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Confusão no primeiro dia de aula mobiliza PM em suposto curso infantil de academia militar

Revoltados, os pais aguardaram por mais de vinte minutos até que chegasse alguém responsável, pois de acordo com informações, não haviam salas reservadas para o tal...

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Por Diego Cavalcante

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Confusão no primeiro dia de aula mobiliza PM em suposto curso infantil de academia militar

Vários pais foram até uma instituição de ensino, localizada na Avenida Brasil, na manhã deste sábado (27), para levarem seus filhos para o primeiro dia de aula em um curso infantil ofertado por uma empresa terceirizada.

Revoltados, os pais aguardaram por mais de vinte minutos até que chegasse alguém responsável, pois de acordo com informações, não haviam salas reservadas para o tal curso.

Os pais contrataram uma empresa de São Paulo que ofertaria um suposto curso de academia militar para as crianças. A empresa foi contratada para um período de seis meses para darem aulas para as crianças, sendo que o valor cobrado foi de R$ 600.

De acordo com Cláudio Adão Geraldo, um dos pais de alunos, a empresa não compareceu ao local, e também não teria contrato de locação com a unidade de ensino onde seria ofertado o curso. Com medo de terem sido vítimas de estelionato, os pais acionaram a Polícia Militar para intervirem na situação.

“Eles alugaram aqui por um dia, atraíram aqui o público, com a falsa ilusão de que as crianças teriam uma aula de cidadania, de ordem unida, de academia militar mesmo”, contou Cláudio.

Uma representante da empresa chegou ao local com mais de vinte minutos de atraso, dizendo ser professora, entretanto ela não conseguiu convencer os pais sobre a legitimidade do curso.

Jéssica Tatiane que é Bombeira Civil e também a professora que ministraria o primeiro dia de aula, conversou com a CGN e relatou o outro lado da história.

Ela contou que veio de Foz do Iguaçu para prestar serviços para a empresa. Jéssica teria sido contratada para dar aula no primeiro dia, auxiliando outros bombeiros que deveriam ter vindo também.

“Eu cheguei aqui um pouco atrasada, pois estou vindo de Foz do Iguaçu e peguei trânsito. Aí já estava um alvoroço com todos os pais preocupados. (…) Eu não sei como proceder, fiquei perdida. Se tiver alguma coisa errada, eu não tenho culpa”, desabafou a bombeira.

De acordo com a bombeira, o Diretor do estabelecimento teria afirmado que não houve pagamento por parte da empresa terceirizada para a locação da sala.

Os pais agora aguardam uma resposta por parte da empresa, sendo que um boletim de ocorrência seria registrado sobre o fato.

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