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Imagem referente a 23 pessoas privadas de liberdade se formam em curso de confeitaria na Penitenciária Industrial de Cascavel

23 pessoas privadas de liberdade se formam em curso de confeitaria na Penitenciária Industrial de Cascavel

O curso é fruto do projeto “Educar para o Futuro” do Conselho da Comunidade de Cascavel e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) – Campus...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a 23 pessoas privadas de liberdade se formam em curso de confeitaria na Penitenciária Industrial de Cascavel

Aconteceu na sede do Conselho da Comunidade – Comarca de Cascavel, no dia 27 de setembro, a cerimônia de entrega dos certificados do Curso de Confeitaria, ofertado para 23 pessoas privadas de liberdade (PPLs) da Penitenciária Industrial Marcelo Pinheiro – PIMP-UP.

O curso é fruto do projeto “Educar para o Futuro” do Conselho da Comunidade de Cascavel e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) – Campus Cascavel em parceria com a Polícia Penal.

O objetivo da capacitação, que ocorreu entre os meses de agosto e setembro, foi qualificar as PPLs para o ingresso no mercado de trabalho, por meio da produção dos mais variados tipos de doces.

A cerimônia contou com a participação do coordenador regional da Polícia Penal, em Cascavel, Thiago Correia, do diretor da Penitenciária Industrial Marcelo Pinheiro, Álvaro Alegrette, do professor da Unioeste e coordenador do projeto Educar para o Futuro, Valdecir Soligo, do coordenador do curso de pedagogia da Unioeste, Marco Antônio, do presidente do Conselho da Comunidade de Cascavel, Rosaldo Chemim, da professora responsável por ministrar o curso, Rosane Ciszevski Lenz e dos familiares das pessoas privadas de liberdade (PPLs).

Para o coordenador regional da Polícia Penal, em Cascavel, Thiago Correia, projetos como esse são importantes pois oportunizam que essas pessoas sejam inseridas em ciclos produtivos de trabalho e renda, ao final do cumprimento de suas penas. “Só temos a agradecer aos nossos parceiros por nos ajudar a viabilizar projetos que contribuem com a ressocialização, com a capacitação profissional e a inclusão social”, destacou.

O professor da Unioeste e coordenador do projeto Educar para o Futuro, Valdecir Soligo, explicou que o papel da universidade junto ao projeto foi o de complementar todo o trabalho que já vinha sendo feito, pelo Conselho da Comunidade de Cascavel por meio de assessoria pedagógica.

“Nós assumimos a parte pedagógica do projeto, a fim de trazer a documentação e garantir a certificação dos alunos, ao final de todo o processo de aprendizagem. Além disso, esta parceria visa possibilitar uma nova forma de reinserção social a estas pessoas, de modo que ao sair da penitenciária, elas possam acessar a sociedade de uma forma produtiva e útil, e consequentemente isso acaba contribuindo com a diminuição da reincidência criminal”, explicou.

O presidente do Conselho da Comunidade de Cascavel, Rosaldo Chemim, destacou a importância do projeto. “Oferecer oportunidades para essas pessoas que estão cumprindo suas penas é uma das funções do conselho. Queremos oportunizar que eles voltem a sociedade e tenham um trabalho, que possam sustentar suas famílias e que conquistem sua cidadania. Ao longo dos anos o conselho oportunizou muitos cursos como este. Vale lembrar que nosso trabalho é direcionado tanto para a pessoa privada de liberdade, quanto para seus familiares”, enfatizou.

Família – A cerimônia também foi uma oportunidade para que os familiares das PPLs que participaram do curso pudessem acompanhar o resultado de um dos trabalhos desenvolvidos dentro da penitenciária.

“Gostei muito de participar da cerimônia e ver que por meio deste trabalho eles terão uma chance a mais de ocupação para quando saírem da penitenciária. Sem falar que momentos como este ajudam na integração com a família”, disse a familiar de uma PPL.

Curso – Bolo recheado, pão de mel, bala de coco e brigadeiro foram algumas das receitas ensinadas durante o curso.

A professora, Rosane Ciszevski Lenz, explica que muitos deles já tinham um conhecimento sobre confeitaria, devido a esta parceria entre penitenciária, Conselho da Comunidade de Cascavel e universidade.

“Ao longo destes meses eles puderam aperfeiçoar o que eles já sabiam e aprender novas técnicas. Lá fora há uma grande demanda por profissionais na área da confeitaria, creio que é uma oportunidade a mais de emprego que eles terão”.

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