CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Cármen suspende julgamento sobre acesso de ‘Rei do Ônibus’ à delação de Funaro
Divulgação

Cármen suspende julgamento sobre acesso de ‘Rei do Ônibus’ à delação de Funaro

A defesa busca desde 2017 ter acesso aos autos sigilosos da delação de Funaro, que delatou pagamento de cinco milhões de francos suíços de Barata Filho...

Publicado em

Por Agência Estado

Publicidade
Imagem referente a Cármen suspende julgamento sobre acesso de ‘Rei do Ônibus’ à delação de Funaro
Divulgação

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia pediu vista (mais tempo para análise) e suspendeu julgamento da 2.ª Turma da Corte sobre o acesso do empresário Jacob Barata Filho, o “Rei do Ônibus”, à delação premiada do corretor Lúcio Funaro. Ambos são investigados na Lava Jato Rio por supostas irregularidades no transporte público carioca.

A defesa busca desde 2017 ter acesso aos autos sigilosos da delação de Funaro, que delatou pagamento de cinco milhões de francos suíços de Barata Filho ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e ao ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, ambos do MDB.

“Em 2014, o colaborador recebeu, a pedido de Eduardo Cunha, uma transferência, em sua conta no Banco Audi, no valor de cinco milhões de francos suíços. Que segundo Eduardo Cunha esses valores eram referentes a um pagamento de valores não declarados feito por Jacob Barata. Que esses valores seriam divididos entre Eduardo Cunha e Jorge Picciani, para serem usados na campanha de 2014”, diz o anexo entregue por Funaro à Procuradoria-geral da República (PGR) sobre o empresário.

Em decisão monocrática, o relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, negou acesso aos termos da delação afirmando que a simples menção de Jacob Barata Filho na delação de Funaro não asseguraria a vista integral do acordo sigiloso.

O ministro manteve o posicionamento durante julgamento da 2.ª Turma, alegando que o entendimento da Corte apenas prevê acesso da defesa a provas produzidas e incorporadas formalmente às investigações, o que não ocorre no caso envolvendo o “Rei do Ônibus”

O ministro Gilmar Mendes apresentou divergência, afirmando que o acordo de delação já foi homologado e que a defesa tem direito a ter acesso aos termos em que o empresário é citado em práticas incriminatórias. Gilmar foi acompanhado por Ricardo Lewandowski.

COM A PALAVRA, O EMPRESÁRIO JACOB BARATA FILHO

A reportagem entrou em contato com a defesa do empresário Jacob Barata Filho e aguarda resposta. O espaço está aberto a manifestações.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN