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Bia Ferreira luta nos EUA com roupa repleta de cristais Swarovski de R$ 20 mil

Bia, de 29 anos, vai enfrentar a norte-americana Carisse Brown, de 36 anos, dona de um cartel de sete vitórias (quatro nocautes) e duas derrotas. A...

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Por Agência Estado

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Com uma roupa repleta de cristais de Swarovski, avaliada em US$ 4 mil (cerca de R$ 20,8 mil), a boxeadora Beatriz Ferreira disputa, neste sábado, em Glendale, nos Estados Unidos, a sua segunda luta profissional. A indumentária, que tem as cores do Brasil, foi paga como presente pela empresa Matchroom, com a qual a boxeadora tem contrato.

Bia, de 29 anos, vai enfrentar a norte-americana Carisse Brown, de 36 anos, dona de um cartel de sete vitórias (quatro nocautes) e duas derrotas. A brasileira fez sua primeira luta como profissional em 12 de novembro, quando lutou muito bem na vitória sobre a compatriota Taynna Cardoso, por pontos, após quatro rounds, em Cleveland.

Segundo o técnico Mateus Alves, Bia poderá voltar a lutar já em janeiro. “Ela foi muito bem na primeira luta, entusiasmou o público, mas sabemos que é necessário fazer algumas adaptações para os duelos no profissional. A Bia se dedica muito aos treinos e tenho certeza de que vai se apresentar melhor.”

Bia e Brown vão se encontrar pela última vez antes do combate nesta sexta-feira, quando está prevista a pesagem. Bia luta na categoria dos pesos superpenas, que tem como campeã pelo Conselho Mundial de Boxe a norte-americana Alycia Baumgardner.

Com mais uma vitória, a brasileira deverá aparecer na próxima lista da principal entidade internacional que organiza o boxe.

A brasileira mantém a carreira olímpica e vai se preparar de forma paralela. Seu plano é disputar a Olimpíada de Paris, em 2024, e na sequência ficar apenas no profissional.

Medalha de prata na Olimpíada do Japão e no Mundial na Rússia, Bia recebe uma boa remuneração da CB Boxe, Marinha do Brasil, do governo federal e de patrocinadores. A atleta pretende continuar com isso pelo menos até a Olimpíada de Paris, em 2024, quando vai tentar a conquista inédita do ouro olímpico para o boxe feminino do Brasil.

Desde 2016, os boxeadores podem ter carreira híbrida ou seja: serem profissionais e lutarem nos Jogos Olímpicos. Bia é a primeira atleta da nobre arte a ter esta atitude. Ela soma 35 pódios em 36 torneios internacionais no boxe olímpico.

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