% até 2035 e 69% até 2040. Os planos nacionais atuais reduziriam as emissões em apenas 5% a 8% até 2030 e 11% a 15% até 2035.</p>
<p>Enquanto os países se preparam para a próxima rodada de negociações climáticas na Turquia, a COP31, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que é crucial não desistir dos esforços para conter as emissões que estão causando inundações, incêndios e outros desastres naturais.</p>
<p>
“Ultrapassar a meta não significa desistir. Ainda podemos manter esse aumento o menor e mais curto possível – e fazer com que as temperaturas voltem a ficar abaixo de 1,5 grau até o final do século”, disse ele.</p>
<p>De acordo com o Acordo de Paris de 2015, os países concordaram em tentar manter o aumento médio da temperatura bem abaixo de 2 graus e, preferencialmente, em 1,5°C.</p>
<p>Como limitar o aquecimento a 1,5°C sem ultrapassagem ou com ultrapassagem limitada não é mais considerado possível, o Pnuma disse que seu novo cenário de ultrapassagem, “mais baixo possível”, oferece cerca de 50% de chance de que as temperaturas possam retornar a 1,5°C ou menos até 2100.</p>
<p>*Reportagem adicional de Simon Jessop</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Aeroporto da capital da Arábia Saudita reabre para tráfego limitado após ataques dos Houthis</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219825/aeroporto-da-capital-da-arabia-saudita-reabre-para-trafego-limitado-apos-ataques-dos-houthis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, foi reaberto para voos domésticos nesta quarta-feira, 21, após múltiplos ataques dos houthis à capital da Arábia Saudita neste mês. Um número limitado de companhias aéreas sauditas decolou e pousou no principal aeroporto do país, dois dias após as autoridades informarem às companhias que poderiam retomar as operações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, foi reaberto para voos domésticos nesta quarta-feira, 21, após múltiplos ataques dos houthis à capital da Arábia Saudita neste mês.</p>
<p>Um número limitado de companhias aéreas sauditas decolou e pousou no principal aeroporto do país, dois dias após as autoridades informarem às companhias que poderiam retomar as operações com autorização prévia.</p>
<p>Saudia e FlyNas operavam voos nesta quarta, segundo dados de rastreamento publicados pelo FlightAware. Grandes companhias, incluindo Lufthansa e Air France, cancelaram voos até meados de novembro.</p>
<p>O Aeroporto Internacional King Khalid, em Riad, foi atingido várias vezes neste mês por rebeldes houthis do Iêmen e foi fechado em 10 de outubro.</p>
<p>Os houthis reconheceram ter atacado o aeroporto, alegando, sem apresentar provas, que a Arábia Saudita forneceu equipamentos militares às forças do governo por meio da instalação. Fonte: <i>Associated Press</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Rubio nega envolvimento de Trump em restrições ao Starlink na Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219817/rubio-nega-envolvimento-de-trump-em-restricoes-ao-starlink-na-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, negou nesta quarta-feira que o governo americano tenha determinado restrições ao uso do sistema de comunicação por satélite Starlink pela Ucrânia. Em conversa com jornalistas em Mumbai, na Índia, ele também afirmou não ter conhecimento de que Washington tenha sido informado antecipadamente da decisão atribuída ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, negou nesta quarta-feira que o governo americano tenha determinado restrições ao uso do sistema de comunicação por satélite Starlink pela Ucrânia. Em conversa com jornalistas em Mumbai, na Índia, ele também afirmou não ter conhecimento de que Washington tenha sido informado antecipadamente da decisão atribuída ao empresário Elon Musk.</p>
<p>&#8220;O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem ninguém em nosso governo, jamais solicitou qualquer alteração nesse sistema&#8221;, declarou Rubio, ao ser questionado sobre reportagem do <i>The Wall Street Journal</i> segundo a qual Musk teria decidido limitar os serviços, surpreendendo Kiev. O secretário ressaltou, porém, que não havia lido a matéria.</p>
<p>Rubio procurou diferenciar o Starlink, serviço comercial de internet por satélite que também pode ser utilizado para orientar drones, do Starshield, sistema desenvolvido para aplicações militares. Segundo ele, enquanto o primeiro opera sob contratos privados, o segundo é um produto de defesa contratado e utilizado pelo Departamento de Guerra americano.</p>
<p>&#8220;Não podemos determinar a uma empresa privada quais decisões ela deve ou não tomar&#8221;, afirmou. O chefe da diplomacia americana acrescentou que, embora Washington possa estabelecer condições para serviços contratados pelas Forças Armadas, não controla as decisões comerciais da SpaceX sobre o Starlink.</p>
<p>Rubio também rejeitou acusações de autoridades ucranianas de que os EUA estariam privando Kiev de recursos essenciais à defesa do país. &#8220;Não haveria Ucrânia hoje se não fosse pela assistência que os Estados Unidos forneceram&#8221;, declarou, destacando o apoio militar de Washington desde o governo de Joe Biden.</p>
<p>Segundo o secretário, a prioridade de Trump permanece encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. </p>
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		<item>
		<title>Leão XIV sobe ao papamóvel pela primeira vez desde cirurgia de câncer</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219809/leao-xiv-sobe-ao-papamovel-pela-primeira-vez-desde-cirurgia-de-cancer</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 14:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência geral]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papa Leão voltou à Praça de São Pedro nesta quarta-feira (21), acenando para os peregrinos e abençoando bebês em seu papamóvel aberto, enquanto realizava sua primeira...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O papa Leão voltou à Praça de São Pedro nesta quarta-feira (21), acenando para os peregrinos e abençoando bebês em seu papamóvel aberto, enquanto realizava sua primeira audiência geral no Vaticano desde que passou por uma cirurgia de câncer de pulmão, há oito dias.</p>
<p>O pontífice, de 71 anos, que prometeu no domingo (18) que retomaria gradualmente suas funções como líder de 1,4 bilhão de católicos no mundo, ficou na parte traseira do veículo enquanto atravessava a praça, acenando, sorrindo e parando para conversar com os peregrinos.</p>
<p>Leão passou por uma cirurgia em 13 de outubro para remoção do lobo inferior do pulmão direito e foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, a forma mais comum de câncer de pulmão.</p>
<p>A audiência de hoje, a primeira realizada desde 7 de outubro, seguiu formato normal. A multidão começou a se reunir horas antes do início da audiência, às 9h45, segurando guarda-chuvas sob um céu cinzento e com chuvisco.</p>
<p>
“A primeira coisa que quero dizer a vocês é obrigado pelo apoio e pelas orações”, disse Leão à multidão em suas palavras de abertura do evento de 50 minutos, sem mencionar especificamente sua saúde.</p>
<p>“Graças a Deus por sua generosidade”, afirmou o papa, falando com voz clara enquanto aplausos ecoavam na praça. “Vamos renovar nossa confiança na bondade e na misericórdia de Deus.”</p>
<p><h2>Calendário papal</h2>
<p>Depois de percorrer a Praça, Leão proferiu um sermão em italiano. Na única grande mudança em relação às ocasiões anteriores, ele fez breves saudações em sete idiomas, em vez de nove.</p>
<p>O Vaticano não forneceu nenhuma indicação sobre a agenda de Leão após esta quarta-feira.</p>
<p>O papa tem visita programada para o Uruguai, a Argentina e o Peru de 6 a 17 de novembro, em uma das viagens mais intensas organizadas para um líder católico nas últimas décadas. Ainda não está claro, no entanto, se essa viagem ocorrerá conforme planejado.</p>
<p>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Na Grécia, milhares vão às ruas por moradia estudantil e mais investimento em educação</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219772/na-grecia-milhares-vao-as-ruas-por-moradia-estudantil-e-mais-investimento-em-educacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 13:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2219772/na-grecia-milhares-vao-as-ruas-por-moradia-estudantil-e-mais-investimento-em-educacao</guid>

					<description><![CDATA[<p>Milhares de estudantes e professores marcharam pelas ruas de Atenas, capital da Grécia, nesta quarta-feira, 21, exigindo moradia estudantil a preços acessíveis e maior investimento estatal na educação &#8211; um reflexo da onda de protestos que tem se espalhado pela Europa. Manifestações semelhantes ocorreram também em Tessalonica e Patras. &#8220;Da Grécia à França, invistam na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de estudantes e professores marcharam pelas ruas de Atenas, capital da Grécia, nesta quarta-feira, 21, exigindo moradia estudantil a preços acessíveis e maior investimento estatal na educação &#8211; um reflexo da onda de protestos que tem se espalhado pela Europa. Manifestações semelhantes ocorreram também em Tessalonica e Patras.</p>
<p>&#8220;Da Grécia à França, invistam na educação&#8221;, dizia uma faixa no protesto em Atenas. Outros manifestantes seguravam cartazes de papelão com a frase, em francês: &#8220;Estudar ou sobreviver&#8221;.</p>
<p>A tropa de choque acompanhou a marcha de perto, enquanto policiais realizavam abordagens e revistavam bolsas de pessoas que seguiam em direção ao protesto. Como as manifestações na Grécia costumam se tornar violentas, lojas e cafés ao longo do trajeto baixaram suas portas de aço para evitar que suas vitrines fossem quebradas.</p>
<p>O aumento do custo de vida &#8211; incluindo a alta nos preços dos combustíveis -, a indignação com a situação das escolas e a falta de moradias acessíveis para estudantes têm alimentado protestos por toda a Europa. </p>
<p>Em alguns países, como França, Itália e Albânia, as manifestações chegaram a registrar episódios de violência. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Comerciantes limpam estragos após protestos em Paris; França mobilizará forças de segurança</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219715/comerciantes-limpam-estragos-apos-protestos-em-paris-franca-mobilizara-forcas-de-seguranca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 12:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comerciantes, operários e voluntários trabalham para limpar os estragos deixados pelos tumultos em Paris após um fim de semana marcado por confrontos, incêndios e saques durante protestos contra o alto custo de vida na França. Nesta quarta-feira, 21, equipes removeram entulhos das ruas e limparam pichações na estátua da Praça da República, um dos pontos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comerciantes, operários e voluntários trabalham para limpar os estragos deixados pelos tumultos em Paris após um fim de semana marcado por confrontos, incêndios e saques durante protestos contra o alto custo de vida na França. Nesta quarta-feira, 21, equipes removeram entulhos das ruas e limparam pichações na estátua da Praça da República, um dos pontos atingidos.</p>
<p>Em resposta à violência, o governo francês anunciou o reforço da segurança para as novas manifestações previstas para sábado, 24. </p>
<p>O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou na terça-feira, 20, que militares da força Sentinelle serão mobilizados para apoiar as operações policiais.</p>
<p>Segundo o jornal <i>The Guardian</i>, Nuñez declarou à Assembleia Nacional que a participação dos militares permitirá liberar policiais e gendarmes para atuar diretamente na manutenção da ordem pública. </p>
<p>A Sentinelle é uma operação militar francesa voltada ao apoio à segurança interna, incluindo a proteção de locais considerados sensíveis.</p>
<p>O primeiro-ministro Sébastien Lecornu também prometeu um efetivo policial &#8220;massivo&#8221; durante os atos de sábado. Segundo ele, o governo pretende restabelecer a ordem imediatamente após as manifestações do último fim de semana.</p>
<p>Os próximos protestos devem reunir integrantes do movimento dos coletes amarelos, sindicatos e organizações estudantis. </p>
<p>As reivindicações incluem medidas contra o alto custo de vida e a alta dos preços dos combustíveis, além de melhorias na infraestrutura das escolas públicas, mais recursos e melhores condições de ensino.</p>
<p>A mobilização dá continuidade aos atos de 17 de outubro, que reuniram centenas de milhares de pessoas em diferentes cidades francesas e terminaram com episódios de violência em alguns locais. </p>
<p>Em resposta aos distúrbios, autoridades também adotaram toques de recolher noturnos em áreas específicas, incluindo os arredores da Praça da República e o bairro de Les Halles, em Paris. <i>/AP</i> </p>
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		<title>Putin recebe Witkoff para discutir guerra na Ucrânia e liberta norte-americano preso desde 2022</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219707/putin-recebe-witkoff-para-discutir-guerra-na-ucrania-e-liberta-norte-americano-preso-desde-2022</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 12:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu nesta quarta-feira, 21, em São Petersburgo, o enviado dos Estados Unidos Steve Witkoff para discutir uma saída negociada para a guerra na Ucrânia. O encontro ocorreu um dia após o representante de Donald Trump conversar com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e líderes europeus em Oslo, em meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu nesta quarta-feira, 21, em São Petersburgo, o enviado dos Estados Unidos Steve Witkoff para discutir uma saída negociada para a guerra na Ucrânia. O encontro ocorreu um dia após o representante de Donald Trump conversar com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e líderes europeus em Oslo, em meio à pressão de Washington para que Kiev aceite um acordo com Moscou.</p>
<p>Na abertura da reunião, segundo informações do Kremlin, Witkoff defendeu a retomada de conversas trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia para avançar nas negociações de paz. Ele classificou o encontro na Noruega como &#8220;produtivo&#8221; e afirmou perceber &#8220;algum impulso&#8221; nos esforços diplomáticos. Putin agradeceu a Trump pela mediação e se disse disposto a discutir a recuperação das relações econômicas bilaterais e o conflito envolvendo o Irã.</p>
<p>Durante a visita, a Rússia também libertou Stephen Hubbard, americano detido desde 2022 sob acusação de atuar como mercenário ao lado das forças ucranianas. Condenado em 2024 a quase sete anos de prisão, Hubbard constava na lista do governo dos EUA de cidadãos detidos injustamente no exterior. Segundo a Casa Branca, Putin atendeu a um pedido feito por Trump em telefonema na semana passada, sem exigir a libertação de prisioneiros em troca.</p>
<p>Apesar da movimentação diplomática, Moscou e Kiev permanecem distantes sobre os termos de um eventual acordo, especialmente quanto a territórios ocupados e garantias de segurança. Na terça-feira, Trump cobrou que Zelenski chegue a um entendimento, enquanto o chanceler russo, Sergei Lavrov, disse estar disposto a ouvir novas propostas americanas, mas sem esperar &#8220;milagres&#8221;. O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, afirmou que as conversas em Oslo tiveram &#8220;avanços reais&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, ataques russos deixaram ao menos cinco mortos na Ucrânia nesta quarta-feira, segundo autoridades locais. O Ministério da Defesa russo afirmou via Telegram ter interceptado 373 drones ucranianos durante a madrugada. Witkoff deve retornar a Oslo para novas consultas, segundo o governo norueguês.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press</i> </p>
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		<title>Trump quer data centers com geração de energia própria e &#8216;dividendo&#8217; para comunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 21, que pretende exigir que novos e grandes data centers instalados no país &#8211; &#8220;em alguns casos gigantescos&#8221; &#8211; produzam a própria eletricidade e repassem o excedente à comunidade local ou à rede elétrica, por meio de doação ou venda. A medida evitaria aumentos no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 21, que pretende exigir que novos e grandes data centers instalados no país &#8211; &#8220;em alguns casos gigantescos&#8221; &#8211; produzam a própria eletricidade e repassem o excedente à comunidade local ou à rede elétrica, por meio de doação ou venda.</p>
<p>A medida evitaria aumentos no preço da energia elétrica e poderia até levar a uma queda &#8220;substancial&#8221; nos custos, escreveu Trump na rede Truth Social. </p>
<p>O líder norte-americano acrescentou que outros elementos do processo também deveriam seguir a mesma lógica de contrapartidas para as regiões que recebem esse tipo de empreendimento.</p>
<p>&#8220;Estou acompanhando data centers bem de perto, e cheguei a uma forte conclusão&#8221;, disse. &#8220;Se as empresas querem tornar seus data centers populares, paguem a comunidade, e/ou os indivíduos da comunidade, um &#8216;dividendo&#8217;. Acompanhando de perto, data centers que eram extremamente impopulares em certas áreas, tornaram-se extremamente populares quando acordos financeiros são fechados.&#8221;</p>
<p>&#8220;Façam acordos e construam&#8221;, escreveu o presidente dos EUA, ao argumentar que a expansão desse tipo de infraestrutura seria &#8220;boa para os Estados Unidos&#8221;.</p>
<p><i>*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Ataque em mercado em região disputada pelo Sudão e pelo Sudão do Sul mata 153 pessoas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219630/ataque-em-mercado-em-regiao-disputada-pelo-sudao-e-pelo-sudao-do-sul-mata-153-pessoas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ataque de drone contra um mercado em Abyei, uma região disputada pelo Sudão e pelo Sudão do Sul, atingiu um depósito de combustível e provocou a morte de 153 pessoas na segunda-feira, 19. O local ainda estava em chamas na terça-feira, 20. Autoridades locais responsabilizaram o Sudão pelo ataque e informaram que o número [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ataque de drone contra um mercado em Abyei, uma região disputada pelo Sudão e pelo Sudão do Sul, atingiu um depósito de combustível e provocou a morte de 153 pessoas na segunda-feira, 19. O local ainda estava em chamas na terça-feira, 20.  </p>
<p>Autoridades locais responsabilizaram o Sudão pelo ataque e informaram que o número de mortos ainda deve crescer, já que há muitos desaparecidos e feridos em estado grave. </p>
<p>Um oficial das forças do Sudão disse que a ofensiva tinha como alvo caminhões de combustível provenientes do Sudão do Sul que abasteceriam um grupo paramilitar. &#8220;Não visamos civis&#8221;, afirmou o militar, que não se identificou. </p>
<p>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou o ataque e lamentou as mortes em comunicado divulgado na terça-feira. </p>
<p>A região de Abyei é rica em petróleo e não teve o status definido no acordo de paz de 2005 que encerrou décadas de guerra civil. A independência do Sudão do Sul, em 2011, também não foi capaz de determinar a qual país pertence Abyei. Fonte: <i>Associated Press</i>. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Itamaraty acusa Milei de tentar interferir na eleição brasileira</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219570/itamaraty-acusa-milei-de-tentar-interferir-na-eleicao-brasileira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 04:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palácio Itamaraty emitiu nota de repúdio, nesta terça-feira (20), em relação às novas ofensas do presidente da Argentina, Javier Milei, contra o presidente Luiz Inácio...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>O Palácio Itamaraty emitiu nota de repúdio, nesta terça-feira (20), em relação às novas ofensas do presidente da Argentina, Javier Milei, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por ter insinuado fraude nas eleições.</p>
<p>O líder do país vizinho usou suas redes sociais para atacar o presidente brasileiro e candidato à reeleição e chegou a insinuar fraude nas eleições, cujo segundo turno será disputado no próximo domingo (25). Milei é aliado declarado da família Bolsonaro.</p>
<p>Em uma postagem na rede social X, Milei compartilhou um trecho da entrevista de Lula ao SBT, concedida na noite de ontem, e escreveu em seguida que espera que &#8220;o último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição&#8221;.</p>
<p>Milei ainda compartilhou outro post, desta vez com trecho do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, realizado no último domingo (18), em que chama Lula de &#8220;autoritário adorado pelos progressistas locais&#8221;</p>
<p>Na nota de repúdio, o Itamaraty aponta que Milei &#8220;reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos&#8221;. &#8220;Essa antidemocrática manifestação é inaceitável, desequilibrada, e não condiz com a postura que deve ter o chefe de Estado de um país amigo&#8221;.</p>
<p>Ainda na nota, o Itamaraty reafirmou que &#8220;o sistema brasileiro de voto eletrônico é comprovadamente seguro, nunca registrou irregularidades e observadores eleitorais do mundo inteiro já ratificaram essa realidade no primeiro turno das eleições&#8221;.</p>
<p>E finalizou: &#8220;A decisão sobre o futuro do Brasil cabe exclusivamente ao povo brasileiro, que se manifestará livremente nas urnas, e sem qualquer tipo de ingerência externa, no domingo, dia 25&#8221;.</p>
<p><h2>Relações rebaixadas</h2>
<p>As sucessivas agressões verbais de Milei contra Lula e o Brasil resultaram no rebaixamento das relações bilaterais entre Brasília e Buenos Aires nos últimos meses. Desde agosto, o Brasil não mantém mais embaixador na Argentina e determinou que o embaixador argentino deixasse a capital federal. Os insultos do presidente argentino foram considerados um desrespeito inaceitável em relações bilaterais.</p>
<p>Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli foi convocado a voltar a Brasília após Milei xingar o presidente Lula em convenção partidária do Partido Liberal (PL), que indicou o senador Flávio Bolsonaro a disputar a Presidência da República.  </p>
<p>O Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina, em termos de compra e vendas de mercadorias. Os dois principais sócios do Mercosul, que compartilham de uma bicentenária relação diplomática, possuem economias fortemente integradas, especialmente nos setores automotivo e industrial.</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Vice de Trump não declara apoio à reeleição de Netanyahu e diz focar em eleições nos EUA</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219411/vice-de-trump-nao-declara-apoio-a-reeleicao-de-netanyahu-e-diz-focar-em-eleicoes-nos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 22:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, esquivou-se de declarar apoio à reeleição do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, um dia após o presidente Donald Trump ter endossado o líder israelense em meio a controvérsias. &#8220;O presidente tem o apoio mais influente da história política americana ou internacional&#8221;, disse Vance durante uma entrevista com o jornalista Mark [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, esquivou-se de declarar apoio à reeleição do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, um dia após o presidente Donald Trump ter endossado o líder israelense em meio a controvérsias.</p>
<p>&#8220;O presidente tem o apoio mais influente da história política americana ou internacional&#8221;, disse Vance durante uma entrevista com o jornalista Mark Halperin. </p>
<p>&#8220;Eu apoio candidatos americanos, e é nisso que estou focado nas eleições de meio de mandato&#8221;, disse Vance, enquanto viajava para fazer campanha para o candidato republicano ao Senado, Michael Whatley, da Carolina do Norte. &#8220;Portanto, não estou me envolvendo nas eleições israelenses.&#8221; </p>
<p>Vance já fez campanha para um líder estrangeiro: o então primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, na primavera passada, antes de o partido do líder de direita perder as eleições parlamentares do país.</p>
<p>A deferência de Vance a Trump em relação a Netanyahu ocorre em um momento extremamente delicado para os judeus americanos e para a aliança dos EUA com Israel. A preocupação com o antissemitismo aumentou em todo o espectro político às vésperas das eleições de meio de mandato.</p>
<p>Os republicanos têm se esforçado para retratar os democratas, principalmente o candidato democrata ao Senado de Michigan, Abdul El-Sayed, como hostis aos judeus e a Israel, enquanto lidam com suas próprias divisões internas.</p>
<p>Vance enfrentou ceticismo por parte de republicanos judeus quanto ao seu compromisso com os judeus americanos e com a aliança dos EUA com Israel. No mês passado, Vance discursou em particular em Las Vegas para a Republican Jewish Coalition (RJC), um grupo republicano que defende uma relação sólida entre os EUA e Israel e o combate ao antissemitismo. </p>
<p>Vance causou uma impressão positiva na RJC, embora não tenha chegado a repudiar o apresentador Tucker Carlson. Vance tem enfrentado questionamentos sobre sua relação com Carlson, ex-apresentador da <i>Fox News</i> que é alvo de críticas no por entrevistar o antissemita Nick Fuentes em seu podcast.</p>
<p>Em junho, Vance criticou duramente integrantes do governo israelense por se oporem aos esforços de Trump para encerrar a guerra com o Irã. Em julho, Vance afirmou que setores do governo israelense haviam tentado influenciar a opinião pública americana para inviabilizar as negociações.</p>
<p>&#8220;Há algumas pessoas dentro do sistema deles que sabemos, sem sombra de dúvida, que estão manipulando e tentando mudar a opinião pública americana para manter a guerra em andamento indefinidamente&#8221;, afirmou Vance no podcast de Joe Rogan. </p>
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		<item>
		<title>Trump afirma que América do Sul vive uma guinada política conservadora e passou a prosperar</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219359/trump-afirma-que-america-do-sul-vive-uma-guinada-politica-conservadora-e-passou-a-prosperar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira, 20, que a América do Sul passa por uma guinada política acelerada e que a região &#8220;está se tornando um lugar novo e diferente&#8221;, ao comentar os resultados eleitorais mais recentes no continente. &#8220;Num período curto de tempo, a América do Sul está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira, 20, que a América do Sul passa por uma guinada política acelerada e que a região &#8220;está se tornando um lugar novo e diferente&#8221;, ao comentar os resultados eleitorais mais recentes no continente.</p>
<p>&#8220;Num período curto de tempo, a América do Sul está se tornando extremamente conservadora&#8221;, disse Trump a jornalistas no Salão Oval. &#8220;Na América do Sul, estava tudo pendendo fortemente para a esquerda. Agora está tudo à direita&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o republicano, a região começou a &#8220;prosperar&#8221; e estaria se transformando rapidamente. Sem citar o Brasil, ele elogiou o presidente da Colômbia, Abelardo De la Espriella. &#8220;El Tigre. Sabe, eles o chamam de El Tigre por um motivo porque ele é um cara durão&#8221;, disse. Em seguida, completou: &#8220;Mas ele sempre foi muito pró-Trump Quando as pessoas gostam de mim, eu gosto delas&#8221;.</p>
<p>Trump também criticou a política migratória europeia e mencionou episódios de violência no continente. &#8220;A Europa precisa mudar seus métodos, ou você não vai ter Europa sobrando&#8221;, afirmou, ao citar as manifestações na França.</p>
<p>Questionado sobre a eleição presidencial francesa e um eventual apoio a Marine Le Pen, Trump disse não conhecê-la pessoalmente, mas avaliou que ela recebeu tratamento injusto. &#8220;Achei que ela foi maltratada&#8221;, declarou. Para ele, o episódio &#8220;pareceria uma instrumentalização&#8221; e, depois do caso, Le Pen teria se consolidado como &#8220;a voz conservadora&#8221; do país. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2219359/trump-afirma-que-america-do-sul-vive-uma-guinada-politica-conservadora-e-passou-a-prosperar">Trump afirma que América do Sul vive uma guinada política conservadora e passou a prosperar</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Itália aprova medidas mais duras para reprimir protestos após tumultos em Milão</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219334/italia-aprova-medidas-mais-duras-para-reprimir-protestos-apos-tumultos-em-milao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Itália anunciou nesta terça-feira, 20, novas medidas de segurança destinadas a combater protestos violentos como os que causaram danos ao distrito comercial central de Milão. No fim de semana, manifestantes saquearam lojas e incendiaram propriedades na cidade. Um decreto do governo prevê o envio de mais 500 soldados para Milão até o final do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Itália anunciou nesta terça-feira, 20, novas medidas de segurança destinadas a combater protestos violentos como os que causaram danos ao distrito comercial central de Milão. No fim de semana, manifestantes saquearam lojas e incendiaram propriedades na cidade. </p>
<p>Um decreto do governo prevê o envio de mais 500 soldados para Milão até o final do ano, obriga os pais a arcarem com os custos dos danos causados por menores de idade e facilita o processo judicial contra adolescentes com mais de 14 anos.</p>
<p>Em um vídeo publicado nas redes sociais, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que a presença de tantos jovens manifestantes violentos era &#8220;dolorosa e assustadora&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os jovens foram à praça para quebrar coisas, roubar e se filmar fazendo isso&#8221;, disse Meloni. &#8220;Este é um fenômeno que devemos abordar com seriedade, também para evitar que essas imagens se tornem um modelo a ser imitado por outros.&#8221;</p>
<p>O decreto também cria um novo crime de participação violenta em manifestação, punível com até cinco anos de prisão e multa de até 20 mil euros. As penas aumentam se os infratores cobrirem o rosto ou se alguém ficar ferido.</p>
<p>Os manifestantes serão responsáveis pelo pagamento dos danos materiais, sendo os pais responsáveis pelos danos causados por menores de idade, disse Meloni.</p>
<p>O decreto, que deve ser convertido em lei pelo Parlamento no prazo de 60 dias, também presume automaticamente que qualquer pessoa com mais de 14 anos é capaz de compreender suas próprias ações, a menos que se prove o contrário. Até agora, cabia a um juiz determinar isso.</p>
<p>Meloni também afirmou que o governo aumentaria o número de vagas nos centros de detenção e de juízes no sistema de justiça juvenil.</p>
<p>A polícia utilizou canhões de água e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes, muitos com o rosto coberto, que entraram em confronto com as forças de segurança, saquearam lojas e incendiaram propriedades no centro de Milão no sábado, 17. Os saques e a violência continuaram no domingo, 18, com as autoridades informando que mais de 100 policiais ficaram feridos nos dois dias.</p>
<p>A polícia de Milão informou que 2 mil jovens participaram dos distúrbios na noite de sábado, incluindo uma grande presença de italianos naturalizados, filhos de pais estrangeiros, bem como de cidadãos estrangeiros. Das cerca de 50 pessoas presas no fim de semana, mais de 30 são menores de idade. </p>
<p> Os distúrbios coincidiram com manifestações em todo o país na vizinha França contra o aumento do custo de vida e em apoio às reivindicações dos estudantes do ensino médio. A polícia francesa utilizou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar manifestantes violentos que se juntaram aos protestos. </p>
<p><i>*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.</i> </p>
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		<title>Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219283/milei-lanca-plano-para-demitir-21-mil-servidores-na-argentina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CGN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Javier milei]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
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<p>O governo da Argentina de Javier Milei publicou decreto, nesta segunda-feira (19), com plano de demissão voluntária que pode alcançar até 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. </p>
<p>A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.</p>
<p>A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina destaca que milhões de pessoas vão ficar sem serviço público com essa demissão em massa e acusa o governo de intimidação de funcionários para aderir à proposta. O governo, por sua vez, defende que a adesão é voluntária.</p>
<p>O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente. </p>
<p>A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.</p>
<p><h2>Motosserra de Milei</h2>
<p>Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.</p>
<p>Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.</p>
<p>“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo. </p>
<p>O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.</p>
<p>“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.</p>
<p><h2>Servidores públicos</h2>
<p>Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.</p>
<p>Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.</p>
<p>“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.</p>
<p><h2>Desemprego</h2>
<p>A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec. </p>
<p>Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa). </p>
<p>Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil</p>
<p><b>Fonte:</b> Agência Brasil</p>
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		<title>Ucrânia e Zelensky precisam querer encerrar guerra contra a Rússia, diz Trump</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219257/ucrania-e-zelensky-precisam-querer-encerrar-guerra-contra-a-russia-diz-trump</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira, 20, que a Ucrânia precisa demonstrar disposição para encerrar a guerra e defendeu que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, feche um acordo para pôr fim ao conflito. &#8220;Os russos simplesmente continuam avançando: tomaram uma parte muito grande de território. Você pode dizer que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira, 20, que a Ucrânia precisa demonstrar disposição para encerrar a guerra e defendeu que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, feche um acordo para pôr fim ao conflito.</p>
<p>&#8220;Os russos simplesmente continuam avançando: tomaram uma parte muito grande de território. Você pode dizer que a Ucrânia está indo bem ou mal, mas o território vai ficando cada vez maior o tempo todo, semana após semana&#8221;, disse Trump no Salão Oval, após anunciar um programa de denúncias de fraudes.</p>
<p>Trump disse acreditar que Moscou estaria inclinada a concluir as negociações depois das últimas conversas com Kiev. &#8220;A Ucrânia tem que querer encerrar esta guerra. Zelensky tem que querer encerrar esta guerra. E, se ele não quiser, acho que isso vai ser algo muito ruim&#8221;, afirmou. </p>
<p>Ele voltou a criticar o volume de recursos destinados ao país, ao dizer que Washington e a Europa gastaram uma &#8220;fortuna&#8221; com o conflito. &#8220;Nós demos quantias enormes à Ucrânia. Não recebemos nada em troca, além de diesel caro&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Ao abordar o Irã, Trump disse que as tratativas estariam avançadas e que falta apenas uma decisão de Washington sobre a estratégia. &#8220;De que forma queremos vencer? Queremos vencer do jeito bonzinho ou do jeito não bonzinho?&#8221;, declarou.</p>
<p>Na agenda doméstica, o republicano afirmou esperar uma aceleração da economia americana em 2026 e disse acreditar que o crescimento deve ganhar ainda mais força até o fim deste ano. </p>
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		<title>Governo canadense e gestão provincial avaliam os impactos da votação em Alberta</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219256/governo-canadense-e-gestao-provincial-avaliam-os-impactos-da-votacao-em-alberta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dia após os eleitores de Alberta, no oeste do Canadá, rejeitarem a proposta de realizar um referendo sobre a separação da província, os movimentos separatistas, o governo federal e a gestão provincial avaliam os impactos da votação. Com mais de 1,8 milhão de votos contabilizados e resultados divulgados em 84% das áreas e locais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia após os eleitores de Alberta, no oeste do Canadá, rejeitarem a proposta de realizar um referendo sobre a separação da província, os movimentos separatistas, o governo federal e a gestão provincial avaliam os impactos da votação.</p>
<p>Com mais de 1,8 milhão de votos contabilizados e resultados divulgados em 84% das áreas e locais de votação até às 11h (no horário local) desta terça-feira, 20, os números não oficiais divulgados pela Eleições Alberta, órgão eleitoral da província, mostram que mais de 1,4 milhão de albertanos &#8211; cerca de 75% dos votos válidos &#8211; foram contrários à possibilidade do governo provincial iniciar os trâmites legais necessários para uma futura votação sobre a separação do Canadá. Os resultados oficiais só serão divulgados em 29 de outubro.</p>
<p>Os separatistas viram um lado positivo na votação. O advogado Keith Wilson, um dos líderes do grupo independentista Let Alberta Decide, afirmou que &#8220;é justo dizer que pelo menos um quarto dos habitantes de Alberta sente que a província precisa ser tratada melhor&#8221;.</p>
<p>Alberta é um reduto conservador, mas o ressentimento profundo em relação ao governo federal não se traduziu em apoio generalizado à independência. Os líderes separatistas, porém, consideram que transformaram uma causa marginal em um movimento que não desaparecerá.</p>
<p>Segundo o ex-premiê de Alberta Jason Kenney, os partidos separatistas costumavam conquistar apenas 1% ou 2% dos votos. Para ele, a insatisfação com as restrições impostas durante a pandemia de covid-19 ajudou a mobilizar ativistas que posteriormente aderiram ao movimento separatista.</p>
<p>Em um encontro de separatistas em um restaurante de Edmonton na noite de segunda-feira, a multidão ficou em silêncio à medida que os resultados eram divulgados.</p>
<p>&#8220;Não vamos a lugar nenhum&#8221;, afirmou o advogado Jeff Rath, do Projeto Prosperidade de Alberta (APP, na sigla em inglês). &#8220;Dominamos o debate no último ano. Temos informado os habitantes de Alberta sobre os benefícios da independência e vamos continuar avançando.&#8221;</p>
<p>Antes da divulgação dos resultados, Rath havia dito que ficaria muito satisfeito se a proposta obtivesse 30% de apoio. Ele quer que a primeira-ministra de Alberta, Danielle Smith, seja destituída da liderança do Partido Conservador Unido e afirmou que a legenda pode se fragmentar, potencialmente dando origem a um novo partido favorável à independência.</p>
<p>Após a votação, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que os cerca de 25% dos eleitores que apoiaram a proposta não devem necessariamente ser vistos como defensores da independência.</p>
<p>Segundo ele, como a votação definia apenas se deveria ser realizado outro referendo sobre a separação, alguns albertanos aproveitaram a oportunidade para expressar insatisfação com o governo federal.</p>
<p>&#8220;O resultado é absolutamente claro. Há uma ampla maioria a favor de permanecer no Canadá. E agora é o momento de trabalharmos juntos por todos os habitantes de Alberta e por todos os canadenses&#8221;, disse Carney a jornalistas antes de uma reunião de gabinete em Ottawa.</p>
<p>Os resultados da eleição representam um impulso para a iniciativa de Carney de promover a unidade nacional, em meio à guerra comercial com os Estados Unidos e às ameaças de anexação do presidente americano, Donald Trump.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
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		<title>Premiê do Japão cita maquiagem e tarefas domésticas para justificar ausência no Parlamento</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219212/premie-do-japao-cita-maquiagem-e-tarefas-domesticas-para-justificar-ausencia-no-parlamento</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 18:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, gerou uma onda de debates sobre igualdade de gênero e rotina de trabalho no país ao declarar no Parlamento que gasta de três a quatro horas a mais por dia do que seus antecessores homens para se preparar. A justificativa apontada por Takaichi inclui a necessidade de se maquiar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, gerou uma onda de debates sobre igualdade de gênero e rotina de trabalho no país ao declarar no Parlamento que gasta de três a quatro horas a mais por dia do que seus antecessores homens para se preparar. A justificativa apontada por Takaichi inclui a necessidade de se maquiar e cumprir tarefas domésticas antes dos compromissos oficiais. </p>
<p>Durante uma sessão, Takaichi relatou em detalhes a sua rotina diária ao ser confrontada por um parlamentar sobre o pouco tempo que vem passando no local.</p>
<p>&#8220;De manhã, tomo banho, preparo o café da manhã, lavo a louça e depois me maquio&#8221;, afirmou a premiê. &#8220;Sinto que gasto de três a quatro horas a mais do que os primeiros-ministros homens fazendo essas coisas.&#8221; </p>
<p>As falas da chefe de Governo repercutiram entre ativistas, parlamentares da oposição e juristas no Japão. Opositores e ativistas feministas expressaram preocupação de que a fala reforça papéis tradicionais de gênero, sugerindo que cabe prioritariamente à mulher a responsabilidade pelas tarefas da casa, mesmo quando ocupa o cargo mais alto do Poder Executivo.</p>
<p>&#8220;Gosto muito de ler essas pilhas de documentos que trouxe para casa à meia-noite, mas é difícil para mim encontrar tempo para me concentrar e pensar com clareza&#8221;, disse a premiê.</p>
<p>A controvérsia trouxe à tona dados sobre a divisão do trabalho doméstico na sociedade japonesa. Mesmo em lares onde ambos os cônjuges possuem emprego em tempo integral, as mulheres ainda assumem mais de 70% das tarefas do lar. </p>
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		<title>Coreia do Sul retirará funcionários da embaixada na Ucrânia em meio a crise diplomática</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219167/coreia-do-sul-retirara-funcionarios-da-embaixada-na-ucrania-em-meio-a-crise-diplomatica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coreia do Sul anunciou nesta terça-feira, 20, que retirará parte dos funcionários de sua embaixada em Kiev, em meio a uma disputa diplomática com a Ucrânia pela divulgação da transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos. Seul afirma que a operação deveria ter sido mantida em sigilo. O impasse começou após o presidente ucraniano, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coreia do Sul anunciou nesta terça-feira, 20, que retirará parte dos funcionários de sua embaixada em Kiev, em meio a uma disputa diplomática com a Ucrânia pela divulgação da transferência de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos. Seul afirma que a operação deveria ter sido mantida em sigilo.</p>
<p>O impasse começou após o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, revelar a transferência durante discurso na ONU, em 23 de setembro. </p>
<p>O governo sul-coreano acusa Kiev de descumprir um acordo de confidencialidade, cuja existência é negada pela Ucrânia. Em protesto, Seul já havia convocado seu embaixador de volta ao país no início de outubro.</p>
<p>O porta-voz da diplomacia sul-coreana, Park Doosoon, atribuiu a nova medida à &#8220;falta de medidas construtivas&#8221; de Kiev para atender às reclamações de Seul e às preocupações com a segurança diante da intensificação dos ataques russos. Ele não informou quantos funcionários serão retirados nem quando. O encarregado de negócios e a equipe essencial permanecerão na capital ucraniana.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é buscar uma solução amigável por meio de consultas estreitas com o lado ucraniano&#8221;, afirmou Park, acrescentando que cabe agora a Kiev responder às solicitações. A Ucrânia declarou anteriormente estar aberta ao diálogo e defendeu que &#8220;a diplomacia deve prevalecer sobre as emoções&#8221;.</p>
<p>Os dois militares estavam entre os milhares de soldados norte-coreanos enviados para apoiar a Rússia na guerra. Capturados no início de 2025, disseram desejar viver na Coreia do Sul por temer perseguição se retornassem ao Norte.</p>
<p>Segundo Seul, o sigilo buscava proteger os prisioneiros e seus familiares na Coreia do Norte. Analistas avaliam, porém, que a divulgação também poderia prejudicar os esforços do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, para reaproximar-se de Pyongyang. A Coreia do Norte não comentou a transferência. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Trump e Vance anunciarão programa de US$ 25 milhões para denunciantes de fraudes</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219139/trump-e-vance-anunciarao-programa-de-us-25-milhoes-para-denunciantes-de-fraudes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, e seu vice-presidente, JD Vance, devem anunciar, nesta terça-feira, 20, um programa de US$ 25 milhões para incentivar o público a denunciar suspeitas de fraude no governo federal, intensificando um esforço já em curso para acabar com o abuso de programas e verbas federais. O anúncio do fundo está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, e seu vice-presidente, JD Vance, devem anunciar, nesta terça-feira, 20, um programa de US$ 25 milhões para incentivar o público a denunciar suspeitas de fraude no governo federal, intensificando um esforço já em curso para acabar com o abuso de programas e verbas federais. </p>
<p>O anúncio do fundo está previsto para ocorrer durante uma aparição conjunta de ambos no Salão Oval, durante a tarde.</p>
<p>Segundo a Casa Branca, por meio do &#8220;Programa de Incentivo a Denúncias de Fraude&#8221; (WHIP, na sigla em inglês), qualquer pessoa que enviar uma denúncia ao site fraud.gov &#8211; desde que ela leve a uma condenação por fraude ou a uma medida de fiscalização federal significativa &#8211; poderá receber até US$ 30 mil. O Departamento de Justiça ficará responsável pela administração do programa.</p>
<p>Trump tem empreendido um esforço enérgico para eliminar fraudes em toda a esfera governamental. Em março, ele criou uma força-tarefa sobre o tema e colocou Vance à frente da iniciativa. </p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).</i> </p>
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		<title>Aprovação de Trump cai para 31% e atinge menor nível histórico, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu o menor nível histórico, segundo uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira, 19. O levantamento apontou que 31% dos americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, o nível mais baixo já registrado em qualquer um de seus dois mandatos. A desaprovação está em 66%. Nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu o menor nível histórico, segundo uma pesquisa <i>Reuters/Ipsos</i><i> divulgada na segunda-feira, 19.</p>
<p>O levantamento apontou que 31% dos americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, o nível mais baixo já registrado em qualquer um de seus dois mandatos. A desaprovação está em 66%. Nas duas pesquisas anteriores, publicadas em 20 de setembro e 5 de outubro, Trump havia registrado 32% de aprovação.</p>
<p>A <i>Reuters</i> indicou que a popularidade do presidente está em queda desde o início da guerra contra o Irã, no fim de fevereiro. O conflito provocou uma disparada nos preços da gasolina e pressionou o orçamento das famílias.</p>
<p>No início de seu segundo mandato, Trump tinha 47% de aprovação, segundo levantamento divulgado em 21 de janeiro de 2025. A última pesquisa antes do início do conflito no Oriente Médio, divulgado em 23 de fevereiro, mostrou que o republicano era aprovado por 40% dos americanos. Desde então, o índice de aprovação recuou nove pontos percentuais.</p>
<p>O levantamento divulgado na segunda-feira também questionou os eleitores sobre em qual partido votariam se as eleições legislativas fossem realizadas hoje. </p>
<p>Segundo a <i>Reuters</i>, 47% dos americanos afirmaram que votariam nos democratas e 35% nos republicanos. A agência apontou que a vantagem de 12 pontos percentuais foi a maior registrada pelo Partido Democrata no atual ciclo eleitoral.</p>
<p>As eleições legislativas estão marcadas para 3 de novembro. Recentemente, Trump fez algumas promessas condicionadas à vitória do Partido Republicano, incluindo o pagamento de um dividendo de US$ 5 mil para cada adulto americano.</p>
<p>O levantamento também mostrou que 66% dos americanos desaprovam a maneira como Trump conduz a economia, incluindo 37% dos entrevistados que se identificam como republicanos.</p>
<p>Realizada entre sexta-feira, 16, e segunda-feira, a pesquisa ouviu 1.679 adultos. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para o conjunto dos entrevistados, com um nível de confiança de 95%. </p>
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		<title>Príncipe Harry diz que quer se reconciliar com a família real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O príncipe Harry afirmou, em entrevista à revista GQ, que espera se reconciliar com o pai, o rei Charles III, e o restante da família real britânica, com quem se desentendeu quando se mudou para os Estados Unidos. &#8220;Com tudo o que está acontecendo no mundo, o mais importante é a reconciliação. Há desentendimentos entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O príncipe Harry afirmou, em entrevista à revista <i>GQ</i>, que espera se reconciliar com o pai, o rei Charles III, e o restante da família real britânica, com quem se desentendeu quando se mudou para os Estados Unidos. </p>
<p>&#8220;Com tudo o que está acontecendo no mundo, o mais importante é a reconciliação. Há desentendimentos entre irmãos, há relações rompidas entre filhos e pais, filhos e um dos pais&#8230; Algumas pessoas não querem que isso dê certo. Eu quero que dê certo. Para mim, já existe drama suficiente no mundo e drama suficiente na vida das pessoas para continuarmos com problemas familiares. Não vale a pena&#8221;, declarou.</p>
<p>A manifestação pública ocorre em meio a um prolongado distanciamento institucional e pessoal que tem marcado a relação entre o duque de Sussex e os demais membros da realeza nos últimos seis anos.</p>
<p>O relacionamento entre o duque de Sussex e o Palácio de Buckingham tem sido pontuado por turbulências e declarações públicas de parte a parte. A publicação da biografia de Harry e o lançamento de produções audiovisuais detalhando os bastidores da vida na realeza aprofundaram o fosso entre o príncipe, seu pai, o rei Charles III, e seu irmão, o príncipe William.</p>
<p>Após a entrevista, um porta-voz de Harry afirmou que a declaração &#8220;não teve absolutamente nenhuma intenção de ser uma crítica ao seu irmão ou a qualquer outro membro da família. O comentário foi feito em um contexto geral e não foi direcionado à sua família de forma alguma&#8221;. </p>
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		<title>Protestos na Itália: Jovens que &#8216;representem perigo&#8217; poderão ser mantidos até 12h em delegacias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Itália está prestes a aprovar novas medidas de segurança, após partes do país serem palco de uma série de protestos violentos e saques registrados no fim de semana na Europa. Segundo o jornal The Guardian, o vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, afirmou que a polícia poderá manter menores de 18 anos em delegacias por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Itália está prestes a aprovar novas medidas de segurança, após partes do país serem palco de uma série de protestos violentos e saques registrados no fim de semana na Europa. </p>
<p>Segundo o jornal <i>The Guardian</i>, o vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, afirmou que a polícia poderá manter menores de 18 anos em delegacias por até 12 horas &#8211; mesmo que não tenham cometido nenhum crime -, desde que haja indícios de que representam um perigo.</p>
<p>&#8220;Queremos intervir rapidamente junto aos jovens&#8221;, declarou Salvini à emissora de rádio RTL, antes de uma reunião de gabinete destinada a aprovar as medidas, que ainda não foram anunciadas formalmente.</p>
<p>Segundo relatos, o endurecimento das medidas de segurança incluirá também a proibição de aglomerações envolvendo pessoas consideradas uma ameaça à ordem pública.</p>
<p>Parte dessas medidas já consta na legislação italiana ou de um projeto de lei sobre segurança aprovado pelo Conselho de Ministros em julho e atualmente em análise no Senado. Por isso, as equipes jurídicas do governo ainda avaliam quais alterações poderão ser incorporadas ao novo decreto.</p>
<p><b>Insatisfação generalizada</b></p>
<p>Milhares de pessoas protestaram pacificamente contra o custo de vida em várias cidades do norte da Itália durante o fim de semana; contudo, algumas das manifestações tornaram-se violentas, com registros de participantes saqueando lojas e entrando em confronto com a polícia.</p>
<p>Centenas de manifestantes &#8211; muitos deles, ao que tudo indica, menores de idade &#8211; incendiaram lixeiras e saquearam estabelecimentos comerciais no centro de Milão, onde mais de 5 mil pessoas se reuniram ao longo do fim de semana.</p>
<p>No sul da Itália, agricultores e caminhoneiros têm bloqueado portos e rodovias em protesto contra a disparada nos preços dos combustíveis, decorrente da guerra entre EUA/Israel e Irã.</p>
<p>Até a noite de sábado, 17, as autoridades italianas não haviam divulgado um balanço oficial de presos e feridos. Segundo jornais locais, cerca de 50 pessoas foram presas em Milão e outras sete foram detidas em Bolonha. Ao menos um policial e aproximadamente 20 manifestantes ficaram feridos. </p>
<p>Entre os feridos está Angelo de Simone, dirigente da polícia e chefe de um comissariado, que sofreu um ferimento na cabeça.</p>
<p><b>500 militares em Milão</b></p>
<p>Na segunda, 19, o governo da Itália anunciou o envio de mais 500 militares a Milão para reforçar a segurança. </p>
<p>A medida foi antecipada pelo vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes, Matteo Salvini, e deverá integrar um decreto-lei sobre segurança pública que o governo da primeira-ministra Giorgia Meloni pretende analisar nesta terça-feira, 20, segundo a agência de notícias <i>ANSA</i>.</p>
<p>&#8220;Das palavras à ação! Mais 500 militares para proteger Milão. Uma vitória para a Liga&#8221;, escreveu Salvini nas redes sociais. O vice-premiê também lidera o partido de direita Liga, que defende o endurecimento das medidas de segurança.</p>
<p>O presidente da Itália, Sergio Mattarella, condenou os episódios de violência, mas defendeu uma avaliação cuidadosa das circunstâncias dos confrontos. &#8220;Toda forma de violência é inaceitável&#8221;, afirmou Mattarella, ao destacar a necessidade de uma &#8220;análise inteligente e aprofundada&#8221; e de uma vigilância capaz de combater atos violentos praticados por pessoas que até então não estavam envolvidas nesse tipo de episódio.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais.</i> </p>
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		<title>China critica veto dos EUA à DeepSeek e promete defender empresas chinesas</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219039/china-critica-veto-dos-eua-a-deepseek-e-promete-defender-empresas-chinesas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A China criticou nesta terça-feira, 20, a decisão dos Estados Unidos de proibir agências federais civis de utilizar ferramentas de inteligência artificial (IA) da DeepSeek, startup chinesa, e prometeu defender os interesses legítimos de suas empresas. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Mao Ning afirmou que Pequim se opõe à &#8220;ampliação excessiva do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A China criticou nesta terça-feira, 20, a decisão dos Estados Unidos de proibir agências federais civis de utilizar ferramentas de inteligência artificial (IA) da DeepSeek, startup chinesa, e prometeu defender os interesses legítimos de suas empresas. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Mao Ning afirmou que Pequim se opõe à &#8220;ampliação excessiva do conceito de segurança nacional&#8221; e à politização de questões tecnológicas, econômicas e comerciais.</p>
<p>A reação ocorre após o Departamento de Segurança Interna dos EUA determinar a remoção de produtos da DeepSeek e de serviços de terceiros desenvolvidos com a tecnologia da empresa dos sistemas de TI de órgãos civis federais. A ordem, datada de julho e divulgada na segunda-feira, também impede novas contratações dos serviços.</p>
<p>Segundo o aviso publicado no <i>Federal Register</i>, o diário oficial dos EUA, os modelos da DeepSeek apresentam &#8220;múltiplos vetores de ameaça&#8221;, diante da localização de servidores na China e da possibilidade de autoridades chinesas acessarem infraestrutura privada e dados sensíveis norte-americanos.</p>
<p>A decisão amplia tensões na disputa tecnológica entre Washington e Pequim, que também envolve restrições americanas ao acesso chinês a semicondutores avançados de IA. Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping têm encontro previsto para novembro, à margem da cúpula da Apec, na China, com a IA entre os temas esperados para a agenda. </p>
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		<item>
		<title>UKMTO relata incidente envolvendo petroleiro e forças militares na costa de Omã</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2219011/ukmto-relata-incidente-envolvendo-petroleiro-e-forcas-militares-na-costa-de-oma</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agência britânica de Operações de Comércio Marítimo (UKMTO, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira, 20, ter recebido um relato de incidente envolvendo um petroleiro e forças militares a cerca de 121 milhas náuticas (224 quilômetros) a leste de Duqm, em Omã. O episódio ocorreu na segunda-feira, 19. Segundo o comunicado, o petroleiro passou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A agência britânica de Operações de Comércio Marítimo (UKMTO, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira, 20, ter recebido um relato de incidente envolvendo um petroleiro e forças militares a cerca de 121 milhas náuticas (224 quilômetros) a leste de Duqm, em Omã. O episódio ocorreu na segunda-feira, 19.</p>
<p>Segundo o comunicado, o petroleiro passou por uma &#8220;interação&#8221; com forças militares no contexto das operações em andamento na região. </p>
<p>A UKMTO não detalhou a natureza do incidente nem informou sobre possíveis danos ou vítimas.</p>
<p>A agência acrescentou que as autoridades estão cientes do episódio e que as investigações continuam. </p>
<p>A UKMTO também recomendou que embarcações consultem as informações mais recentes sobre segurança marítima e mantenham atenção à evolução do cenário operacional na região. </p>
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		<item>
		<title>Reino Unido amplia apoio militar à Arábia Saudita contra os houthis</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218994/reino-unido-amplia-apoio-militar-a-arabia-saudita-contra-os-houthis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Reino Unido anunciou, nesta terça-feira, 20, a ampliação do apoio militar à Arábia Saudita contra os houthis do Iêmen, passando a incluir patrulhas aéreas &#8220;defensivas&#8221; realizadas por jatos da Força Aérea Real, mas ressaltou que não existe uma solução militar para o conflito. O secretário de Defesa, Wes Streeting, afirmou que jatos Typhoon da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido anunciou, nesta terça-feira, 20, a ampliação do apoio militar à Arábia Saudita contra os houthis do Iêmen, passando a incluir patrulhas aéreas &#8220;defensivas&#8221; realizadas por jatos da Força Aérea Real, mas ressaltou que não existe uma solução militar para o conflito.</p>
<p>O secretário de Defesa, Wes Streeting, afirmou que jatos Typhoon da Força Aérea Real &#8220;conduzirão operações aéreas defensivas sobre a Arábia Saudita, ajudando a proteger cidades sauditas, populações civis e infraestruturas nacionais críticas&#8221; contra mísseis e drones lançados pelos rebeldes no Iêmen, que contam com o apoio do Irã. Ele esclareceu que as aeronaves britânicas não realizarão ataques contra alvos dos houthis.</p>
<p>O Reino Unido também enviará uma aeronave de transporte militar e um número não especificado de conselheiros militares para a Arábia Saudita, segundo Streeting.</p>
<p>Streeting classificou os ataques houthis como &#8220;desprezíveis&#8221; e afirmou que o fato de terem visado o aeroporto demonstra &#8220;até onde os houthis estão dispostos a ir para escalar a situação na região&#8221;. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Acampados em protesto por direito à moradia são retirados pela polícia de praça em Lisboa</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218992/acampados-em-protesto-por-direito-a-moradia-sao-retirados-pela-policia-de-praca-em-lisboa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2218992/acampados-em-protesto-por-direito-a-moradia-sao-retirados-pela-policia-de-praca-em-lisboa</guid>

					<description><![CDATA[<p>A polícia portuguesa desmantelou na manhã desta terça-feira, 20, o acampamento de manifestantes a favor do direito à moradia na Praça do Rossio, no centro de Lisboa, onde 55 pessoas foram detidas. Os manifestantes acusam o governo de não agir para enfrentar a crise da habitação e de querer facilitar os despejos de inquilinos por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia portuguesa desmantelou na manhã desta terça-feira, 20, o acampamento de manifestantes a favor do direito à moradia na Praça do Rossio, no centro de Lisboa, onde 55 pessoas foram detidas.</p>
<p>Os manifestantes acusam o governo de não agir para enfrentar a crise da habitação e de querer facilitar os despejos de inquilinos por meio de uma reforma do mercado de aluguéis.</p>
<p>O Parlamento aprovou em setembro, em primeiro turno, uma reforma para acelerar os despejos de inquilinos em caso de inadimplência, como parte de uma flexibilização do mercado de locação.</p>
<p>A polícia montou um dispositivo na manhã desta terça, no centro da capital e a estação de metrô do Rossio foi fechada.</p>
<p>Os ocupantes da Praça do Rossio formaram uma corrente humana para tentar atrasar a intervenção policial. Em seguida, confrontos foram registrados entre os manifestantes e as unidades de intervenção das forças de segurança, segundo as imagens divulgadas pelas emissoras de televisão.</p>
<p>No total, 55 pessoas foram detidas e duas ficaram levemente feridas, segundo as autoridades locais.</p>
<p>&#8220;O uso da força foi justificado pelas circunstâncias concretas da intervenção e manteve-se limitado ao mínimo necessário&#8221;, devido à recusa de alguns manifestantes em deixar o local, afirmou a polícia.</p>
<p>&#8220;As pessoas detidas foram conduzidas a instalações policiais e serão apresentadas à autoridade judiciária&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Após uma assembleia geral, quase 100 pessoas decidiram prosseguir com o movimento. </p>
<p>No Porto, os manifestantes desmontaram o acampamento devido às ameaças de uma intervenção policial.</p>
<p>Os manifestantes portugueses se inspiraram nos acampamentos pelo direito à moradia organizados em Espanha. </p>
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		<item>
		<title>Quem é o pastor Paul Mackenzie, líder de seita que forçou 190 crianças a jejuarem até morrer</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218991/quem-e-o-pastor-paul-mackenzie-lider-de-seita-que-forcou-190-criancas-a-jejuarem-ate-morrer</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder de uma seita apocalíptica queniana, ligada a mais de 400 mortes, foi condenado nesta segunda-feira, 20, pelo assassinato de 190 crianças e um adulto, após ordenar que seus seguidores jejuassem até a morte para encontrar Jesus. A juíza Diana Kavedza determinou que o pastor Paul Mackenzie, líder da igreja Good News International Church, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2218991/quem-e-o-pastor-paul-mackenzie-lider-de-seita-que-forcou-190-criancas-a-jejuarem-ate-morrer">Quem é o pastor Paul Mackenzie, líder de seita que forçou 190 crianças a jejuarem até morrer</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder de uma seita apocalíptica queniana, ligada a mais de 400 mortes, foi condenado nesta segunda-feira, 20, pelo assassinato de 190 crianças e um adulto, após ordenar que seus seguidores jejuassem até a morte para encontrar Jesus.</p>
<p>A juíza Diana Kavedza determinou que o pastor Paul Mackenzie, líder da igreja Good News International Church, comandava um sistema organizado que utilizava ensinamentos religiosos para forçar os seguidores a jejuar até morrerem.</p>
<p>Em 2023, mais de 400 corpos foram exumados de covas rasas no Chakama Ranch &#8211; uma propriedade de 320 hectares no condado costeiro de Kilifi -, onde os seguidores de Mackenzie viviam em cabanas de barro, longe da vigilância das comunidades locais e das autoridades.</p>
<p>Mackenzie foi preso e acusado de homicídio, juntamente com sua mulher e dezenas de seus seguidores. Alguns desses seguidores tornaram-se, posteriormente, testemunhas de acusação no caso. O julgamento teve início em 2023.</p>
<p>Ele negou todas as acusações, afirmando que não forçou seus seguidores a jejuar. Uma audiência para a apresentação de argumentos sobre a pena será realizada no dia 30 de outubro, e a sentença está marcada para 6 de novembro.</p>
<p><b>Crianças eram agredidas se tentassem fugir</b></p>
<p>O tribunal concluiu que a ordem para jejuar até a morte começou pelas crianças; guardas eram posicionados para impedir que elas fugissem, agredindo aqueles que tentavam escapar ou se alimentar.</p>
<p>Mackenzie também instruía seus seguidores a rejeitar a educação e os cuidados médicos. Em sua decisão desta segunda-feira, 20, a juíza Kavedza afirmou que &#8220;o tratamento médico era apresentado como um instrumento de Satanás&#8221;.</p>
<p>Para William Ponda Ngala &#8211; que perdeu a mãe, o irmão mais velho e dois sobrinhos -, a condenação de Mackenzie traz a esperança de que o caso sirva de lição para outros líderes religiosos que, no futuro, possam tentar explorar seus seguidores.</p>
<p>&#8220;Finalmente, como família, podemos respirar aliviados, sabendo que Mackenzie e todos aqueles que causaram as mortes dos meus familiares foram condenados&#8221;, disse ele à <i>Associated Press</i> nesta segunda. Em abril do ano passado, o Tribunal de Apelação autorizou o Ministério Público a prosseguir com 191 acusações de homicídio contra Mackenzie e seus corréus.</p>
<p>Em maio de 2024, o Tribunal Superior determinou que a acusação reduzisse o número de acusações de homicídio para, no máximo, 12. Contudo, o Tribunal de Apelação decidiu que a lei não estabelece um limite para o número de acusações que podem ser apresentadas contra um réu. </p>
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		<title>França anuncia novos toques de recolher após restrições ajudarem a conter protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218990/franca-anuncia-novos-toques-de-recolher-apos-restricoes-ajudarem-a-conter-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A França adotará novos toques de recolher na noite desta terça-feira, 20, em áreas onde autoridades considerarem necessário, anunciou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu. A medida ocorre um dia após cidades como Paris, Lyon e Nice imporem restrições para tentar conter possíveis distúrbios depois de protestos ao longo do fim de semana. &#8220;Os toques de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A França adotará novos toques de recolher na noite desta terça-feira, 20, em áreas onde autoridades considerarem necessário, anunciou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu. A medida ocorre um dia após cidades como Paris, Lyon e Nice imporem restrições para tentar conter possíveis distúrbios depois de protestos ao longo do fim de semana.</p>
<p>&#8220;Os toques de recolher obrigatórios direcionados contribuíram para a tranquilidade. Agradeço aos policiais que garantiram seu cumprimento, assim como aos prefeitos por sua mobilização, assim como aos prefeitos por sua mobilização&#8221;, disse Lecornu no X. &#8220;Esta noite, novos toques de recolher obrigatórios serão decididos onde a situação o exigir. Essas decisões serão tomadas pelos prefeitos.&#8221;</p>
<p>Pelo menos 2.400 pessoas foram detidas depois que, no sábado, manifestantes em cidades de toda a França entraram em confronto com a polícia, incendiaram carros, invadiram prédios públicos e atearam fogo a uma prefeitura histórica, em protestos contra o aumento do custo de vida e as más condições nas escolas.</p>
<p>Na capital, o toque de recolher foi estendido das 23h de segunda-feira até as 6h desta terça-feira, e um helicóptero policial sobrevoou a Praça da República, um ponto central dos confrontos, varrendo a área com um holofote para verificar a ausência de pessoas.</p>
<p><i>*Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
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		<title>Coreia do Norte ameaça retomar propaganda por alto-falantes e reforçar armas na fronteira</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218968/coreia-do-norte-ameaca-retomar-propaganda-por-alto-falantes-e-reforcar-armas-na-fronteira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coreia do Norte ameaçou na segunda-feira, 20, retomar transmissões de propaganda por alto-falantes e enviar mais armamentos para a fronteira com a Coreia do Sul, em meio à escalada de tensões após explosões de minas no mês anterior que feriram três soldados sul-coreanos. No início de outubro, a Coreia do Sul atribuiu formalmente a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coreia do Norte ameaçou na segunda-feira, 20, retomar transmissões de propaganda por alto-falantes e enviar mais armamentos para a fronteira com a Coreia do Sul, em meio à escalada de tensões após explosões de minas no mês anterior que feriram três soldados sul-coreanos.</p>
<p>No início de outubro, a Coreia do Sul atribuiu formalmente a Pyongyang a responsabilidade por minas que teriam sido plantadas pelo Norte e que explodiram em 21 de setembro de 2026 na zona de fronteira. Seul pediu um pedido de desculpas e a remoção de outras minas. A Coreia do Norte negou envolvimento, e já havia alertado que reagiria com força caso fosse provocada.</p>
<p>A nova ameaça foi feita por Kim Yo Jong, irmã do líder Kim Jong Un e uma das figuras mais influentes do regime. Ela acusou a Coreia do Sul de ter disparado tiros de advertência e realizado transmissões de advertência diversas vezes desde agosto, sob o que chamou de &#8220;pretexto irracional&#8221; ligado a supostas travessias de soldados norte-coreanos pela linha de fronteira. Segundo Kim, desde as explosões de setembro tais ações &#8220;ultrapassaram a linha vermelha&#8221; e criaram uma &#8220;situação grave&#8221; no limite sul.</p>
<p>Kim Yo Jong afirmou que os militares norte-coreanos estudam &#8220;implantar mais meios táticos de ataque&#8221; ao longo da fronteira sul como medida preventiva e de supressão, além de retomar as transmissões por alto-falantes voltadas contra a Coreia do Sul &#8211; uma ferramenta de guerra psicológica típica da Guerra Fria que os dois países recorrem em períodos de confronto.</p>
<p>Do lado sul-coreano, o chefe do Estado-Maior Conjunto, Jin Yong-Sung, disse nesta terça-feira que as ameaças do Norte são &#8220;intoleráveis&#8221; e determinou que as Forças Armadas respondam com firmeza a eventuais provocações. Ele afirmou que o Exército sul-coreano lidará de maneira dura com novas violações de fronteira por tropas do Norte.</p>
<p>Nos últimos anos, a tensão na fronteira &#8211; uma das mais militarizadas do mundo &#8211; aumentou com a intensificação de fortificações do Norte, incluindo minas, cercas de arame farpado e barreiras antitanque, dentro da política de romper laços com o Sul. Seul afirmou anteriormente que soldados norte-coreanos cruzaram a linha de demarcação militar 50 vezes em 2026 durante obras de fortificação, e que respondeu com tiros e transmissões de advertência.</p>
<p>A Coreia do Norte também intensificou recentemente testes de armas, em provável tentativa de pressionar os Estados Unidos por concessões maiores, enquanto o presidente Donald Trump retomou esforços para reabrir a diplomacia com Kim Jong Un. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Na Ucrânia, ataques russos matam 7 enquanto Zelenski busca apoio militar na Noruega</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218933/na-ucrania-ataques-russos-matam-7-enquanto-zelenski-busca-apoio-militar-na-noruega</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques russos com mísseis e drones mataram pelo menos sete pessoas e deixaram dezenas de feridos na Ucrânia, informaram autoridades nesta terça-feira. A ofensiva ocorre enquanto o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, visita a Noruega em busca de mais apoio militar dos Estados Unidos e da Europa, em meio a sinais de deterioração das relações com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ataques russos com mísseis e drones mataram pelo menos sete pessoas e deixaram dezenas de feridos na Ucrânia, informaram autoridades nesta terça-feira. A ofensiva ocorre enquanto o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, visita a Noruega em busca de mais apoio militar dos Estados Unidos e da Europa, em meio a sinais de deterioração das relações com o presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>Zelenski tem encontros previstos em Oslo com o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Store, e o presidente finlandês, Alexander Stubb. </p>
<p>O enviado dos EUA Steve Witkoff também é esperado, enquanto Jared Kushner, genro de Trump, deve participar por videoconferência, segundo o governo norueguês. Ambos atuaram nas negociações, até agora sem sucesso, por um acordo de paz.</p>
<p>O líder ucraniano afirmou ter conversado com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, após dizer a parlamentares dos EUA que acredita haver uma &#8220;decisão política&#8221; de desacelerar o apoio a Kiev. </p>
<p>Segundo Zelenski, a Ucrânia está perto de esgotar seus interceptadores Patriot, essenciais para enfrentar mísseis balísticos russos, e o Pentágono atrasa a entrega de unidades adquiridas por outros países.</p>
<p>Zelenski também pediu a Rubio a manutenção do compartilhamento de informações de inteligência, após atrasos ou ausência de alertas americanos sobre ataques russos. Ele ainda criticou restrições ao uso militar da internet por satélite da SpaceX e a suspensão de sanções dos EUA contra a Rússia, que, segundo ele, favorece o presidente Vladimir Putin. O ucraniano classificou a conversa com Rubio como &#8220;substantiva&#8221;.</p>
<p>A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, questionou a imparcialidade da mediação americana e acusou Washington de pressionar Kiev a aceitar os termos de Moscou. &#8220;A razão pela qual a Ucrânia não se rendeu nos termos de Putin é que a Europa tem apoiado a Ucrânia&#8221;, afirmou. Segundo o Instituto Kiel, países e instituições europeias destinaram 237 bilhões de euros em ajuda ao país, ante 115 bilhões de euros dos EUA.</p>
<p>Na região de Kiev, ataques russos mataram quatro pessoas e feriram 27, entre elas crianças, nas últimas 24 horas, segundo a polícia. Outras três pessoas morreram e quatro ficaram feridas em um ataque à rodovia Kiev-Odessa, incluindo o motorista de um micro-ônibus. A operadora Ukrenergo relatou cortes de energia em 12 regiões.</p>
<p>A Rússia afirmou ter atingido centros logísticos, instalações portuárias e navios de carga na região de Odessa. O Ministério da Defesa russo também disse ter interceptado 136 drones ucranianos durante a noite. Um ataque provocou incêndio em uma instalação industrial na região russa de Tambov, segundo o governo local. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Ataque dos Houthis a campo militar no Iêmen deixa 73 mortos e mais de 200 feridos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218909/ataque-dos-houthis-a-campo-militar-no-iemen-deixa-73-mortos-e-mais-de-200-feridos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos em um ataque dos Houthis a um campo de treinamento militar do governo no sul do Iêmen subiu para 73, todos novos recrutas, informou nesta terça-feira o governador da província de Shabwa, Awad Ibn al-Wazir. Foi o ataque mais letal desde a retomada da escalada de combates no país, há três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos em um ataque dos Houthis a um campo de treinamento militar do governo no sul do Iêmen subiu para 73, todos novos recrutas, informou nesta terça-feira o governador da província de Shabwa, Awad Ibn al-Wazir. Foi o ataque mais letal desde a retomada da escalada de combates no país, há três meses. Mais de 200 pessoas ficaram feridas.</p>
<p>Segundo o governador, os recrutas tinham entre 18 e 20 anos, e alguns permaneciam desaparecidos após o bombardeio com mísseis balísticos contra o campo de al-Alam, na segunda-feira. </p>
<p>Os militares estavam em formação para um treinamento quando foram atingidos. A unidade preparava jovens para atuar na segurança da província, e não em operações de combate. &#8220;Isso não tinha nada a ver com as linhas de frente&#8221;, afirmou Ibn al-Wazir.</p>
<p>O governo de Shabwa informou que três mísseis balísticos atingiram a instalação. Os Houthis, apoiados pelo Irã, reivindicaram o ataque e disseram ter causado dezenas de vítimas, sem detalhar os números. Segundo outro funcionário do governo, parte dos feridos foi transferida em estado crítico para hospitais de outras províncias.</p>
<p>O episódio ocorre em meio à intensificação do conflito desde julho, quando forças do governo reconhecido internacionalmente e da coalizão liderada pela Arábia Saudita bombardearam o aeroporto de Sanaa, controlado pelos Houthis, rompendo a trégua de 2022. </p>
<p>Nesta terça-feira, a Arábia Saudita informou ter interceptado um míssil balístico lançado pelo grupo após um alerta e uma explosão ouvida na região de Riad, perto do Aeroporto Internacional Rei Khalid.</p>
<p>A guerra civil no Iêmen começou em 2014, quando os Houthis tomaram Sanaa e obrigaram o governo a deixar a capital. A coalizão saudita interveio em 2015. Desde então, o conflito deixou mais de 150 mil mortos e provocou uma das piores crises humanitárias do mundo. <i>Fonte: Associated Press.</i></p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>No Canadá, eleitores de Alberta rejeitam proposta que levaria à independência, diz projeção</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218872/no-canada-eleitores-de-alberta-rejeitam-proposta-que-levaria-a-independencia-diz-projecao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 11:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleitores da Província de Alberta rejeitaram uma proposta que daria início a um processo de independência do Canadá, segundo uma projeção divulgada na madrugada desta terça-feira, 20, pela Canadian Broadcasting Corp. (CBC). O resultado da votação realizada na segunda-feira, 19, representa uma vitória para o primeiro-ministro Mark Carney e para defensores da unidade canadense, em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eleitores da Província de Alberta rejeitaram uma proposta que daria início a um processo de independência do Canadá, segundo uma projeção divulgada na madrugada desta terça-feira, 20, pela Canadian Broadcasting Corp. (CBC). </p>
<p>O resultado da votação realizada na segunda-feira, 19, representa uma vitória para o primeiro-ministro Mark Carney e para defensores da unidade canadense, em meio à guerra comercial e às ameaças de anexação feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p>A votação não foi um referendo direto sobre a independência, mas colocaria Alberta no caminho para uma futura consulta sobre a separação do Canadá. </p>
<p>Com mais de 1 milhão de votos apurados, a permanência no país tinha o apoio de cerca de 76% dos eleitores da Província. Outros 23% optaram pela abertura do processo de independência. </p>
<p>Alberta, que abriga a quarta maior reserva comprovada de petróleo do mundo, é um reduto conservador cuja cultura política há muito se assemelha mais ao Oeste dos Estados Unidos do que a grande parte do Canadá. </p>
<p>O ressentimento em relação a Ottawa é profundo, mas tradicionalmente não se traduz em apoio amplo à independência. Fonte: <i>Associated Press</i>. </p>
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		<item>
		<title>Trump promete US$ 8 bi em apoio a agricultores e pede voto no Kansas para Ty Masterson</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218834/trump-promete-us-8-bi-em-apoio-a-agricultores-e-pede-voto-no-kansas-para-ty-masterson</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2218834/trump-promete-us-8-bi-em-apoio-a-agricultores-e-pede-voto-no-kansas-para-ty-masterson</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Departamento de Agricultura lançará um novo &#8220;Programa de Alívio de Combustível da Colheita&#8221;, com US$ 8 bilhões em apoio a agricultores para compensar os custos do óleo diesel durante a temporada de colheita. Em publicação na segunda-feira à noite na Truth Social, Trump disse que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Departamento de Agricultura lançará um novo &#8220;Programa de Alívio de Combustível da Colheita&#8221;, com US$ 8 bilhões em apoio a agricultores para compensar os custos do óleo diesel durante a temporada de colheita. </p>
<p>Em publicação na segunda-feira à noite na Truth Social, Trump disse que a iniciativa foi viabilizada com apoio do senador Roger Marshall, a quem chamou de &#8220;líder&#8221; na articulação do programa. </p>
<p>O republicano também prometeu que, com vitórias do partido nas eleições de meio de mandato, haverá mais recursos para produtores rurais e que os preços do combustível vão cair quando a guerra com o Irã terminar &#8211; o que, segundo ele, ocorrerá &#8220;muito rapidamente&#8221;.</p>
<p>Ao abordar o tema do combustível, Trump lembrou ainda que, duas semanas antes, assinou uma ordem executiva para dispensar a exigência de uso fora de estrada do diesel tingido de vermelho, permitindo abastecimento &#8220;totalmente livre de impostos&#8221; para agricultores, caminhoneiros e outros consumidores. Em tom de crítica, acusou a governadora democrata do Kansas, Laura Kelly, de se recusar a oferecer o alívio no Estado. </p>
<p>&#8220;Se você quer combustível diesel a baixo custo no Kansas, você deve VOTAR PARA TY MASTERSON PARA GOVERNADOR&#8221;, escreveu ele, reiterando pressão para que eleitores escolham candidatos republicanos durante as eleições de meio de mandato, em 3 de novembro.</p>
<p><i>*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial de Combate ao Bullying alerta para sinais de violência que muitas vezes passam despercebidos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218784/dia-mundial-de-combate-ao-bullying-alerta-para-sinais-de-violencia-que-muitas-vezes-passam-despercebidos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 07:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/?p=2218784</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nem toda agressão deixa hematomas. Às vezes, ela aparece em apelidos repetidos, humilhações diante dos colegas, ameaças ou no isolamento de quem passa a ter medo de frequentar a escola. O Dia Mundial de Combate ao Bullying chama a atenção para comportamentos que podem ser tratados como brincadeira, mas que provocam sofrimento e afetam a [&#8230;]</p>
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<p>Nem toda agressão deixa hematomas. Às vezes, ela aparece em apelidos repetidos, humilhações diante dos colegas, ameaças ou no isolamento de quem passa a ter medo de frequentar a escola. O Dia Mundial de Combate ao Bullying chama a atenção para comportamentos que podem ser tratados como brincadeira, mas que provocam sofrimento e afetam a autoestima e a saúde emocional das vítimas.</p>



<p>O bullying é caracterizado por atos intencionais e repetitivos de intimidação, agressão ou humilhação, geralmente marcados por um desequilíbrio de poder entre quem pratica e quem sofre a violência. Ele pode ocorrer em ambientes escolares, grupos sociais e outros espaços de convivência. Quando as agressões acontecem pela internet, por meio de mensagens ofensivas, exposição ou perseguição virtual, são conhecidas como cyberbullying.</p>



<p>Identificar o problema exige atenção. Mudanças repentinas de comportamento, isolamento, queda no rendimento escolar, resistência em ir à escola e medo de determinados grupos podem indicar que algo não está bem. Esses sinais, isoladamente, não confirmam a ocorrência de bullying, mas merecem acolhimento e diálogo.</p>



<p>O enfrentamento depende da participação de toda a comunidade. Famílias, escolas e profissionais que convivem com crianças e adolescentes precisam levar as denúncias a sério, interromper as agressões e evitar que a vítima seja responsabilizada pelo que sofreu. Incentivar o respeito às diferenças e ensinar formas seguras de pedir ajuda também fazem parte da prevenção.</p>



<p>Combater o bullying não significa apenas punir quem agride. É necessário criar ambientes em que as pessoas possam conviver sem medo de serem ridicularizadas ou excluídas. Uma atitude que parece pequena para quem pratica pode ter consequências profundas para quem recebe. Por isso, ouvir, acolher e agir são passos fundamentais para impedir que a violência se torne parte da rotina.</p>
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		<title>Itália anuncia envio de 500 militares a Milão após confrontos durante protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218630/italia-anuncia-envio-de-500-militares-a-milao-apos-confrontos-durante-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 22:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo da Itália anunciou nesta segunda-feira, 19, o envio de mais 500 militares a Milão para reforçar a segurança após uma série de protestos violentos e saques registrados no fim de semana. A medida foi antecipada pelo vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes, Matteo Salvini, e deverá integrar um decreto-lei sobre segurança pública que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da Itália anunciou nesta segunda-feira, 19, o envio de mais 500 militares a Milão para reforçar a segurança após uma série de protestos violentos e saques registrados no fim de semana.</p>
<p>A medida foi antecipada pelo vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes, Matteo Salvini, e deverá integrar um decreto-lei sobre segurança pública que o governo da primeira-ministra Giorgia Meloni pretende analisar nesta terça-feira, 20, segundo a agência de notícias ANSA.</p>
<p>&#8220;Das palavras à ação! Mais 500 militares para proteger Milão. Uma vitória para a Liga&#8221;, escreveu Salvini nas redes sociais. O vice-premiê também lidera o partido de direita Liga, que defende o endurecimento das medidas de segurança.</p>
<p>As manifestações ocorreram em diferentes cidades italianas, incluindo Roma, Turim, Milão e Bolonha, e reuniram trabalhadores, estudantes e organizações sociais que reivindicavam melhores condições de vida, direitos trabalhistas e serviços públicos.</p>
<p>Em Milão, Turim e Bolonha, os protestos foram marcados por confrontos entre manifestantes e policiais, lançamento de pedras, uso de gás lacrimogêneo e canhões de água, além de detenções e danos ao patrimônio.</p>
<p>Até a noite de sábado, 17, as autoridades italianas não haviam divulgado um balanço oficial de presos e feridos. Segundo jornais locais, cerca de 50 pessoas foram presas em Milão e outras sete foram detidas em Bolonha. Ao menos um policial e aproximadamente 20 manifestantes ficaram feridos.</p>
<p>Entre os feridos está Angelo de Simone, dirigente da polícia e chefe de um comissariado, que sofreu um ferimento na cabeça.</p>
<p><b>Governo prepara endurecimento das medidas de segurança</b></p>
<p>O reforço do contingente militar faz parte das medidas discutidas pelo governo italiano após os episódios de violência. Em reunião presidida por Meloni no Palazzo Chigi, sede do Executivo, ministros, representantes da Presidência do Conselho de Ministros e dirigentes das forças policiais e dos serviços de inteligência avaliaram os confrontos registrados nas manifestações.</p>
<p>Durante o encontro, as autoridades consideraram que os episódios apresentam características diferentes das observadas anteriormente, com uma variedade de causas que ainda precisam ser compreendidas.</p>
<p>O governo pretende ampliar a operação Strade Sicure (Ruas Seguras), responsável pelo emprego de militares em atividades de segurança. Além do envio de 500 soldados a Milão, está em análise a possibilidade de atribuir aos militares funções de polícia judiciária. Outra proposta em discussão é a ampliação da detenção preventiva para até 24 horas, inclusive com mudanças nas regras aplicadas a menores de idade.</p>
<p>O decreto também poderá prever medidas de prevenção contra pessoas consideradas perigosas para a ordem pública, a criação do crime de dano qualificado e alterações nas regras de prisão de envolvidos em atos de devastação durante manifestações. Entre as possibilidades examinadas está a prisão posterior ao flagrante, em até 48 horas, para determinados crimes cometidos durante os protestos.</p>
<p>Parte dessas medidas já consta da legislação italiana ou de um projeto de lei sobre segurança aprovado pelo Conselho de Ministros em julho e atualmente em análise no Senado. Por isso, as equipes jurídicas do governo ainda avaliam quais alterações poderão ser incorporadas ao novo decreto.</p>
<p>O presidente da Itália, Sergio Mattarella, condenou os episódios de violência, mas defendeu uma avaliação cuidadosa das circunstâncias dos confrontos. &#8220;Toda forma de violência é inaceitável&#8221;, afirmou Mattarella, ao destacar a necessidade de uma &#8220;análise inteligente e aprofundada&#8221; e de uma vigilância capaz de combater atos violentos praticados por pessoas que até então não estavam envolvidas nesse tipo de episódio. </p>
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		<title>Trump agradece Musk por anúncio sobre doação de ações da SpaceX para crianças</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218625/trump-agradece-musk-por-anuncio-sobre-doacao-de-acoes-da-spacex-para-criancas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 22:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu nesta segunda-feira, 19, a Elon Musk pelo que chamou de &#8220;incrível generosidade&#8221; ao doar ações da SpaceX para milhões de crianças americanas por meio das chamadas &#8220;Contas Trump&#8221;. Em postagem na rede social Truth, ele disse que a medida é &#8220;exatamente o que idealizamos ao criar as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu nesta segunda-feira, 19, a Elon Musk pelo que chamou de &#8220;incrível generosidade&#8221; ao doar ações da SpaceX para milhões de crianças americanas por meio das  chamadas &#8220;Contas Trump&#8221;. Em postagem na rede social Truth, ele disse que a medida é &#8220;exatamente o que idealizamos ao criar as &#8216;Contas Trump'&#8221;, no que o republicano descreveu como unir o setor privado para &#8220;investir em nossas crianças, que são, de longe, nosso maior e mais importante patrimônio, e proporcionar a cada criança americana uma parte do Sonho Americano&#8221;.</p>
<p>A promessa de Musk foi feita após a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic anunciar, em uma publicação nas redes sociais, que destinará 5% de suas ações a um novo fundo de &#8220;benefício público&#8221;. </p>
<p>Em resposta, Musk escreveu: &#8220;recomendo dar as ações diretamente ao público&#8221;. A Anthropic informou ontem que as ações destinadas à iniciativa serão transferidas para o Anthropic Public Benefit Fund, uma nova entidade dentro da companhia. O valor do fundo poderá aumentar à medida que as ações se valorizarem. </p>
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		<item>
		<title>Jornalista Christiane Amanpour anuncia que deixará a CNN após 43 anos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218593/jornalista-christiane-amanpour-anuncia-que-deixara-a-cnn-apos-43-anos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 21:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christiane Amanpour, a veterana jornalista da CNN, que começou como assistente iniciante e ascendeu a uma das correspondentes e âncoras mais visíveis da TV, reportando de zonas de guerra e pontos críticos por décadas, deixará a emissora após 43 anos. Amanpour, principal âncora internacional da rede, reduzirá a frequência de seu programa diário, &#8220;Amanpour&#8221;, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Christiane Amanpour, a veterana jornalista da <i>CNN</i>, que começou como assistente iniciante e ascendeu a uma das correspondentes e âncoras mais visíveis da TV, reportando de zonas de guerra e pontos críticos por décadas, deixará a emissora após 43 anos.</p>
<p>Amanpour, principal âncora internacional da rede, reduzirá a frequência de seu programa diário, &#8220;Amanpour&#8221;, na <i>CNN International</i>, para uma vez por semana no início de 2027, encerrando-o em maio e deixando a emissora no mês seguinte. Ela afirmou em um comunicado nesta segunda-feira, 19, que espera &#8220;novos projetos interessantes no futuro&#8221;.</p>
<p>Amanpour, de 68 anos, também encerrará seu programa no canal PBS, &#8220;Amanpour &amp; Co&#8221;, no final do ano, conforme afirmou em um comunicado divulgado pela <i>CNN</i>. Ela continuará com seu podcast, &#8220;The Ex Files&#8221;, com seu ex-marido, Jamie Rubin, um ex-diplomata americano.</p>
<p>&#8220;Após muitos meses de reflexão e algumas noites em claro, decidi me separar da <b>CNN</b>, minha parceira de 43 anos fantásticos!&#8221;, disse Amanpour. Ela acrescentou que &#8220;sempre torcerá pela CNN e por sua história de jornalismo independente. Lembrem-se: sejam sempre verdadeiros, nunca neutros&#8221;. </p>
<p><b>Razão não foi divulgada</b></p>
<p>Amanpour não deu um motivo para sua saída, nem mencionou especificamente mudanças na emissora. Mas o anúncio coincide com uma nova era na <i>CNN</i>, que passa a ser controlada pela Skydance. </p>
<p>Após um processo que durou um ano, a Paramount, pertencente à Skydance, concluiu a compra da Warner Bros. Discovery por US$ 81 bilhões em 6 de outubro. A fusão une sob o mesmo teto dois gigantes do jornalismo televisivo: <i>CBS</i> e <i>CNN</i>.</p>
<p>Em sua vida pessoal, Amanpour falou abertamente sobre seu diagnóstico de câncer de ovário em 2021 e duas recidivas posteriores, chamando-o de &#8220;o assassino invisível&#8221;. Ela incentivou outras pessoas a &#8220;fazerem todos os exames que puderem&#8221;. </p>
<p>Amanpour ingressou na <i>CNN</i> como assistente em Atlanta, em 1983. Em sua própria mensagem nesta segunda, o diretor executivo da <i>CNN</i>, Mark Thompson, escreveu que, na época, seu potencial não era unanimemente reconhecido. </p>
<p>&#8220;É sabido que um de seus chefes lhe disse, naquela época, que ela não tinha o que era preciso para se tornar correspondente internacional &#8211; ou para ocupar qualquer cargo na televisão&#8221;, escreveu Thompson. &#8220;Como ela provou que ele estava errado!&#8221;</p>
<p><b>Fama veio durante primeira Guerra do Golfo</b></p>
<p>Amanpour tornou-se repórter e, sete anos depois, correspondente internacional. Ela ganhou notoriedade no início da década de 1990, cobrindo a Guerra do Golfo, conflitos no Oriente Médio e muitos outros locais críticos. Reportar sobre guerras é &#8220;um senso de missão, um senso de propósito, um senso de poder contar uma história&#8221;, disse ela.</p>
<p>Ela tinha como objetivo levar notícias internacionais &#8211; incluindo histórias complexas &#8211; ao público americano. &#8220;Nunca acreditei que as coisas sejam complicadas demais para serem exibidas na televisão americana&#8221;, disse ela à Associated Press em 2023. &#8220;Nunca tratei o público com condescendência. Nunca acreditei que eles só queiram saber o que está acontecendo no quintal de casa.&#8221;</p>
<p>Amanpour também observou que sua criação lhe proporcionou uma perspectiva única. &#8220;Devido à minha criação &#8211; sou metade iraniana e metade britânica &#8211; tive o grande privilégio de poder ver o mundo a partir de duas perspectivas muito distintas&#8221;, disse ela. &#8220;Sempre defendi a necessidade de construir pontes entre as culturas. Sei que podemos viver em um mundo que não seja 100% tribalizado.&#8221;</p>
<p>Em seu comunicado nesta segunda-feira, Amanpour agradeceu às suas equipes de campo e equipes de produção. </p>
<p>&#8220;Desde minha primeira grande e empolgante missão cobrindo a primeira Guerra do Golfo, até os horrores da Guerra da Bósnia, Ruanda, Afeganistão, Ucrânia e Irã, e todos os outros momentos entre esses, foram as equipes e o companheirismo que fizeram toda a diferença&#8221;, escreveu ela, &#8220;enquanto juntos lutávamos para buscar os fatos, as evidências e a humanidade, para que a <i>CNN</i> pudesse sempre transmitir a verdade sobre o mundo e para o mundo, sem medo nem favorecimento.&#8221; </p>
<p><i>*Com informações da Associated Press (AP).</i> </p>
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		<title>Trump critica Zelensky e diz que &#8216;é hora de outra pessoa&#8217; negociar em nome da Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218565/trump-critica-zelensky-e-diz-que-e-hora-de-outra-pessoa-negociar-em-nome-da-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 20:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 19, que &#8220;é hora de outra pessoa&#8221; negociar em nome da Ucrânia, ao criticar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Falando com repórteres antes de embarcar para um comício no Kansas, Trump argumentou que Zelensky não está ajudando a colocar um fim à guerra com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 19, que &#8220;é hora de outra pessoa&#8221; negociar em nome da Ucrânia, ao criticar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Falando com repórteres antes de embarcar para um comício no Kansas, Trump argumentou que Zelensky não está ajudando a colocar um fim à guerra com a Rússia. &#8220;Ele deveria ter feito um acordo há muito tempo&#8221;, acrescentou. &#8220;Compartilhamos inteligência com Ucrânia; demos muito, mas eles não nos dão nada em troca&#8221;. </p>
<p>O republicano ainda mostrou solidariedade com a Rússia, alegando que Moscou &#8220;fez muito pouco pelo Irã, e isso é positivo&#8221;. Segundo ele, Moscou poderia ter feito muito mais para ajudar o regime de Teerã, mas não o fez. </p>
<p>Para Trump, a situação está favorável em relação ao Irã e ele está negociando diesel com a Rússia. Perguntado sobre participar de uma reunião trilateral com o presidente chinês, Xi Jinping, e o líder russo, Vladimir Putin, ele respondeu que &#8220;está disposto&#8221; e que o encontro seria com base em uma agenda de desnuclearização. </p>
<p>&#8220;Conversaria com Xi Jinping sobre Ucrânia; Xi tem se mostrado justo em relação à Ucrânia&#8221;, pontuou. </p>
<p>O mandatário também comentou os recentes protestos em toda a Europa e argumentou que o continente &#8220;precisa fechar suas fronteiras e tirar as pessoas que odeiam seu país&#8221;. Em sua visão, o presidente francês, Emmanuel Macron, está cometendo um grande erro e &#8220;Paris vai se tornar uma &#8216;cidade muçulmana&#8217; muito em breve&#8221;. </p>
<p>À respeito de uma reunião com o líder norte-coreano Kim Jong Un no próximo mês, ele disse: &#8220;Não tenho certeza se alguém está pedindo encontro&#8221;. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2218565/trump-critica-zelensky-e-diz-que-e-hora-de-outra-pessoa-negociar-em-nome-da-ucrania">Trump critica Zelensky e diz que &#8216;é hora de outra pessoa&#8217; negociar em nome da Ucrânia</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>Papa Leão XIV conversa com Zelenski para pedir fluidez de ajuda humanitária</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218467/papa-leao-xiv-conversa-com-zelenski-para-pedir-fluidez-de-ajuda-humanitaria</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV expressou sua esperança de cooperação para permitir que alimentos e ajuda médica cheguem aos civis em Oleshky, na região de Kherson, durante conversa com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, nesta segunda-feira, 19. Durante a conversa, segundo um comunicado do Vaticano, &#8220;o Santo Padre lembrou a grave situação na cidade de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2218467/papa-leao-xiv-conversa-com-zelenski-para-pedir-fluidez-de-ajuda-humanitaria">Papa Leão XIV conversa com Zelenski para pedir fluidez de ajuda humanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV expressou sua esperança de cooperação para permitir que alimentos e ajuda médica cheguem aos civis em Oleshky, na região de Kherson, durante conversa com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, nesta segunda-feira, 19. </p>
<p>Durante a conversa, segundo um comunicado do Vaticano, &#8220;o Santo Padre lembrou a grave situação na cidade de Oleshky, na região de Kherson, e fez referência ao pedido de cessar-fogo humanitário que havia apresentado ao Presidente da Federação Russa&#8221;.</p>
<p>O Papa Leão XIV conversou por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, na sexta-feira. </p>
<p>O post <a href="https://cgn.inf.br/noticia/2218467/papa-leao-xiv-conversa-com-zelenski-para-pedir-fluidez-de-ajuda-humanitaria">Papa Leão XIV conversa com Zelenski para pedir fluidez de ajuda humanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://cgn.inf.br">CGN</a>.</p>
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		<item>
		<title>Governo Trump determina a remoção da tecnologia DeepSeek de sistemas de TI civis federais</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218404/governo-trump-determina-a-remocao-da-tecnologia-deepseek-de-sistemas-de-ti-civis-federais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 16:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cgn.inf.br/noticia/2218404/governo-trump-determina-a-remocao-da-tecnologia-deepseek-de-sistemas-de-ti-civis-federais</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) dos Estados Unidos determinou que agências civis federais removam de seus sistemas de tecnologia da informação a tecnologia de inteligência artificial (IA) desenvolvida pela empresa chinesa DeepSeek. A ordem também proíbe futuras aquisições de produtos e serviços da DeepSeek, conforme um comunicado publicado pelo DHS. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) dos Estados Unidos determinou que agências civis federais removam de seus sistemas de tecnologia da informação a tecnologia de inteligência artificial (IA) desenvolvida pela empresa chinesa DeepSeek.</p>
<p>A ordem também proíbe futuras aquisições de produtos e serviços da DeepSeek, conforme um comunicado publicado pelo DHS. O comunicado não detalhou as preocupações de segurança que motivaram a decisão, nem estabeleceu um prazo para que as agências removam a tecnologia em questão.</p>
<p>As restrições, amparadas na Lei de Segurança da Cadeia de Suprimentos em Aquisições Federais de 2018, abrangem produtos desenvolvidos por afiliadas da DeepSeek, bem como produtos e serviços de terceiros criados com base em implementações da DeepSeek.</p>
<p>A medida ocorre em um cenário de crescente competição entre os Estados Unidos e a China no campo da inteligência artificial, com desenvolvedores chineses buscando reduzir a vantagem de seus pares americanos. Fonte: <i>Dow Jones Newswires</i>.</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Protestos da França se espalham para a Itália, Portugal e Albânia; Meloni convoca reunião</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218371/protestos-da-franca-se-espalham-para-a-italia-portugal-e-albania-meloni-convoca-reuniao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovens têm saído às ruas em países de toda a Europa, incluindo Itália, Espanha, França, Portugal e Albânia, para protestar contra a sua insatisfação com o estado das escolas e a crise generalizada do custo de vida. Na Itália, houve confronto entre manifestantes e a polícia no final de semana, além de depredações e saques [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens têm saído às ruas em países de toda a Europa, incluindo Itália, Espanha, França, Portugal e Albânia, para protestar contra a sua insatisfação com o estado das escolas e a crise generalizada do custo de vida.</p>
<p>Na Itália, houve confronto entre manifestantes e a polícia no final de semana, além de depredações e saques a estabelecimentos comerciais nos arredores da central Praça do Duomo, em Milão. Cerca de 70 pessoas foram presas. </p>
<p>A primeira-ministra Giorgia Meloni convocou uma reunião de segurança para segunda-feira, 19, a fim de discutir a situação.</p>
<p>Na Espanha, ativistas foram às ruas em setembro em protesto contra os preços da habitação. Na ocasião, os protestos foram desencadeados pelo despejo de uma mulher de 87 anos de sua casa, após um fundo de investimento aumentar seu aluguel em 230%. Maricarmen Abascal morreu duas semanas depois, após ser internada no hospital.</p>
<p>Os manifestantes exigem aluguéis mais baixos, o fim dos despejos e a proibição da compra de imóveis por fundos de investimento.</p>
<p>Apelos semelhantes foram feitos do outro lado da fronteira ibérica, em Portugal, no sábado, com centenas de pessoas reunidas no centro de Lisboa. De acordo com dados oficiais, os preços da habitação em Portugal aumentaram 124% entre 2015 e 2024, aproximadamente o dobro da média da UE.</p>
<p>Na Albânia, os manifestantes protestam contra o primeiro-ministro, Edi Rama. Eles afiram estar descontentes com a corrupção que percebem, a falta de empregos e os baixos padrões de educação.</p>
<p><b>Escalada na França e toque de recolher</b></p>
<p>Os incidentes lembram, embora em menor escala, as cenas de violência registradas no sábado em Paris. Na França, alunos do ensino médio entraram em confronto com a polícia em protestos, muitas vezes violentos, devido às longas jornadas de trabalho, à falta de professores, às salas de aula em ruínas e a um sistema de admissão universitária pouco transparente. Os alunos rotineiramente perdem meses de aulas por causa da ausência de professores.</p>
<p>Outros manifestantes juntaram-se às marchas estudantis para expressar a sua insatisfação com o aumento do custo de vida, incluindo os preços dos combustíveis, após os bombardeamentos dos EUA terem provocado o encerramento efetivo do Estreito de Ormuz.</p>
<p>A Confederação Geral do Trabalho (CGT), uma das maiores centrais sindicais da França, apoiou os protestos e reivindicou preços mais baixos, pensões mais altas e salários maiores.</p>
<p>O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, impôs toques de recolher em diversas regiões metropolitanas do país a partir da noite desta segunda-feira, 19, para conter novos distúrbios e saques, depois de um fim de semana marcado pela violência entre manifestantes que protestam contra a falta de recursos na educação e o alto custo de vida. </p>
<p>Entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira, 19, grupos de manifestantes incendiaram lixeiras, bicicletas e outros objetos nas ruas, além de saquear estabelecimentos comerciais em Paris, Lyon, Marselha e outras cidades. O episódio ocorreu após episódios de violência intensa durante protestos realizados no sábado.</p>
<p>Desde o início dos protestos, no mês passado, já foram realizadas 110 marchas, que reuniram entre 550 mil e 800 mil manifestantes pela França. Pelo menos 2.400 pessoas foram detidas e 997 policiais ficaram feridos. Ao menos dois adolescentes tiveram ferimentos graves, perdendo uma das mãos.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais. </i> </p>
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		<title>França impõe toques de recolher para conter depredações após fim de semana de protestos</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218313/franca-impoe-toques-de-recolher-para-conter-depredacoes-apos-fim-de-semana-de-protestos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 14:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, impôs toques de recolher em diversas regiões metropolitanas do país a partir da noite desta segunda-feira, 19, para conter novos distúrbios e saques, depois de um fim de semana marcado pela violência entre manifestantes que protestam contra a falta de recursos na educação e o alto custo de vida. Entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, impôs toques de recolher em diversas regiões metropolitanas do país a partir da noite desta segunda-feira, 19, para conter novos distúrbios e saques, depois de um fim de semana marcado pela violência entre manifestantes que protestam contra a falta de recursos na educação e o alto custo de vida. </p>
<p>Entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira, 19, grupos de manifestantes incendiaram lixeiras, bicicletas e outros objetos nas ruas, além de saquear estabelecimentos comerciais em Paris, Lyon, Marselha e outras cidades. O episódio ocorreu após episódios de violência intensa durante protestos realizados no sábado.</p>
<p>Desde o início dos protestos, no mês passado, já foram realizadas 110 marchas, que reuniram entre 550 mil e 800 mil manifestantes pela França. Pelo menos 2.400 pessoas foram detidas e 997 policiais ficaram feridos. Ao menos dois adolescentes tiveram ferimentos graves, perdendo uma das mãos.</p>
<p>Na segunda-feira, as autoridades estimaram que, ao menos, 3.000 estabelecimentos comerciais foram danificados ou saqueados em diversas cidades durante a onda de violência do fim de semana. </p>
<p>Houve diversos relatos de saques a lojas e depredações a prédios públicos. Em Limoges, por exemplo, a prefeitura local foi incendiada. </p>
<p>&#8220;Pedi aos prefeitos autoridades administrativas regionais que decretassem vários toques de recolher esta noite &#8211; toques de recolher parciais&#8221;, anunciou o chefe de governo de centro-direita após uma reunião de crise, sem especificar em quais locais a medida será aplicada.</p>
<p>A lista de cidades afetadas pela medida deve ser divulgada à tarde, após os prefeitos &#8211; representantes do governo nos diferentes departamentos franceses &#8211; conversarem com os prefeitos das regiões metropolitanas, detalhou ele.</p>
<p>Algumas medidas já foram anunciadas. Em Marselha, manifestações foram proibidas entre as 12h e as 20h desta segunda-feira; já a cidade de Denain, próxima à fronteira com a Bélgica, decretou um toque de recolher noturno até domingo.</p>
<p><b>Violência fora do controle</b></p>
<p>O governo está sob pressão para conter os distúrbios e saques que, no sábado, ofuscaram os protestos multitudinários contra o aumento do custo de vida &#8211; episódios que voltaram a ocorrer na noite de domingo.</p>
<p>O presidente francês, Emmanuel Macron, reconheceu nesta segunda-feira &#8220;falhas&#8221; na gestão policial dos distúrbios e solicitou &#8220;novos modos operacionais&#8221; para &#8220;dar fim aos fenômenos de barricadas e saques&#8221;.</p>
<p>O ministro do Interior, Laurent Nuñez, indicou que esses toques de recolher não afetarão a partida de futebol da Liga dos Campeões prevista para terça-feira, entre Paris SG e Barcelona, na capital francesa.</p>
<p>Lecornu descartou, por ora, decretar estado de emergência &#8211; medida solicitada pelo líder do partido conservador &#8220;Os Republicanos&#8221;, Bruno Retailleau -, por considerar os toques de recolher &#8220;mais adequados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Como puderam chegar a esse ponto? Nada explica, nada justifica&#8221;, disse um Macron sob pressão, que atribuiu os problemas a grupos de &#8220;extrema-esquerda&#8221; e delinquentes que se juntaram. Afirmou que as autoridades devem responder de maneira firme e com &#8220;toda transparência&#8221;. </p>
<p>O presidente da França ainda afirmou que &#8220;Aqueles que destruíram devem pagar, aqueles que tentaram derrubar a República irão responder por isso.&#8221; Pediu, no entanto, que os responsáveis pelos distúrbios não sejam confundidos com as centenas de milhares de pessoas que se manifestaram pacificamente no sábado contra o aumento do custo de vida.</p>
<p><i>*Com informações de agências internacionais. </i> </p>
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		<title>Trump pode se reunir com Xi e Putin para discutir o fim da guerra na Ucrânia</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218277/trump-pode-se-reunir-com-xi-e-putin-para-discutir-o-fim-da-guerra-na-ucrania</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira, 19, que o presidente americano, Donald Trump, poderá se reunir com os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, no próximo mês, para discutir o fim da guerra na Ucrânia. Durante uma conversa com jornalistas em Samarcanda, no Uzbequistão, Rubio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira, 19, que o presidente americano, Donald Trump, poderá se reunir com os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, no próximo mês, para discutir o fim da guerra na Ucrânia.</p>
<p>Durante uma conversa com jornalistas em Samarcanda, no Uzbequistão, Rubio foi questionado sobre uma matéria do jornal <i>The Wall Street Journal</i> que afirmou que Putin propôs, em uma conversa por telefone com Trump em 9 de outubro, uma cúpula em novembro com o republicano e Xi para negociar o fim da guerra na Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Bem, não sei. Quer dizer, acho que houve conversas sobre uma reunião. Não sei se algo foi definido&#8221;, respondeu o secretário americano. &#8220;Mas o presidente deixou claro que gostaria que a guerra entre Ucrânia e Rússia acabasse. Ele quer que essa guerra termine.&#8221;</p>
<p>&#8220;Como vocês viram, temos nos envolvido repetidamente, ao longo de quase dois anos, na tentativa de promover ou facilitar o fim dessa guerra. E acho que o presidente está aberto a qualquer coisa que possa fazer para ajudar a pôr fim à guerra, se isso for possível. E continuaremos buscando oportunidades para fazer isso&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Rubio afirmou que, até agora, as negociações não avançaram como o esperado. &#8220;Até agora, obviamente, não fizemos o tipo de progresso que gostaríamos de ter feito, mas não foi por falta de tentativa, e o presidente continua muito comprometido com esse objetivo&#8221;.</p>
<p>Segundo o <i>The Wall Street Journal</i>, que ouviu fontes familiarizadas com o assunto, sob condição de anonimato, o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, não seria convidado para a reunião.</p>
<p>Rubio também foi questionado sobre uma entrevista de Zelenski à emissora <i>NBC News</i>, na qual o presidente ucraniano afirmou que os EUA haviam bloqueado o compartilhamento de informações de inteligência por alguns dias, o que deixou Kiev sem visibilidade dos mísseis balísticos que se aproximavam.</p>
<p>&#8220;Não sei de onde Zelenski está tirando essas coisas nem por que está dizendo essas coisas à imprensa. Vocês deveriam voltar e perguntar a ele. Não houve nenhuma pausa&#8221;, disse Rubio.</p>
<p>Após as declarações do secretário americano, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, afirmou que a reunião entre os líderes da Rússia, da China e dos EUA &#8220;incentivaria Putin a continuar esta guerra&#8221;.</p>
<p>&#8220;Convidar Putin para uma reunião desse tipo alimentaria sua necessidade de engrandecimento pessoal e lhe conferiria um status que não merece. Ele não é um líder global; é um criminoso de guerra. E a Rússia não é uma potência global; é um problema global&#8221;, escreveu Sybiha em uma publicação no X.</p>
<p>&#8220;Por qualquer critério pragmático ou moral, Putin não tem lugar à mesa com os presidentes Trump e Xi&#8221;, acrescentou. </p>
<p>&#8220;A única coisa que poderia lhe garantir esse lugar seria um passo sério em direção à paz, como aceitar uma proposta de cessar-fogo antes de qualquer reunião desse tipo. Em vez disso, estamos vendo o oposto: a intensificação do terror contra civis. Enquanto continuar com esse terror, não deve haver lugar para ele em nenhuma mesa de negociação.&#8221; </p>
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		<title>Tufão Champi se intensifica para a categoria 5, mas se afasta de terra firme; Trudy enfraquece</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218177/tufao-champi-se-intensifica-para-a-categoria-5-mas-se-afasta-de-terra-firme-trudy-enfraquece</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 12:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tufão Champi passou do Pacífico ocidental para o Mar das Filipinas e se tornou um supertufão de categoria 5, com ventos máximo sustentados de 258 km/h, de acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA, nesta segunda-feira, 19. O tufão, no entanto, não está perto da terra firme. Champi passou anteriormente perto de Guam, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tufão Champi passou do Pacífico ocidental para o Mar das Filipinas e se tornou um supertufão de categoria 5, com ventos máximo sustentados de 258 km/h, de acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA, nesta segunda-feira, 19. O tufão, no entanto, não está perto da terra firme.</p>
<p>Champi passou anteriormente perto de Guam, e os governadores de Guam e das Ilhas Marianas do Norte solicitaram declarações de emergência sobre desastres na sexta-feira. </p>
<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou a declaração de emergência para Guam. </p>
<p>A Agência Federal de Gerenciamento de Emergências disse que a assistência federal estava disponível para o território para complementar os esforços de resposta local.</p>
<p>Enquanto isso, o furacão Trudy enfraqueceu para uma tempestade tropical na manhã de segunda-feira, depois de atingir partes da costa do Pacífico do México com chuvas e ventos. A tempestade teve ventos máximos sustentados de 100 km/h e se movia para oeste a 9 km/h, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos EUA em Miami.</p>
<p>Trudy está se afastando da costa e pode passar ao sul da Península da Baixa Califórnia na segunda e terça-feira. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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		<title>Zelenski diz que Rússia atacou energia e lamenta falta de aviso de aliados sobre míssil e drone</title>
		<link>https://cgn.inf.br/noticia/2218159/zelenski-diz-que-russia-atacou-energia-e-lamenta-falta-de-aviso-de-aliados-sobre-missil-e-drone</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Estado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 12:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que a Rússia utilizou mísseis balísticos e drones a jato para realizar novos ataques contra a infraestrutura energética ucraniana. Ele observou que, mais uma vez, Kiev não recebeu nenhum aviso prévio sobre o ataque por parte de países parceiros que, no passado, costumavam compartilhar esse tipo de informação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que a Rússia utilizou mísseis balísticos e drones a jato para realizar novos ataques contra a infraestrutura energética ucraniana. Ele observou que, mais uma vez, Kiev não recebeu nenhum aviso prévio sobre o ataque por parte de países parceiros que, no passado, costumavam compartilhar esse tipo de informação de inteligência.</p>
<p>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que Washington não interrompeu o fornecimento de informações de inteligência a Kiev; o secretário de Estado americano, Marco Rubio, reiterou essa posição nesta segunda-feira e declarou que não possuía informações sobre o ataque russo ocorrido na noite anterior.</p>
<p>O compartilhamento de informações de inteligência por parte do Ocidente tem ajudado a Ucrânia a enfrentar os devastadores mísseis balísticos russos e a conter a invasão de Moscou, que teve início há mais de quatro anos e meio.</p>
<p>Zelenski enfrenta as repercussões de medidas recentes tomadas pelos EUA que beneficiam o presidente russo, Vladimir Putin &#8211; incluindo a suspensão de sanções dos EUA contra Moscou e a assinatura de um acordo para a importação de diesel russo.</p>
<p>Paralelamente, restrições ao uso, pela Ucrânia, da versão militar do serviço de internet via satélite Starlink &#8211; da empresa americana SpaceX &#8211; prejudicaram as operações com drones ucranianos, segundo Zelenski. Além disso, a escassez severa de sistemas de defesa aérea Patriot, de fabricação americana, deixou a Ucrânia mais vulnerável. Fonte: <i>Associated Press</i>.</p>
<p><i>Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</i> </p>
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