
“Como que eles trabalham na recepção e não sabem onde é a maternidade?” Relata sogra de paciente
Segundo informado por Maria, sua nora de 16 anos estava para ganhar nenê e foram duas ou três vezes até o H.U com a adolescente com...
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Por Diego Hellstrom

Na tarde desta quinta-feira (25) a reportagem CGN foi acionada para ir até o Hospital Universitário onde uma mulher gostaria de fazer uma reclamação.
Segundo informado por Maria, sua nora de 16 anos estava para ganhar nenê e foram duas ou três vezes até o H.U com a adolescente com sangramentos, mas não teriam conseguido a realização do parto.
“Eles mandavam nós pra casa, ela com sangramento, com dor. Ela fez tratamento para tuberculose a gravidez inteira, mês passado acabou o tratamento. Asma e bronquite ela tem e eles nunca seguravam ela para ganhar nenê, falavam que só iam segurar com 41 semanas e pouco para induzir o parto”.
Maria relata que foi conversar com um médico do CAE (Centro de Atendimento Especializado) e conseguiu o ‘papel’ para a cesariana.
A sogra da menina que ganhou nenê ainda diz que ao chegarem no local, eles alegaram que Maria estaria com Covid.
“Eu falei não, eu falei que aqui ninguém estava com Covid”, quando falaram que ela estava com a doença, ela pediu desculpas e saiu da sala.
“Hoje cedo nós fomos no posto para fazer o exame e deu tudo negativo, eu fiz, meu filho fez, a tia dela fez, tanto que eu chamei até a tia dela pra ficar com ela para ela não ficar sozinha, ela é menor de idade, tem 16 anos de idade, e de repente todo mundo está com Covid?”.
Indignada a mulher relata que não conseguiu ver a criança. Sua filha, quando foi ao hospital, ela questionou na recepção onde ficaria a maternidade.
“Eles não tiveram a capacidade de dizer onde ela estava, minha filha perguntou na recepção e eles tiveram a cara de pau de falar assim: a gente não sabe onde fica a maternidade. Como que eles trabalham na recepção de um hospital e não sabem onde fica a maternidade?”.
Mesmo tendo os resultados dos exames da Covid, ela relata que não conseguiu conhecer a criança ainda. “Não conseguimos nem pegar a criança do colo porque eles alegam que nós estamos com Covid e nós com os atestados aqui de negativo”.
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