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Imagem referente a Hospital Universitário realiza terceira captação de pulmão para doação na história

Hospital Universitário realiza terceira captação de pulmão para doação na história

O órgão será captado por uma equipe de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para onde será encaminhado e transplantado......

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Por Paulo Eduardo

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Imagem referente a Hospital Universitário realiza terceira captação de pulmão para doação na história

A terceira captação de pulmão é realizada no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), nesta quarta-feira (11). O órgão será captado por uma equipe de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para onde será encaminhado e transplantado. Segundo a coordenadora do Cihdott, Elaine Padilha, a doação do pulmão é bastante rara, tendo em vista a condição mecânica do paciente. “Em casos de morte encefálica, em condição mecânica, se prolongando por muitos dias pode causar pneumonia e é uma contraindicação. Além disso, há outras contraindicações bem pontuais, como em casos de trauma, lesões. Então na nossa realidade, temos a experiência efetiva de uma doação por ano de pulmão”, explica.

A terceira captação de pulmão na história do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), acontece nesta terça-feira (11). O órgão será captado por uma equipe de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, para onde será encaminhado e transplantado.

Segundo a coordenadora do Cihdott, Elaine Padilha, a doação do pulmão é bastante rara, tendo em vista a condição mecânica do paciente. “Em casos de morte encefálica, em condição mecânica, se prolongando por muitos dias pode causar pneumonia e é uma contraindicação. Além disso, há outras contraindicações bem pontuais, como em casos de trauma, lesões. Então na nossa realidade, temos a experiência efetiva de uma doação por ano de pulmão”, explica.

A captação e transplante do pulmão também é delicada, e deve ser feita em até 4 horas. “O pulmão tem poucas horas até ser retirado para ser transplantado no paciente. É uma corrida contra o tempo”, diz. Além do pulmão, será captado também rins, fígado e pâncreas, que serão encaminhados para Curitiba, Paraná.

A doação foi autorizada pela família de Dayane Ramos Delgado, internada desde sábado (07), no Hospital Universitário do Oeste do Paraná. A morte encefálica foi confirmada na segunda-feira (10) no fim da tarde, e na sequência a autorização da doação dos órgãos.

Em meio a dor da perda, a família foi acompanhada pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT/HUOP), e durante o tempo do protocolo foi sensibilizada da importância e da oportunidade de salvar outras vidas, um ato de amor, tão necessário atualmente.

A captação e transplante do pulmão também é delicada, e deve ser feita em até 4 horas. “O pulmão tem poucas horas até ser retirado para ser transplantado no paciente. É uma corrida contra o tempo”, diz. Além do pulmão, será captado também rins, fígado e pâncreas, que serão encaminhados para Curitiba, Paraná.

A doação foi autorizada pela família de Dayane Ramos Delgado, internada desde sábado (07), no Hospital Universitário do Oeste do Paraná. A morte encefálica foi confirmada na segunda-feira (10) no fim da tarde, e na sequência a autorização da doação dos órgãos.

Em meio a dor da perda, a família foi acompanhada pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT/HUOP), e durante o tempo do protocolo foi sensibilizada da importância e da oportunidade de salvar outras vidas, um ato de amor, tão necessário atualmente.

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