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Imagem referente a Missa e bênção das rosas de Santa Dulce são realizadas em Apucarana
A celebração será às 15 horas, na Paróquia Cristo Sacerdote, de Apucarana

Missa e bênção das rosas de Santa Dulce são realizadas em Apucarana

O padre Alexsandro Freitas convida a todos de Apucarana e região para participar da festa. "Queremos convidar pessoas de Apucarana e região para virem celebrar nossa santa......

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Por CGN 1

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Imagem referente a Missa e bênção das rosas de Santa Dulce são realizadas em Apucarana
A celebração será às 15 horas, na Paróquia Cristo Sacerdote, de Apucarana

Acontece neste sábado (13), a segunda Festa Litúrgica Santa Dulce dos Pobres, com Santa Missa e bênção das rosas. A celebração será às 15 horas, na Paróquia Cristo Sacerdote, de Apucarana.

O padre Alexsandro Freitas convida a todos de Apucarana e região para participar da festa. “Queremos convidar pessoas de Apucarana e região para virem celebrar nossa santa brasileira. Visitar o cantinho dos devotos, acender sua vela e amarrar sua fitinha no gradil. Enfim, celebrar nossa querida santa. Teremos a benção das rosas de Santa Dulce, que será um momento de muita graça e bênção”, comenta o padre. 

Santa Dulce

Em outubro de 2019, a soteropolitana Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes (1914–1992), nomeada como Irmã Dulce desde 1933, se tornou a primeira santa nascida no Brasil reconhecida pela Igreja Católica Apostólica Romana. Torna-se Santa Dulce dos Pobres.

Santa Dulce dos Pobres foi canonizada nove anos após o colegiado de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos, da Cúria Romana, atestar o primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce descrito no processo de beatificação da religiosa iniciado pela Arquidiocese de São Salvador da Bahia. A decisão do colegiado é baseada na avaliação de peritos de saber científico (como médicos) e teólogos.

O milagre que levou à beatificação foi a intercessão da freira, a pedido de orações de um padre, para salvar a vida de uma mulher que deu à luz a um menino e estava desenganada por causa de uma hemorragia depois do parto, que os médicos não conseguiam conter. O caso ocorreu nove anos após a morte de Irmã Dulce (2001), em uma cidade do interior de Sergipe.

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