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COI admite a participação de atletas russos em competições asiáticas

O COI recomendou em 28 de fevereiro – quatro dias após a invasão russa na Ucrânia – que atletas dos dois países deveriam ser excluídos de...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Comitê Olímpico Internacional(COI) informou, nesta sexta-feira, que vai analisar uma proposta para atletas da Rússia e Belarus voltarem a competir em eventos esportivos internacionais na Ásia. A mudança vem antes de um calendário repleto de eventos de qualificação para a Olimpíada de Paris, em 2024.

O COI recomendou em 28 de fevereiro – quatro dias após a invasão russa na Ucrânia – que atletas dos dois países deveriam ser excluídos de competições, citando preocupações com a segurança e a integridade das competições. A maioria dos esportes olímpicos seguiu este exemplo e impôs proibições.

A Cúpula Olímpica, uma conferência organizada pelo COI e dirigida pelo presidente Thomas Bach, concordou nesta sexta-feira, que o COI analisar uma iniciativa do Conselho Olímpico da Ásia (OCA, sigla em inglês) para permitir que a Rússia e a Bielo-Rússia enviem seus atletas. Uma série de consultas estão previstas com federações desportivas, atletas e corpos desportivos.

Bach, no site do COI, agradeceu a OCA por sua “criativa iniciativa”. A Rússia tem território na Europa e na Ásia, mas é tradicionalmente considerado europeia para fins de eventos esportivos.

“Durante o debate, o presidente interino da OCA afirmou que, no continente asiático, as razões para a proteção às medidas não existem mais”, disse o comunicado do COI. “A OCA se ofereceu para facilitar a participação de atletas da Rússia e Belarus em competições sob sua autoridade, respeitando as
sanções em vigor.”

O COI faz uma distinção entre o que chama de “sanções”, como impedindo a Rússia de sediar eventos esportivos e exibir símbolos nacionais nas competições, e as “medidas de proteção” são as de exclusão dos atletas da Rússia.

Bach disse na quarta-feira que o COI preferia não excluir atletas russos e bielo-russos, mas teve que fazê-lo porque, quando o fez em fevereiro, os governos estavam tentando impor suas próprias restrições.

A Ucrânia se opôs à decisão de convidar o presidente do Comitê Olímpico Russo, Stanislav Pozdnyakov, à uma conferência. Nenhum representante da Ucrânia estava em uma lista de presença publicada pelo COI para o evento. Além da Rússia, apenas os Estados Unidos e a China tinham seus representantes nacionais.

As federações esportivas não são obrigadas a seguir as recomendações do COI e algumas podem manter restrições à Rússia e a Belarus. Presidente da World Athletics (antiga Federação Internacional de Atletismo, Sebastian Coe disse na semana passada que a Rússia deve “sair da Ucrânia” antes de ser readmitida para voltar às competições.

O COI permitiu que atletas russos disputassem os últimos Jogos Olímpicos de Inverno e de Verão sem bandeira ou hino do país.

Quando a Federação Internacional de Judô (FIJ) permitiu a presença de Rússia e Bielo-Rússia sob bandeira neutra, a Ucrânia recusou-se a competir e alegou que muitos da equipe russa também estavam servindo como membros das Forças Armadas no conflito. A FIJ, então, excluiu os dois países de setembro até janeiro de 2023.

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