
“Humilhante e degradante”: vítima de tentativa de assalto relata ‘sensação terrível’ e agradece popular que a ajudou
A jovem foi abordada por um homem que dizia estar armado, quando descia no ponto de ônibus em seu trajeto rotineiro. A situação foi registrada por...
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Por CGN Redação
Descrita como uma sensação aterrorizante, a vítima de uma tentativa de assalto vivida na noite desta terça-feira (18) no Bairro Alto Alegre, conversou com a reportagem da CGN e contou sobre os momentos assustadores que passou.
A jovem foi abordada por um homem que dizia estar armado, quando descia no ponto de ônibus em seu trajeto rotineiro. A situação foi registrada por uma câmera de monitoramento de segurança.
Ela conta que situações como o dela não são casos isolados. El pede por mais atenção do poder público ao mais policiamento e apesar de compreender o risco, ela agradece ao ato de empatia do homem que ajudou naquele momento.
Por sorte nada mais além do susto foi registrado, porém para a vítima, resta a revolta e sensação de insegurança e impunidade. O suspeito acabou fugindo e ainda não teria sido localizado.
O Fato
Segundo o relato da vítima, ela descia do ponto de ônibus e já teria percebido o indivíduo do outro lado da rua. Antes que pudesse correr ou esboçar qualquer reação, ela foi abordada.
“Isso é um assalto, me passe o celular senão eu atiro”. Teria dito o homem.
“Fiquei assustada, pensei que ele estava com arma, pensei em entregar o que tenho. Ele pediu para que eu não gritasse. Fiquei calma e falei que não tinha nada para passar, porque minha bolsa estava vazia, mas ele insistia: passa o celular, estou armado, você vai levar um tiro”, contou a jovem.
Segundo ela, nesse momento um rapaz que teria presenciado a cena e, pensando ser uma discussão de casal, se aproximou. Foi quando ele notou que se tratava de ameaça de roubo.
“Ele perguntou chegou e perguntou o que está acontecendo e disse, espera aí que vou pegar meu cachorro. Nesse momento o bandido travou, vou que não tinha saída, ficou estático”.
O suspeito foi acabou fugindo sem levar nada.
Indignação
Depois do momento de adrenalina e perigo passados, vem o sentimento de frustração e sensação de impotência, analisada pela vítima.
“Sensação aterrorizante. Nesse momento, impulsivamente tem raiva, como cidadão de bem que acorda todos os dias para trabalhar, não somente eu, mas vários milhões de brasileiros. É humilhante, degradante, ridículo”, lamenta.
“Sabemos que toda a cidade está assim, mas moradores aqui do bairro sabem que aqui tem crescido muito essa violência, essas ameaças de assaltos, roubos concluídos”
“É pavoroso, porque todos dias tenho que pegar ônibus, descer mesmo ponto. É ridículo eu ter que mudar a minha rota, poque tem ‘zé ninguém’ que quer levar o que eu batalhei para ter Fico revoltada”
Mais segurança
“Aqui (no bairro) tem caso recente que assaltaram uma casa em plena luz do dia. Acho que deveria ter mais reforços, mais viaturas espalhadas pela cidade, não somente no movimento, como no centro”, diz a mulher.
Segundo ela, agora fica a insegurança e o trauma da situação. “Agora quando eu descer novamente no ponto de ônibus vou ficar com o pensamento traumático e não vão ser todas as vezes que vão ter alguém como aquele rapaz que me ajudou”.
“Se ele não estivesse passando naquele momento a história seria outra. Quero agradecer ele, me ajudou muito. Graças a Deus que enviou ele lá e deu tudo certo”.
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