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Correção: Endrick fez ‘1º de muitos’ jogos e vai ‘errar e acertar’, diz auxiliar

Passada a estreia de Endrick entre os profissionais do Palmeiras, o jovem jogador de 16 anos deverá receber cada vez mais oportunidades. É o que confirmou...

Publicado em

Por Agência Estado

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Passada a estreia de Endrick entre os profissionais do Palmeiras, o jovem jogador de 16 anos deverá receber cada vez mais oportunidades. É o que confirmou o auxiliar de Abel Ferreira, João Martins, responsável por colocar o garoto no segundo tempo do duelo com o Coritiba, vencido por 4 a 0 pelo Palmeiras.

Segundo o português, o jogo contra o Coritiba nesta quinta-feira, 6 de outubro, data que Endrick jamais irá esquecer, foi o “primeiro de muitos” jogos do canhoto habilidoso e que deixa a torcida eufórica.

“ele Trabalhou muito para ter a oportunidade, temos planos definidos para cada situação e neste plano o Endrick está dentro ou não. Não conseguimos adivinhar, mas apareceu a oportunidade”, afirmou Martins. “Espero que tenha muito sucesso”.

Jogador mais jovem a vestir a camisa do Palmeiras na história, com 16 anos, 2 meses e 15 dias o atacante, posicionado entre os zagueiros, mas com liberdade para se movimentar, demonstrou certa ansiedade nos primeiros minutos em campo, mas depois se soltou e perdeu duas oportunidades, ambas defendidas pelo goleiro Gabriel.

“O Endrick como qualquer jogador com a idade que tem vai errar e acertar muito”, ressaltou o auxiliar do Palmeiras. O plano da comissão técnica era tê-lo nos profissionais já depois da Copinha, mas a diretoria achou prudente mantê-lo na base até ele completar 16 anos em julho. Assim que fez aniversário, o menino passou a ser treinar regularmente com a equipe principal e depois de quatro jogos no banco de reservas recebeu a chance tão esperada.

“A partir do momento que ficou resolvido juntou-se ao grupo, com outros jovens, como Naves, Vanderlan, Giovani e começou a treinar conosco. Tem muita qualidade, mas o grupo tem 24 e mais esses jogadores”, disse. Segundo ele, Endrick não entrou porque o jogo já estava resolvido – quando foi a campo o placar marcava 3 a 0.

“Estava previsto isso e achamos que pelas características era o momento dele entrar, não porque tinha que entrar, se fosse um jogo com outra história ficaria para entrar depois. O tempo vai dizer, ele vai continuar a trabalhar e espero que possa fazer muitos gols”, argumentou.

PÉS NO CHÃO NAS ‘OITO FINAIS’
O auxiliar de Abel repetiu o discurso cauteloso do chefe restante oito jogos para o término do Brasileirão, que o Palmeiras encara como “oito finais”. A despeito de o time ostentar 63 pontos, 12 pontos a mais que o vice-líder Inter, a ordem é evitar a empolgação.

“A partir do momento da eliminação do Athletico definimos que seriam 13 finais. O Abel tem usado uma frase muito boa: “fazer igual, mas melhor”, é exatamente esse discurso e olhar o que fizemos de positivo nesse jogo e levar para o jogo de segunda-feira que é mais uma final”, salientou o auxiliar, citando o próximo compromisso diante do Atlético-GO, em Goiânia. “Os jogadores têm se esforçado muito, é ganhar e ganhar segunda-feira”.

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