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Índice de adequação de estoques da FecomercioSP sobe 2,3% em outubro

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequada avançou 1,4 ponto porcentual entre setembro e outubro, de 55,4% para 56,8%. Entre...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Índice de Adequação dos Estoques (IE) do comércio paulistano subiu 2,3% na margem em outubro, após cair 2,0% em setembro, informou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com igual mês de 2021, houve avanço de 1,8%. Com o resultado, o IE sobe a 114,2 pontos.

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequada avançou 1,4 ponto porcentual entre setembro e outubro, de 55,4% para 56,8%. Entre os que consideram ter estoques inadequados, a FecomercioSP apurou queda tanto na visão de estoques acima do ideal (29,2% para 28,8%) quanto abaixo (14,7% para 13,8%).

Porte

O IE subiu tanto entre as empresas de grande porte (10,3%) quanto entre as pequenas (2,2%). Na amostra analisada pela FecomercioSP, 62,7% das grandes empresas consideravam ter estoques adequados, após 56,8% em setembro, enquanto a razão entre as pequenas avançou de 55,3% para 56,7%.

Nas grandes empresas, a proporção dos empresários que consideravam ter mais estoques do que o adequado caiu de 28,4% para 26,5%, e a dos que avaliavam ter menos estoques do que o ideal também diminuiu, de 14,8% para 10,8%. Entre as pequenas empresas, as percepções caíram de 29,2% para 28,8% e de 14,7% para 13,9%, respectivamente.

Setor

Nas aberturas por setores, as empresas de bens duráveis (6,6%) e empresas de bens não duráveis (5,2%) puxaram a alta. Em contrapartida, as empresas de bens semiduráveis contraíram 7,4%.

Entre as companhias de bens semiduráveis, 49,2% dos empresários consideram ter estoques adequados (ante 53,0%), enquanto 26,7% consideravam os estoques abaixo do adequado (ante mesmo resultado no mês anterior) e 22,2% acima (ante 18,0%).

Nos bens não duráveis, a percepção de adequação avançou de 57,4% para 60,4%. O porcentual de empresários que avaliam ter estoques acima do ideal recuou de 33,4% para 30,8%, e os que avaliam ter estoques abaixo foram de 9,2% para 8,9%.

Entre as empresas de bens duráveis, 59,2% viam a situação como adequada (ante 55,4%), 30,8% acima do nível adequado (ante 32,2%), e 9,8% abaixo (ante 11,9%).

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