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Imagem referente a Curitiba – Inclusão social é a argamassa das obras do Bairro Novo do Caximba

Curitiba – Inclusão social é a argamassa das obras do Bairro Novo do Caximba

Para isso, o Projeto de Gestão de Risco Climático (PGRC) do Bairro Novo do Caximba tem um forte compromisso socioambiental, que envolve também questões de gênero......

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Por CGN

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O desafio de promover a equidade social na comunidade da Vila 29 de Outubro, no Caximba, foi a temática do segundo dia da missão da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Além de solucionar a degradação ambiental das margens dos rios Barigui e Iguaçu e retirar famílias de áreas de risco e vulnerabilidade sanitária, o resgate da dignidade da comunidade passa também pelo desenvolvimento social que o projeto vai proporcionar.

Para isso, o Projeto de Gestão de Risco Climático (PGRC) do Bairro Novo do Caximba tem um forte compromisso socioambiental, que envolve também questões de gênero e inclusão. A temática é conduzida pela área social da Cohab, juntamente com a Assessoria de Direitos Humanos (ADH) da Prefeitura de Curitiba e o apoio da Unidade Técnico Administrativa de Gerenciamento de Projetos (UTAG).

Representantes da AFD, a chefe de operações, Delphine Le Duff, a especialista em ESG, Mathilde Lhour, e os gerentes de projeto Rogério Barbosa e Isabela Maia, puderam verificar os avanços conquistados ao longo do último ano.

A coordenadora da ADH, Elenice Malzoni, explicou os detalhes da atuação sobre a temática no município e, em especial, no Caximba, onde foram realizadas ações de sensibilização, atendimento de promoção de serviços e acolhimento de mulheres e diversidade étnica, além de consultas públicas e rodadas de capacitação.

“As ações da ADH são integradas com outras secretarias, como a Saúde, Educação e Ação Social. Essa estratégia fortalece e dissemina as políticas públicas e a cultura do respeito e da inclusão”, avalia Elenice Malzoni.

Para garantir que a abordagem de gênero seja aplicada em toda a transversalidade que o projeto exige, a AFD financia, a fundo perdido, uma consultoria para desenhar o plano de ação com enfoque no tema. As consultoras Larissa Boing e Patrícia Betti trataram dessas evoluções.

“É preciso ter o olhar atento aos riscos e vulnerabilidades das mulheres e crianças, e toda a diversidade presente na comunidade para protegê-los de violência e discriminação, além de oferecer oportunidades que permitam mais igualdade e equidade de direitos”, observou Patrícia Betti.

O esforço agora é engajar os entes públicos envolvidos no projeto para apoio à causa e às ações previstas, desde a promoção de postos de trabalho para mulheres até a rede de apoio para educação ambiental e atendimentos de saúde e suporte social.

“Satisfatório o trabalho da consultoria para avançar nas questões de gênero.  Ficou feliz como chegamos a esse grau de maturidade em relação ao projeto. Este trabalho pode ser replicado em outros municípios e outros projetos. A AFD está orgulhosa em apoiar esse projeto”, disse a chefe de operações da AFD, Delphine Le Duff.

Até quinta-feira (27/10), representantes da AFD permanecem em Curitiba para acompanhamento da implantação do projeto, que teve as obras iniciadas em outubro. O projeto tem recursos na ordem de €$ 38,1 milhões da AFD e €$ 9,5 milhões em contrapartidas do município.

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