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“Eu estava em pânico” disse mulher que tentou atropelar manifestantes

Vídeo mostra mulher furando bloqueio e atirando carro contra manifestantes em Cascavel Após o ato, uma equipe da Polícia Militar foi mobilizada e a encaminharam para a...

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Por Isabella Chiaradia

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“Eu estava em pânico” disse mulher que tentou atropelar manifestantes

A equipe da CGN obteve acesso ao depoimento prestado pela mulher que furou o bloqueio e tentou atropelar os manifestantes em frente ao Exército, localizado na Rua 25 de Agosto em Cascavel, na noite de domingo (11).

Após o ato, uma equipe da Polícia Militar foi mobilizada e a encaminharam para a 15ª Subdivisão Policial para a prática das medidas cabíveis, tendo em vista a possível tentativa de homicídio e por apresentar sinais de embriaguez.

Na Delegacia de Polícia Civil ela foi ouvida pelo Delegado de plantão na presença dos advogados. No depoimento, a mulher relatou que estava voltando da casa de um casal de amigos e que sempre passa pelo local por ser o caminho que está acostumada a fazer e todas as vezes foi autorizada a passar, visto que naquele sentido, a rua permanece ‘aberta’: “eu nunca tive problema em passar ali”.

Porém na noite de ontem (11) haveria um cavalete trancando a via, motivo pelo qual ela solicitou a passagem, a qual foi negada pelos manifestantes. Neste momento, a mulher insistiu, visto que teria recebido um telefonema da sua filha de 27 anos de idade, informando que estava passando mal.

Aí eles começaram, veio três, quatro pessoas e começaram a chutar o meu carro, começaram a falar “petista”, “vamos linchar essa petista”, “arranca ela daí” e eu entrei em pânico. Eu não joguei o carro contra ninguém, eu fugi, porque achei que eles iam me matar.

Trecho do Depoimento

Ainda, ela informou que não ingeriu bebida alcoólica, pois faz uso de medicamento controlado. Ao ser questionada sobre o motivo de não ter realizado o teste do etilômetro, ela respondeu “se você não quiser, não precisa né”.

Além disso, ela também relatou que foi agredida pelos manifestantes, mostrando ao Delegado os arranhões no braço e na canela que teria sofrido durante a “confusão”.

Sobre as acusações, de que ela teria tentado atropelar e matar os manifestantes, a mulher negou e afirmou: “de jeito nenhum, eu sou uma pessoa idônea”.

A respeito da velocidade empregada na condução do veículo, ela disse que chegou “em uma velocidade calmíssima e eu entrei em pânico com as palavras”.

Ao final, o Delegado entendeu que houve dolo eventual na conduta praticada pela mulher, considerando o depoimento das testemunhas e a velocidade empreendida, sendo lavrado o auto de prisão em flagrante por embriaguez e tentativa de homicídio.

Na tarde desta segunda-feira (12), foi concedida a liberdade provisória mediante Alvará de Soltura expedido pelo Juiz Marcelo Carneval da 1ª Vara Criminal de Cascavel.

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