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Imagem referente a “Homem de verdade não bate em mulher”, afirma magistrado em evento para universitários
© Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

“Homem de verdade não bate em mulher”, afirma magistrado em evento para universitários

“O combate à violência doméstica e familiar é um desafio sociocultural para o século XXI. Estamos em uma fase de transição entre a prevalência do patriarcado...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a “Homem de verdade não bate em mulher”, afirma magistrado em evento para universitários
© Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O juiz Paulo Eduardo Huergo Farah, titular da 4ª Vara Criminal da comarca de Joinville, participou nesta semana (22/08) da mesa redonda “Agosto Lilás – Vamos falar de respeito ?”, evento promovido pelo Comitê de Direitos Humanos e pela Coordenação do curso de Direito da Universidade da Região de Joinville – Univille. Estiveram presentes 124 pessoas, entre acadêmicos de Direito e de Psicologia.

“O combate à violência doméstica e familiar é um desafio sociocultural para o século XXI. Estamos em uma fase de transição entre a prevalência do patriarcado e machismo estrutural e a do reconhecimento do verdadeiro valor da mulher e do seu respectivo espaço na comunidade. Somos agentes de transformação, facilitadores e impulsionadores dessa mudança paradigmática. Essa é uma responsabilidade comum, compartilhada entre todos. Portanto, homens e mulheres, juntos, precisam unir forças para agilizar e conduzir esse processo, que deve trilhar o melhor caminho no mais rápido trajeto. Sem olvidar que homem de verdade não bate em mulher!”, declarou o  magistrado.

Outro integrante da mesa foi o psicanalista e psicólogo, Carlos Sapelli, que abordou o tema sob o prisma de sua área de atuação.

De acordo com o coordenador pedagógico do curso de Direito da Univille, Cláudio Melquiades Medeiros, o evento representou um importante marco para a Campanha de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher, uma vez que evidenciou a triste realidade acerca desse tipo de agressão. E a solenidade, com a participação do Judiciário e da Academia, contribuiu cada vez mais para a implementação da cultura da paz.

“A exposição feita pelo magistrado, de forma didática e abrangente, trouxe aos acadêmicos e demais assistentes a importância da Lei Maria da Penha e o número de ações judiciais que envolvem os casos de violência contra a mulher na comarca de Joinville. A estatística foi muito impactante, despertando em todos o sentimento de que há a necessidade de se refletir e agir no combate e no enfrentamento desse tipo de violência”, frisou.

TJSC

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