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Índice de adequação de estoques da FecomercioSP cai 2,0% em setembro

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequada recuou 1,0 ponto porcentual entre agosto e setembro, de 56,4% para 55,4%. Entre...

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Por Agência Estado

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O Índice de Adequação dos Estoques (IE) do comércio paulistano caiu 2,0% na margem em setembro, após recuo de 1,1% em agosto, informou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com igual mês de 2021, houve recuo de 1,6%. Com o resultado, o IE cai a 111,6 pontos, o menor nível desde julho de 2021 (107,1).

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequada recuou 1,0 ponto porcentual entre agosto e setembro, de 56,4% para 55,4%. Entre os que consideram ter estoques inadequados, a FecomercioSP apurou avanço tanto na visão de estoques acima do ideal (28,4% para 29,2%) quanto abaixo (14,2% para 14,7%).

Porte

O IE caiu mais entre as empresas de grande porte (-8,9%) do que entre as pequenas (-1,8%). Na amostra analisada pela FecomercioSP, 56,8% das grandes empresas consideravam ter estoques adequados, após 61,5% em agosto, enquanto a razão entre as pequenas recuou de 56,3% para 55,3%.

Nas grandes empresas, a proporção dos empresários que consideravam ter mais estoques do que o adequado subiu de 23,1% para 28,4%, e a dos que avaliavam ter menos estoques do que o ideal, 14,1% para 14,8%. Entre as pequenas empresas, as percepções subiram de 28,5% para 29,2% e 14,2% para 14,7%, respectivamente.

Setor

Nas aberturas por setores, as empresas de bens semiduráveis (-6,0%) puxaram a queda do IE, seguidas por empresas de bens não duráveis (-4,1%) e duráveis (1,0%).

Entre as companhias de bens semiduráveis, 53,0% dos empresários consideram ter estoques adequados (ante 56,4%), enquanto 26,7% consideravam os estoques abaixo do adequado (ante 22,9%) e 18,0% acima (ante 18,4%).

Nos bens não duráveis, a percepção de adequação recuou de 59,2% para 57,4%. Os empresários que avaliam ter estoque acima do ideal passaram de 32,0% para 33,4%, e os que avaliam ter estoques abaixo foram de 7,7% para 9,2%.

Entre as empresas de bens duráveis, 55,4% viam a situação como adequada (ante 55,0%), 32,2% acima do nível adequado (ante 30,8%) e 11,9% abaixo (ante 14,0%).

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