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O dia 15

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Poderiam ser meras teorias da conspiração se não fossem tão escandalosamente cristalinas as evidências de que, de um lado, considerável parte do Congresso Nacional se esforça para sabotar e desestabilizar o governo Jair Bolsonaro, e, de outro, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal se empenha para dificultar investigações, anular sentenças, soltar corruptos e manter a impunidade dos poderosos.

Sob a batuta do deputado Rodrigo Maia, uma parcela da Câmara Federal, decidida a minar as grandes chances de reeleição do presidente em 2022, vem tentando, por todos os meios, emparedar e imobilizar sua administração, usurpando prerrogativas do poder executivo e impondo uma agenda sempre hostil ao Palácio do Planalto, que inclui, até mesmo, ameaças explícitas de implantar o regime parlamentarista no país.

Por sua vez, depois de impedir a prisão de condenados em segunda instância, o STF vai, em breve, julgar recurso que deve estabelecer novas regras para acordos de delação premiada e, na sequência, rediscutir a questão das prisões preventivas, completando, assim, a derrubada dos três pilares que possibilitaram o sucesso da Operação Lava Jato.

Eu não era, a princípio, muito favorável às manifestações programadas para o próximo domingo.

Mas vejo que, diante de tudo isso, ficar em silêncio é dar a essa turma sinal verde para seguir em frente com suas ações danosas aos interesses do Brasil.

Como disse Abraham Lincoln em um de seus memoráveis discursos: “Nós, os cidadãos, somos os legítimos senhores do congresso e dos tribunais, não para derrubar a constituição, mas para derrubar os homens que pervertem a constituição.”

Vamos, pois, às ruas.

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