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Inquérito sobre mulher que acusa empresário de forçá-la a se tatuar é reaberto

A investigação em questão se debruça sobre a acusação de uma mulher que diz que foi forçada a fazer tatuagem com as iniciais de Thiago. O...

Publicado em

Por Agência Estado

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A pedido do Ministério Público de São Paulo, o juiz Jorge Panserini, da 1ª Vara de Porto Feliz, no interior paulista, determinou o desarquivamento de um inquérito sobre suposto sequestro e cárcere privado cometido por Thiago Brennand Fernandes Vieira – empresário de 42 anos flagrado por câmeras de segurança como suspeito de agredir a modelo Helena Gomes em uma unidade da academia Bodytech do Shopping Iguatemi, em São Paulo, no dia 2 de agosto.

A investigação em questão se debruça sobre a acusação de uma mulher que diz que foi forçada a fazer tatuagem com as iniciais de Thiago. O desarquivamento se deu após reportagem do Fantástico detalhar as acusações feitas pela vítima, que ainda alega ter sofrido agressões e ter vídeo íntimo filmado sem consentimento.

No último domingo, 4, o Ministério Público de São Paulo denunciou Brennand, pelas agressões à modelo Helena Gomes. A Promotoria imputa ao empresário supostos crimes de lesão corporal e corrupção de menores. O processo tramita em segredo de Justiça em razão de as agressões terem ocorrido na presença do filho do denunciado, segundo o MP. O órgão pede que Brennand ainda seja condenado ao pagamento de R$ 100 mil à vítima por danos morais.

No mesmo dia, vieram à tona as novas denúncias contra o empresário. O Fantástico mostrou depoimentos de mulheres, familiares e funcionários de estabelecimentos frequentados por Thiago. A reportagem dá destaque ao caso de uma mulher que hoje mora no exterior e diz ter sido vítima de cárcere privado, agressões e estupro quando esteve na casa de Thiago, no interior de São Paulo.

Segundo ela, o caso chegou à Polícia em razão de uma denúncia feita por seu irmão. Ela conta que teria desmentido a história em depoimento, pois estaria sendo ameaçada. À época, a investigação policial foi arquivada por falta de provas. Agora, as apurações serão retomadas.

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