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Acusada do assassinato de Marli Cibulski apresentava fala arrastada e desconexa em depoimento prestado no domingo (09)

A vítima foi esfaqueada por outra mulher, após sair de um mercado localizado na Rua Juscelino Kubitscheck, nas proximidades da Rodoviária. Ela estaria aguardando um ônibus...

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Por Isabella Chiaradia

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Acusada do assassinato de Marli Cibulski apresentava fala arrastada e desconexa em depoimento prestado no domingo (09)

Na manhã desta segunda-feira (10) a Delegacia de Homicídios de Cascavel comentou sobre as investigações e andamento do caso de homicídio contra Marli Bonifácil Cibulski, de 55 anos, que aconteceu na tarde de sábado.

A vítima foi esfaqueada por outra mulher, após sair de um mercado localizado na Rua Juscelino Kubitscheck, nas proximidades da Rodoviária. Ela estaria aguardando um ônibus no ponto quando foi atingida pelos golpes de faca.

Marli foi encaminhada ao Hospital Universitário, com perfuração no tórax, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e entrou em óbito.

De acordo com a Delegada Mariana Vieira, no domingo (09), a autora foi detida, ocasião em que ela foi novamente interrogada de maneira mais detalhada sobre os fatos.

A versão apresentada, seria de que a Marli teria agredido um do filhos da acusada. A Delegada comenta que a fala da mulher era bastante arrastada e desconexa, sendo que não foi encontrado qualquer indício que corroborasse a versão apresentada ou que as duas se conheciam.

Quanto à liberação da autora do crime, a Delegada explicou que o plantonista que atendeu o caso, tem autonomia, discricionariedade e responsabilidade de analisar os fatos e que agiu de acordo com o seu entendimento no momento em que liberou a mulher, ainda no sábado, após o cometimento do crime, sendo que a Delegacia de Homicídios não foi acionada para atender a ocorrência, fato que poderia ter auxiliado o delegado plantonista quanto a tomada de decisão.

A Delegada ainda comentou que não pode afirmar com certeza se a acusada realmente é uma pessoa em situação de rua, a única informação que se sabe é que ela não possui residência fixa.

Em relação a faca utilizada para o cometimento do crime, foi repassado que a mulher comprou o objetivo, porém isto ainda será objeto de investigações pelas autoridades, bem como outros fatos relevantes, a serem feitas no prazo legal de 10 dias.

Diante disso, a mulher foi apresentada ao Depen e deverá ser recolhida a uma unidade prisional.

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