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Filipe Luís diz viver seu melhor momento e vê Fla sem pressão na Libertadores

Poupado no fim de semana, no triunfo por 3 a 0 sobre o Botafogo, e fará o seu retorno ao time nesta quarta-feira, no duelo com...

Publicado em

Por Agência Estado

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Aos 34 anos, Filipe Luís já viveu de tudo na sua carreira: participou de duas finais da Liga dos Campeões da Europa, foi convocado para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2018 e se destacou no Atlético de Madrid. Mas nada igual ao que está vivendo no Flamengo. Ao menos é essa a avaliação do próprio lateral-esquerdo.

Poupado no fim de semana, no triunfo por 3 a 0 sobre o Botafogo, e fará o seu retorno ao time nesta quarta-feira, no duelo com o equatoriano Barcelona, no Maracanã, pela Copa Libertadores. E ao comentar sobre a segurança defensiva que tem sido exibida pelo Flamengo, afirmou estar no seu auge.

“Nessa última parte da linha de quatro, tentamos sempre conversar com os zagueiros, fazer ajustes para o time não sofrer gols. Desde o começo, me sinto em casa e espero ficar por muitos anos. É o melhor momento da minha carreira. Até fisicamente”, afirmou, em entrevista coletiva.

O Flamengo estreou na Libertadores com triunfo por 2 a 1 sobre o Junior Barranquilla, na Colômbia, e voltará a jogar nesta quarta-feira, “mais leve”, de acordo com Filipe Luís, apontando que o time está menos pressionado após ser campeão em 2019. “Defender o título é muito bom. Você vê que o peso saiu dos jogadores. Libertadores é diferente”, disse.

Para o confronto com o Barcelona, o Flamengo terá as voltas de Rafinha e Rodrigo Caio, liberados pelo departamento médico. Companheiro de setor deles, Filipe Luís destacou a importância de ambos para o time.

“Rodrigo Caio e Rafinha são dois jogadores de seleção. Rafinha é um cara que enche o vestiário, não só em campo. É um cara que faz mudar o clube e ajuda muito. O Rodrigo, eu conheço desde 2016 na seleção, sei do talento dele, do que é capaz. É praticamente perfeito”, avaliou.

A volta de Rodrigo Caio é responsável pela única dúvida na escalação do Flamengo, com Gustavo Henrique e Léo Pereira disputando a vaga na zaga e também a condição de “sucessor” na defesa de Pablo Marí, que se transferiu ao Arsenal. Rafinha fez elogios ao espanhol e aos demais zagueiros.

“Temos de ressaltar o trabalho que o Pablo fez aqui. Só temos palavras boas para ele, fez um trabalho espetacular. Mas a partir do momento que o Gustavo e o Léo chegaram, o Mister deu muitas informações e isso precisa de adaptação”, comentou.

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