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Imagem referente a Curitiba – Com aumentos de casos respiratórios, Saúde reforça a recomendação de uso de máscara

Curitiba – Com aumentos de casos respiratórios, Saúde reforça a recomendação de uso de máscara

Na última semana epidemiológica (de 6 a 12/11), foram registrados 12.364 atendimentos de pessoas com queixas respiratórias, um aumento de 31% em relação à semana anterior (30/10......

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Por CGN

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Imagem referente a Curitiba – Com aumentos de casos respiratórios, Saúde reforça a recomendação de uso de máscara

Com aumento de atendimentos de casos respiratórios, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS) reforça a necessidade de uso de máscara, vacinação e intensificação na testagem contra covid-19.

Na última semana epidemiológica (de 6 a 12/11), foram registrados 12.364 atendimentos de pessoas com queixas respiratórias, um aumento de 31% em relação à semana anterior (30/10 a 5/11), com 9.434 atendimentos.

De acordo com o diretor de Centro de Epidemiologia da SMS, o médico Alcides Oliveira, os indicadores pedem cautela e reforço das medidas de prevenção.

“Estamos vendo um cenário epidemiológico muito similar ao vivido em 2020, um aumento de casos respiratórios no início de novembro, mas com diferenciais bem importantes: temos vacina e sabemos que o uso de máscara é um grande aliado na prevenção de infecções respiratórias”, alertou.

Covid em alta

Parte do aumento da demanda respiratória nas unidades de saúde está associada ao aumento de casos de covid-19. A taxa de positividade dos exames para covid subiu para 20,8% em novembro, em outubro ela estava em 7,3%. A média móvel de novos casos passou de 94 no dia 31 de outubro para 337 no boletim desta quarta-feira (16/11).

Outro sinal de alerta é a taxa de retransmissão do vírus, número que indica o potencial de infectado por cada caso confirmado. Hoje, a taxa está em 2,42, o que indica aceleração dos casos. O ideal é que o indicador fique abaixo de 1.

De acordo com o médico, nesse momento de aumento é necessário resgatar o uso de máscaras faciais em locais fechados e também em ambientes com grande circulação de pessoas.

“Em ambientes com maior potencial de aglomeração e pouca circulação do ar o uso da máscara passa a ser altamente recomendado, assim como nos serviços de saúde”, orientou.

O uso da máscara continua obrigatório para pessoas com sintomas respiratórios que tenham necessidade de deslocamento ou em caso de contato com outras pessoas.

Regras de ouro

O cenário de Curitiba é similar ao que vem acontecendo em todo o País. No último sábado (12/11), o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica alertando estados e municípios sobre o aumento do número de casos de covid-19 e reforçando o uso de máscaras.

As velhas e conhecidas regras de etiquetas respiratórias voltam a ganhar força. O uso de máscara, a higienização das mãos, ventilação dos ambientes e o distanciamento social desmonstram eficácia para reduzir a transmissão das doenças de contágio respiratório. 

Vacina em dia

Além das regras de prevenção não farmacológicas, o diretor ressalta a importância de estar com o esquema vacinal contra a covid completo. Com o alto poder de mutação do vírus, as doses de reforço são essenciais. A consulta do esquema vacinal está no site Imuniza Já.

“As doses continuam disponíveis nas unidades de saúde e aqueles que ainda não completaram o ciclo vacinal devem buscar essa proteção”, orientou Oliveira.

Além da covid-19, também há outros vírus respiratórios em circulação. Um deles é o da influenza, causador da gripe, que também pode ser evitado pela vacina disponível para toda a população com 6 meses de idade ou mais.

Sintomas leves, ligue 3350-9000

A Saúde orienta pessoas com sintomas respiratórios leves a optarem pelo atendimento por telefone da Central Saúde Já (3350-9000), que funciona de todos os dias das 8h às 20h. O atendimento é feito por profissionais de saúde, que podem fazer encaminhamentos, prescrições e agendamento de exame, caso necessário.

Nova variante

A alta de casos de covid pode estar associada à nova subvariante da ômicron, a BQ.1, que já circula em vários estados, mas ainda não teve confirmação laboratorial no Paraná.

Com sintomas semelhantes às variantes anteriores, a BQ.1 não é de maior gravidade. E de acordo com o comportamento observado em outros países, ela tem em média cinco semanas de circulação.

“Pedimos mais uma vez a colaboração da população em adotar as medidas. Com essa soma de esforços, logo poderemos voltar a ter um cenário mais tranquilo”, disse a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella.
 

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