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O terceiro turno – por Caio Gottlieb

O terceiro turno – por Caio Gottlieb

Esse provérbio português resume bem o tenso momento pós-eleições que o Brasil vive nos últimos dias....

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Por Caio Gottlieb

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O terceiro turno – por Caio Gottlieb

Ainda tem muita água pra correr debaixo da ponte.

Esse provérbio português resume bem o tenso momento pós-eleições que o Brasil vive nos últimos dias.

E não se tratam apenas das expectativas em relação às justas e legítimas manifestações que se espalham por todo o país promovidas por milhares de cidadãos e cidadãs indignados com as condutas espúrias do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, escandalosamente tendenciosas, que facilitaram e permitiram a volta ao poder da organização criminosa que roubou bilhões de reais dos cofres públicos do país.

Refiro-me, também, à auditoria realizada nas urnas eletrônicas brasileiras por especialistas argentinos, apresentada em live transmitida na tarde desta sexta-feira (4) desde Buenos Aires (para driblar a censura prévia do TSE), que trouxe à tona discrepâncias no mínimo intrigantes sobre a distribuição dos votos entre Bolsonaro e Lula nos dois turnos da disputa, ignoradas pela grande mídia nacional ou por cumplicidade com o PT ou por temor do xerife das eleições, mas que mereceriam um exame mais aprofundado.


Refiro-me, igualmente, à aguardada divulgação do relatório da auditoria efetivada pelo Ministério da Defesa, prevista para segunda-feira (7), que deve levantar, de acordo com fontes militares, várias questões com potencial para realimentar a tese de fraude no processo eleitoral.

É verdade que o presidente da Republica, em seu pronunciamento na terça-feira, e depois ao usar o termo “acabou” na conversa que teve no mesmo dia com ministros do STF, aparentemente aceitou, ou engoliu, o resultado do pleito.

Sim, acabou a eleição, mas não acabaram os possíveis desdobramentos que podem vir a surgir a partir de revelações de prováveis irregularidades.

Suas declarações, aliás, um tanto ambíguas, que até agora não reconhecem a derrota, talvez representem tão-somente um recuo estratégico, uma cortina de fumaça, para dar tempo à consolidação de investigações em andamento.

Ou seja, como se diz no futebol, o jogo só acaba quando termina.

E tudo indica que está longe de terminar.

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